Harding Loevner Global Equity Strategy

Manager: Harding Loevner LP · Estratégia: Long only growth · Geografia: Global

Cartas publicadas
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Posições core
10
Temas recorrentes
8

Performance por trimestre

-10%-5%0%+5%+10%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026MSCI All Country World Index: Q3 2025 +7,74%MSCI All Country World Index: Q4 2025 +3,40%MSCI All Country World Index: Q1 2026 -3,11%Harding Loevner Global Equity Strategy: Q3 2025 +2,62%Harding Loevner Global Equity Strategy: Q4 2025 +2,00%Harding Loevner Global Equity Strategy: Q1 2026 -5,45%
Harding Loevner Global Equity StrategyMSCI All Country World Index

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Q2 2026 480 palavras

O Harding Loevner Global Equity Strategy divulgou a actualização mensal de Maio de 2026 — um fact sheet de três páginas com desempenho, posicionamento e atribuição, sem a carta trimestral completa. O composite rendeu +3,49% no mês (gross) contra +5,21% do MSCI ACWI, e acumula +6,38% no ano vs +12,35% do índice. O subdesempenho concentrou-se em Tecnologia de Informação, onde 20 acções geraram 78% do retorno do índice em Maio (18 delas de IT); a Harding Loevner detém sete, mas a ausência dos fabricantes de memória Micron e SK hynix penalizou. Infineon, Samsung, HEICO, nVent e ASML lideraram contribuições; Tradeweb, Netflix, Tencent e Booking pesaram. A Saúde, sobreponderação estrutural do fundo, foi o único sector negativo no ano.

Q1 2026 2750 palavras

O Harding Loevner Global Equity Strategy registou −5,45% (gross) e −5,55% (net) no primeiro trimestre de 2026, contra −3,11% do MSCI ACWI. A carta articula uma narrativa de resiliência face ao choque energético desencadeado pelo conflito Irão-Israel: Brent +60% no mês, sector Energy +33,9% no trimestre, e rotação para o "HALO trade" — heavy asset, low obsolescence. ASML, SLB, CME Group, Tradeweb e Shell foram os top contributors; Booking Holdings, Tencent, Adobe, Sony e HDFC Bank foram os top detractors. O fundo iniciou oito posições (AstraZeneca, CATL, Infineon, nVent Electric, RGA, Ryanair, Safran, Samsung Electronics) e saiu de sete (Alfa Laval, Atlas Copco, CoStar, Delta Electronics, Inovance, Mindray, Walmart de México). Schneider Electric, Safran e Ryanair são desenvolvidas em detalhe no quadro de infraestrutura física e disciplina de balanço.

Q4 2025 3100 palavras

O Harding Loevner Global Equity Strategy fechou 2025 com +13,21% gross e +12,73% net, contra +22,87% do MSCI ACWI — um ano marcado pelo underperformance estrutural do estilo qualidade-crescimento face à concentração extrema do índice em mega-caps US ligadas a IA. No trimestre, o composite avançou +2,0% gross vs +3,4% do benchmark. A carta articula a tese central da gestão: AI é um regime de capex com dois grupos distintos — hyperscalers US dominantes e o ecossistema internacional de fornecedores. Alphabet, Fabrinet, Vertex Pharma, Chugai e Roche lideraram contributors no trimestre; Netflix, Tencent, Sony, Mindray e CoStar foram os principais detractors. Adobe e Alphabet são desenvolvidos como casos-estudo de incumbentes a defender moats face a disrupção IA via Christensen e Porter.

Q3 2025 3200 palavras

O Harding Loevner Global Equity Strategy fechou o 3T 2025 com retorno gross de +2,62% e +2,52% net, contra +7,74% do MSCI ACWI — um trimestre em que o estilo qualidade-crescimento global voltou a subperformar face à concentração extrema do mercado em torno dos vencedores percebidos da IA. O composite acumula +10,95% YTD vs +18,86% do índice. A carta articula uma comparação Oracle vs The Trade Desk para ilustrar como mercados premiam narrativas IA, e ergue a tese de Health Care em recuperação: 11 posições com desconto de uma década face ao mercado. Tencent, Alphabet, Amphenol, Sony e Genmab lideraram contribuições; Tradeweb, Netflix, Vertex Pharma e The Trade Desk pesaram. Delta Electronics e Elevance Health foram as duas novas posições.