ClearBridge Dividend Strategy

Manager: John Baldi · Estratégia: Large cap value · Geografia: US

Cartas publicadas
5
Posições core
12
Temas recorrentes
7

Performance por trimestre

-6%-4%-2%0%+2%+4%Q4 2024Q1 2025Q2 2025Q3 2025Q4 2025Q1 2026S&P 500 Index: Q1 2025 -4,30%S&P 500 Index: Q4 2025 +2,70%S&P 500 Index: Q1 2026 -4,30%ClearBridge Dividend Strategy: Q1 2026 0,00%
ClearBridge Dividend StrategyS&P 500 Index

Posições core

Temas recorrentes

Cartas publicadas

Q1 2026 1956 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy ficou largamente plana, brutos de comissões, no primeiro trimestre de 2026, contra −4,3% do S&P 500, beneficiando de subponderação significativa em tecnologia (que recuou 9,2% no trimestre, com software a cair 24%) e de sobreponderação em energia (+38,2%). Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld articulam retirada deliberada de software face à disrupção pela IA generativa, mantendo apenas Microsoft. Em energia, saíram de EQT e Enbridge para concentrar exposição em Williams e ExxonMobil. Adicionaram quatro novas posições — Blackstone, Otis, Honeywell e Taiwan Semiconductor — e reforçaram Apollo Global Management. Saídas em Northrop Grumman, Oracle e AvalonBay; reduções em L3Harris, RTX e Broadcom.

Q4 2025 1340 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy subiu cerca de metade do S&P 500 no T4 2025 (índice +2,7%), penalizada por subponderações em Alphabet e Apple e por exposição a Oracle. Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld articulam cautela face a uma concentração de mercado sem precedentes — Magnificent Seven em 24,9% no ano, sector tech+IT em 46% do S&P 500 — e questionam se a IA representa uma bolha. Reduzem significativamente Oracle face à elevada intensidade de capital do negócio de data centers IA, mas mantêm Broadcom. Adicionam ADP (T4), PG&E e Roche; saem de Edison International e Merck; reforçam Air Products, Exxon Mobil e Union Pacific. Diversificação como disciplina anti-bolha.

Q3 2025 1280 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy ficou aquém do S&P 500 no T3 2025, penalizada pela subponderação significativa em IT (14,5% vs 35,0% do índice) num trimestre em que o entusiasmo em torno da IA continuou a empurrar o sector tecnológico para máximos. Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld mantêm cautela face à concentração extrema — IT acima de 30% do mercado e top 10 representam mais de 40% do S&P 500. As exposições nucleares à IA na carteira (Broadcom, Oracle, TE Connectivity) compensaram parcialmente. Iniciaram Marsh & McLennan e Old Dominion Freight Line; reforçaram Union Pacific; reduziram Oracle, Travelers, UnitedHealth e Diageo. A tese dominante mantém-se: crescimento de dividendos como protecção contra tarifas, dólar fraco e inflação persistente.

Q2 2025 1480 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy ficou aquém do S&P 500 no T2 2025, penalizada pela disciplina de valuation num tape dominado por momentum — a Nvidia disparou mais de 40% e o índice subiu 6,2% no semestre. Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld articulam cautela acentuada: com a Magnificent Seven acima de 30% do índice e os top 10 a representar 38,4%, vêem pouca margem de segurança a preços historicamente elevados. Responderam a rodar capital para sectores mais baratos e fáceis de avaliar — iniciaram L3Harris na defesa, reforçaram materialmente a Exxon Mobil e saíram de PPG Industries e General Motors. A tese dominante mantém-se: crescimento de dividendos como âncora anti-inflação e disciplina perante a euforia.

Q1 2025 960 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy resistiu à correcção do T1 2025: o S&P 500 caiu 4,3%, penalizado pelo recuo das Magnificent Seven (digestão do choque DeepSeek) e pelo embate tarifário, mas a Strategy entregou ganho absoluto positivo em base bruta e superou o índice em base líquida. A subponderação em tecnologia e em consumo discricionário, a sobreponderação em energia e a selecção em consumer staples (Nestlé, Coca-Cola) e defesa (RTX, Northrop) sustentaram o desempenho relativo. Baldi e Clarfeld redobraram a disciplina de valuation, saíram de AIG, Gilead e SAP e iniciaram CVS, Inditex e TE Connectivity a preços atractivos. A carteira negoceia com desconto material face ao índice — 21,6x contra 25,3x.