Ariel Global Fund
Manager: · Estratégia: Long only value · Geografia: Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
- Valor relativo internacional vs. EUA
- Capex de IA e infraestrutura de data centers
- Ciclo de semicondutores e equipamento
- Tarifas e política comercial
- Magnificent Seven — dispersão e concentração
- Camada aplicacional de IA — adopção e ROI
- Ciclo de despesa em defesa
- Aproveitamento de deslocações de mercado
- Alocação de capital e compounders
Cartas publicadas
Q2 2026 1650 palavras
O Ariel Global Fund subiu 27,91% no T2 2026, superando o MSCI ACWI Index (+14,93%) e o MSCI ACWI Value Index (+10,57%). As acções globais recuperaram com o alívio de tensões geopolíticas, lucros resilientes e investimento sustentado em IA, com Taiwan, Coreia do Sul e Japão a liderar. A selecção em Tecnologias de Informação e Financeiras contribuiu; Serviços de Comunicação e Utilities detraíram. Intel, Murata e MediaTek lideraram; AT&T, BT Group e Disney detraíram. A gestora iniciou treze posições — incluindo Capital One, Dynatrace, Merck KGaA, Orsted e PPL — e saiu de doze nomes por valoração e rotação. Postura construtiva: a liderança de mercado alarga-se para além das mega-caps tecnológicas.
Q1 2026 1900 palavras
O Ariel Global Fund recuou 2,47% no T1 2026, à frente do MSCI ACWI Index (-3,20%) mas atrás do MSCI ACWI Value Index (+1,17%). O trimestre teve um arranque volátil e risk-off, marcado pela eclosão de guerra no Médio Oriente, subida dos preços de energia e pressões inflacionistas persistentes. Top contributors: Intel (INTC), FedEx (FDX) e Orange (ORA). Top detractors: First Solar (FSLR), Publicis (PUB) e Kuaishou (1024.HK). A gestora iniciou dez novas posições — incluindo Bayer, Daifuku, ENGIE, Eurobank e MediaTek — e recomprou Infineon, financiando-as com a saída de dez nomes por valoração ou rotação. Postura cautelosa: risco de estagflação em alta com o choque petrolífero, mas oportunidades de valor crescentes fora dos EUA.
Q4 2025 1850 palavras
Ariel Global Fund subiu 2,88% no T4 2025, abaixo do MSCI ACWI (3,29%) e do MSCI ACWI Value (3,66%); em 1 ano, +23,30% bate ambos os índices (22,34% e 21,98%). Selecção em Financials e IT contribuiu; Consumer Discretionary e Health Care detraíram. Top contributors: First Solar, Lasertec e SK Hynix, alavancados pela vaga de IA. Detractors: Bandai Namco, Fresenius e Sega Sammy (saída). Iniciadas 16 posições — entre elas Daikin (4,6%), Bristol-Myers, BMPS, Wacker, Webster, Fortum, HPE, TDK e Lojas Renner. Saídas: Verizon, Roche, Siemens, Intesa, Allstate, JD.com e outros. Tese central: dispersão internacional oferece runway, com risco maior em underweight estrutural fora dos EUA.
Q3 2025 2050 palavras
Ariel Global Fund subiu 4,99% no T3 2025, abaixo do MSCI ACWI (+7,62%) e do MSCI ACWI Value (+6,13%); trailing 1 ano +15,46%, 5 anos +10,80% (anualizado), 10 anos +8,63% (anualizado). Selecção em IT e Consumer Staples contribuiu; Communication Services e Consumer Discretionary detraíram. Top contributors: First Solar, Intel e Murata. Detractors: Publicis, Fresenius e Sega Sammy. Iniciadas 12 posições — Murata, BT Group, FedEx, Humana, Informa, M&T, Minth, Roche (re-entrada), SUMCO, SEMCO, Syensqo e VT como cash alternative. Saídas por valuação: Michelin, Credicorp, AXA, Daimler Truck e Sanofi; saídas para oportunidades mais compelling: Beazley, Infineon, Owens Corning e Redeia. Tese central: dispersão internacional acima do underweight estrutural fora dos EUA.
Q2 2025 1500 palavras
Ariel Global Fund subiu 7,38% no T2 2025, abaixo do MSCI ACWI (+11,53%) mas acima do MSCI ACWI Value (+5,84%); trailing 1 ano +17,61%, 5 anos +10,00% e 10 anos +7,26% (anualizados). A nível sectorial, a ausência de Energy e a selecção em Consumer Staples contribuíram; currency forwards, Consumer Discretionary e Industrials detraíram. Tesco, SK Hynix e Lasertec (nova) lideraram; JD.com (reduzida), China Mengniu (nova) e Sanofi detraíram. Iniciadas nove posições — Lasertec, China Mengniu, AirTAC, BBVA, Ebara, First Solar, Lottomatica, Walt Disney e Zimmer Biomet. Saídas por valuação: AbbVie, BNP Paribas e KBC; por oportunidades mais compelling: Samsung, CNH, Stellantis e Subaru. Tese: gestão activa e exposição internacional diversificada.
Q1 2025 1616 palavras
O Ariel Global Fund valorizou 6,31% no T1 2025, à frente do MSCI ACWI (-1,32%) e do MSCI ACWI Value (+4,77%). O trimestre pôs à prova a crença no excepcionalismo norte-americano: as Magnificent Seven recuaram perto de 15% e os mercados accionistas internacionais tiveram o trimestre mais forte face aos Estados Unidos em quinze anos. As escolhas de títulos em tecnologias de informação, consumo discricionário e saúde foram o maior contributo sectorial; os contratos cambiais a prazo, as participações em consumo de base e a ausência de energia detraíram. CVS Health, Check Point e Bandai Namco contribuíram; NetApp, TSMC e Teradata detraíram. A gestora iniciou cinco posições — Algonquin, Bank Negara Indonesia, Bank of America, Intesa Sanpaolo e Owens Corning — e saiu de oito títulos.
Q4 2024 1480 palavras
O Ariel Global Fund recuou 3,66% no T4 2024, abaixo dos -0,99% do MSCI ACWI mas acima da queda de 4,71% do MSCI ACWI Value; no ano terminado a 31 de Dezembro rendeu 7,14% contra 17,49% do índice. Ao nível sectorial, os contratos cambiais a prazo, o imobiliário e a ausência de materiais contribuíram, enquanto as escolhas em consumo discricionário, tecnologias de informação e serviços de comunicação detraíram. A Emaar Properties foi o maior contributo; a Capital One teve bom desempenho e o Monte dei Paschi avançou; Michelin, JD.com e CVS Health detraíram. Além do banco italiano, a gestora iniciou oito posições e saiu de sete títulos. Tese de fecho: acções internacionais mal cotadas face às congéneres norte-americanas.