Appalaches Capital — Core LO
Manager: Jake Keys · Estratégia: Long only quality value · Geografia: US · Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q2 2026 3871 palavras
O Appalaches Core LO, veículo concentrado e long-only de Jake Keys, ganhou 3,7% líquidos no segundo trimestre de 2026, contra 15,1% do S&P 500, 11,2% do equiponderado e 0,9% do índice SOFR. Keys assume a divergência como consequência do processo: quinze acções em carteira, quase totalmente investido, e uma rotação de capital para o tema da inteligência artificial que castiga o resto do mercado e abre oportunidades. Reforçou AutoZone, CME Group e Progressive — as duas primeiras penalizadas por receios de construção de rede e de concorrência da Kalshi — e iniciou McKesson, distribuidora farmacêutica com retorno sobre capital investido acima de 50% e catalisada pela estabilização dos genéricos. Distingue Sistemas de Registo de Sistemas de Acção na leitura da disrupção por IA.
Q1 2026 3332 palavras
O Appalaches Core LO, veículo concentrado e long-only de Jake Keys, perdeu 2,2% líquidos no primeiro trimestre de 2026, contra -4,4% do S&P 500, +0,5% do equiponderado e +0,9% do índice SOFR; desde o arranque, acumula 10,2% líquidos anualizados. Keys separa a incerteza importante da meramente desconfortável: vendeu a Canadian National por projecções fracas e uma equipa que não realiza o potencial da rede, e liquidou a ASML após a acção mais do que duplicar. Em contrapartida, iniciou Mastercard e Visa enquanto o mercado descontava a Credit Card Competition Act e a ameaça do comércio agêntico — riscos que considera improváveis e, no limite, favoráveis às redes de pagamentos.
Q4 2025 2937 palavras
O Appalaches Core LO ganhou 1,7% líquidos no quarto trimestre de 2025, contra 2,6% do S&P 500, 1,2% do equiponderado e 1,0% do índice SOFR, fechando o ano com 16,5% e uma taxa anualizada de 12,5% desde o início. Com um beta realizado de 0,46, Jake Keys atribui cerca de 6,1 pontos do retorno anual a alfa. O trimestre não trouxe alterações relevantes: doze empresas em carteira, caixa abundante à espera de preços aceitáveis e uma defesa da concentração até cerca de quinze posições. Keys argumenta que as grandes capitalizações também se desviam do valor intrínseco — Alphabet e ASML foram os maiores contribuidores — e define qualidade pela duração da rendibilidade económica.
Q3 2025 3480 palavras
O Appalaches Core LO ganhou 7,0% líquidos no terceiro trimestre de 2025, contra 8,1% do S&P 500, 4,8% do equiponderado e 1,1% do índice SOFR, acumulando 14,4% no ano. Jake Keys dedica a carta à especulação: recorre às experiências de Thomas Zentall com pombos para defender que a preferência por apostas sub-óptimas é biológica e não apenas cultural, e conclui que a melhor decisão é não imitar os pombos. A carteira mantém doze empresas e caixa elevada. Saíram a Lam Research, por compressão do retorno prospectivo, e a CSX, penalizada pela fusão Union Pacific–Norfolk Southern; entrou a Canadian Pacific. A Progressive é a nova posição, exemplo de economias de escala partilhadas.
Q2 2025 3098 palavras
O Appalaches Core LO ganhou 7,4% líquidos no segundo trimestre de 2025, contra 10,9% do S&P 500, 5,5% do equiponderado e 1,1% do índice SOFR, acumulando 6,9% no ano. Jake Keys abre com o Dia da Marmota: as tarifas foram reduzidas ou adiadas, os índices voltaram a máximos e o ambiente atractivo para assumir risco desapareceu em semanas. Reforçou agressivamente a Lam Research e a ASML durante a queda de Abril, entrou e saiu da Equifax em poucas semanas e comprou a Eagle Materials no final do trimestre — ensaio sobre barreiras à entrada no cimento, com retornos incrementais próximos de trinta por cento e menos um terço de títulos em dez anos.
Q1 2025 3651 palavras
O Appalaches Core LO, veículo concentrado e long-only de Jake Keys, perdeu 0,5% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra -4,3% do S&P 500, -0,6% do equiponderado e +1,1% do índice SOFR. Keys recorre a Why Nations Fail para defender que as instituições americanas resistirão à turbulência tarifária, antecipando todavia efeitos reais de curto prazo no consumo e nas cadeias de abastecimento. Iniciou Arch Capital — custos de agência controlados por remuneração com retrospectiva de dez anos —, ASML e Lam Research, apostando na recuperação cíclica dos semicondutores e nas barreiras à entrada. Saiu de Syensqo; Lithia, ferrovias, AutoZone e CME analisadas sob o prisma tarifário.