Longleaf Partners Fund
Manager: Southeastern Asset Management · Estratégia: Concentrated value · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q1 2026 1955 palavras
O Longleaf Partners Fund registou -4,46% no T1 de 2026, em linha com o S&P 500 (-4,33%) mas aquém do Russell 1000 Value (+2,10%). Terminou o trimestre com rácio preço-valor em meados dos 50% e 12% de liquidez, posicionamento impulsionado por oportunidades em empresas de qualidade subavaliadas, não por leitura macro defensiva. Sem novas compras; saídas de Louisiana-Pacific, PayPal e Walt Disney concentraram capital em maiores convicções. CNH, FedEx e Rayonier (após fusão com PotlatchDeltic) destacaram-se como contribuidores; Avantor, Exor, Fortune Brands e Mattel detractaram. As gestoras intensificaram o engajamento com investidas e mencionam diálogo construtivo em FedEx, IAC, Albertsons e Regeneron. Conflito no Irão e risco de stress no crédito privado são citados como fontes de incerteza.
Q4 2025 2150 palavras
O Longleaf Partners Fund subiu 3,35% no T4 mas registou apenas +2,93% em 2025, aquém do S&P 500 (+17,88%) e do Russell 1000 Value (+15,91%). A carta — comentário anual no 50.º aniversário da Southeastern — articula paralelo com 1999: crescedores defensivos e timberland combinados com liquidez somam cerca de 45% do portefólio. As gestoras citam financiamento circular em empresas de IA e o efeito-riqueza concentrado no S&P 500 como sinais de fim de ciclo. Atualizam as 3 Regras, movendo o limite máximo por posição de 6,5% para 8%. Contribuidores do ano: HF Sinclair, Mattel, Regeneron e o grupo IAC/MGM/Angi. Detractores: Kraft Heinz, PayPal, PVH e Exor. Fecham o ano com P/V em meados dos 60% e 9,5% de liquidez.
Q3 2025 1480 palavras
O Longleaf Partners Fund recuou 0,33% no terceiro trimestre de 2025, ficando muito aquém do S&P 500 (+8,12%) e do Russell 1000 Value (+5,33%). As gestoras enquadram o atraso relativo como consequência prevista de uma disciplina de valor nas fases finais de um mercado em alta, recusando perseguir activos sobrevalorizados. A carta dedica espaço considerável aos paralelos com o ano 2000: a euforia em torno da inteligência artificial, a concentração nas Mag 7 e o elevado rácio preço-vendas do índice. No portefólio, foram iniciadas posições em Rayonier e PotlatchDeltic — que anunciaram fusão após o fecho do trimestre — e uma participação não divulgada na saúde. Saíram Angi, HF Sinclair e Hyatt. O rácio preço-valor situa-se nos 60% baixos, com 15,8% de liquidez.
Q2 2025 1150 palavras
O Longleaf Partners Fund subiu 5,33% no 2T 2025 mas terminou o semestre praticamente plano (-0,08%), aquém do S&P 500 (+10,94% no trimestre, +6,20% no ano) e do Russell 1000 Value (+3,79% no trimestre). Após o rebound que se seguiu ao "Liberation Day", a Southeastern fechou o trimestre com liquidez elevada (18,2%) e P/V em low-60s%, preferindo prudência perto dos máximos do bull market. As gestoras destacam três temas: holdings com exposição tarifária (Mattel, PVH, FedEx) na ofensiva via recompras; saúde sob a incerteza "RFK-care" (Regeneron, Bio-Rad); e volatilidade energética da guerra no Irão (CNX, HF Sinclair). HF Sinclair e MGM contribuíram; Kraft Heinz, Regeneron e FedEx detraíram. Iniciaram duas posições, saíram da Affiliated Managers Group e lamentaram o falecimento de Fred Smith, fundador da FedEx.
Q1 2025 1600 palavras
O Longleaf Partners Fund caiu 5,14% no 1T 2025, abaixo do S&P 500 (-4,27%) e do Russell 1000 Value (+2,14%), penalizado por um grupo de posições com quedas superiores a 10% que custou cerca de 500 pontos base. A Southeastern sublinha a inflexão: desde o pico de 19 de Fevereiro, e de novo após o "Liberation Day", a carteira superou claramente o índice. Com 20,2% de liquidez, 17 posições e P/V em low-60s%, as gestoras vêem um ambiente melhor para a selecção de acções value. Albertsons, IAC, Mattel e RTX contribuíram; Bio-Rad, CNX, FedEx, PayPal e PVH detraíram. Saíram da RTX com ganho e iniciaram uma nova posição de saúde.
Q4 2024 3300 palavras
O Longleaf Partners Fund recuou 1,33% no 4T 2024, atrás do S&P 500 (+2,41%) mas à frente do Russell 1000 Value (-1,98%); no ano, +8,80% contra +25,02% e +14,37%, respectivamente. A carta anual defende que por vezes é prudente ficar atrás do índice, como em 1999/2000, e contrapõe o P/V em high-60s% e 10x o poder de lucros da carteira ao S&P 500 num múltiplo em mid-20s. CNX, Kellanova, FIS, RTX e PayPal contribuíram no ano; WBD, Liberty Broadband, MGM, IAC e HF Sinclair detraíram. Compraram a HF Sinclair e uma empresa de bens de consumo não divulgada; saíram Live Nation, Warner Music e WBD. Liquidez de 19,6% e 17 posições.