Sands Capital Select Growth
Manager: Frank M. Sands, CFA · Estratégia: Large cap growth · Geografia: US · Global
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
- Capex de IA e infraestrutura de data centers
- Ciclo de semicondutores e equipamento
- Magnificent Seven — dispersão e concentração
- Camada aplicacional de IA — adopção e ROI
- Disrupção do software incumbente por IA generativa
- Aproveitamento de deslocações de mercado
- Concentração extrema do mercado norte-americano
- Tarifas e política comercial
- Dinâmicas da transição energética
Cartas publicadas
Q1 2026 3882 palavras
A Sands Capital Select Growth rendeu −12,9% líquidos no primeiro trimestre de 2026, contra −9,8% do Russell 1000 Growth, prolongando a queda iniciada no final de 2025. A gestora liga o desempenho relativo inferior aos receios de disrupção por IA, que pesaram na alocação sectorial e na selecção de títulos, e à rotação do mercado para indústrias mais intensivas em capital. Os principais contribuidores absolutos individuais foram Carpenter Technology, Taiwan Semiconductor, Quanta Services, Netflix e Cloudflare; os principais detractores, AppLovin, Microsoft, Shopify, Sea e Carvana. A actividade do trimestre centrou-se em deslocar a exposição a infraestrutura de IA para os beneficiários físicos do investimento: entraram Seagate Technology e Lam Research, parcialmente financiadas por reduções não nomeadas em hyperscalers de nuvem e em participações de internet.
Q3 2025 3248 palavras
A Sands Capital Select Growth rendeu +6,3% líquidos no terceiro trimestre de 2025, contra +10,5% do Russell 1000 Growth, com o acumulado do ano em +22,1% face a +17,2% do índice. O posicionamento nos Sete Magníficos é apontado como o principal motor da má selecção de títulos e do desempenho relativo inferior, depois de a liderança do grupo se ter invertido no trimestre. Os principais contribuidores absolutos foram AppLovin, NVIDIA, Taiwan Semiconductor, Roblox e Broadcom; os principais detractores, Dexcom, ServiceNow, Netflix, Atlassian e Intercontinental Exchange. Em Setembro a gestora comprou Oracle e Alphabet para fechar um subpeso em IA, financiando-as com cortes em negócios de software e de internet de consumo expostos a IA; a rubrica de vendas não regista transacções no período.
Q2 2025 3499 palavras
A Sands Capital Select Growth fechou o segundo trimestre de 2025 com +27,7% líquidos contra +17,8% do Russell 1000 Growth, depois de as acções de crescimento terem tocado o fundo a 8 de Abril. A carta atribui o desempenho relativo à selecção de títulos, positiva nos sete sectores da estratégia, tendo NVIDIA, Microsoft, Netflix, Broadcom e Roblox como principais contribuidores absolutos e a Atlassian como único detractor absoluto. A gestora geriu a exposição tarifária em duas fases — cortes em comércio electrónico e publicidade em Abril e Maio, revertidos à medida que o risco recuou —, reforçou as quatro posições nos Sete Magníficos, iniciou Arthur J. Gallagher e Carvana e vendeu a Uber ao fim de mais de cinco anos.
Q1 2025 9600 palavras
A Sands Capital Select Growth fechou o primeiro trimestre de 2025 com −10,1% líquidos contra −10,0% do Russell 1000 Growth, num trimestre em que as acções de crescimento norte-americanas registaram o pior desempenho desde 2022. A compressão de múltiplos explicou a queda, com o múltiplo de lucros da empresa mediana a recuar 15%. A selecção em software foi o maior detractor relativo, compensada pela subponderação dos Sete Magníficos, que acrescentou mais de 100 pontos base. Spotify, Sea e Intercontinental Exchange lideraram os contribuidores; AppLovin, NVIDIA e ServiceNow detraíram. A gestora comprou Broadcom, Taiwan Semiconductor e Venture Global, vendeu Apple, ASML Holding, Entegris e Snowflake, e fecha cautelosa perante as tarifas de 2 de Abril.
Q4 2024 1780 palavras
A Sands Capital Select Growth fechou 2024 com um quarto trimestre a superar o Russell 1000 Growth (+8,8% líquido vs +7,1%), mas o ano completo ficou aquém (+24,3% vs +33,4%), penalizado pela concentração extrema do índice nas mega caps. Frank M. Sands enquadra a tese central no desfasamento entre o crescimento dos lucros das participadas — quase o triplo do índice em três anos — e a compressão das suas avaliações. Os motores do trimestre foram Atlassian, Amazon e NVIDIA; Nu Holdings e ASML detraíram. A carteira concentrada de 28 negócios disruptivos assenta em IA, eleições norte-americanas e na correção do desalinhamento entre fundamentais e preço.