Baron FinTech Fund (renomeado Baron Financials ETF a 12/12/2025)
Manager: Josh Saltman · Estratégia: Long only growth · Geografia: US
Performance por trimestre
Posições core
Temas recorrentes
Cartas publicadas
Q4 2025 1750 palavras
O Baron FinTech Fund — convertido em Baron Financials ETF a 15/12/2025 e realinhado contra o MSCI USA Financials Index — cedeu 2,22% (NAV) no quarto trimestre de 2025, batendo o FactSet Global FinTech Index (-7,19%) mas ficando atrás do novo benchmark Financials (+2,07%) e do S&P 500 (+2,66%). Selecção em Information Services e overweight em Tech-Enabled Financials adicionaram valor versus FinTech; underweight estrutural em bancos (38% do Financials Index) custou ~2pp relativos. Fair Isaac, S&P Global, Jack Henry, Apollo e Clearwater lideraram os contributors; Robinhood, MercadoLibre, Guidewire, Houlihan Lokey e Fiserv detraíram. O gestor abriu posição em Morgan Stanley e participou no IPO da Neptune Insurance, e saiu de CoStar, Fiserv (residual) e BILL Holdings.
Q3 2025 1500 palavras
O Baron FinTech Fund cedeu 4,29% (NAV Institutional) no terceiro trimestre de 2025, ficando atrás do FactSet Global FinTech Index (-1,90%) e muito atrás do S&P 500 (+8,12%) num ambiente classificado como junk rally, em que stocks de high beta e high volatility bateram quality. Underperformance versus o benchmark explicada por selecção em Enterprise Software, Information Services e Tech-Enabled Financials, sob pressão de fears de AI disintermediation (FactSet, Intuit, Morningstar, Verisk). Robinhood, Interactive Brokers, Shopify, Nu e Houlihan Lokey lideraram contributors; Tradeweb, FactSet, Morningstar, Intuit e Fair Isaac detraíram. Capital One iniciada como nova posição (top net purchase). Saídas em Accenture, Globant e CI&T (Digital IT Services) por receio de IA em consulting/outsourced development.
Q2 2025 1750 palavras
O Baron FinTech Fund subiu 9,26% (NAV Institutional) no segundo trimestre de 2025, ficando atrás do FactSet Global FinTech Index (+13,82%) e do S&P 500 (+10,94%). Underperformance versus o Benchmark foi driven por stock selection em Information Services, Payments e Tech-Enabled Financials, num trimestre em que Challengers bateram Leaders por margem larga (+24% vs +5%). Trimestre marcado pela 'Liberation Day' tariff de Trump (rebote pós-pausa) e retoma do Magnificent Seven complex (+20%). Robinhood, MercadoLibre, Intuit, Guidewire e Interactive Brokers lideraram contributors; Fiserv, Progressive, Clearwater, Tradeweb e Intapp detraíram. Ategrity Specialty (IPO) adicionada; Schwab, CME e Alkami reforçados; Fiserv, Progressive e Accenture trimmed. Perspectivas 'rosier' com trade deals em curso e easing inflation.
Q1 2025 2400 palavras
O Baron FinTech Fund recuou 1,31% (NAV Institutional) no primeiro trimestre de 2025, mas superou o FactSet Global FinTech Index, que caiu 7,52%, e o S&P 500, que cedeu 4,27%. A vantagem veio da selecção de títulos em Payments, E-Commerce, Enterprise Software e Tech-Enabled Financials e da ausência de exposição às Magnificent Seven, que cederam 15% no trimestre. Progressive, Tradeweb, MercadoLibre, Visa e Guidewire lideraram os contribuidores; KKR, Apollo, Block, Globant e Morningstar detraíram. A actividade foi reduzida: nenhuma compra nova e a venda de duas posições pequenas, WEX e Global Payments. Josh Saltman considera a carteira isolada mas não imune às tarifas e defende negociar menos, e não mais, em períodos de deslocação de mercado.
Q4 2024 2700 palavras
O Baron FinTech Fund subiu 5,29% (NAV Institutional) no quarto trimestre de 2024, batendo o FactSet Global FinTech Index (+4,24%) e o S&P 500 (+2,41%). O avanço face ao Benchmark veio de ganhos de dois dígitos em Payments e Capital Markets; os Leaders superaram os Challengers (+6,1% vs +3,9%). O trimestre foi marcado pela reeleição de Donald Trump e pela maioria republicana, seguidas de comentários hawkish da Reserva Federal em Dezembro. Apollo, LPL Financial, Wise, Visa e Interactive Brokers lideraram os contribuidores; MercadoLibre, Nu Holdings, Arch Capital, Guidewire e Progressive detraíram. ServiceTitan (via IPO) e Robinhood foram as duas novas posições; Endava e Repay foram vendidas.