O mercado de crédito privado de $40 biliões mostra sinais de tensão nos últimos meses: pedidos de resgate em subida respondidos com gates em fundos proeminentes. Em paralelo, a procura extraordinária de capital para a infra-estrutura de IA pode restringir o acesso ou encarecer o preço para os participantes tradicionais dos mercados de dívida. A gestora admite não ter resposta fechada, mas vê a Apollo — com a base de capital estável da Athene — do lado certo da dinâmica.
Ciclo do crédito privado
Pillar: Macro e crédito · 34 cartas · 25 fundos · 7 trimestres
Como gestores articulam este tema (32 variantes)
- AI, PE, Private Credit e VC como bolhas terminais à beira do blow up
- Bolhas terminais em tech, Private Equity, Private Credit, CRE e VC a evitar
- Cesto de shorts em crédito privado e PE
- Ciclo de crédito privado
- Ciclo de crédito privado — Ares como caso
- Ciclo de crédito privado — fissuras
- Contracção do crédito privado e BDCs cotadas
- Crédito privado a financiar a expansão dos centros de dados
- Crédito privado — Ares como play defensiva
- Crédito privado — alavancagem e desfasamentos de liquidez
- Crédito: LMEs, stress da classe de 2020/21 e a aquisição da Birch Grove
- Datacenter buildout financiado por dívida — neocloud structural shift
- Private credit e alternativos — spillover do sell-off no software
- Private credit — spillover do sell-off no software
- Project Zimbabwe — caminho multi-década para hiperinflação de equities em termos nominais
- Receios em crédito privado e sensibilidade ao crédito
- Receios sobre o ciclo de crédito privado após falências corporativas
- Risco em private credit e BDCs versus oportunidade em bancos regionais
- Risco sistémico do crédito privado — carteira insulada de balanços frágeis e alavancagem excessiva
- Riscos no private equity e crédito privado
- Rotação para crédito privado perante crédito tradicional caro
- Shorts em bancos e private credit com reservas mínimas
- Shorts em bancos overmarked e private credit
- Sinais de tensão no crédito privado — defaults e markdowns
- Stress contido no crédito privado por aperto de liquidez
- Stress em crédito privado e ciclo de crédito tardio
- Stress em private credit e disrupção IA
- Stress no ciclo de crédito e oportunidades em leveraged loans
- Stress no ciclo de crédito privado e oportunidades em crédito corporativo
- Stress no crédito privado a contagiar gestores alternativos e bancos com back-leverage
- Stress no mercado de crédito privado — sinal de alerta
- Tensão no crédito privado e escassez de capital
Articulação por trimestre
Articuladores
A deslocação despoletada pela recalibração do software não ficou contida nas acções cotadas: alastrou ao private credit, onde várias entidades com exposição desproporcionada a software enfrentaram pressões de resgate. A gestora sinaliza o episódio como evidência de que o stress em modelos de negócio de software pode propagar-se a canais de crédito menos líquidos, um vector de risco a acompanhar.
A deslocação despoletada pela recalibração do software não ficou contida nas acções cotadas: alastrou ao private credit, onde várias entidades com exposição desproporcionada a software enfrentaram pressões de resgate. O stress no segmento de alternativos reflectiu-se também na StepStone, com o mercado a penalizar gestores de activos alternativos num ambiente de aversão ao risco e a interrogar o ritmo das realizações em mercados privados — um vector de risco a acompanhar.
A equipa identifica o crédito privado como fonte de preocupação no início do trimestre: a combinação de crescimento rápido, alavancagem elevada e potenciais desfasamentos de liquidez levantou questões, sobretudo dada a exposição do sector a mutuários ligados a software e tecnologia. Embora os spreads tenham alargado modestamente, os mercados de funding mantiveram-se funcionais e não emergiu stress sistémico. O crédito privado foi fonte de volatilidade episódica, mais do que motor primário da direcção do mercado accionista, ainda que tenha pesado sobre o segmento large-cap growth. Tema de contexto macro, sem posições directas no portefólio.
Os mercados de private equity e crédito privado explodiram para 15 biliões de dólares em activos sob gestão em 2024 e enfrentam agora ventos contrários. Os empréstimos payment-in-kind proliferaram à medida que os mutuários lutam por cumprir juros em numerário, os fundos não conseguem sair das empresas de mercado médio e os investidores questionam as avaliações. A natureza opaca destes fundos abalou a confiança.
Tese curta sustentada há cerca de dois anos em torno de excesso de capital em crédito privado, deterioração de standards de empréstimo e influxo retalhista interpretado como sinal de sponsors a procurarem mãos menos informadas. Muitos prestaram a empresas no espaço AI/data center com futuros questionáveis. A tese demorou a materializar-se mas a narrativa começou a virar; Schwartz descreve fissuras a aparecerem nos fundamentais e nos preços.
Sinais explícitos de stress: alguns fundos de crédito privado fecharam portas a redemptions. Opacidade da classe ("private and lack disclosure") torna escala do problema desconhecida. Em ambiente estável os danos podem ser contidos; numa recessão, podem escalar. Decisão associada: alienação dos investment trusts Caledonia e Pantheon em Fevereiro por exposição a privados.
A gestora comenta o crédito privado — classe à qual a Cambiar não tem exposição — sublinhando que a combinação de liquidez abundante e disposição para assumir riscos que os bancos provavelmente recusaram alimentou um crescimento explosivo do private lending que dá agora sinais de tensão via defaults e markdowns de empréstimos. O impacto maior poderá ser a contracção da disponibilidade de crédito, com condições financeiras mais apertadas a constranger investimento e contratação nas empresas dependentes deste canal. A subida das yields ligada ao petróleo poderá pressionar ainda mais as expectativas de crescimento.
Em Fevereiro, os participantes de mercado ficaram preocupados com o crédito privado, o que afectou gestores de activos alternativos e, em certa medida, bancos com exposição via back-leverage a fundos de crédito privado. Pilecki regista o episódio como uma das ondas de risco do trimestre e como sinal de fragilidade no espaço, sem articular uma posição central directa — a exposição do fundo a Alt Asset Managers é contida em 2,76% long.
Anxiety sobre disrupção IA fomentou onda de redemption requests em fundos expostos a debt de software companies. Blue Owl entre as firmas que limitaram redemptions, reigniting concerns sobre opacidade e iliquidez de private credit assets. Dois private-credit-backed companies declararam bancarrota no ano passado.
Jefferies penalizada pelo envolvimento com fundos de crédito privado. Sintoma colectivo das financeiras (Synchrony, Capital One, American Express com receios de ciclo de crédito americano) é apresentado como lembrança da fase tardia do ciclo económico e da sua vulnerabilidade a choque induzido pela energia. Liquidez e alavancagem em private credit elencadas na perspectiva como riscos centrais.
O crescente risco sistémico do crédito privado é apresentado como uma das complicações do trimestre e como eixo das perspectivas. A Southeastern acredita que a carteira está posicionada para beneficiar quando o eventual stress no crédito privado expuser balanços mais frágeis e alavancagem excessiva, aos quais tem pouca exposição directa. Ao contrário das tarifas, é um risco que pode não ser tão corrigível.
Os gestores citam fissuras a formarem-se no mercado de crédito privado como um dos catalisadores da correcção dos small caps na segunda metade do trimestre. Não tomam posição directa na classe de activo mas enquadram-na como factor de risco sistémico relevante para a tese de cautela.
A exposição a dívida de software e mercados privados crescentemente ilíquidos enviou ondas de choque pelo espaço do crédito privado, levando a maioria das BDCs cotadas a limitar resgates. Apresentado como factor estrutural de pressão de mercado no trimestre, a somar à inflação por petróleo.
A gestora identifica redemptions em crédito privado como segundo pilar do wall of worry, com questões sobre risco sistémico mais amplo dado o volume de aquisições de software financiadas em anos recentes; vários investment managers cotados caíram cerca de 30–40% face ao início do ano. Embora a classe de small cap growth tenha pouca exposição directa, a gestora observou financials ligados ao consumo a caírem em desfavor — contexto que penalizou a fintech Figure Technology.
Rewey identifica preocupações de qualidade de crédito a deslocarem-se para private credit e BDCs, com riscos de regulação limitada, competição agressiva e leverage elevado. Considera o read-through negativo a bancos regionais mal-direccionado: regionais mantêm resultados sólidos de crédito e devem regain market share à medida que BDCs recuam. Adicionalmente, proposta da Fed de 19 Março sobre alívio de capital (4,8% para os maiores bancos, até 7,8% para sub-100 mil milhões) é catalisador material sub-apreciado.
Começou a surgir stress em áreas seleccionadas do crédito privado, motivado sobretudo por aperto de liquidez e não por deterioração da qualidade de crédito subjacente. O gestor considera a dinâmica contida e mais comparável às disrupções do episódio da banca regional de 2023 do que a um problema sistémico. Ainda assim, pesa sobre bancos e financeiras, contribuindo para o corte de exposição a estes nomes.
Loeb diagnostica unwind no crédito privado (mercado $1,3 trillion) com 6,4% já a pagar PIK fora da estrutura original — "quasi-panic" sem risco sistémico devido a alavancagem moderada e gating. Posicionamento contracíclico: aumento de 50% em exposure a crédito corporativo dado yield basis atractivo.
Gladiš identifica fragilidades estruturais crescentes no mercado de crédito privado de $3 biliões, posicionando-se bearish face à classe de activo e alertando para risco sistémico não reflectido nos preços correntes.
Ares é classificada como segunda categoria de risco IA (alternative asset manager). Apesar de detractor material, Fitzpatrick mantém convicção. Não toma posição direccional sobre o ciclo macro de crédito privado, mas reconhece a sensibilidade do modelo a fluxos de capital e a percepção de risco IA por LPs.
Tese curta sobre crédito privado e PE assenta em excesso de capital de LP, sponsors a pagar preços extremamente elevados ou a emprestar em termos desfavoráveis, e exposição material ao espaço AI/data center com futuros questionáveis. Schwartz qualifica que existem investidores privados de qualidade mas considera o segmento sobrelotado. Espera fissuras a aparecer à medida que as fragilidades dos fundamentais afloram.
Kupperman identifica explicitamente onde residem as bolhas correntes — tech, Private Equity, Private Credit, Commercial Real Estate, Venture Capital — e articula que a carteira está deliberadamente longe do nexus desses sectores. Reconhece que se o mercado caísse haveria drawdown, mas espera que a injecção de liquidez subsequente propulse os seus nomes para níveis significativamente superiores. Bolhas levam anos a reinflar após colapso, com humanos a procurar novas em vez de regressar às antigas.
Tese curta sobre bancos e private credit lenders assenta no contraste com a postura conservadora do FLG na avaliação do livro de crédito. Bancos pares transaccionam a 140-160% de tangible book sem terem revistas as posições com conservadorismo equivalente; os private credit lenders short pelo gestor têm reservas mínimas. Schwartz vê paralelos com Silicon Valley Bank e First Republic — balanços frágeis que rimam com o histórico do passado.
A gestão considera o mercado de obrigações de alto rendimento historicamente caro, com spreads no terceiro percentil, e descreve o crédito tradicional como pouco atractivo perante o risco assumido. Em contrapartida, o fundo tem 25,6% comprometido a crédito privado, incluindo capital chamado e por chamar, e articula explicitamente a intenção de aumentar essa exposição.
A falência da First Brands, com mais de 2 mil milhões de dólares em falta após anos de aquisições financiadas por dívida, e a falência inesperada do credor automóvel Tricolor levantaram o receio de que "se há uma barata, há muitas baratas", com paralelos traçados com 2007 e a Bear Stearns. Miller admite que poderá haver mais problemas, mas argumenta que as gestoras alternativas não têm o perfil de alavancagem dos bancos de investimento de 2007 e que, na KKR, o crédito privado representa menos de 20% do AUM.
Atenção piqued sobre evolution em como o datacenter buildout está a ser financiado. Vantage Data Centers USD 41 mil milhões (USD 38 dívida via JPMorgan/MUFG/SMBC, equity Silver Lake e DigitalBridge), Meta Platforms USD 29B (USD 26 dívida via PIMCO, equity Blue Owl), Crusoe USD 15B (USD 9,4 dívida via JPMorgan/MUFG/SMBC), Aligned USD 12B (USD 7 dívida), AirTrunk USD 10,5B integralmente dívida, Coreweave USD 7,5B integralmente dívida via Blackstone. Equity investors já não são customer aggregators — hyperscalers escolhem rely em leased capacity de neocloud e financial providers AAA-backed. Para o broader industry, introducing material amounts of debt to fund massive infrastructure introduces additional risk not present a year ago. Stance mixed-bearish — acknowledgment de risco estrutural sem call directional de recessão.
Kupperman identifica explicitamente AI, Private Equity, Venture Capital e Private Credit como sectores destinados a blow up com consequências cataclísmicas nos próximos trimestres. O catalisador provável é a percepção de que a economia do AI não justifica as expectativas insanas que justificam os trillions investidos. PE/VC/PC sofrem do mesmo problema agravado por creative accounting marks que escondem destruição de capital já realizada. Investors crêem-se mais ricos do que são. O momento exacto é difícil, mas o outcome é óbvio. Capital continua misallocated, criando fireworks maiores para o futuro.
O cesto curto sobre bancos e private credit lenders assenta no contraste com a postura conservadora do FLG. Vários dos nomes shortados pelo gestor constituíram reservas mínimas no livro de crédito, ao passo que o FLG reviu praticamente todos os empréstimos e marcou o balanço com conservadorismo. Schwartz vê paralelos com as suas posições curtas históricas em Silicon Valley Bank e First Republic — instituições com holes nos balanços que a fraqueza fundamental acabou por expor.
Kupperman articula o framework Project Zimbabwe como tese macro central, mas avisa: o caminho não é linear. Primeiro vem a fase brasileira — taxas de juro a subir, múltiplos a comprimir, empresas apenas a conseguir cobrir o serviço da dívida. Depois a Turkification — equities a low single digit multiples, mas o colapso da moeda propulsiona-os mais alto em termos nominais. Só então os mercados de equities podem verdadeiramente hiperinflar. O analógico histórico mais próximo são os anos 70 — só que hoje as valuations começam a múltiplos standard deviations acima das normas históricas. Apenas uma crise pode unleash o regime Project Zimbabwe completo. A posição da carteira: beneficiários de Project Zimbabwe + caixa para sobreviver à fase de compressão.
À medida que o fluxo de caixa interno deixa de bastar, o gestor antecipa que o crédito privado assuma o financiamento dos centros de dados. Aponta o compromisso da Brookfield de 200 mil milhões de dólares em cinco anos. Vê o ciclo ainda numa fase inicial e relativamente contido, mas sinaliza-o como o marcador clássico de euforia a vigiar.
Crédito corporativo +2,9% gross / +2,1% net no T2; YTD +3,0%/+1,8%, abaixo do índice ICE BofA US high yield por custos de coberturas. Spreads high yield próximos dos mínimos de 2021, mas yields +300bps acima. Real action em leveraged loans onde CCC spreads sobre B permanecem ~1000bps. CLOs detêm ~74% do universo (vs 62% em 2020) — buyer base ‘large, growing and arguably less discriminating’. Defaults (incluindo exchange offers) ~5%. Birch Grove acquisition fortaleceu research em leveraged loans.
Crédito privado articulado pela primeira vez como vantagem estrutural. Ares cresce mais rápido em dislocations devido à defensividade do crédito (vs. equity-driven competitors). Long-term locked up capital permite jogar offensiva em down markets. Tese intacta apesar do tariff tantrum.
O cesto curto sobre bancos e private credit lenders assenta no contraste com a postura conservadora do FLG. Vários dos nomes shortados pelo gestor constituíram reservas mínimas no livro de crédito, ao passo que o FLG reviu praticamente todos os empréstimos e marcou o balanço com conservadorismo, com uma grande reserva. Schwartz vê paralelos com as suas posições curtas históricas em Silicon Valley Bank e First Republic — instituições com holes nos balanços que a fraqueza fundamental acabou por expor.
O livro de crédito corporativo rendeu +13,0% bruto no ano, ~480 pb acima do ICE BofA US High Yield. Loeb vê nos Liability Management Exercises a oportunidade distressed mais aliciante — perto de metade do livro, mais de 700 milhões de dólares. A classe de 2020/21 de high yield enfrenta stress à medida que a dívida vence, e a aquisição da AS Birch Grove (~8 mil milhões de AUM, CLO acima de 5 mil milhões) amplia a plataforma.
Posições associadas
Citações
Google is a better credit risk than the US government. Why are they raising expensive equity capital?
"A Google é um risco de crédito melhor do que o governo dos EUA. Porque está a levantar capital próprio caro?"
explosive growth in private lending that is now showing signs of struggle via defaults and loan markdowns
"crescimento explosivo do private lending que dá agora sinais de tensão via defaults e markdowns de empréstimos"
We continue to look for opportunities to increase that exposure
"continuamos a procurar oportunidades para aumentar essa exposição"
Low spreads expose investors to the risk of uncompensated losses
"spreads baixos expõem os investidores ao risco de perdas não compensadas"
Aside from one investment during the quarter, we did not generally view Credit (investments rated BBB or lower) as attractively priced
"à excepção de um investimento durante o trimestre, não considerámos o crédito (investimentos com notação BBB ou inferior) atractivamente avaliado"
Market participants became concerned about private credit, which affected alternative asset managers and, to some extent, banks that have exposure to private credit by providing back-leverage to private credit funds.
"Os participantes de mercado ficaram preocupados com o crédito privado, o que afectou gestores de activos alternativos e, em certa medida, bancos com exposição via back-leverage a fundos de crédito privado."
Issues may arise in KKR’s private credit business, but if I had to own one alternative asset manager, it would be KKR.
"Podem surgir problemas no negócio de crédito privado da KKR, mas se tivesse de deter uma única gestora de activos alternativos, seria a KKR."
we believe the portfolio is positioned to benefit as potential private credit stress exposes weaker balance sheets and excess leverage, which our portfolio has little direct exposure to either.
“acreditamos que a carteira está posicionada para beneficiar à medida que o potencial stress no crédito privado expuser balanços mais frágeis e alavancagem excessiva, aos quais a nossa carteira também tem pouca exposição directa.”
Smaller company shares retreated in the second half of the quarter as investors digested the Iran war and its impact on energy prices, cracks forming in private credit, and fears over how AI will affect certain industries.
"As acções de empresas mais pequenas recuaram na segunda metade do trimestre à medida que os investidores digeriram a guerra do Irão e o seu impacto nos preços energéticos, as fissuras a formarem-se no crédito privado, e os receios sobre como a IA afectará certas indústrias."
We have previously noted risks in these structures, including limited regulation, aggressive competition for loan share, and elevated leverage.
"Já tínhamos notado riscos nestas estruturas, incluindo regulação limitada, competição agressiva pela quota de empréstimos e leverage elevado."
At the same time, stress has begun to surface in select areas of the private credit market, driven primarily by tightening liquidity rather than a deterioration in underlying credit quality.
"Ao mesmo tempo, começou a surgir stress em áreas seleccionadas do mercado de crédito privado, motivado sobretudo por um aperto de liquidez e não por uma deterioração da qualidade de crédito subjacente."
We have increased our corporate credit exposure by about 50% over the last few weeks
"Aumentámos a nossa exposição a crédito corporativo em cerca de 50% nas últimas semanas"