Q1 2026

199 cartas publicadas · 347 novas posições · 313 saídas · 2252 posições totais

Novas
347
Manter
1249
Aumentar
199
Reduzir
144
Saídas
313

Cartas publicadas

Alger Capital Appreciation Fund 1714 palavras

O Alger Capital Appreciation Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou −10,45% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Growth Index (−9,78%), num trimestre marcado por duas disrupções convergentes: a recalibração do sector software perante ferramentas de IA de tipo agente e o conflito EUA–Irão com encerramento do Estreito de Hormuz que disparou o petróleo acima de $100. Western Digital, Nebius Group e Vertiv contribuíram positivamente via exposição à infraestrutura de IA; Microsoft, AppLovin e NVIDIA detraíram apesar de resultados acima de expectativas. A Fed manteve taxas inalteradas e reviu em alta projecções de inflação para 2026, abandonando a expectativa inicial de dois cortes. A gestora mantém convicção em empresas que constroem, servem e abastecem centros de dados.

Alger Mid Cap Focus Fund 1485 palavras

O Alger Mid Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou −7,59% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell Midcap Growth Index (−6,35%), num trimestre marcado por duas disrupções convergentes: a recalibração do sector software perante ferramentas de IA de tipo agente e o conflito EUA–Irão com encerramento do Estreito de Hormuz que disparou o crude acima de $100 por barril. Comfort Systems USA, FTAI Aviation e Vertiv Holdings contribuíram positivamente via exposição directa ao buildout de data centers; Repligen, MongoDB e Sea Limited detraíram. A Fed manteve taxas inalteradas e reviu em alta projecções de inflação para 2026, abandonando a expectativa inicial de dois cortes. A gestora mantém convicção em empresas que constroem, servem e abastecem centros de dados.

Alger Small Cap Focus Fund 1100 palavras

O Alger Small Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) recuou 7,60% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 2000 Growth Index (−2,81%), num trimestre turbulento marcado por duas forças: uma recalibração do software, com a IA agêntica a questionar modelos de negócio tradicionais e a alastrar ao private credit exposto ao sector, e o conflito EUA–Irão com o encerramento do Estreito de Ormuz, que empurrou o crude acima de 100 dólares por barril e forçou a Fed a manter juros e a rever em alta as projecções de inflação. RBC Bearings, Nebius e Cognex (vendida para 0% do NAV) lideraram contributos; Repligen, GeneDx e Agilysys detraíram. A gestora vê oportunidade nos habilitadores e adoptantes da IA agêntica e no business spending suportado por infra-estrutura de IA e pelo One Big Beautiful Bill.

Alger Spectra Fund 1650 palavras

O Alger Spectra Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou −10,92% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 3000 Growth Index (−9,54%), num trimestre marcado por duas disrupções convergentes: a recalibração do sector software perante ferramentas de IA de tipo agente e o conflito EUA–Irão com encerramento do Estreito de Hormuz que disparou o petróleo acima de $100. GE Vernova, Nebius Group e Western Digital contribuíram positivamente via exposição à infraestrutura e energia de IA; Microsoft, AppLovin e NVIDIA detraíram apesar de resultados acima de expectativas. A Fed manteve taxas inalteradas e reviu em alta projecções de inflação para 2026, abandonando a expectativa inicial de dois cortes. A gestora mantém convicção nas empresas que constroem, servem e abastecem centros de dados.

Alger Weatherbie Specialized Growth Fund 1250 palavras

O Alger Weatherbie Specialized Growth Fund (Class A, sem comissão de subscrição) recuou 11,41% no primeiro trimestre de 2026, ficando bem aquém do Russell 2500 Growth Index (−3,52%), num trimestre turbulento marcado por duas forças: uma recalibração do software, com a IA agêntica a questionar modelos de negócio tradicionais e a alastrar ao private credit, e o conflito EUA–Irão com o encerramento do Estreito de Ormuz, que empurrou o crude acima de 100 dólares por barril e forçou a Fed a manter juros. AAR Corp, DigitalOcean e Legence lideraram os contributos; Casella Waste Systems, StepStone Group e Planet Fitness detraíram. A gestora mantém convicção nos habilitadores e adoptantes da IA agêntica e no business spending suportado por infra-estrutura de IA e pelo One Big Beautiful Bill.

The Insiders Fund, LP 2600 palavras

A carta do 1.º trimestre de 2026 de Harvey Sax reporta uma perda de 7,14% no The Insiders Fund, contra -4,33% do S&P 500, com a guerra no Irão a dominar o mês de Março (-6,75%). A estratégia, assente em compras de insiders, organiza-se em cinco temas estruturais: semicondutores domésticos, IA física, reindustrialização, armamento dos EUA e saúde do envelhecimento. A Alphabet, ~30% da carteira, caiu 10,14% e causou quase metade da perda em papel; a Energy Transfer foi o melhor nome e a Boeing ganhou 6,27%. O fundo saiu da Intel com ~133% anualizados, rodando de Nike, Nucor e NSC para defesa e saúde. Mantém-se 100% comprado, reforçando via venda de puts a descoberto.

American Century Small Cap Value Fund 880 palavras

O American Century Small Cap Value Fund encerrou 1T 2026 com retorno de 3,85% na Investor Class face a 4,96% do Russell 2000 Value, com o atraso atribuído a industriais e materiais. A guerra no Irão e o encerramento parcial do Estreito de Ormuz fizeram disparar o crude, e a forte sobreponderação em energia foi o principal contributo, com Crescent Energy, Permian Resources e Magnolia Oil & Gas a subir. A Reserva Federal manteve a taxa inalterada perante a inflação e a incerteza geopolítica, reduzindo as expectativas de corte. Graphic Packaging, TriNet e Enovis detraíram. A equipa iniciou EquipmentShare e a Haymaker Acquisition Corp 4, e saiu de Webster Financial e Boyd Gaming por aquisição e realização de mais-valias.

AMG Yacktman Focused Fund 900 palavras

O AMG Yacktman Focused Fund (Class I) valorizou 10,37% no primeiro trimestre de 2026, superando tanto o Russell 1000 Value Index (+2,10%) como o S&P 500 (−4,33%), num trimestre em que os mercados norte-americanos renovaram máximos apesar de eventos geopolíticos e riscos de custo das matérias-primas. A Samsung Electronics, beneficiária do buildout de infra-estrutura de IA sobre o mercado de memórias, e as energéticas (Canadian Natural Resources, ConocoPhillips, Diamondback e EOG), desenhadas como cobertura geopolítica, lideraram os contributos. Microsoft, Fox e U-Haul detraíram. Os gestores reafirmam a disciplina centrada no risco — no que pode correr mal — a disponibilidade para tolerar underperformance em mercados de momentum e o aproveitamento de deslocações de preço geradas pela dimensão e concentração dos índices passivos.

Aoris International Fund 4966 palavras

O Aoris International Fund registou −13,6% no primeiro trimestre de 2026 (Classe A não-coberta, AUD), contra −5,8% do MSCI AC World ex-Austrália, ficando 7,8 pontos percentuais aquém do índice. O CIO Stephen Arnold dedica a carta a defender cinco posições — Microsoft, SAP, Experian, RELX e Accenture — que colectivamente subtraíram 9,4% ao desempenho perante receios de disrupção por IA. Articula cinco atributos partilhados: fundações sólidas, adaptabilidade, oferta ampla, profundidade em dados e bom valor para o cliente. Reforçou SAP e Experian no trimestre, comprou Cintas e vendeu Sherwin-Williams. O artigo de fundo de Matthew Berry argumenta que a competição forja as melhores empresas, exemplificando com Cintas.

Appalaches Capital — Core LO 3332 palavras

O Appalaches Core LO, veículo concentrado e long-only de Jake Keys, perdeu 2,2% líquidos no primeiro trimestre de 2026, contra -4,4% do S&P 500, +0,5% do equiponderado e +0,9% do índice SOFR; desde o arranque, acumula 10,2% líquidos anualizados. Keys separa a incerteza importante da meramente desconfortável: vendeu a Canadian National por projecções fracas e uma equipa que não realiza o potencial da rede, e liquidou a ASML após a acção mais do que duplicar. Em contrapartida, iniciou Mastercard e Visa enquanto o mercado descontava a Credit Card Competition Act e a ameaça do comércio agêntico — riscos que considera improváveis e, no limite, favoráveis às redes de pagamentos.

Argosy Investors 1750 palavras

O Argosy Investors, gerido por Mike Loeb, dedica o T1 2026 a uma reflexão sobre o boom de capex em IA: reconhece a transformação real que a tecnologia traz ao trabalho intelectual, mas alerta que a durabilidade dos lucros dos beneficiários é incerta — o 'E' no rácio preço-lucro pode estar inflacionado, à semelhança de ciclos de capex anteriores. Executou uma rotação significativa: reforçou empresas de qualidade e forte alocação de capital — FirstService, Topicus, CDW e Floor & Decor — e iniciou a Capital One, após a fusão com a Discover, e a Pool Corporation a 15,5x lucros. Reduziu Allient, Wayfair e Celsius por valorização e saiu da Endava, da GoDaddy e de dois construtores residenciais.

Ariel Appreciation Fund 1100 palavras

O Ariel Appreciation Fund avançou 1,14% no T1 2026, abaixo do Russell Midcap Value (3,68%) e do Russell Midcap (1,29%). O trimestre foi marcado por forte volatilidade — o S&P 500 registou o pior desempenho trimestral desde o T3 2022 — face à escalada do conflito no Médio Oriente, subida das yields e rotação de mega-tech para Energia e sectores defensivos. Top contributors: Generac (GNRC), Keysight (KEYS) e SLB, com tailwinds de infraestrutura energética, redes de IA e recuperação internacional. Top detractors: Mattel (MAT), KKR e Norwegian Cruise Line (NCLH). Iniciada RLI Corp como seguradora de especialidade; saída total de Kennametal. Postura cautelosa para EUA com risco de recessão acentuado por incerteza tarifária persistente.

Ariel Focus Fund 1100 palavras

O Ariel Focus Fund avançou 7,30% no T1 2026, batendo o Russell 1000 Value (2,10%) e o S&P 500 (-4,33%). Trimestre marcado por forte volatilidade — o S&P 500 com o pior desempenho trimestral desde o T3 2022 — face à escalada do conflito no Médio Oriente, subida das yields obrigacionistas e rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Top contributors: APA, SLB e Chevron, beneficiando do salto dos preços do petróleo. Top detractors: Fiserv, Bank of America e Oracle, pressionados por receios de disrupção pela IA e incerteza sobre o caminho da Fed. Iniciada FactSet (FDS); recompra de Bio-Rad (BIO); saída total de Goldman Sachs por valuation. Postura cautelosa para EUA com risco de recessão acentuado por incerteza tarifária e tensões geopolíticas.

Ariel Fund 1450 palavras

O Ariel Fund recuou 1,48% no T1 2026, atrás do Russell 2500 Value (4,77%) e do Russell 2000 Value (4,96%). O trimestre foi marcado por volatilidade — o S&P 500 registou o pior desempenho trimestral desde o T3 2022 — face à escalada do conflito no Médio Oriente, subida das yields, receios de inflação e rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Top contributors: Generac (GNRC), Sphere Entertainment (SPHR) e Envista (NVST), com tailwinds de IA, infraestrutura energética, residências e área dental. Top detractors: Mattel (MAT), Norwegian Cruise Line (NCLH) e Carlyle Group (CG). Iniciada Scotts Miracle-Gro como nova posição; saída total de Janus Henderson por valoração. Postura cautelosa para EUA com risco de recessão acentuado por incerteza tarifária persistente.

Ariel Global Fund 1900 palavras

O Ariel Global Fund recuou 2,47% no T1 2026, à frente do MSCI ACWI Index (-3,20%) mas atrás do MSCI ACWI Value Index (+1,17%). O trimestre teve um arranque volátil e risk-off, marcado pela eclosão de guerra no Médio Oriente, subida dos preços de energia e pressões inflacionistas persistentes. Top contributors: Intel (INTC), FedEx (FDX) e Orange (ORA). Top detractors: First Solar (FSLR), Publicis (PUB) e Kuaishou (1024.HK). A gestora iniciou dez novas posições — incluindo Bayer, Daifuku, ENGIE, Eurobank e MediaTek — e recomprou Infineon, financiando-as com a saída de dez nomes por valoração ou rotação. Postura cautelosa: risco de estagflação em alta com o choque petrolífero, mas oportunidades de valor crescentes fora dos EUA.

Ariel International Fund 1950 palavras

O Ariel International Fund recuou 2,93% no T1 2026, atrás do MSCI EAFE Index (-1,24%) e do MSCI ACWI ex-US (-0,71%). O trimestre teve um arranque volátil e risk-off, marcado pela eclosão de guerra no Médio Oriente, subida dos preços de energia e pressões inflacionistas persistentes. Top contributors: Orange (ORA), SUMCO (3436.T) e Wacker Chemie (WCH.DE). Top detractors: Syensqo (SYENS.BR), Publicis (PUB.PA) e Informa (INF.L). A gestora iniciou nove novas posições, incluindo Bayer, Daifuku, ENGIE, Eurobank e MediaTek, e recomprou a Infineon, financiando-as com a saída de onze nomes por valoração ou rotação. Postura cautelosa: o risco de estagflação sobe com o choque petrolífero, mas as oportunidades de valor crescem fora dos EUA.

Ariel Small Cap Value Composite (Tax-Exempt) 1269 palavras

O Ariel Small Cap Value Tax-Exempt Composite avançou +1,05% bruto de fees (+0,92% líquido) no T1 2026, atrás do Russell 2000 Value (+4,96%). O trimestre foi marcado por arranque risk-off — o S&P 500 registou o pior desempenho trimestral desde o T3 2022 — face à escalada do conflito no Médio Oriente, subida das yields, receios de inflação e rotação de mega-tech para Energia e defensivos. Top contributors: Generac (GNRC), Lindblad Expeditions (LIND) e Littelfuse (LFUS), com tailwinds de IA, data centers e infraestrutura crítica de energia. Top detractors: Norwegian Cruise Line (NCLH), Mattel (MAT) e Brink’s Company (BCO). Sem novas posições nem saídas no trimestre; postura disciplinada e bottom-up com risco de recessão acentuado por incerteza tarifária.

Aristotle Value Equity Fund 1800 palavras

O Aristotle Value Equity Fund (Classe I-2) recuou 2,23% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém dos 2,10% do Russell 1000® Value, mas à frente dos -4,33% do S&P 500. O diferencial face ao índice resultou sobretudo da selecção de títulos em tecnologias de informação e bens de consumo básico e da subponderação em energia; a selecção em serviços de comunicação e as sobreponderações em materiais e tecnologia contribuíram. TotalEnergies e Verizon lideraram os contributos; Microsoft e Qualcomm penalizaram. A equipa comprou Chevron, McCormick e Motorola Solutions, financiadas pela venda de Coterra Energy e por aparas em Parker Hannifin e Atmos Energy. A tese ancora-se em fundamentais individuais e disciplina de longo prazo perante o ruído macro.

Aristotle Core Equity Fund 1500 palavras

O Aristotle Core Equity Fund (Class I-2) recuou −4,45% no primeiro trimestre de 2026, ligeiramente atrás do S&P 500 (−4,33%), penalizado pelo efeito de alocação apesar de selecção de títulos positiva. Darling Ingredients e Antero Resources lideraram os contributos, enquanto Boston Scientific e Microsoft — pressionada por dúvidas sobre o retorno do investimento em capex de IA — detraíram. A gestora abriu três posições, Coherent (fotónica para data centers de IA), Immunome (oncologia) e Tempus AI (medicina de precisão), sem qualquer venda no trimestre. O conflito no Médio Oriente elevou o petróleo via estreito de Ormuz, a Reserva Federal manteve as taxas e o Supremo Tribunal limitou certas tarifas. O foco permanece em compounders com tailwinds seculares.

Aristotle Small Cap Equity Fund 1180 palavras

O Aristotle Small Cap Equity Fund registou +1,50% no primeiro trimestre de 2026 (Class I-2), superando o Russell 2000 Index (+0,89%) — instância rara de ganhos small-cap num trimestre negativo para large caps (S&P 500 −4,33%). A selecção de títulos em information technology (Advanced Energy, MACOM Technology e Littelfuse; sem quantum computing nem SaaS não-rentável) e em financials liderou o contributo relativo, parcialmente compensada por selecção em industrials e healthcare. Advanced Energy e MACOM destacaram-se; Huron Consulting e Haemonetics detraíram. A gestora iniciou Envista Holdings (dental) e liquidou Alight por deterioração dos fundamentais. A Fed manteve os juros em 3,50%-3,75%; valuations small-cap permanecem em mínimos multidecadais, com o conflito no Irão e o estreito de Ormuz a elevar energia e volatilidade.

Arquitos Capital Management 1487 palavras

O Arquitos Capital, gerido por Steven Kiel, registou -7,2% líquido no primeiro trimestre de 2026 contra +0,9% do Russell 2000, mantendo todavia +13,6% anualizado desde a inception em Abril de 2012. Kiel articula a tese de basket em biotechs e biopharmas em liquidação: investidores indiferentes ao balanço pós-falha em fase 3 vendem indiscriminadamente, deixando excess cash e tax loss carryforwards subvalorizados. As três posições destacadas são ENDI Corp (AUM +21% para $4,1 mil milhões em 2025), Finch Therapeutics (Chapter 11 estratégico para monetizar litígio Ferring; resolução em Junho) e Liquidia (Yutrepia em ramp; decisão judicial UTHR pendente, com Kiel a considerar a posição extremamente barata sob qualquer cenário).

Artisan Global Discovery Fund 2900 palavras

O Artisan Global Discovery Fund (Investor Class) caiu 5,45% no T1 2026, muito aquém dos +0,23% do MSCI ACWI Small Mid Index. A selecção em software pesou — a venda generalizada por receios de desintermediação por IA atingiu MongoDB e Compass — e o conflito no Irão encareceu o petróleo, penalizando Sea e Wingstop. Modine, Twist Bioscience e RBC Bearings lideraram os contributos, com arrefecimento de centros de dados, biologia sintética e aeroespacial. Jason White e Jim Hamel reforçaram Sea, Compass, Medline, Spotify e Insmed na fraqueza, iniciaram posições Garden em Roblox, H World e ASM International, e saíram de JFrog, JBT Marel e Sartorius. Convicção mantida em saúde, capex de IA e defesa.

Artisan Global Equity Strategy 1918 palavras

A equipa de acções globais da Artisan Partners fecha o primeiro trimestre de 2026 com a carteira a superar o MSCI All Country World Index, que registou retorno absoluto negativo. A selecção de títulos foi o motor principal, sobretudo nos sectores industrial e de tecnologias de informação, e dois dos três principais temas de investimento deram resultados fortes — electrificação e defesa e aeroespacial. LS Electric, Samsung Electronics, LIG Nex1 e Hanwha Aerospace figuram entre os contributos mais fortes; BFF Bank, UBS e SPIE travaram o trimestre. Comprou CSG, Fujikura e Sun Hung Kai Properties e saiu de BFF Bank e Prudential. No fecho, reafirma a defesa e a electrificação e considera as acções internacionais atractivas face às norte-americanas.

Artisan International Value Strategy 1755 palavras

A estratégia internacional de valor da Artisan Partners fecha o primeiro trimestre de 2026 com -1,67% líquido de comissões, ligeiramente atrás do MSCI EAFE, que recuou 1,24%. Quase dois terços dos títulos da carteira desceram e perto de metade caiu mais de 10%. A fraqueza generalizada foi parcialmente compensada pelas tecnológicas ligadas à inteligência artificial — Samsung Electronics, Nokia e ABB — e pela Suncor Energy. ICON, Unilever e UBS foram os maiores travões. N. David Samra iniciou posições em Akzo Nobel, Axalta, Adidas e Coupang, reforçou a Unilever durante a queda e vendeu a Rentokil por ter atingido a estimativa de valor intrínseco.

Artisan Developing World Fund 3175 palavras

O Artisan Developing World Fund (Investor Class ARTRX) registou −4,34% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do MSCI ACWI Index (−3,20%). O trimestre desenrolou-se em duas fases: pressão sobre Internet de consumo (Tencent, Sea, Shopify, Amazon) por receios de desintermediação por IA, seguida de recuperação parcial via posições defensivas (RTX, L3Harris, Woodward, BAE) e exposição a inflação (Linde, Baker Hughes). Energia foi o sector top do trimestre com retornos acima de 30%; small-cap value liderou nos índices americanos. A gestora encerrou Netflix, Snowflake e RELX por convicção decrescente sobre durabilidade face à disrupção por IA, e iniciou Edwards Lifesciences, Eli Lilly e ROBLOX. Aerospace, defesa e cuidados de saúde permanecem áreas de elevada convicção.

Artisan Global Opportunities Fund 1400 palavras

O Artisan Global Opportunities Fund registou −4,34% no primeiro trimestre de 2026 (Investor Class), face a −3,20% do MSCI ACWI, ficando aquém do índice. O conflito do Médio Oriente desencadeou rotação para energia — Baker Hughes e GE Vernova foram os maiores contribuidores, com a tese ancorada em equipamentos de LNG, expansão de electrificação e procura energética dos data centers. Sea Limited e Shopify foram os principais detractores, ambos por desaceleração de margens face a investimentos em crescimento; os gestores Jim Hamel e Angela Wu reforçaram a posição em Shopify durante a queda. Carteira mantém sobreponderação em saúde (23,5%) e indústria (20,9%) face ao ACWI.

Artisan Select Equity Strategy 4165 palavras

O Artisan Select Equity Fund (ARTNX) registou −2,66% no primeiro trimestre de 2026, batendo o S&P 500 (−4,33%) em 167 pontos base num contexto marcado pelo conflito Israel‑Irão. O gestor Daniel O'Keefe articula tese central de transferência estrutural de trabalho para capital impulsionada por IA — Alphabet, Meta, Amazon e Microsoft investiram 416 mil milhões de dólares em capex em 2025 e projectam 645 mil milhões para 2026. Samsung Electronics (+35%), Shell (+28%) e Lam Research (+25%) lideraram contribuições; IQVIA (−24%), Heidelberg (−21%) e American Express (−18%) foram principais detractores. O fundo reforçou IQVIA e Heidelberg, reduziu Lam e saiu de Everest e PayPal, classificadas como erros.

Artisan Small Cap Fund 1850 palavras

O Artisan Small Cap Fund registou retorno absoluto negativo no T1 2026, superando ligeiramente o Russell 2000 Growth (-2,81%) com retorno bruto de -2,35% e líquido de -2,58%. Jay Warner e equipa mantêm tese centrada em ciclos de lucro duráveis, com tecnologia (semicondutores) como principal contribuidor relativo apesar de ter sido o sector mais fraco do índice. Modine Manufacturing, Twist Bioscience e MACOM lideraram contribuição positiva; Compass, ServiceTitan e Guidewire detractaram. Iniciaram posições Garden em Onto Innovation, Baldwin Group e Freshpet; encerraram Penumbra (após acordo Boston Scientific), JBT Marel e Parsons. Reforçaram exposição a aeroespacial e defesa via VSE, Kratos, BWX e Mercury Systems num quadro de modernização global e rearmamento.

Artisan Value Fund 1680 palavras

O Artisan Value Fund (ARTLX) recuou 3,54% no T1 2026, ficando atrás do Russell 1000 Value Index (+2,10%) mas à frente do Russell 1000 Index (-4,18%). O choque petrolífero desencadeado pelo conflito no Irão e pelo encerramento do Estreito de Ormuz impulsionou os contribuidores de topo, EOG Resources, Diamondback Energy e SLB; a Lam Research foi o maior ganho fora da energia e foi aparada após subir mais de 300% desde Abril de 2025. Salesforce, Accenture, Humana e PayPal caíram 20% ou mais. A equipa iniciou quatro posições novas, ritmo acima da média, com destaque para Amazon, Universal Music Group e IQVIA, e saiu de Humana, PayPal, Meta e Diageo, usando a volatilidade para elevar a qualidade do portefólio.

Auxier Focus Fund 1650 palavras

O Auxier Focus Fund (Investor Class) valorizou 1,73% no primeiro trimestre de 2026, superando o S&P 500 (−4,33%) mas ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%), num trimestre marcado pela crise do Estreito de Ormuz. A energia — Chevron, Valero e Phillips 66 — e os industriais e a defesa (Boeing, General Dynamics, RTX) lideraram os contributos, a par do Bank of New York Mellon. A UnitedHealth e a Microsoft detraíram, esta penalizada pelos receios de disrupção do software pela IA. Jeff Auxier destaca o capex dos hyperscalers acima de 650 mil milhões, o risco crescente no crédito privado e a disciplina de comprar qualidade em períodos de medo.

Ave Maria Value Fund 306 palavras

O comentário do 1.º trimestre de 2026 do Ave Maria Value Fund (AVEMX) reporta um retorno de 9,67% no trimestre, contra 2,50% do S&P MidCap 400 e -4,33% do S&P 500. O avanço veio da apreciação de posições ligadas a terra, água e royalties na Bacia do Permiano: Texas Pacific Land (+65,41%), LandBridge (+41,17%), WaterBridge (+34,15%) e Permian Basin Royalty Trust (+27,17%), com Franco-Nevada (+19,39%) a fechar os cinco melhores. Do lado oposto ficaram Mirion Technologies (-20,34%), Builders FirstSource (-19,98%), Brown & Brown (-18,00%), HEICO Classe A (-16,34%) e Armstrong World Industries (-13,59%). A carteira detém 29 empresas, com ênfase em industriais, energia, royalties e imobiliário; Texas Pacific Land pesa 21,0% dos activos.

Baron Discovery Fund 3200 palavras

O Baron Discovery Strategy cedeu 10,59% net no primeiro trimestre de 2026, com underperformance de 7,78% face ao Russell 2000 Growth Index (-2,81%). Cinco buckets explicaram quase toda a deficit relativa: Information Technology (-2,63%), Consumer Discretionary (-1,77%), Health Care (-1,23%), ausência em Energy e Materials pós-acção em Irão (-0,78%) e Industrials (-1,09%). Software contribuiu -4,36% — quase 60% do total — vítima da chamada "SaaS-pocalypse" face a receios de disrupção por IA. Top contribuidores: Advanced Energy (+107bps), Masimo (Danaher adquire), Arcellx (Gilead adquire). Detratores: Intapp (vendido), DraftKings, Netskope, ServiceTitan, Alkami. Iniciadas Forgent Power Solutions e Enpro; reforços em Dynatrace, Heartflow, Waystar. Gestora reitera tese de moats em software deterministic-data resistente a LLMs.

Baron Fifth Avenue Growth Fund 6710 palavras

O Baron Fifth Avenue Growth Fund recuou 10,36% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2026, ficando ligeiramente atrás do Russell 1000 Growth Index (−9,78%) e bem abaixo do S&P 500 (−4,33%). O período foi marcado pelo eclodir do conflito EUA–Irão, com o petróleo a chegar aos $150 por barril, e por dispersão sectorial — apenas 5 dos 26 títulos contribuíram positivamente. SpaceX, TSMC, ASML, Monolithic Power Systems e Cloudflare somaram 217bps; Shopify, Meta, Snowflake, KKR e Amazon detraíram. A gestora considera a queda de 10% como inteiramente impulsionada por compressão de múltiplos — o portefólio negoceia 20,9% abaixo da média de cinco anos, configuração que considera atractiva para os retornos prospectivos.

Baron Financials ETF 2400 palavras

O Baron Financials ETF recuou 15,97% (NAV) no primeiro trimestre de 2026, atrás da queda de 9,89% do MSCI USA Financials Index mas à frente dos 20,15% de perda do FactSet Global FinTech. A rotação para fora de software e growth — provocada por receios de disrupção por IA, após os plugins Claude Cowork da Anthropic, e pelo conflito com o Irão que bloqueou o Estreito de Ormuz — castigou Financial Software e Information Services, 28% do fundo, com queda média de 22,8%. Intuit, KKR, Fair Isaac e S&P Global lideraram os detractores, enquanto CME e Tradeweb beneficiaram da volatilidade. A gestora iniciou Bank of America, saiu de Clearwater e Ategrity e considera as posições sobrevendidas, com o múltiplo forward 17% mais barato.

Baron Focused Growth Fund 5520 palavras

O Baron Focused Growth Fund recuou 4,99% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2026, ficando atrás do Russell 2500 Growth Index (-3,52%). O período foi pesado pelos receios sobre o impacto da IA em software e serviços e pelo eclodir do conflito no Irão e suas consequências em inflação, taxas e consumo. SpaceX foi o maior contribuidor após a fusão com xAI revaluar o conjunto a múltiplo significativamente superior; Tesla, CoStar, On Holding, FactSet e Guidewire detraíram mais. A gestora destaca aceleração de insider purchases em sete posições — sinal de convergência entre operadores e tese — e mantém postura construtiva, defendendo que valuations em mínimos históricos abrem janela de retornos atractivos.

Baron Health Care Fund 5180 palavras

O Baron Health Care Fund recuou 6,97% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 3000 Health Care Index (-4,88%) e do Russell 3000 Index (-3,96%). O atraso de 209 pontos base face ao índice amplo deveu-se sobretudo a selecção de acções decepcionante em farmacêuticas e biotecnologia, agravada por baixa exposição a Pfizer, Bristol-Myers Squibb e Johnson & Johnson. Eli Lilly, Thermo Fisher, RadNet, Intuitive Surgical e argenx foram os principais detractores; Arcellx (alvo de aquisição pela Gilead), Roivant, AstraZeneca e Welltower lideraram contribuições. O gestor Neal Kaufman articula optimismo de longo prazo, com o sector saúde a cotar a mínimos relativos desde o lançamento do fundo e múltiplas catalíticas em biotecnologia e GLP-1 a apoiar a tese.

Baron SMID Cap ETF 2800 palavras

O Baron SMID Cap ETF (BCSM) — primeiro trimestre completo desde o arranque a 12 de Dezembro de 2025 — cedeu 10,56% (NAV), ficando 7,04 pontos atrás do Russell 2500 Growth Index (-3,52%). Gerido por Laird Bieger e Randy Gwirtzman, os mesmos gestores do Baron Discovery Fund, o veículo estende a filosofia de small-cap ao universo SMID de crescimento. O trimestre foi dominado pela rotação para os vencedores de IA e pela venda dos perdedores, penalizando as participações em software apesar de resultados sólidos; o software subtraiu cerca de 3,5% ao desempenho relativo. Contribuíram Kratos, Arcellx e Coherent; detraíram Netskope, Flutter e ServiceTitan. Iniciada a Waystar; reforços em Samsara, Dynatrace e Guidewire. Vendas: Kratos ao atingir o alvo, Flutter trocada por DraftKings e três empresas adquiridas.

BBH Select Mid Cap ETF 2980 palavras

O BBH Select Mid Cap ETF caiu 2,12% no primeiro trimestre de 2026 em base de retorno total NAV, enquanto o Russell Midcap subiu 1,29%; valor superou crescimento, com o Russell Midcap Value a subir 3,7% contra Growth a cair 6,4%. A guerra do Irão fez subir o crude de 67 para 101 dólares e os juros 10y para 4,3%, sustentando energia e materiais e penalizando o fundo via underweight estrutural a estes sectores. Darling Ingredients e Entegris foram os principais contribuidores; ICON e Guidewire detraíram. Iniciadas Hubbell e Broadridge; saídas integrais de ICON e Mister Car Wash. No fecho, 27 posições, top 10 a 47,7% do portefólio e price-to-intrinsic value a 82%.

Bell Global Equities Fund 1750 palavras

O Bell Global Equities Fund cedeu 11,1% em T1 2026, contra 6,2% do MSCI World ex-Austrália, ficando aquém em 4,9 pontos percentuais. Em Março o fundo declinou 3,1% e o índice 2,5%. A escalada do conflito Irão–EUA–Israel forçou o encerramento do Estreito de Ormuz, levando o petróleo a cerca de 120 USD por barril. O subponderar estrutural a Energia foi o principal headwind. Os gestores Ned Bell, Joel Connell e Andrew Gowen abriram TE Connectivity, Nomura Research Institute e MercadoLibre, e saíram de Nike e Old Dominion Freight Line. Defendem convicção em Boot Barn perante recuo. Reforçam abordagem Quality at a Reasonable Price.

Black Bear Value Fund 3698 palavras

O Black Bear Value Fund subiu +1,9% em Março e +13,2% no acumulado anual de 2026, contra -5,0% e -4,4% do S&P 500 e -4,6% e -1,2% do HFRI. Adam Schwartz mantém posicionamento contrarian assente em quatro pilares: subinvestimento crónico em energia e recursos naturais (PrairieSky, Tidewater, met coal), défice estrutural de habitação norte-americana via Builders FirstSource e Five Point Holdings, turnaround do Flagstar Financial liderado por Joseph Otting, e cesto de shorts no crédito privado, neo-clouds, buy-now-pay-later e bancos com balanços opacos. A exposição short em acções subiu de 39% para 45% no trimestre. O gestor enquadra a carteira como mola comprimida em fase inicial de reconhecimento, com retornos lumpy a recuperar terreno após dois anos de divergência face ao mercado.

Blue Tower Asset Management, LLC 1956 palavras

O Blue Tower Asset Management, gerido por Andrew Oskoui, ganhou 1,62% líquido no primeiro trimestre de 2026, um trimestre dominado pela guerra do Golfo e pelo encerramento do Estreito de Ormuz. Oskoui dedica quase toda a carta à tese de que o consenso subestima a amplitude e a duração da disrupção nas matérias-primas — petróleo, GNL, fertilizantes, polímeros, hélio, enxofre e alumínio — e sustenta que a reparação das infra-estruturas energéticas do Golfo levará anos, não meses. Em Março vendeu Air Canada, Core Molding e TFI International, reduziu a exposição japonesa e parte da Georgia Capital, e abriu Petrobras e SM Energy — a primeira incursão da casa em exploração e produção de petróleo e gás.

Brasada Capital Management 1600 palavras

Jonathan Reichek, da Brasada Capital Management, intitula o primeiro trimestre de 2026 «Storms and Signals». Duas forças explicam a queda de 4,3% do S&P 500 e 7% do Nasdaq: os receios de disrupção da IA no software e a guerra com o Irão, que encerrou o Estreito de Ormuz e empurrou o Brent para perto de $120. O cessar-fogo de 7 de Abril afastou o pior cenário. A tese central é de rotação: com as Magnificent 7 em 35% do S&P 500, o gestor antecipa melhores retornos em small caps, mid caps e acções internacionais. Destaca duas compras na Friedberg Equity Income Strategy: Postal Realty Trust (PSTL), REIT de imóveis USPS, e OMAB, operador aeroportuário mexicano alavancado ao nearshoring.

Bristlemoon Global Fund 645 palavras

O Bristlemoon Global Fund registou −25,5% no trimestre de Março de 2026, o drawdown mais severo desde o lançamento do fundo. George Hadjia atribui a perda a um repricing rápido das múltiplos pagos pelos investidores e não a deterioração dos resultados subjacentes das empresas detidas. No mês de Março, os principais contributors foram Woodside Energy, Grindr e o short de Dollar General; os principais detractors foram Floor & Decor, Fair Isaac Corporation e Hemnet Group. A apreciação do dólar australiano em 3,4% face ao USD acrescentou um headwind cambial. O gestor descreve o conjunto de oportunidades actual como o mais convincente desde o lançamento e revisita o framework de position sizing de compounding/conviction.

Bristol Gate Capital Partners US Equity Strategy 1714 palavras

Bristol Gate apresenta na carta "Market Dissonance" T1 2026 a tese de uma pausa na narrativa de IA: o capital começou a rodar dos beneficiários mais concentrados, com índices equiponderados a superarem os capitalizados, validando a sua tese de fim de ano. As gestoras defendem posições etiquetadas como "perdedoras de IA" — Intuit, Microsoft, Moody's, Verisk e MSCI — cuja queda média de 19% no trimestre interpretam como ansiedade não materializada. Argumentam que a IA reforça os moats destas empresas e apresentam evidência operacional granular. Iniciaram Targa Resources e Trane Technologies, e saíram de UnitedHealth, Domino's Pizza, Carrier e Old Dominion Freight Line. O portefólio entregou crescimento médio de EPS de 23,4% nos últimos doze meses, contra 13,9% do S&P 500.

Brown Advisory Global Leaders Strategy 2650 palavras

Brown Advisory Global Leaders recuou 8,3% em termos absolutos no primeiro trimestre de 2026 (composite gross −8,1%), atrás do MSCI ACWI Net (−3,2%) — underperformance concentrada nos nomes penalizados pela narrativa «AI loser», mais de um terço da estratégia. Microsoft (−1,96 pp), HDFC Bank, Workday, Experian e Visa lideraram detracções; B3, ASML, Deutsche Boerse, TSMC e Ferguson contribuíram. A gestora conduziu drawdown reviews e reforçou todos os «AI losers» — Visa, Mastercard, Experian, Equifax, Microsoft, Autodesk, Workday e LSEG — saindo da Intuit por risco de substituição por IA. Iniciou MercadoLibre em Fevereiro. Não deter Energia custou cerca de um quinto do underperformance após acção militar no Irão. IRR base-case a cinco anos estimado em 12–13%, o mais alto desde a Covid.

Broyhill Asset Management 2786 palavras

O Broyhill Equity Composite recuou 6,0% no primeiro trimestre, líquido de comissões, contra uma queda de 3,1% do MSCI ACWI. Christopher Pavese atribui a diferença a três inclinações estruturais que se moveram em simultâneo: ausência de energia — o único sector positivo em Março após os ataques ao Irão —, metade da carteira fora dos EUA numa Europa penalizada pelo petróleo, e forte exposição a defensivas não-cíclicas que raramente sofrem em quedas. Argumenta que a correcção foi de posicionamento e não de fundamentais, com estimativas de consenso a subir enquanto os preços caíam. A dispersão extrema permitiu povoar a carteira com um ano de ideias novas — Microsoft, Smurfit WestRock, Sotera Health, Masco e Floor and Décor — e reforçar a IQVIA e o complexo de Life Sciences Tools como beneficiários, não vítimas, da IA.

Buckley Capital Partners, LP 1980 palavras

A Buckley Capital Partners recuou 4,6% líquidos no primeiro trimestre de 2026, atrás dos 4,9% do iShares Russell 2000 Value e dos 0,9% do Russell 2000, mas recuperou com força em Abril, com mais 13,8% líquidos no mês e 8,6% no acumulado anual. O gestor aproveitou a volatilidade para reforçar convicções em empresas small e mid-cap de alta qualidade a transaccionar com desconto acentuado. Detalha três teses: a Acadia Healthcare, recuperação do maior operador de saúde comportamental dos EUA com o regresso da CEO Debbie Osteen; a Sezzle, plataforma de buy-now-pay-later mal avaliada face ao poder de resultados; e a Hilton Grand Vacations, líder em timeshare com receitas recorrentes e recompra agressiva. Desde o início acumula 812,2%, ou 12,9% anualizados.

Burke Wealth Management Focused Growth Composite 4700 palavras

A Burke Wealth Management Focused Growth Composite caiu -10,6% no primeiro trimestre de 2026 — o pior trimestre do mercado accionista desde 2022 — contra -4,3% do S&P 500 Total Return. A guerra com o Irão e o petróleo acima de $100/barril sobrepuseram-se a resultados empresariais fortes (+14% no S&P 500). A carta percorre a nomeação de Kevin Warsh para a Fed, a decisão 6-3 do Supremo sobre as tarifas IEEPA e defende que a venda indiscriminada do software empresarial (CRM, CRWD, NOW, SNOW), com avaliações em mínimos de 10 anos apesar de lucros em aceleração, está perto do fim. ASML (+24%) e Micron (+18%) lideraram contributos pela procura insaciável de capacidade de computação.

ByteTree Asset Management — The Multi-Asset Investor 2157 palavras

Charlie Morris articula em T1 2026 uma viragem decisiva para preservação de capital após o choque petrolífero do conflito Irão–EUA–Israel ter revertido as expectativas de cortes de taxas e elevado as yields obrigacionistas. O portefólio Whisky reduziu exposição a acções de qualidade (Diageo, Unilever desapontaram) e a REITs, adicionando energia, cereais e ienes japoneses; o portefólio Soda alienou os investment trusts Caledonia e Pantheon por exposição a privados, vendeu UK index-linked bonds e reforçou diversificadores defensivos. Soda subiu 2,8% no ano contra o FTSE Private Balanced Index — benchmark 60/40. O gestor argumenta que matérias-primas estarão estruturalmente mais altas e prepara recovery list de 30 empresas para reentry pós-conflito.

Cambiar SMID Fund 1400 palavras

O Cambiar SMID Fund encerrou o primeiro trimestre de 2026 em alta (+2,21%, classe CAMMX), mas ficou aquém do Russell 2500 Value Index (+4,77%), num trimestre marcado pela quebra dos Mag 7 e pela rotação de growth para value. O défice relativo deveu-se a quedas específicas em healthcare — Solventum e Phreesia, pressionadas por receios de disrupção por IA — e industriais, e à subponderação a energia. Os bancos regionais Webster e BOK Financial contribuíram positivamente. A gestora fez sete compras e seis liquidações: iniciou ON Semiconductor (troca por Amdocs), Clorox e Southwest Airlines, e fechou CF Industries após uma valorização de 58%. O tema central — HALO, activos físicos de baixa obsolescência imunes à IA — reforça o enquadramento Qualidade | Preço | Disciplina.

Carillon Eagle Growth & Income Fund 1400 palavras

O Carillon Eagle Growth & Income Fund abre 2026 num trimestre volátil, com o S&P 500 a recuar 4,3% enquanto o Russell 1000 Value (+2,1%) superou amplamente o Growth (-9,8%) e as Magnificent Seven caíram 11,2% — sinal de regresso da amplitude de mercado. A equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) destaca Corning, Chevron, Williams, Analog Devices e AT&T como principais contribuidores, com o conflito no Médio Oriente a impulsionar energia; Microsoft, Abbott, Broadcom, IBM e Accenture detraíram, penalizadas por receios de abrandamento em software e capex de hyperscalers após o novo modelo da Anthropic. A gestora mantém convicção na IA a longo prazo, mas alerta para o risco de subida de taxas se a energia permanecer elevada.

Carillon Eagle Small Cap Growth Fund 2400 palavras

O Carillon Eagle Small Cap Growth Fund fecha o primeiro trimestre de 2026 num enquadramento volátil: o Russell 2000 Growth recuou 2,82%, muito atrás do Russell 2000 Value (+4,96%), com a energia (+26,07%) a liderar o índice growth. A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Applied Optoelectronics, Modine Manufacturing, Powell Industries, Solstice Advanced Materials e Archrock como top contributors, enquanto Vital Farms, Genius Sports, iRhythm Technologies, Credo Technology e AppFolio detraíram. O optimismo de início de ano deu lugar à incerteza após os ataques ao Irão e o choque energético. A gestora mantém-se construtiva em cíclicas ligadas ao capex de IA, defesa e energia, e vê valuations de healthcare atractivas apesar de overhang regulatório.

Causeway International Value Equity 1500 palavras

A Causeway International Value Equity caiu 6,27% em USD no primeiro trimestre de 2026 (líquido de comissões), contra -1,12% do MSCI EAFE e +2,15% do MSCI EAFE Value. A subida do petróleo após o conflito do Estreito de Ormuz pesou em cíclicos e em defensivos importadores de energia, com Kering, SAP, Capgemini, Novo Nordisk e Barclays a liderar os detractores. Os gestores aproveitaram a queda para reforçar nomes de qualidade — Saint-Gobain, RELX, NatWest e SAP — e abriram posições em Melrose, Lufthansa e Generali. Mantêm convicção de que o desconto das acções internacionais face aos EUA, o rendimento total europeu acima de 5% e a desconcentração dos índices ex-US continuam a oferecer pontos de entrada superiores.

Cedar Creek Partners, LLC 1500 palavras

O Cedar Creek Partners publica fact sheet datado de 31 de Janeiro de 2026, gerido por Tim Eriksen via Eriksen Capital Management. Estratégia concentrada em small e micro-caps de valor com foco distintivo no expert market (37,3% do fundo) e posições de controlo via activismo accionista (15,5%). Investimento de 100.000 USD em 2006 valorizou para 779.664 USD em Janeiro de 2026, com 2009 em 87,3% e 2021 em 38,9% como melhores anos; 2025 entregou 29,6% líquido. Posições destacadas: Exco Resources adquirida em final de 2025 a 17,83 USD por acção com tese de venda 50-70 USD; First IC encerrou via fusão MetroCity em Dezembro de 2025; campanhas activistas em curso em Pacific Coast Oil Trust e Solitron.

Cedar Grove Capital Management, LLC 2400 palavras

O Cedar Grove Capital Management publica a sua primeira carta trimestral após o lançamento do composite multi-segmento via separately managed accounts em meados de Janeiro de 2026. Paul Cerro reporta retorno líquido de -23,0% desde a inception contra -5,6% do Russell 2000, -5,9% do Russell Microcap e -5,5% do S&P 500. O trimestre foi marcado por um deployment agressivo de capital durante a venda concentrada em small e microcaps, prejudicado pela decisão da IRGC de encerrar o estreito após operação militar contra o Irão. Top contributors do período: Evolv Technologies, Nektar Therapeutics e OneSpaWorld; top detractors: WW International, The RealReal e KITS Eyewear.

ClearBridge Dividend Strategy 1956 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy ficou largamente plana, brutos de comissões, no primeiro trimestre de 2026, contra −4,3% do S&P 500, beneficiando de subponderação significativa em tecnologia (que recuou 9,2% no trimestre, com software a cair 24%) e de sobreponderação em energia (+38,2%). Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld articulam retirada deliberada de software face à disrupção pela IA generativa, mantendo apenas Microsoft. Em energia, saíram de EQT e Enbridge para concentrar exposição em Williams e ExxonMobil. Adicionaram quatro novas posições — Blackstone, Otis, Honeywell e Taiwan Semiconductor — e reforçaram Apollo Global Management. Saídas em Northrop Grumman, Oracle e AvalonBay; reduções em L3Harris, RTX e Broadcom.

ClearBridge Mid Cap Strategy 1595 palavras

A ClearBridge Mid Cap Strategy ficou aquém do seu benchmark Russell Midcap no primeiro trimestre de 2026, com pressão em tecnologia, saúde e consumo discricionário a sobrepujar a força em industriais e consumer staples. Os gestores Brian Angerame e Matthew Lilling articulam viragem deliberada do consumo discricionário (cinco novas adições, uma saída) com foco em negócios capazes de desempenhar em vários cenários — Somnigroup, Viking Holdings, Hilton, Carvana e Valvoline. Saídas notáveis em ICON, Tyler Technologies e Expedia; novas posições em Robinhood, Monolithic Power, Leonardo DRS e United Rentals. Top contributors: Regal Rexnord, Casey's, Clean Harbors, Vertiv e EQT. Top detractors: AppLovin, ICON, Rubrik, Doximity e Light & Wonder.

ClearBridge Small Cap Growth Strategy 1180 palavras

A ClearBridge Small Cap Growth Strategy superou o seu benchmark Russell 2000 Growth (-2,8%) no primeiro trimestre de 2026, com selecção forte em industriais e consumer staples a sobrepujar pressão em IT (software) e consumer discretionary. Os gestores Jeffrey Bailin e Aram Green articulam disciplina bottom-up perante incerteza macro, geopolítica e tecnológica. Top contributors: XPO, Bloom Energy, Lattice Semiconductor, RBC Bearings e Casey's General Stores. Top detractors: Klaviyo, Wingstop, ICON, Varonis Systems e Hamilton Lane. Oito novas posições (Charles River Labs, Ensign Group, Glaukos, Madrigal, Rambus, Scholar Rock, Vaxcyte e York Space Systems); saídas em Clearwater Analytics, Hims & Hers, ICON, Onestream e PagerDuty.

ClearBridge Large Cap Growth Strategy 1663 palavras

O ClearBridge Large Cap Growth Strategy superou o seu benchmark Russell 1000 Growth no primeiro trimestre de 2026, num período em que o índice declinou 9,8% face a um S&P 500 a recuar 4,3% e a um Russell 1000 Value a avançar 2,1%. As gestoras Erica Furfaro e Margaret Vitrano destacam contributos diversificados fora da mega cap tech: materiais (Linde, Sherwin-Williams), industriais (Eaton, W.W. Grainger, RTX) e o ressaltar da Netflix. A actividade de carteira focou-se em melhorar exposição em semicondutores (Texas Instruments) e biofarmacêuticas (Roche, Alnylam), exigindo disciplina de venda em turnarounds onde a execução se prolongou (Salesforce, PayPal, Equinix, Marvell). A leitura macro acomoda o conflito Irão-Israel-EUA, subida de yields obrigacionistas e escrutínio sobre o retorno do capex em IA.

Columbia Global Technology Growth Fund 1500 palavras

O Columbia Global Technology Growth Fund (Classe Institucional) recuou −6,05% no primeiro trimestre de 2026, superando o S&P Global 1200 Information Technology Index (−6,57%). A selecção de títulos foi decisiva: os underweights a software e serviços de TI — que caíram dois dígitos — provaram-se um tailwind, enquanto o equipamento de semicondutores (Lam Research, Applied Materials, ASML, Taiwan Semiconductor) liderou no super ciclo de infraestrutura de IA. Western Digital, Lumentum e Micron beneficiaram da procura por armazenamento, óptica e memória para IA. Do lado negativo, Microsoft (−25%, o pior dos Magnificent Seven), Intuit, Oracle e ServiceNow foram penalizadas pelo repricing dos modelos SaaS face às frameworks agentic de IA. Um choque petrolífero (Brent +60% pelo conflito EUA-Irão) despoletou a rotação risk-off de Março.

Conestoga Capital Advisors — Small Cap Growth Composite 5800 palavras

A Conestoga Capital Advisors registou -5,01% líquido na estratégia Small Cap no T1 2026 contra -2,81% do Russell 2000 Growth, com SMid Cap a -10,24% e Micro Cap a -7,14%. Activos totais em 5,8 mil milhões de dólares. A equipa atribui o desempenho relativo a compressão de múltiplos em software (overweight estrutural) e a stock-specific weakness em saúde — Stevanato e Azenta como principais detractores. ESCO Technologies, LeMaitre Vascular e RBC Bearings destacaram-se nos contributors via aerospace e defesa. Iniciaram Enpro, Legence (AI infrastructure MEP), Universal Technical Institute e Artivion. Encerraram SPS Commerce, Vertex e Hillman Solutions. Os gestores enquadram a underperformance como compressão de múltiplos com fundamentais inalterados, citando que small caps de qualidade transaccionam em mínimos relativos só vistos duas vezes em mais de 30 anos.

Conestoga Capital Advisors — Micro Cap Growth Composite 5800 palavras

A Conestoga Micro Cap Composite recuou -7,14% líquido no T1 2026, contra -4,25% do Russell Microcap Growth, um atraso de cerca de 2,9 pontos percentuais. O índice chegou a subir mais de 11% até final de Janeiro antes de cair 18% até ao mínimo de finais de Março. A escalada da guerra no Médio Oriente desencadeou a liquidação de posições de momentum e a rotação para Industrials, Basic Materials e Energy, penalizando o underweight da carteira nesses sectores. A atribuição negativa veio sobretudo de stock selection: as três posições de software — Q2 Holdings, N-able e Tecsys — caíram cerca de 29% e detraíram mais de 200 pontos base. Universal Technical Institute, Twist Bioscience e Planet Labs lideraram os contribuidores. Iniciaram Graham e Artivion; encerraram SoundThinking, I3 Verticals, Phreesia e TIC Solutions.

Conestoga Capital Advisors — SMid Cap Growth Composite 6000 palavras

A Conestoga SMid Cap Composite recuou -10,24% líquido no T1 2026, contra -3,52% do Russell 2500 Growth, um atraso de cerca de 6,7 pontos percentuais. O trimestre expôs uma divergência crescente entre a solidez operacional das empresas e o desempenho das acções, com o mercado a favorecer visibilidade de lucros imediata em detrimento de perfis de crescimento de maior duração. O overweight em software detraiu cerca de 232 pontos base, com Q2 Holdings, Tyler Technologies e CCC a liderarem as perdas. RBC Bearings, Balchem, Watsco, UL Solutions e Construction Partners lideraram os contribuidores; Repligen, Casella, Q2 Holdings, Tyler e Stevanato mais penalizaram. Compraram UL Solutions e CACI; venderam Paylocity e SPS Commerce.

Cooper Investors Global Equities Fund (Unhedged) 1950 palavras

A Cooper Investors Global Equities (Unhedged) recuou 9,2% no primeiro trimestre de 2026 e 12,2% no acumulado do ano fiscal, contra queda de 5,8% e ganho de 3% do MSCI AC World em dólares australianos. O trimestre foi dominado por dois temas: a aceleração das capacidades da IA, que ameaça os valores terminais dos modelos capital-light de software, e a guerra do Irão como choque energético. O pool de Real Assets foi o único contributo positivo, enquanto o Compounding Pool sofreu com a triagem do mercado entre vencedores e perdedores da IA. A Freee foi o maior detractor e a Ryan Specialty foi materialmente reduzida perante um ciclo de seguros a inverter. A TSMC, a subir 66% no ano fiscal, foi o principal suporte. A leitura é defensiva, com os royalties de energia e a CME como lastro.

Crossroads Capital Investment Partners, LP 4300 palavras

A Crossroads Capital, de Ryan O’Connor, valorizou 4,2% líquidos no primeiro trimestre de 2026, à frente do S&P 500 (−4,3%) mas atrás do Russell 2000 Value (+4,9%). O’Connor lê o mercado como um sistema adaptativo complexo em «animação suspensa»: o choque petrolífero do fecho do Estreito de Ormuz foi real, mas a incerteza — ao contrário de 2025 — está muito diminuída. As situações especiais entraram em acção: a Merlin Labs, recém-saída de um SPAC, foi o maior contribuidor, seguida da AST SpaceMobile, da FTAI Aviation e da Nebius, esta reforçada agressivamente. A Nintendo liderou as perdas e a Vistry foi vendida após a demissão do seu CEO. A carteira aguentou-se, construída para compor ao longo de anos e não para vencer um trimestre isolado.

Curreen Capital Partners LP 670 palavras

O Curreen Capital Partners registou −13,97% no primeiro trimestre de 2026, abaixo do S&P 500 (−4,33%) e do MSCI World (−3,51%). Christian Ryther mantém disciplina sobre o processo: a carta trimestral discute apenas decisões — actuação ou inactividade — e a carta anual revê desempenho. No trimestre o gestor analisou múltiplas oportunidades mas nenhuma foi considerada superior às participações actuais; a carteira manteve-se inalterada. Desde a inception, o fundo composto a 10,1% líquidos anualizados contra 13,4% do S&P. As seis posições maiores que 5% são spinoffs ou turnarounds com upside-to-downside atractivo: Advance Auto Parts, Fortrea, Frontdoor, GetBusy, Siemens Energy e VF Corp.

Deep Sail Capital Partners LP 3608 palavras

O Deep Sail Capital Partners (gestor Sean) recuou 17,8% líquidos no primeiro trimestre de 2026, com 84% de exposição líquida longa média, ficando aquém dos dois benchmarks (Russell 2000 e Russell 2000 Mid Cap Growth). A queda concentrou-se no fim de Março, em torno da correcção provocada pela guerra com o Irão, e reverteu por completo no segundo trimestre (+20,4%), deixando o fundo neutro no ano. A carta é dominada por um ensaio sobre o capex de IA — os cinco maiores hyperscalers deverão investir entre 660 e 690 mil milhões USD em 2026 — que Sean vê como a força que poderá decidir o rumo do mercado. O destaque de carteira é a AmpliTech (AMPG), com tese em 5G ORAN. Novas posições: Constellation Software, Micron e MDA Space.

Diamond Hill Select Strategy 960 palavras

A Diamond Hill Select Strategy recuou 0,52% líquido (-0,32% bruto) no primeiro trimestre de 2026, mas superou o Russell 3000 (-3,96%) graças ao sub-peso em tecnologia e ao sobrepeso em industriais; ficou, ainda assim, atrás do Russell 3000 Value (+2,23%). A energia disparou 38% com o encerramento do estreito de Ormuz, e Diamondback Energy e Antero Resources lideraram os contributos, a par de Regal Rexnord. Capital One, Salesforce e AIG detraíram. A gestora iniciou Kimberly-Clark, Aon e Equitable Holdings, saindo de SS&C, International Paper e Huntington Ingalls. Reorienta-se para negócios defensivos de qualidade e defende que os fossos das suas empresas de software resistem à IA melhor do que o mercado desconta.

Diamond Hill Large Cap Strategy 970 palavras

A Diamond Hill Large Cap Strategy recuou 2,39% líquido (-2,24% bruto) no primeiro trimestre de 2026, ficando atrás do Russell 1000 Value (+2,10%), embora à frente do Russell 1000 (-4,18%). A guerra no Irão e o encerramento do estreito de Ormuz fizeram disparar a energia (+38%), com ConocoPhillips e Diamondback Energy a liderar os contributos, a par de Texas Instruments. A exposição — e a não exposição — a tecnologia foi o maior detractor, com o capex de IA a impulsionar nomes como a Micron e a Sandisk que a carteira não detém. Abbott, Capital One e Adobe também pesaram. A gestora iniciou Microsoft, Kimberly-Clark e Carrier Global, saindo de International Paper, e defende que os fossos do seu software resistem à IA melhor do que o mercado desconta.

Diamond Hill Small Cap Strategy 1121 palavras

A Diamond Hill Small Cap Strategy rendeu 3,41% líquido no T1 2026 contra 0,89% do Russell 2000. A selecção em cuidados de saúde e o subponderar em tecnologias de informação foram os maiores contributos relativos positivos; o subponderar em energia funcionou como travão relativo modesto. Aaron Monroe descreve volatilidade e incerteza elevadas, agravadas pelo conflito no Irão e pela subida do petróleo após o encerramento do Estreito de Ormuz. Entre os principais contributos: Magnolia Oil & Gas, Ducommun e Oil-Dri; entre os detractores: Red Rock Resorts, Proficient Auto Logistics e Utz Brands. Duas novas posições — LSI Industries e Knowles — e cinco saídas: Progress Software, First Advantage, Marzetti, Orion e Rimini Street.

Dodge & Cox Stock Fund 1100 palavras

O Dodge & Cox Stock Fund recuou 1,67% no primeiro trimestre de 2026 (Class I), à frente do S&P 500 (-4,33%) mas atrás do Russell 1000 Value (+2,10%). O Comité de Política de Investimento descreve um trimestre dominado pelo conflito no Médio Oriente — que fechou efectivamente o Estreito de Ormuz e empurrou o petróleo acima dos 100 USD/barril — e por uma forte dispersão de IA entre vencedores e perdedores percebidos. As gestoras reforçaram Microsoft em software, iniciaram Roper Technologies a 16,1x lucros futuros e adicionaram a Booking Holdings, defendendo a sua infra-estrutura como difícil de replicar por IA. A carteira negoceia a 13,8x lucros futuros, desconto material face ao S&P 500 (19,1x) e ao Russell 1000 Value (16,2x).

Eagle Capital Management, LLC 1750 palavras

A Eagle Capital Management recuou 6,4% líquidos no primeiro trimestre de 2026, ficando atrás tanto do S&P 500 (-4,3%) como do Russell 1000 Value (+2,1%). A carta, sob o título «Menos Diversidade, Mais Momentum», sustenta que a ascensão da gestão passiva e das plataformas multi-gestor tornou o mercado menos eficiente e mais reactivo, criando oportunidade para quem detém activos controversos com crescimento de resultados acima do mercado. A Eagle detalha posições representativas construídas nos últimos trimestres: UnitedHealth e Humana em managed care, Mercado Libre, o trio de software SAP, Workday e Intuit, Danaher, London Stock Exchange e S&P Global em infra-estruturas de mercado, e a produtora de gás natural EQT. A tese central: qualidade mal-avaliada como alegada perdedora de IA.

Eagle Point Capital 2644 palavras

Eagle Point Capital, gerido por Matt Franz e Dan Shuart, dedica a sua carta da Primavera de 2026 à articulação da filosofia de investimento perante o ritmo acelerado de mudança tecnológica. Os gestores defendem investir em áreas que dificilmente mudarão — desejos humanos atemporais, infra-estrutura física e serviços essenciais — em detrimento da disrupção digital. McKesson serve de caso de estudo central, ilustrando o contraste entre negócios resilientes (a metáfora da barata, capaz de sobreviver a qualquer ambiente) e especialistas frágeis como Nvidia, TSMC ou o exemplo cautelar de Chegg. A carta reforça a concentração em seis a dez posições com postura de proprietário privado e revisita a regra de três de Rochon e o memorando de Fundamentals.

Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy 2000 palavras

A Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy recuou −9,2% gross (−9,4% net) no T1 2026, abaixo do índice Bloomberg World Growth (−7,0%), embora tenha resistido melhor do que vários indicadores de crescimento como o Magnificent 7 (−12,0%), o e-commerce (−11,1%) ou as comunicações (−9,6%). O trimestre foi dominado por duas questões de AI — a bolha e a disrupção do software — e pela guerra Irão–EUA–Israel, que despoletou uma rotação para energia e defesa. O gestor mantém o overweight em AI, argumentando que a correcção reduziu riscos sem apagar a oportunidade, e defende que a AI não vai devorar o software crítico de missão. A única iniciação foi a Booking.com, financiada por reduções em semicondutores (Applied Materials, Tokyo Electron).

FAM Funds (Fenimore Asset Management) 3500 palavras

A Fenimore Asset Management publicou comentário trimestral cobrindo três estratégias: FAM Small Cap (-10,01%), FAM Dividend Focus (-4,04%) e FAM Value (-1,31%), todas em queda no T1 2026. A operação militar no Médio Oriente desencadeou rally em energia e materiais — sectores em que a casa tem exposição limitada — enquanto a narrativa SaaSpocalypse de receios de desintermediação por IA penalizou holdings de qualidade em software, info services e corretagem de seguros. Gestores articulam tese contrarian de adicionar a CBIZ, CIGI, DSGX, SPSC, BR e AJG, defendendo que os receios são exagerados; iniciam GIL, SPGI, AJG e RYAN. Argumentam que múltiplos comprimidos para mínimos COVID-era criam pontos de entrada atractivos para compounders.

Fidelity Growth Strategies Fund 1400 palavras

O Fidelity Growth Strategies Fund (Retail Class) recuou 3,21% no primeiro trimestre de 2026, superando de forma notável o Russell Midcap Growth Index (−6,35%) num trimestre em que mid-caps de crescimento ficaram no fundo da tabela. A selecção de indústria — sobretudo um grande overweight em industriais — conduziu o desempenho relativo: participações não-benchmark em Sterling Infrastructure (+33%) e Coherent (+29%), a par de MasTec (+48%) e Comfort Systems USA (+47%), capturaram o buildout de data centers de IA via capital goods picks-and-shovels. O underweight em Vertiv (+55%) foi o maior detractor. A guerra do Irão provocou um choque na oferta de petróleo que reavivou a inflação e levou o mercado a retirar cortes da Fed. A gestora Shilpa Mehra mantém convicção nas industriais que habilitam a IA.

FMI Funds — Carta a Accionistas 1700 palavras

A FMI emitiu carta T1 2026 enquadrando o impacto da guerra do Irão (iniciada em 28 de Fevereiro de 2026) sobre os mercados accionistas globais. O bloqueio do Estreito de Hormuz disparou o petróleo acima de $100, gerando riscos de recessão e estagflação. As gestoras articulam a sua posição estrutural: subponderação a energia e defesa por considerações de qualidade e valorização, sobreponderação a duráveis e materiais ligados ao mercado norte-americano de remodelação habitacional, e três casos contrarian em pormenor — Huron Consulting e Booking Holdings, ambos pressionados por receios de IA considerados exagerados, e IMCD, sob pressões cíclicas vistas como temporárias. Mantêm disciplina de qualidade e valor face a um ambiente macro acutemente desafiante, recordando que correcções pós-conflitos militares têm sido historicamente curtas.

FPA Crescent Fund 900 palavras

O FPA Crescent registou −1,55% no primeiro trimestre de 2026 e +16,06% nos últimos doze meses, captando 80,3% do retorno do MSCI ACWI com exposição líquida média ao risco de 63,8%. A exposição manteve-se estável face ao final de 2025, mas houve actividade material: os maiores reforços foram Azelis, distribuidora europeia de químicos especiais small-cap, e Becton Dickinson, tecnologia médica norte-americana. As duas maiores vendas recaíram sobre Alphabet e TE Connectivity, posições detidas há mais de uma década e actualmente favorecidas pelo mercado pela exposição à inteligência artificial. As gestoras descrevem rotação dos capitais libertados para SMID caps, nomes internacionais e saúde, sectores onde encontram avaliações mais razoáveis. Glencore e Aon foram discutidos como contribuidores nos últimos doze meses.

Singular Asset Management, S.G.I.I.C., S.A. — Gamma Global 2857 palavras

O Gamma Global rendeu 2,6% no primeiro trimestre de 2026 e acumula 35,6% desde o lançamento em Abril de 2021. Boluda e Castro atribuem o trimestre ao rendimento fixo, com as obrigações da Kosmos Energy a valerem mais de um terço do benefício total: a tese de inflexão — GTA em produção, Jubilee recuperado, dívida a cair de 3.000 milhões — foi acelerada pelo encerramento do Estreito de Ormuz e pelo petróleo acima de 100 dólares. A guerra levantou também as yields, com a obrigação americana a 30 anos acima de 5%, mas a duração curta de 2,2 anos protegeu a carteira. Venderam Verve, TPA, TGS, Shearwater, Tidewater, Bluenord e DNO, e elevaram as acções de 7% para mais de 11% durante a correcção antes de regressarem ao ponto de partida.

Gator Capital Management — Financial Partners Funds 2042 palavras

O Gator Financial Partners recuou 7,22% no primeiro trimestre de 2026, aquém do S&P 500 mas à frente do índice sectorial S&P 1500 Financials, com os pequenos e médios Financials a superarem novamente os maiores bancos e seguradoras. Derek Pilecki dedica o trimestre à tese sobre a Ameriprise Financial, recomprada depois de a acção cair com os receios de desintermediação dos consultores financeiros pela inteligência artificial. Descreve um negócio de gestão de património pouco intensivo em capital, com ROE acima de cinquenta por cento e descontado por ser classificado como seguradora de vida. Cortou Compass, vendeu a Webster após a oferta do Santander e adicionou Primerica e PROG Holdings, encerrando com exposição bruta próxima de duzentos por cento e líquida de cinquenta e dois por cento.

Giverny Capital Asset Management 3272 palavras

A Giverny Capital Asset Management, gerida por David Poppe, cedeu 6,88% líquido no primeiro trimestre de 2026 contra menos 4,33% do S&P 500 TR. A campanha de bombardeamentos norte-americana contra o Irão fez disparar o petróleo e a carteira perdeu 8% só em Março. O maior detractor foi a Constellation Software, que caiu 44,5% em doze meses sem que Poppe vendesse uma acção; entrevistas a antigos quadros sustentam a tese de que substituir sistemas ERP continua caro e disruptivo, por muito que o custo de escrever software esteja a colapsar. No trimestre saiu da Ametek a 232 dólares e iniciou a American Express a 294, reforçou Kinsale, TWFG e Hawkins, e fechou com 6% de liquidez.

Green Alpha Investments — Next Economy Growth & Income 2450 palavras

A Green Alpha Investments dedica a carta do primeiro trimestre de 2026 à tese da Next Economy — um trimestre em que, segundo a gestora, os riscos há muito acumulados deixaram de ser teóricos e passaram a ser cotados. O choque petrolífero do conflito Irão–EUA–Israel, com o encerramento do estreito de Ormuz e o Brent acima de 120 dólares, e a guerra tarifária expuseram carteiras dependentes de combustíveis fósseis e cadeias de abastecimento frágeis — vectores a que a estratégia, livre de fósseis desde a origem, diz não estar exposta. A carteira long-only detém 34 empresas globais de crescimento e rendimento, lideradas por semicondutores de ponta (TSMC, Lam Research), energia renovável (Brookfield) e infra-estrutura sustentável (HASI, IBM). A gestora mantém-se construtiva: a transição energética é gestão de risco, não aspiração.

Greenlight Capital 3257 palavras

A Greenlight Capital de David Einhorn registou +6,5% no primeiro trimestre de 2026, líquidos de comissões, contra −4,4% do S&P 500. Longs, shorts e macro contribuíram positivamente, com ouro (físico mais opções binárias), Acadia Healthcare, DHT Holdings e Core Natural Resources como maiores contributors; SOFR futures, Kyndryl e Graphic Packaging foram os detractores. Metade da carta dedica-se ao conflito Irão e à incerteza sobre o Estreito de Hormuz, articulando posicionamento defensivo: 82% long, 46% short, hedges em índices e long em futuros de petróleo de Outubro. Iniciaram Versant Media (spin-off da Comcast a sub-4x EBITDA), Crocs e SLM. Mantêm long SOFR futures por convicção de cortes da Fed.

GreensKeeper Value Fund 1950 palavras

O GreensKeeper Value Fund recuou 8,1% no primeiro trimestre de 2026, penalizado pela eclosão da guerra no Médio Oriente, que provocou uma forte correcção dos principais índices. Michael McCloskey mantém a disciplina — a carta intitula-se «Grit» — e aproveitou a fraqueza do mercado para reforçar posições nucleares e iniciar a Amadeus. A TVA Group, a Automatic Bank Services e a Hershey lideraram os contributos, enquanto a ICON e a Visa penalizaram a carteira. O gestor dedica especial atenção à Berkshire Hathaway, a maior posição, defendendo-a perante a indiferença de um mercado seduzido por narrativas especulativas de inteligência artificial em detrimento de fluxos de caixa comprovados.

GROW Small Cap Equity Long/Short L.P. 1780 palavras

A GROW Small Cap Equity Long/Short (GROW Funds LLC) subiu 4,18% líquidos no primeiro trimestre de 2026, enquanto o Russell 2000 Growth recuou 2,80%. As posições longas contribuíram e as coberturas por índices e as vendas a descoberto individuais protegeram a carteira durante a correcção provocada pela guerra com o Irão, iniciada com a Operação Epic Fury no final de Fevereiro. Do lado longo destacaram-se a Buda Juice, a Paysign e a Tigo Energy; do lado curto, o fundo iniciou vendas em Palantir, Robinhood, Astera Labs e Intuitive Surgical, cobrindo a Harrow. Os detractores foram a Duos Technologies e a Profound Medical. A carta articula cepticismo sobre o retorno do capex em IA, petróleo estruturalmente mais alto e a deslocação de valor no small cap face às Magnificent Seven.

Guinness Global Equity Income Fund 3400 palavras

O Guinness Global Equity Income Fund recuou −0,5% no primeiro trimestre de 2026 (Classe Y Dis, GBP), contra −1,7% do MSCI World, superando o índice em 1,2 pontos percentuais, mas ficando 0,4pp aquém da média do sector IA Global Equity Income. Os gestores Ian Mortimer e Matthew Page atribuem a resiliência à rotação para defensivas e valor: os sobrepesos em Bens de Consumo Essenciais e Industriais foram vento a favor, tal como o subpeso em software. A ausência total de Energia foi o maior travão perante o choque petrolífero do conflito EUA-Irão. A única alteração à carteira foi vender Diageo e comprar RELX, apanhada na 'SaaS-pocalypse'. O rendimento de dividendos fechou em 2,0%.

Guinness Global Innovators Fund 7870 palavras

O Guinness Global Innovators Fund recuou −4,5% no primeiro trimestre de 2026 (em libras), contra −1,6% do MSCI World e −2,6% do sector IA Global, ficando 2,8 pontos percentuais aquém do índice. Fundo de crescimento de qualidade, 30 posições equiponderadas. O trimestre foi dominado pelo choque energético do conflito EUA-Irão, com o Brent a saltar de 72 para 118 dólares, e pela reavaliação estrutural do software (a 'SaaS-pocalypse') após o lançamento do Claude Cowork. Os semicondutores foram o ponto brilhante — Applied Materials (+33,2%) e Lam Research (+25,0%) lideraram —, mas o software penalizou, com Intuit (−34,6%) e Adobe (−30,5%) os piores. A exposição nula a Energia foi um travão relativo. Os gestores não fizeram alterações à carteira.

Harding Loevner Global Equity Strategy 2750 palavras

O Harding Loevner Global Equity Strategy registou −5,45% (gross) e −5,55% (net) no primeiro trimestre de 2026, contra −3,11% do MSCI ACWI. A carta articula uma narrativa de resiliência face ao choque energético desencadeado pelo conflito Irão-Israel: Brent +60% no mês, sector Energy +33,9% no trimestre, e rotação para o "HALO trade" — heavy asset, low obsolescence. ASML, SLB, CME Group, Tradeweb e Shell foram os top contributors; Booking Holdings, Tencent, Adobe, Sony e HDFC Bank foram os top detractors. O fundo iniciou oito posições (AstraZeneca, CATL, Infineon, nVent Electric, RGA, Ryanair, Safran, Samsung Electronics) e saiu de sete (Alfa Laval, Atlas Copco, CoStar, Delta Electronics, Inovance, Mindray, Walmart de México). Schneider Electric, Safran e Ryanair são desenvolvidas em detalhe no quadro de infraestrutura física e disciplina de balanço.

Hayden Capital 4300 palavras

Fred Liu reporta uma queda de 28,3% no primeiro trimestre, contra apenas 4,3% do S&P 500 e 2,2% do MSCI World: o capital rodou para a infraestrutura de IA e puniu as plataformas de internet e fintech que dominam a carteira. Liu recusa perseguir os semicondutores, «demasiado difíceis de jogar», e reafirma a tese central de que o valor da IA se acumula nas aplicações e utilizadores, não no equipamento. Enquadra as quedas como a portagem estrutural do investimento (Mauboussin, Wes Gray) e vê a melhor janela em anos para o investidor activo em tecnologia. Aprofunda a Sea Ltd e a nova posição Unity.

Heartland Mid Cap Value Fund 1860 palavras

O Heartland Mid Cap Value Fund subiu 4,09% no primeiro trimestre de 2026 (Investor Class), superando o Russell Midcap Value (+3,68%) por selecção de títulos em financeiras, consumo discricionário e tecnologias de informação. As gestoras Colin McWey, Will Nasgovitz e Troy McGlone articulam uma abordagem dual de Quality Value e Deep Value, com a carteira a operar perto do limite superior do sobrepeso histórico em Quality Value. EOG Resources foi top contributor, beneficiada por produtividade no Permian e tailwind geopolítico. Iniciaram Murphy USA (combustíveis e conveniência low-cost) com desconto de 45% versus pares. Mohawk Industries e Exelon ilustram a tese de Deep Value. Micron Technology é citada como contraponto: euforia da IA superextrapolada em avaliação, com EV/vendas multiplicado por seis em poucos anos.

Heartland Opportunistic Value Equity Strategy 1400 palavras

A Heartland Opportunistic Value Equity Strategy rendeu +3,66% no primeiro trimestre de 2026, superando os +2,23% do Russell 3000® Value. Troy McGlone e Colin McWey mantêm-se ancorados na análise fundamental bottom-up, recusando especular sobre a duração do conflito no Médio Oriente ou a direcção do petróleo. A carta contrasta a euforia em torno dos vencedores de IA — a Caterpillar cotou acima de 6x vendas — com uma lista crescente de perdedores a avaliações de 2008-2009, e defende a atractividade das small e mid caps face à concentração recorde de 41% do S&P 500 nas dez maiores. Iniciaram a Murphy USA, saíram de um fabricante de aquecimento industrial ao atingir o valor intrínseco e mantêm a Elevance Health, o maior detractor do trimestre.

Heartland Value Fund 1700 palavras

O Heartland Value Fund registou +7,35% no primeiro trimestre de 2026, batendo os +4,96% do Russell 2000® Value. Will e Bill Nasgovitz articulam tese estrutural de rotação de mega-cap tecnológicas para small value, ancorada em valuações historicamente atractivas — múltiplo da carteira a 11,3x os lucros estimados face a 17,3x do Russell 3000®. A guerra do Irão e a fuga para a segurança em Março criaram pausa transitória mas não invalidaram o argumento. Calavo Growers e SunOpta foram alvo de aquisição; Alexander & Baldwin e Plymouth Industrial saíram via comprador privado, com capital reciclado para Allegiant, i3 Verticals e Chiron Real Estate, todos com gestão renovada.

Hinde Group (1578 Partners, LP) 1150 palavras

O Hinde Group, gerido por Marc Werres, avançou 3,41% líquido no primeiro trimestre de 2026, superando a queda de 4,33% do S&P 500. O período foi marcado por dois choques: a «SaaS-pocalypse» desencadeada pelo modelo Opus 4.5 da Anthropic e a campanha militar contra o Irão de 28 de Fevereiro, que empurrou o Brent para 126,69 dólares. Interactive Brokers, Northeast Bank e Becton Dickinson lideraram os contributos, com a Uber, que recuou 12%, como única detractora relevante. Werres aparou a IBKR a preços elevados, saiu de Sleep Number e reforçou Amazon e Netflix, mantendo sete posições longas e 9,8% de caixa. O grosso da carta disseca a Becton Dickinson como situação especial após a transacção Reverse Morris Trust com a Waters.

Horos Asset Management 300 palavras

A carta do primeiro trimestre de 2026 da Horos Asset Management é breve e quase inteiramente de enquadramento. Javier Ruiz nota que o início do ano voltou a ser marcado pelo aparecimento de novas fontes de incerteza, com nervosismo e volatilidade nos mercados, e observa que, como nos últimos anos, as correcções deram lugar a recuperações rápidas, o que tende a limitar o surgimento de oportunidades verdadeiramente atractivas. Desta vez, porém, a incerteza teve um impacto muito desigual entre sectores, o que permitiu reequilibrar as carteiras e aumentar o seu potencial, com movimentos numerosos ao longo do período. Divulga retornos trimestrais de -2,6% no Horos Value Internacional, 0,7% no Horos Value Iberia e 0,2% no Horos Patrimonio. Não há posições nem atribuição.

Hosking Partners Global Equity Strategy 1621 palavras

O Hosking Partners registou +3,2% líquidos no primeiro trimestre de 2026, contra -3,2% do índice de referência, com desempenho superior de 6,4 pontos. Em doze meses, o fundo entregou +39,1% versus +20,0% do índice. A estratégia beneficiou de exposição selectiva à expansão de capex de IA via memórias (SK hynix, Micron, Samsung), de um sobreponderar significativo a energia (12,2% vs 3,9%) que se valorizou após o conflito do Irão a 28 de Fevereiro, e de aplicação consistente da lente de capital cycle. Principal sector contribuidor negativo foram financeiras (Synchrony, Capital One, Jefferies, UBS, 3i). A carta inclui a chegada de Michael Godfrey como quinto multi-counsellor em Janeiro 2026, partilhando sleeve com Jeremy Hosking.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1300 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) entregou +0,36% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%) num trimestre marcado pela disrupção geopolítica. O sobrepeso em software (Workday, Salesforce) e seguradoras de saúde (Elevance Health) foi o principal detractor; a sobreexposição ao sector energético — APA, Ovintiv e Olin — gerou retornos colectivos de +49% e funcionou como cobertura efectiva contra o choque petrolífero. A equipa adopta postura contrarian face aos receios de disrupção por IA generativa, defendendo as posições em software pela complexidade de integrações e elevada retenção de clientes, e rejeita a leitura estrutural do mercado sobre as pressões nas seguradoras.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1300 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) entregou +0,36% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%) num trimestre marcado pela disrupção geopolítica. O sobrepeso em software (Workday, Salesforce) e seguradoras de saúde (Elevance Health) foi o principal detractor; a sobreexposição ao sector energético — APA, Ovintiv e Olin — gerou retornos colectivos de +49% e funcionou como cobertura efectiva contra o choque petrolífero. A equipa adopta postura contrarian face aos receios de disrupção por IA generativa, defendendo as posições em software pela complexidade de integrações e elevada retenção de clientes, e rejeita a leitura estrutural do mercado sobre as pressões nas seguradoras.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1300 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) entregou +0,36% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%) num trimestre marcado pela disrupção geopolítica. O sobrepeso em software (Workday, Salesforce) e seguradoras de saúde (Elevance Health) foi o principal detractor; a sobreexposição ao sector energético — APA, Ovintiv e Olin — gerou retornos colectivos de +49% e funcionou como cobertura efectiva contra o choque petrolífero. A equipa adopta postura contrarian face aos receios de disrupção por IA generativa, defendendo as posições em software pela complexidade de integrações e elevada retenção de clientes, e rejeita a leitura estrutural do mercado sobre as pressões nas seguradoras.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1200 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) registou +0,36% no primeiro trimestre de 2026, abaixo do +2,10% do Russell 1000 Value Index. O sobrepeso em energia foi cobertura eficaz face ao conflito EUA-Israel-Irão (Brent +100% para 127 dólares por barril), com energia a contribuir +49% colectivamente. APA, Ovintiv e Olin destacaram-se como principais contribuidores. Em sentido inverso, o sobrepeso em software (Workday e Salesforce) e em seguradoras de saúde (Elevance Health) detraiu do desempenho relativo. A equipa defende a tese de que os receios de disrupção por IA generativa estão exagerados e que estas posições representam oportunidade. Tese estrutural de subaprovisionamento de crude mantém-se intacta.

Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund 1466 palavras

O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) registou +6,74% no primeiro trimestre de 2026, batendo o +3,68% do Russell Midcap Value Index. O sobrepeso e a selecção de títulos em energia foram o principal contributo positivo, com as posições energéticas a renderem colectivamente +79% (vs +37% do índice). Kosmos Energy, APA e Crescent Energy lideraram contribuições, beneficiando do prémio de risco geopolítico após o conflito EUA-Israel-Irão (Brent +100% para 127 dólares) e do fecho do Estreito de Ormuz. Em sentido contrário, Workday detraiu por receios de deslocamento por agentes de IA, considerados exagerados pela equipa; WPP e AIG também pesaram. Tese estrutural de subaprovisionamento de crude mantida.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1180 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund subiu 0,36% no T1 2026 contra 2,10% do Russell 1000 Value, ficando aquém em ~174 pontos base. O sobrepeso em software empresarial (Workday, Salesforce) foi o principal detractor isolado, seguido por seguradoras de saúde (Elevance Health). O contributo positivo veio de energia, com APA, Ovintiv e Olin a beneficiarem da subida do Brent para $127/bbl após o conflito EUA-Israel-Irão e o fecho do Estreito de Ormuz. As gestoras articulam tese contrarian em software: receios de disrupção por IA considerados exagerados, com retenção bruta de clientes a 97% (Workday) e 92% (Salesforce). Mantêm convicção em energia por subabastecimento estrutural global e em seguradoras por reprecificação anual permitir recuperação de margens.

iMGP Low Duration Income Fund 3163 palavras

O iMGP Low Duration Income Fund recuou 0,06% no primeiro trimestre de 2026, praticamente a par do Bloomberg Aggregate, que cedeu 0,05%, e atrás do índice de 1 a 3 anos, que subiu 0,32%. Os três sub-gestores escrevem sob o choque do conflito no Irão: o Brent subiu 63% em Março e ultrapassou os 100 dólares por barril, as taxas do Tesouro dispararam e a probabilidade de corte de juros na reunião de 29 de Abril caiu abaixo de 1%. A Brown Brothers Harriman descreve um alargamento apenas marginal dos spreads, que melhorou as avaliações sem produzir saldos. A Guggenheim mantém sobrepeso em obrigações hipotecárias de agência e subpeso em crédito de qualidade. A Neuberger Berman lê o prémio de volatilidade implícita como sustentado.

Impax Global Environmental Markets Fund 820 palavras

O Impax Global Environmental Markets Fund recuou 0,76% (Institutional Class) no primeiro trimestre de 2026, mas superou o MSCI ACWI, que caiu 3,20%. A selecção em tecnologia da informação e na cadeia de valor dos semicondutores — TSMC e Applied Materials — foi fonte de valor, a par dos gases industriais defensivos, com destaque para a Linde. Em termos absolutos, saúde e tecnologia detraíram: a Microsoft cedeu com receios sobre gastos em IA, a Agilent recuou com a especulação em torno da QIAGEN e a Kerry Group desiludiu. O conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz dominaram, disparando a energia. A equipa mantém uma abordagem de 'picks and shovels' à IA e lastro defensivo em resíduos, gases industriais e utilities.

Impax US Sustainable Economy Fund 1620 palavras

O Impax US Sustainable Economy Fund recuou 4,66% (Institutional Class) no primeiro trimestre de 2026, contra uma queda de 4,18% do Russell 1000. A ausência estrutural de exposição a energia, imposta pela política de combustíveis fósseis da Impax, foi o maior travão isolado do retorno relativo (-1,19pp), num trimestre em que o encerramento do Estreito de Ormuz fez disparar os preços energéticos. A subponderação a Tesla e a exclusão da Meta Platforms geraram os dois maiores contributos activos positivos; Oracle, Qualcomm e S&P Global detraíram. Scott LaBreche e Christine Cappabianca sublinham que o posicionamento sectorial resulta do processo de construção da carteira e que a equipa tem submetido as posições a testes de esforço face ao conflito.

Ironvine Capital Partners — Concentrated Equity Composite 3120 palavras

A Ironvine reporta um trimestre de bifurcação extrema entre vencedores e perdedores da IA, com o universo de investimento da gestora a transaccionar no maior desconto a fair value desde a queda de Liberation Day. A composta Concentrated registou −5,61 por cento face a −4,33 do S&P 500. O lançamento do Claude Cowork em Fevereiro alargou a disrupção para além do software, punindo serviços de informação e brokers de seguros entre 20 e 30 por cento. A gestora organiza o portfolio em quatro buckets: insulados (Union Pacific, HEICO, Honeywell, Watsco), habilitadores reduzidos por realização parcial (TSM, ASML, AMAT, ADI, APH), ameaçados evitados, e messy middle onde habita Amazon, Constellation Software, Microsoft, Moody's e S&P Global a transaccionar perto de mínimos de década.

Jackson Peak Capital 1300 palavras

A Jackson Peak Capital recuou 21,0% líquido no T1 de 2026, contra -2,2% do MSCI ACWI e -1,5% do HFRX Equity Hedge Index. Patrick O’Brien atribui o resultado ao reforço da exposição a tecnologia e da exposição líquida a partir dos níveis baixos do T4, apostando no rápido progresso dos laboratórios de IA — logo antes de o conflito no Irão desencadear uma queda generalizada — e a posições event-driven que se moveram contra o fundo. A exposição líquida fechou em 36%, acima dos 25% do T4, orientada para a infra-estrutura de IA. A Core Scientific era a maior posição e a EchoStar a principal aposta event-driven, rumo à IPO da SpaceX. FIX, ZM e CRM contribuíram; SATS, BL e ENR detraíram.

Janus Henderson Forty Fund 780 palavras

O Janus Henderson Forty Fund (Class I) recuou 12,25% no primeiro trimestre de 2026, subdesempenhando o Russell 1000 Growth Index (-9,78%) e o S&P 500 (-4,33%), num trimestre em que a guerra no Médio Oriente empurrou o petróleo acima dos 100 dólares por barril, elevou as yields obrigacionistas e esfriou as expectativas de cortes da Fed. Oracle e DraftKings foram os principais detractores — ambas mantidas —, enquanto Eaton, Howmet e Taiwan Semiconductor contribuíram positivamente via exposição a data centers e à cadeia de fornecimento de IA. A gestora mantém-se construtiva, antecipando que a procura por computação de IA continuará a exceder a oferta.

Janus Henderson Global Sustainable Equity Fund 1520 palavras

O Janus Henderson Global Sustainable Equity Fund (Class I) recuou 3,07% no primeiro trimestre de 2026, superando ligeiramente o MSCI World Index (-3,57%) num trimestre marcado pela escalada do conflito Irão–EUA–Israel e pelo encerramento do Estreito de Ormuz, que provocou o maior choque súbito de oferta de petróleo alguma vez registado. A alocação sectorial penalizou o desempenho relativo — a exclusão de combustíveis fósseis deixou o fundo com exposição mínima aos quatro melhores sectores —, mas a selecção de acções compensou quase toda a diferença. Keysight, TSMC e Boralex lideraram os contributos; Microsoft, Experian e Saint-Gobain detraíram. Hamish Chamberlayne e Aaron Scully reafirmam a tese em qualidade, infraestrutura de IA e transição energética.

Survivor & Thriver Fund, LP (JDP Capital) 2799 palavras

O Survivor & Thriver Fund da JDP Capital recuou 15,1% líquido no primeiro trimestre de 2026, contra -4,3% do S&P 500 com dividendos reinvestidos. Jeremy Deal enquadra a queda como produto de dois choques sequenciais — medo de disrupção por IA generativa em software e adjacências, seguido da guerra no Irão e subida do petróleo — e defende oportunidade análoga ao setup pós-tarifas de 2025. O gestor reforça os quatro critérios Survivor & Thriver, com particular ênfase em capital allocation que alarga moat, usando Amazon como exemplo de reinvestimento agressivo penalizado pelo mercado. Saiu de Caesars (CZR) após buyout a fire-sale price com participação do CEO, mantendo apenas opções call OTM residuais. Iniciou nova posição em Mercado Libre (MELI) a ~1x GMV e ~18x resultados 2026E, com tese em penetração ecommerce subdesenvolvida na América Latina e scaling do Mercado Pago.

Jensen Quality Mid Cap Fund 1500 palavras

O Jensen Quality Mid Cap Fund recuou -2,53% líquido (Classe I) no T1 2026, aquém do MSCI US Mid Cap 450 (+0,60%), penalizado pela selecção em industriais e pela ausência total de Energia num trimestre marcado pela Guerra do Irão e pela subida dos preços do petróleo. O detractor central foi o receio de disrupção por IA em software e serviços empresariais — Broadridge, Genpact, FactSet, Fair Isaac e Equifax —, que a equipa considera largamente indiscriminado, ainda que tenha liquidado a FactSet por reconhecer aí uma ameaça real. Keysight, Ross Stores e Kroger lideraram os contributos. Iniciou Aon, Sherwin-Williams e Cadence e saiu de FactSet, Hologic, ON Semiconductor, Lululemon e Landstar, mantendo inalterada a disciplina de qualidade assente em ROE persistentemente acima de 15%.

Kingdom Capital Advisors, LLC 1706 palavras

O Kingdom Capital Advisors registou +8,01% líquido no primeiro trimestre de 2026, contra +0,89% do Russell 2000 TR, evitando a venda concentrada em software por receios de IA. David Bastian destaca a maturação de múltiplos catalisadores em posições de situações especiais. Desde a inception em Janeiro de 2022, o fundo composto compunde a 22,81% líquido anualizado contra 4,80% do Russell 2000. No trimestre saíram TSSI, WATT, STKL, ZD e KODK com ganhos materializados; foi iniciada posição em Alliance Entertainment, com tese de distribuição exclusiva de física media (Paramount/MGM) e EBITDA estimado em $60M, eventualmente $100M com aquisição de Warner. UNFI, NLOP, MAGN e NVRI mantêm-se em carteira.

Kopernik Global All-Cap Equity Fund 1100 palavras

O Kopernik Global All-Cap Equity Fund valorizou 6,9% em dólares no primeiro trimestre de 2026 (classe C, líquido de comissões), contra -3,2% do MSCI ACWI, num trimestre de ganhos em Janeiro e Fevereiro seguidos de forte correcção em Março com as ramificações energéticas do conflito no Médio Oriente. A carteira, de valor profundo e diversificada por sectores e geografias, beneficiou de produtores de petróleo e gás (Petrobras, Cenovus, Inpex), urânio (Kazatomprom, Paladin) e materiais (Glencore, K+S, Vale). Os gestores aproveitaram a subida dos preços para reduzir posições e reciclar capital para madeireiras, Humana, Tokyo Metro e software descontado. Mantêm convicção de que o valor recupera com força após subdesempenho extremo e de que as suas posições transaccionam com desconto substancial face ao valor intrínseco ajustado ao risco.

L1 Capital International (Unhedged) Active ETF 1850 palavras

O L1 Capital International (Unhedged) Active ETF registou −13,1% líquido no T1 2026, contra −6,1% do MSCI World em dólares australianos — o pior trimestre relativo desde a inception em 2019. Booking, CRH, Intuit e Microsoft detraíram cada um mais de 1%; TSMC foi o único contributor positivo significativo. David Steinthal e equipa argumentam que os mercados confundem incerteza de curto prazo com imparidade permanente, particularmente em software e empresas com risco percebido de IA. A tese central é deslocação extrema do portfólio face ao fair value, similar ao final de 2022. Trims em AerCap, Alphabet, HCA Healthcare e Weir Group por valuation; iniciadas duas posições novas não-divulgadas a partir do bench.

Lakehouse Global Growth Fund 2180 palavras

O Lakehouse Global Growth Fund recuou 14,6% em Fevereiro de 2026 face a -0,4% do MSCI All Country World Index (AUD), penalizado pela narrativa de disrupção de software por IA generativa que castigou indiscriminadamente o universo qualidade-crescimento. A gestora — concentrada em 16 negócios qualidade-globais com top 10 a 71,3% do NAV — argumenta que a venda generalizada é fundamentalmente desalinhada e identifica divergência entre preços actuais e fundamentos como oportunidade rara, reforçando ServiceNow, Workiva e Adyen e saindo de Pinterest e Wix. Resultados recentes do top 5 (MercadoLibre, ServiceNow, Workiva, Adyen, Sansan) confirmam aceleração de receitas (~20% ponderado) e expansão de margens. Valuations em mínimos históricos, com vários nomes em P/L prospectivo entre 20x e 30x.

Laughing Water Capital 6538 palavras

Laughing Water Capital regista -4,5% líquido no primeiro trimestre de 2026, em linha com o S&P 500 (-4,3%) e atrás do Russell 2000 (+0,9%). Matthew Sweeney assinala a passagem do décimo aniversário do fundo, com retorno acumulado desde inception de 410% (17,7% anualizado) contra 189% do Russell 2000. Descreve uma carteira mais concentrada e em rotação, com a tese a deslocar-se para situações com balanços sólidos e catalisadores de prazo curto. Iniciaram-se posições em Stride (LRN) e Theravance Biopharma (TBPH); saíram PAR Technology e Vistry. Mantém-se convicção em Nextnav, Liquidia, SECURE Waste e Lifecore. O comentário rejeita a leitura macro do trimestre.

The London Company Income Equity Strategy 1150 palavras

A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Income Equity referente ao T1 2026, período em que a carteira rendeu 4,2% líquidos contra 2,1% do Russell 1000 Value. Tanto a selecção de acções como a exposição sectorial foram ventos de cauda, com a estratégia a exceder as expectativas de captura de subida de 85-90%. A escalada do conflito no Irão em Março, com o crude a subir mais de 75%, reacendeu receios inflacionistas e beneficiou a Chevron e a Air Products, ao passo que Microsoft, Nintendo e Apple recuaram por receios de deslocação por IA. A casa reforçou Dominion e Berkshire, iniciou Restaurant Brands e aparou Corning, interpretando o revés como pausa no alargamento plurianual do mercado.

The London Company Large Cap Strategy 1352 palavras

O The London Company emitiu comentário trimestral sobre o T1 2026, marcado pela queda de 4,3% do S&P 500 — o pior trimestre desde 2022 — e por dispersão sectorial após anos de domínio das mega-caps tecnológicas. As estratégias Large Cap e Income Equity produziram retornos absolutos positivos contra benchmarks de referência em terreno negativo, beneficiando da rotação para fora do tema da Magnificent 7 (que recuou cerca de 11% em base ponderada). Mid, SMID e Small Cap ficaram aquém devido ao subponderamento estrutural em Energia, que se tornou vento contrário pontual após a escalada do conflito no Irão em Março. A casa interpreta este episódio como pausa, não fim, do alargamento de mercado iniciado no final de 2025.

The London Company Small-Mid Cap Strategy 1146 palavras

A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Small-Mid Cap referente ao T1 2026, período em que a carteira recuou 3,6% líquidos (3,4% brutos) contra uma subida de 2,0% do Russell 2500. Tanto a exposição sectorial como a selecção de acções foram ventos contrários, com a estratégia a ficar aquém das expectativas de captura de subida de 85-90%. A escalada do conflito no Irão em Março, com o crude a subir mais de 75%, provocou uma rotação estreita para energia, agricultura e activos reais que penalizou a carteira de qualidade. A casa iniciou a Cooper Companies, reforçou Qualys, Churchill Downs, CCC e ACI Worldwide, e saiu de Axalta, Waters e Trex, interpretando o revés como pausa no alargamento plurianual do mercado.

Long Cast Advisers 1580 palavras

Avram Fisher assina a carta trimestral da Long Cast Advisers relativa ao primeiro trimestre de 2026, com retorno líquido nulo, alinhado com o Russell 2000, o iShares US MicroCap e o iShares SmallCap EAFE, todos a 1%. Desde a constituição em Novembro de 2015 acumula 270% líquidos, 13% anualizados, contra 139% e 9% do Russell 2000. PDEX, MAMA e MPTI lideraram os contributos; RSSS, QRHC e PESI penalizaram. No trimestre reforçou NRC e CCRN e saiu de RELL, ENVX e CRAWA; as cinco maiores posições valem 62% da carteira. O gestor dedica metade da carta à qualidade da gestão e da cultura como activo não replicável, e defende que a RSSS beneficia da adopção de ferramentas de inteligência artificial em vez de ser vítima dela.

Longleaf Partners Fund 1955 palavras

O Longleaf Partners Fund registou -4,46% no T1 de 2026, em linha com o S&P 500 (-4,33%) mas aquém do Russell 1000 Value (+2,10%). Terminou o trimestre com rácio preço-valor em meados dos 50% e 12% de liquidez, posicionamento impulsionado por oportunidades em empresas de qualidade subavaliadas, não por leitura macro defensiva. Sem novas compras; saídas de Louisiana-Pacific, PayPal e Walt Disney concentraram capital em maiores convicções. CNH, FedEx e Rayonier (após fusão com PotlatchDeltic) destacaram-se como contribuidores; Avantor, Exor, Fortune Brands e Mattel detractaram. As gestoras intensificaram o engajamento com investidas e mencionam diálogo construtivo em FedEx, IAC, Albertsons e Regeneron. Conflito no Irão e risco de stress no crédito privado são citados como fontes de incerteza.

Longleaf Partners Small-Cap Fund 1600 palavras

O Longleaf Partners Small-Cap Fund recuou 2,72% no 1T 2026, à frente do Russell 3000 (−3,96%) mas atrás do Russell 2000 (+0,89%) e do Russell 2000 Value (+4,96%), num trimestre em que a energia alavancada dominou o índice de valor. P/V em high-50s%, 13,1% de liquidez e 16 posições, sem compras nem saídas. A Southeastern nota que os trimestres complicados foram penalizados em excesso: as posições que caíram mais de 50 pontos-base somaram −650, com queda de valor por acção inferior a 50. Intensificou o envolvimento activo, com uma vitória no conselho do Tripadvisor. Contribuíram Boston Beer, Shenandoah e Alexander's; detraíram Becle, Mattel, Tripadvisor e ESRT. A fusão Rayonier/PotlatchDeltic criou a maior posição do fundo.

Loomis Sayles Global Growth Fund 6742 palavras

O Loomis Sayles Global Growth Fund (Classe Y, LSGGX) caiu 13,09% no primeiro trimestre de 2026, contra uma queda de 3,20% do MSCI ACWI Index Net — um défice líquido de 9,89%. Arm Holdings, Novartis e Ambev foram os três maiores contribuidores; Shopify, Adyen e Tesla os três maiores detractores. Não houve compras novas e a única movimentação foi o reforço da posição existente na Ferrari, depois de fraqueza de preço de curto prazo. Aziz Hamzaogullari dedica espaço invulgar a rebater a narrativa de que a inteligência artificial ameaça de forma existencial o software empresarial, argumentando que os custos de mudança elevados preservam as vantagens competitivas da Shopify, da Autodesk, da Oracle, da Salesforce e da Workday. A rotação anualizada desde o início do fundo é de cerca de 8,7% e o desconto da carteira face ao valor intrínseco era de 47,9%.

LVS Advisory 2239 palavras

A LVS Advisory reporta os primeiros quatro meses de 2026: o Event-Driven rendeu 4,0% líquido, a versão alavancada estreou com 5,7% e o Growth ficou por 1,1%. Luis V. Sanchez organiza a carta em duas teses. A primeira é que o Event-Driven protegeu o capital em todas as quedas desde 2019, sofrendo menos de um terço da queda máxima do S&P 500. A segunda é que a mania da inteligência artificial não repete a bolha das dotcom, porque há receita real, escassez aguda de capacidade e balanços sólidos a financiar o capex. Um estudo próprio devolve 25x resultado operacional projectado para 2026 nos semicondutores, a comprimir para 14,8x em 2029. No Growth, reduziu geração eléctrica e grandes tecnológicas e reforçou construção e semicondutores.

Madison Large Cap Fund 780 palavras

O Madison Large Cap Fund (Class I) recuou 2,66% no primeiro trimestre de 2026, contra a queda de 4,33% do S&P 500 — a qualidade voltou a proteger capital numa correcção de mercado. O trimestre trouxe um alargamento há muito esperado para fora das mega-cap tecnológicas, ao mesmo tempo que receios de disrupção por IA penalizaram software e serviços asset-light. Os cinco maiores contributos vieram de Keysight, Analog Devices, Texas Instruments, Deere e PACCAR; do lado negativo estiveram Gartner, Danaher, Workday, Accenture e Agilent, todos marcados por temores de risco de IA que a gestora considera exagerados. A actividade foi intensa: iniciaram Meta e Salesforce, venderam Accenture e Starbucks, e reduziram Deere e PACCAR à medida que as avaliações passaram a incorporar a recuperação.

Magallanes Value Investors, S.A. SGIIC 3500 palavras

O grupo Magallanes registou no primeiro trimestre de 2026 retornos de -1,49% no fundo europeu, +2,56% no ibérico e -3,19% no de microcaps, com acumulações desde início de +173,32%, +193,82% e +67,86% respectivamente. Iván Martín atribuiu a correcção ao choque petrolífero pós-conflito iraniano de Fevereiro e ao encerramento temporário do Estreito de Hormuz, aproveitando o desconforto para reforçar industriais castigados como Saipem (nova), Befesa, Acerinox, ArcelorMittal e Gestamp, e para iniciar Amadeus após sobrereacção a temores sobre IA. Concretizou ganhos em saídas: Telecom Italia (OPA Poste Italiane, +130%), Commerzbank (3,5x), Bankinter (3x) e Deep Value Driller (3,4x). Lê reindustrialização europeia e autonomia estratégica como motor estrutural plurianual.

Mairs & Power Balanced Fund 1600 palavras

O Mairs & Power Balanced Fund recuou 1,77% no primeiro trimestre de 2026, mas superou o índice composto (60% S&P 500 TR / 40% Bloomberg US Gov/Credit), que caiu 2,68%, embora tenha ficado atrás dos pares Morningstar Moderate Allocation, em queda de 1,20%. A superação accionista veio da reposição do mercado a favor de empresas com poder de resultados durável, penalizando as mais expostas à inteligência artificial. A Tecnologia liderou o contributo, com Littelfuse, Entegris e Texas Instruments; Toro e Fastenal ajudaram nos Industriais e o sobrepeso defensivo às Utilities compensou. Abbott, UnitedHealth, Fiserv e Visa penalizaram. Iniciadas Palo Alto Networks e Waste Management; vendida a Salesforce. O choque energético do conflito no Irão reacendeu a inflação e deixou a Reserva Federal em compasso de espera.

Mar Vista U.S. Quality Strategy 3478 palavras

Mar Vista U.S. Quality registou −7,24% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 (−4,18%) e do S&P 500 (−4,33%) num trimestre marcado pelo conflito Irão–Israel, subida do petróleo e re-precificação das taxas. Saúde e materiais foram os contributors sectoriais; industriais e tecnologia detractores. Top contributors foram Johnson & Johnson, Linde e Analog Devices; top detractors Microsoft, Intuit e TransDigm. Iniciaram Ecolab, GE Vernova e QXO; saíram de Salesforce, SAP e Veralto, com tese explícita de risco de disrupção dos modelos SaaS por IA agentic. Reforçaram Broadcom, GE Aerospace, Netflix e NVIDIA. Perspectiva: ambiente fundamentally-driven favorece negócios de qualidade com vantagens competitivas duráveis e disciplina de capital.

Massif Capital Real Assets Strategy 6881 palavras

A Massif Capital Real Assets Strategy avançou 16,0% líquido no primeiro trimestre de 2026, o vigésimo oitavo trimestre consecutivo, impulsionada pela mineração e pela energia. O complexo norueguês — Vår Energi, Equinor e Aker BP — e a britânica Harbour Energy somaram 12,0% dos ganhos brutos, e a Allied Critical Metals, promotora de tungsténio em Portugal, foi o maior contributo individual, com 6,7% sobre menos de 8% do NAV. William M. Thomson articula uma tese de regime: a passagem de uma ordem de matérias-primas assente na geologia para outra assente na geografia, com estrangulamentos, sanções e o Estreito de Ormuz a redefinir os preços. Mantém-se construtivo no petróleo a cinco anos e defende um prémio geopolítico estrutural que a curva ainda não desconta.

Matrix Asset Advisors 3503 palavras

A Matrix Asset Advisors descreve um primeiro trimestre de 2026 em que o S&P 500 recuou 4,33%, com a queda concentrada em Março depois de os Estados Unidos e Israel terem começado a bombardear o Irão a 28 de Fevereiro. As duas carteiras de acções aguentaram melhor: a Large Cap Value cedeu na casa baixa de um dígito e a Dividend Income fechou com ganho modesto. A casa leu a correcção como oportunidade, iniciou a Intuit e a Nike na Large Cap Value e a Automatic Data Processing e a Procter & Gamble na Dividend Income, e reforçou Amazon, Apple, Microsoft, Qualcomm e PepsiCo. Financiou as compras com a venda integral de L3Harris, Cisco, Versant e Zimmer Biomet e com aligeiramentos no sector financeiro.

McIntyre Partnerships 5221 palavras

A McIntyre Partnerships, gerida por Chris McIntyre, recuou cerca de 19% bruto e 20% líquido no primeiro trimestre de 2026, contra uma subida de aproximadamente 5% do Russell 2000 Value. O recuo reflectiu a queda das acções de instrumentos de ciências da vida e de dispositivos médicos, a que o fundo está muito exposto, e problemas específicos na QuidelOrtho. McIntyre concentrou mais de 20% do capital na QDEL — a terceira aposta desta dimensão em dez anos —, protegida por opções de venda que limitam a perda a menos de 20%. Considera o preço uma oportunidade rara, com cinco problemas pontuais a criar uma desvalorização acentuada. As cinco maiores posições representam cerca de 92% dos activos.

Meridian Growth Fund 760 palavras

O Meridian Growth Fund fechou o primeiro trimestre de 2026 com retorno de -7,90% (Legacy class, net), ficando 438 pontos-base atrás do Russell 2500 Growth Index (-3,52%). A alocação sectorial foi o principal travão — o sobrepeso a saúde, cerca de 28% da carteira face a 22% do índice, detraiu perto de 700 pontos-base — enquanto a selecção de títulos contribuiu positivamente (cerca de 275 pontos-base). Os ataques dos EUA e Israel ao Irão a 28 de Fevereiro, o encerramento do Estreito de Ormuz e o petróleo acima de 110 dólares reprecificaram o risco global. GlobalFoundries, Curtiss-Wright e Kirby lideraram os contribuidores; DraftKings, Waystar e Churchill Downs os detractores. A disciplina de protecção materializou-se: a estratégia superou o índice em cinco dos sete dias de quedas superiores a 2%.

Meridian Hedged Equity Fund 1288 palavras

O Meridian Hedged Equity Fund rendeu 0,08% (Legacy class, net) no primeiro trimestre de 2026, superando o S&P 500 Index, que recuou 4,33%, e o benchmark secundário CBOE S&P 500 BuyWrite Index, que desceu 0,92%. Chevron, Equinix e Royalty Pharma foram os principais contribuidores; ACV Auctions, Microsoft e PayPal os principais detractores. No final do período aproximadamente 43% da carteira estava sem cobertura, com o restante investido em empresas com opções call cobertas — abordagem que procura equilibrar potencial de crescimento de capital com protecção de queda via prémio de opções. O ataque ao Irão no final de Fevereiro elevou o petróleo e desencadeou rotação para valor defensivo, com a Reserva Federal constrangida de flexibilizar perante preços de energia mais elevados.

Meridian Small Cap Growth Fund 1714 palavras

O Meridian Small Cap Growth Fund registou −8,37% no primeiro trimestre de 2026 (Legacy class), face a −2,82% do Russell 2000 Growth Index. A alocação sectorial foi o principal detractor (cerca de 700 pontos-base negativos), enquanto a selecção de títulos contribuiu positivamente (cerca de 200 pontos-base). O sobrepeso a saúde, aproximadamente 32% face a 24% do índice, foi o maior peso negativo. Amplitude, Zenas BioPharma e Alkami Technology foram os principais detractores; Almonty Industries, CG Oncology e Kirby Corp os principais contribuidores. A equipa enfatiza protecção em mercados em queda, com o fundo a superar o benchmark em cinco dos sete dias em que o índice caiu mais de 2%. Perspectiva centrada em conflito do Médio Oriente, taxas elevadas e capex em IA.

Merion Road Small Cap Fund, LP 1050 palavras

Carta de Abril de 2026 (T1 2026) da Merion Road Capital Management, gerida por Aaron Sallen, que reporta lado a lado duas estratégias. O Merion Road Small Cap Fund subiu 3,1% no trimestre, à frente do Russell 2000 (0,9%), enquanto o portfólio Long Only Large Cap recuou 3,7%. Sallen abriu uma posição inicial na Honeywell, atraído pela cisão da divisão aeroespacial, que passará a negociar como Honeywell Aerospace, e pela participação maioritária na Quantinuum. A Butler National voltou a contribuir positivamente, com a receita aeroespacial a crescer 50%. Construiu ainda uma posição na Frequency Electronics, especialista em osciladores de alta precisão, onde estima 81 USD por acção, 65% acima da cotação.

Middle Coast Investing 3500 palavras

Middle Coast Investing fechou o T1 2026 com −3,9% nos portefólios US (vs −4,6% S&P 500) e −2,9% nos europeus (vs −3,8% Euro Stoxx 50). O gestor caracteriza o trimestre como "the true meme market" — múltiplas teses macro (IA destruidora de software, condução autónoma, recessão, inflação, crise de crédito privado, guerra com o Irão) ciclam diariamente sem coerência. A tese central é "playing for time": investir em empresas com balanços fortes, capazes de melhorar posição ao longo do tempo, com horizonte 3-5 anos. Iniciaram três posições novas (Gitlab, Standard Aero, Duolingo) com tese de que o mercado sobreestima a disrupção por IA. Cash 15,5%, P/E TTM 18,3.

Miller Value Partners — Deep Value Strategy 3000 palavras

O Miller Deep Value Select arrancou 2026 com +8,39% líquido no primeiro trimestre, superando largamente o S&P 1500 Value Index (+0,19%) e o S&P 600 Value Index (+4,32%). Dan Lysik articula uma tese reforçada de rotação multi-anual para baixa avaliação e small caps, com o spread R1000-R2000 P/S em máximos de 50 anos e small caps a representarem apenas 3% do mercado de acções, menos de metade da média histórica. Nabors Industries (NBR) +58% liderou os contribuidores; JELD-WEN (-49%) e Conduent (-33%) foram os detractors, ambos reforçados. Iniciou Crescent Energy (CRGY) próximo de 2x cash flow e Bloomin Brands (BLMN) a forward EV/EBITDA inferior a 4x. Bearish sobre concentração de mercado, capex circular de IA e crédito privado.

Minot Light Capital Appreciation Fund 4017 palavras

Tom Wetherald e Eddie Reilly assinam a carta do primeiro trimestre de 2026 do Minot Light Capital Appreciation Fund, com retorno líquido de 2,7% negativos contra 1,4% do iShares Micro-Cap, 0,9% do Russell 2000 e 4,3% negativos do S&P 500. O trimestre partiu-se em duas metades: forte até Março e penalizado depois do início da guerra com o Irão, quando uma rotação sectorial castigou saúde, consumo e industriais idiossincráticos, onde o fundo tem exposição desproporcionada. Contribuíram Outset Medical, Legacy Education, Neogen, Heartland Express e Neuraxis; penalizaram MaxCyte, Owlet, ThredUp, Orthopediatrics e Rave. Três participadas saíram por aquisição, num agregado que os gestores dizem ter ficado aquém do esperado. As duas teses desenvolvidas são a Bob's Discount Furniture e a ImmuCell.

Montaka Global Investments 2900 palavras

A Montaka Global Investments registou um trimestre difícil no T1 2026, com Microsoft, KKR, ServiceNow, MongoDB, Meta e Salesforce como principais detractores. Andrew Macken atribui o sell-off a compressão de múltiplos — não a deterioração da geração de resultados — e enquadra as condições como oportunidade. A carta articula três temas estruturais: geopolítica de chokepoints (Hormuz e Malacca a reduzirem a probabilidade de conflito em Taiwan), revolução de IA (hyperscalers Amazon, Microsoft e Alphabet com pricing power crescente) e valorizações comprimidas (Meta a menos de 13x EV/EBIT 2026, Salesforce a 4,8x EV/GP). Quatro novas posições — BAE Systems, TSMC, Uber e Intercontinental Exchange — financiadas pela saída de Albemarle e Reliance. BAE recebe case-study extenso enquadrado como rearmament supercycle multidecadal.

Night Watch Investment Management 1450 palavras

O Night Watch Investment Management, dirigido por Roderick van Zuylen, valorizou 2,69% líquido no primeiro trimestre de 2026, elevando o acumulado desde a constituição para 40,03% (TCAC de 16,14%). O trimestre dividiu-se em dois tempos: um arranque forte em Janeiro e Fevereiro, seguido da devolução de ganhos em Março, quando a guerra no Irão e o encerramento do Estreito de Ormuz pressionaram os negócios físicos. Van Zuylen destaca a Brookdale, beneficiária da escassez de residências para idosos, a AAR Corp no aftermarket aeronáutico e a Marex, maior posição com 14,1%, alavancada à volatilidade. Saiu da Copa após rever a perspectiva do petróleo. A carteira, defensiva e global, procura resistir a qualquer desfecho do conflito.

Nightview Capital 2580 palavras

A Nightview Capital reposicionou o portfólio no T1 2026 face a duas forças: o conflito Irão-EUA-Israel desencadeado em finais de Fevereiro e a venda indiscriminada do sector software por receios de IA. Arne Alsin saiu de exposições cíclicas (MGM, Las Vegas Sands, Hyatt, Vail, Costco, Intel, Taiwan Semiconductor, Alphabet) e construiu posições em ServiceNow, Shopify, Autodesk, Axon Enterprise, Salesforce, Intuitive Surgical, Brookfield Renewable e Charles Schwab — software com profundos custos de mudança e plataformas críticas para empresas. A tese central articula que IA torna software embebido mais valioso, não obsoleto. Defende concentração intencional em vinte posições como alternativa à concentração passiva do S&P 500, onde os top 5 representam aproximadamente um quarto do índice.

NZS Growth Equity Strategy 1700 palavras

A NZS Growth Equity recuou −8,75% (gross) e −8,91% (net) no primeiro trimestre de 2026, contra −3,30% do Morningstar Global Target Market Exposure Index. A fraqueza concentrou-se nas growth equities e na sobreponderação em software, penalizada pela narrativa de disrupção por IA — Workday, Constellation Software e Atlassian estiveram entre os principais detractores. O bloco de semicondutores (Lam Research, ASML, Taiwan Semiconductor) e a ARM Holdings sustentaram os contributos. A gestora reforçou software no final de Fevereiro, defendendo que o selloff indiscriminado criou um mispricing acentuado de empresas com elevada non-zero sumness. Em saúde, adicionou Stryker e WuXi XDC; saiu de Gartner, ServiceNow e Procore, entre outras, numa rotação elevada da componente optional do portefólio.

Oakmark Equity and Income Fund 1820 palavras

O Oakmark Equity and Income Fund (Investor Class) recuou −3,14% no primeiro trimestre de 2026, contra −2,62% do índice 60% S&P 500 / 40% Bloomberg U.S. Aggregate Bond, ficando aquém do benchmark mas mantendo outperformance desde inception (9,41% anualizados desde 1995). Alocação no fim do trimestre: 56,1% acções, 40,2% rendimento fixo, 3,7% liquidez. A nível sectorial em acções, energia e materiais foram contributors; financeiras e saúde os detractors. O fundo rebalanceou activamente, iniciando seis posições (Accenture, Adobe, Centene, Netflix, Roper Technologies, Sysco) com tese contrarian a receios de disrupção por IA, e saiu integralmente de oito outras (BorgWarner, Deere, Elevance, Fiserv, GM, Molina, OpenLane, Warner Bros Discovery). Phillips 66 foi top contributor por crack spreads alargados; Salesforce foi top detractor mas defendida via $50 mil milhões buyback authorization e aceleração esperada via Agentforce.

Oakmark Fund 1750 palavras

O Oakmark Fund (Investor Class) registou −2,47% no primeiro trimestre de 2026, superando o S&P 500 (−4,33%) mas ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%). A nível sectorial, energia e materiais foram os principais contributors; financeiras e tecnologia, os principais detractors. ConocoPhillips, Targa Resources e Phillips 66 lideraram contributos; Salesforce, Capital One Financial e IQVIA Holdings lideraram detractors. As gestoras lideradas por William Nygren articulam disciplina face à volatilidade elevada, descrevendo os mercados como conduzidos por ruído de curto prazo e comportamento de manada. Iniciaram oito posições — Accenture, Adobe, Marsh & McLennan, Netflix, Raymond James, Roper Technologies, Synchrony Financial e Sysco — e saíram totalmente de APA, Baxter, Celanese e Deere.

Oakmark Fund 1714 palavras

O Oakmark Fund registou −2,47% no primeiro trimestre de 2026, batendo o S&P 500 (−4,33%) mas ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%). Energia e materiais foram os sectores com maior contributo positivo; financeiras e tecnologia destacaram-se como detractores. ConocoPhillips foi top contributor único; Salesforce foi top detractor, defendido com ênfase no $50 mil milhões de buyback authorization e $25 mil milhões de accelerated repurchase. As gestoras William Nygren, Michael Nicolas e Robert Bierig iniciaram oito posições: Accenture, Adobe, Marsh & McLennan, Netflix, Raymond James, Roper, Synchrony e Sysco. A tese comum é a de que receios de IA estão exagerados, criando pontos de entrada com desconto material ao valor intrínseco estimado.

Oakmark Global Select Fund 1694 palavras

O Oakmark Global Select Fund recuou −8,12% no T1 2026 (Investor Class), abaixo do MSCI World Index (−3,57%) e do MSCI World Value Index (+1,18%). A nível sectorial, energia e industriais foram os principais contribuidores positivos; saúde e consumo discricionário foram os principais detractores. Geograficamente, 61,1% EUA, 26,3% Europa ex-Reino Unido e 9,1% Reino Unido. Top contributors: ConocoPhillips (preços de energia ligados ao conflito geopolítico), CNH Industrial e Bayer. Top detractors: IQVIA, Prosus e Capital One. As gestoras lideradas por David Herro iniciaram Compass Group e Salesforce — defendendo que receios de disrupção por IA estão exagerados — e saíram totalmente de Charter Communications e Sanofi. Tese central: paciência e disciplina em empresas a desconto material face ao valor intrínseco estimado.

Oakmark International Fund 1850 palavras

O Oakmark International Fund (Investor Class) registou −6,43% no T1 2026, contra −0,94% do MSCI World ex USA, ficando aquém do benchmark — embora mantenha desempenho superior desde 1992. Sectorialmente, indústrias e materiais foram contributors; consumer discretionary e tecnologia, detractors. Glencore, CNH Industrial e Samsung Electronics Pfd lideraram contributos; Dassault Systèmes, LVMH e adidas foram detractors. As gestoras defendem Dassault como imune à disrupção por IA — software que simula realidade física, não fluxos de informação. Iniciaram seis posições novas — Compass Group, Coupang, Haleon ADR, London Stock Exchange Group, SAP e Unicharm — e saíram de oito, articulando posicionamento contrarian face a receios de IA exagerados em software europeu. David Herro lidera o team.

Oakmark Select Fund 1968 palavras

O Oakmark Select Fund registou −7,99% no primeiro trimestre de 2026, contra −4,33% do S&P 500 e +2,10% do Russell 1000 Value, ficando aquém de ambos os benchmarks. Energia foi o único sector com contributo positivo; saúde e financeiras destacaram-se como detractores. As gestoras William Nygren, Robert Bierig e Alex Fitch iniciaram posições em Gartner (research IT) e Marsh & McLennan (corretagem de seguros) com tese assente em desvalorização por receios de IA considerados exagerados. Phillips 66 destacou-se como top contributor por crack spreads alargados; Salesforce, top detractor por receios de IA, foi defendida com referência ao $50 mil milhões buyback authorization. Letter inclui anúncio de sucessão: Jeremy Thames junta-se ao team de gestão a partir do final de 2026, substituindo Nygren.

O'Keefe Stevens Advisory 2600 palavras

A O'Keefe Stevens Advisory mantém uma posição de caixa elevada no primeiro trimestre de 2026, descrita por Dominick D'Angelo como posicionamento defensivo após o primeiro trimestre negativo do S&P 500 (-4,3%) desde o choque tarifário de 2025. A gestora vendeu Alibaba, Fannie Mae, BMW e Mercedes-Benz, reduziu Corning e saiu de Tri Pointe Homes através de aquisição, deixando a caixa acumular. Corning, Sphere Entertainment e Callaway lideraram os ganhos do trimestre; Perrigo foi o principal contributo negativo. Iniciou-se uma posição em Baxter International e reforçou-se Weyerhaeuser. O gestor define posicionamento defensivo como a recusa em deter activos a preços que exigem que tudo corra bem.

Optimist Fund 1850 palavras

O Optimist Fund recuou 27,3% no primeiro trimestre de 2026, contra −6,3% do benchmark composto, penalizado por uma rotação abrupta para fora de empresas de crescimento face a receios de disrupção por IA e ao deflagrar da guerra no Irão. Jordan McNamee enquadra a queda como deslocação entre preço e fundamentais, não deterioração de negócio, e compara-a aos drawdowns de 2022 e 2023 — ambos seguidos de valorizações superiores a 200%. Reforçou ThredUp, Wayfair, Carvana e First Advantage; saiu integralmente de Monday.com, Teledyne e Ashtead; abriu Toast e Zscaler; passou de 3% de liquidez para alavancagem ligeira. Top 10 representa ~88% da carteira.

Osterweis Opportunity Fund 1360 palavras

O Osterweis Opportunity Fund (OSTGX) recuou 3,78% no primeiro trimestre de 2026, ficando ligeiramente aquém do Russell 2000 Growth Index (−2,81%), num trimestre travado por dois choques: a guerra com o Irão, que fez disparar o preço do petróleo e injectou pressão inflacionista que complicou os planos de alívio da Fed, e a recalibração do software, com receios de disrupção pela IA agêntica agravados por declarações da Anthropic. A selecção de títulos foi positiva — as posições em tecnologias de informação bateram mesmo os chamados Magnificent 7 e as industriais contribuíram —, mas a alocação sectorial pesou, com o subponderar de energia e o peso nulo em materiais a detrair. MACOM, Modine e Twist lideraram contributos; ServiceTitan, Casella, Repligen, Chime (reduzida) e Vital Farms (vendida) detraíram. A gestora mantém o foco em empresas inovadoras e sublinha que a carteira transacciona com desconto histórico assinalável.

Palm Valley Capital Fund 5800 palavras

O Palm Valley Capital Fund registou +0,74% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém dos +3,51% do S&P SmallCap 600. O fundo manteve 77% dos activos em equivalentes de caixa, com as posições em acções a contribuírem +1,19% antes de despesas. Eric Cinnamond e Jayme Wiggins articulam tese contrarian sobre a disrupção por IA — defendem Amdocs (maior posição e principal detractor) como infraestrutura essencial menos exposta ao SaaSpocalypse. Iniciaram Rayonier após a fusão com PotlatchDeltic; encerraram a Sprott Physical Gold Trust após reflação dos metais preciosos. Reduziram Chord Energy, Heartland Express e Farmland Partners ao aproximarem-se das valorizações estimadas. Os gestores enquadram a história tecnológica via Sismondi, Rifkin e Keynes para argumentar que previsões catastrofistas sobre IA repetem padrão histórico de exagero.

Patient Opportunity Equity Strategy 1714 palavras

O Patient Opportunity Equity Strategy registou -5,96% líquido no primeiro trimestre de 2026, contra -4,33% do S&P 500. Energia foi o destaque positivo após o salto do petróleo provocado pelo encerramento do Estreito de Ormuz: Royalty Pharma, Noble Corporation, Seadrill e Energy Transfer lideraram contributos. Saúde e tecnologia foram os principais detractores via UnitedHealth, Chime Financial, Alphabet e Meta. A gestora Christina Siegel Malbon iniciou Adobe (vítima da SaaS-pocalypse) e iShares Bitcoin Trust em substituição de Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund, e saiu de Alibaba (atingiu valor intrínseco estimado), Mattel e Peloton. Norwegian Cruise inclui campanha activa do Elliott Management e nomeação de John Chidsey como novo CEO.

Penn Davis McFarland, Inc. 1142 palavras

A Penn Davis McFarland abre 2026 com o balanço de um ano agitado: o S&P 500 rendeu 17,86% em 2025. A gestora de Dallas aponta as tarifas como travão, sobretudo pela imprevisibilidade, e espera que voltem a pesar em 2026. Do lado oposto coloca a postura mais leve dos reguladores federais e o One Big Beautiful Bill Act, que prolongou taxas de imposto baixas ao custo de mais 3,4 biliões de dólares de défice até 2034. Lê a compra mensal de 40 mil milhões de dólares de títulos do Tesouro de curto prazo pela Reserva Federal como regresso à compra de activos e avisa que a expansão da IA passou a financiar-se por dívida. Sem apetite para reforçar a exposição a IA, procura valor entre os retardatários e guarda liquidez.

Platinum Asia Fund 1103 palavras

O Platinum Asia Fund subiu 1,4% em Fevereiro de 2026, na classe C e líquido de comissões em dólares australianos, contra 4,1% do MSCI All Country Asia ex Japan Net Index; nos três meses até ao fim do mês, fundo e índice igualaram 8,3%. A gestora abre o comentário com os anúncios de investimento das grandes plataformas norte-americanas — Meta 125 mil milhões de dólares, Alphabet 185 mil milhões e Amazon 200 mil milhões — que voltaram a impulsionar as acções de equipamento e de cadeia de fornecimento de inteligência artificial, entre elas a TSMC, a Samsung e a SK hynix. Diz ter vindo a reduzir estas posições à medida que o mercado reconhece a solidez dos negócios. As acções chinesas de Internet caíram no mês e anularam parte dos ganhos.

Polen 5Perspectives Small Growth Strategy 1150 palavras

O Polen 5Perspectives Small Growth Composite registou +3,3% gross e +3,0% net no primeiro trimestre de 2026, acima dos −2,8% do Russell 2000 Growth Index — um retorno absoluto positivo num trimestre de correcção do índice. Powell Industries, Argan e Bloom Energy lideraram os contributos, expostas à infra-estrutura eléctrica que alimenta os data centers de IA; GeneDx, Figure Technology e Alphatec detraíram. A gestora descreve um trimestre de volatilidade elevada e narrativas em rápida mutação: disrupção do software pela IA agentic e o «HALO trade», receios crescentes em crédito privado e, em Março, o início da guerra no Irão. Reduziu Health Care e reforçou Technology (IA agentic, semicondutores e networking), mantendo a maior exposição a Industrials (Electrificação, Aeroespacial e Military 2.0).

Polen Capital Focus Growth Strategy 2150 palavras

O Polen Capital Focus Growth registou -17,27% líquido no primeiro trimestre de 2026, contra -9,78% do Russell 1000 Growth, num trimestre marcado por receios de disrupção pela IA generativa e pelo lançamento da Operação Epic Fury no Médio Oriente. Dan Davidowitz e Damon Ficklin argumentam que o receio de desintermediação em software mission-critical é excessivo e consolidaram a exposição em CoStar, ServiceNow, Shopify e Oracle. Iniciaram posições em Meta Platforms, Rollins e Lam Research; saíram de Abbott, Adobe, Boston Scientific, Paycom e Intuit. Reduziram a exposição a Amazon e à concentração nas Mag 7. Microsoft é apresentado como caso paradigmático de deslocação entre percepção e fundamentais, com valuation idêntica à da Exxon Mobil.

Praetorian Capital Fund LLC 1900 palavras

A Praetorian Capital Fund LLC encerrou o primeiro trimestre de 2026 com retorno líquido de 16,44% (20,91% bruto), num período dominado pela fixação macro no Estreito de Ormuz e no conflito Irão-EUA-Israel. Harris Kupperman articula a sua tese de Feudalismo Económico para explicar a recessão global e mantém uma carteira longa em beneficiários de inflação, volatilidade, volumes de transacção e disrupção. Marex (MRX) destaca-se com pré-anúncio de resultados do T1 e apreciação de 38%, com o gestor a estimar valor justo perto de 120 dólares por acção contra 44,58 no fecho do trimestre. Carteira concentrada em Mercados Emergentes, Metais Preciosos, JOE, refinarias e Marex, com exposição em Event-Driven reduzida para preservar capital.

Pzena Focused Value 2458 palavras

O Pzena Focused Value recuou 4,4% bruto (-4,7% líquido) no primeiro trimestre de 2026, contra +2,1% do Russell 1000 Value. Saúde, financeiro e tecnologia foram os maiores travões: a Humana caiu após uma proposta decepcionante de tarifas do Medicare Advantage para 2027, a Capital One perante o receio de contágio do conflito no Irão ao crédito ao consumo, e a Cognizant por receios de disrupção dos serviços pela IA. Industriais e energia contribuíram; Dow, Avnet e Oshkosh subiram. A equipa iniciou Accenture e CDW, reforçou Humana, Cognizant, Skyworks e Amdocs, reduziu Delta, Citigroup e Avnet, e saiu da FMC. A leitura central: os receios de IA abriram pontos de entrada em prestadores de serviços essenciais.

Renaissance Investment Management Large Cap Growth Strategy 1180 palavras

A Renaissance Investment Management superou o Russell 1000 Growth (−9,8%), mas ficou atrás do S&P 500 (−4,3%), num primeiro trimestre de 2026 dominado pela queda de Março, provocada pelo conflito com o Irão e por uma subida de mais de 50% do preço do petróleo. Comfort Systems, Applied Materials e Lam Research lideraram os contributos, sustentadas pela procura ligada a centros de dados e a semicondutores de inteligência artificial; AppLovin, Microsoft e Boston Scientific penalizaram. A gestora iniciou Zoetis e The TJX Companies e saiu de Copart e Gartner, aproveitando a rotação de mercado para reforçar a qualidade da carteira. A leitura macro combina inflação e yields em alta, uma Fed sem cortes à vista e o regresso do valor face ao crescimento.

Rewey Asset Management LLC 1750 palavras

A Rewey Asset Management registou +9,21% no T1 2026 (composto SMID líquido), contra +4,77% do Russell 2500 Value Total Return. Chip Rewey atribui o diferencial à rotação dos investidores de mega-caps tecnológicas (Magnificent 7 -12,04%) para small e SMID-caps mais negligenciadas. O conflito EUA-Israel-Irão impulsionou o WTI 76,49% e renovou receios inflacionistas, atrasando expectativas de cortes da Fed. A UCTT foi o principal contribuidor com +141,5%, beneficiando da escassez de memórias e do ciclo de subida de equipamentos de semicondutores ligado à IA. Iniciada nova posição em DNOW (distribuidor energético-industrial pós-fusão com MRC Global) com preço-alvo de 17 dólares, implicando 42% de potencial. A visão construtiva sobre bancos regionais persiste face a receios mal-direccionados sobre private credit e BDCs.

RGA Investment Advisors 2400 palavras

A RGA Investment Advisors dedica o comentário do primeiro trimestre de 2026 — «Year Zero» — à reconstrução do seu processo de investigação em torno de ferramentas de IA, com Claude Code no centro, sublinhando que a IA é multiplicador do julgamento humano e não substituto. Elliot Turner e Jason Gilbert reafirmam a tese central de que o valor duradouro se acumula na camada aplicacional e nas plataformas que orquestram IA, não nos fornecedores de infra-estrutura cujo crescimento evaporará quando o capex dos hyperscalers estabilizar. A Amazon (AWS) emerge como a ideia destacada, beneficiária da eficiência de tokens e dos chips Trainium. A carta não divulga retornos nem atribuição de desempenho.

Right Tail Capital LLC 1605 palavras

Jeremy Kokemor reafirma a filosofia do Right Tail Capital — pesquisa fundamental profunda, propriedade de longo prazo de empresas de qualidade e paciência no compounding. A volatilidade do trimestre, alimentada por receios em torno da inteligência artificial e pelo conflito EUA-Irão, é enquadrada como motor de deslocações de preço que beneficiam o investidor paciente. Kokemor adopta a IA como ferramenta de eficiência na investigação, sem substituir o julgamento. O destaque do trimestre é a Natural Resource Partners (NRP), royalty de carvão metalúrgico em transição para distribuição integral de cash flow após desalavancagem, com upside potencial entre 60% e 100% face ao preço actual.

RiverPark Large Growth Fund 2600 palavras

O RiverPark Large Growth Fund caiu 10,42% no primeiro trimestre de 2026 (classe institucional), atrás do Russell 1000 Growth (-9,78%) e do S&P 500 (-4,33%), num trimestre dominado pela escalada do conflito com o Irão e pelo encerramento do Estreito de Ormuz, que levou o Brent acima de 100 dólares. Conrad van Tienhoven descreve duas rotações opostas ligadas à IA: entusiasmo por semicondutores expostos à infraestrutura e pessimismo profundo sobre software empresarial. O gestor contesta a tese de disrupção, argumentando que o software coordena organizações e que a IA está a gerar negócio novo para Microsoft, ServiceNow e Datadog. Applied Materials, TSMC e Costco lideraram os contributos; Microsoft, Shopify e Pinterest — posição encerrada — detraíram.

Riverwater Partners Micro Opportunities Strategy 3262 palavras

A Micro Opportunities Strategy de Nathan Fredrick ficou ligeiramente aquém do índice de referência no primeiro trimestre de 2026, num período marcado pela escalada geopolítica no Médio Oriente e pela reavaliação de software e de negócios ligados à IA. O conflito com o Irão elevou os preços da energia e, no entender do gestor, poderá sinalizar um reajustamento mais duradouro do risco de oferta. A NPK International liderou os contributos e a Red Violet foi a maior detractora, penalizada pela venda indiscriminada no software. A equipa iniciou posições na Ranger Energy, na Talkspace e na LSB Industries, reforçou energia e materiais e reduziu a exposição a bancos, reposicionando a carteira para um cenário de oferta mais apertada e de cortes de juros menos certos.

Riverwater Partners Small Cap Strategy 1617 palavras

Adam Peck escreve sob o efeito do maior choque de oferta em décadas. O encerramento do Estreito de Ormuz, depois dos ataques de 28 de Fevereiro, retirou ao mercado cerca de um quinto do petróleo mundial e nove por cento do alumínio primário. A carta usa o alumínio como fio condutor — trinta fundições norte-americanas em 1980, quatro hoje — para sustentar que a guerra não criou as vulnerabilidades de abastecimento, apenas as tornou urgentes, e que a reindustrialização daí resultante não se inverte com um cessar-fogo. No trimestre, o Russell 2000 Value ganhou 5,0% contra uma perda de 2,8% do índice de crescimento, e a estratégia de pequenas capitalizações superou o seu índice de referência. Nenhuma posição individual é divulgada.

Rowan Street Capital 2800 palavras

No 1.º trimestre de 2026, a Rowan Street registou um recuo de 19,8% face a uma queda de 4,3% do S&P 500, num portefólio concentrado de compounders de qualidade. O gestor enquadra a divergência entre preço e valor como característica recorrente — não anomalia — do investimento de longo prazo, recorrendo aos exemplos cumulativos de Meta, Tesla e Shopify para argumentar que os retornos extraordinários exigem tolerância a quedas de 30% a 80%. Iniciou posição em Constellation Software, financiada pela alienação total de Spotify, e considera a actual disparidade entre fundamentais empresariais e cotações a mais ampla desde 2022. Volatilidade é apresentada como preço de admissão, não como sinal de deterioração.

RS Large Cap Value Strategy 1850 palavras

O RS Large Cap Value Strategy (Victory Capital Management) registou +1,08% bruto (+0,95% líquido) no primeiro trimestre de 2026, abaixo do +2,10% do Russell 1000 Value Index. A equipa atribui o desempenho relativo negativo à selecção de títulos em Information Technology, Industrials, Consumer Discretionary e Communication Services, parcialmente compensada pela selecção em Financial Services, Utilities e Consumer Staples. Exxon Mobil, Valero e FedEx lideraram contribuições; Salesforce, SS&C, Check Point e Mattel detraíram. A leitura do trimestre é defensiva: conflito do Irão, subida das yields e disrupção do software por IA reforçam a tese de protecção de risco. A equipa mantém disciplina ROIC e procura negócios com balanços sólidos a desconto sobre valor intrínseco.

Saga Partners 2600 palavras

No primeiro trimestre de 2026, a Saga Partners recuou 23,0% líquidos, contra uma queda de 4,3% do S&P 500 — a primeira correcção material da carteira em três anos. Joe Frankenfield transforma o revés numa reflexão sobre composição de capital, volatilidade e disciplina perante quedas acentuadas, defendendo que os recuos são parte do processo de compounding e não interrupções. O foco recai sobre The Trade Desk, maior alvo do cepticismo do mercado: o gestor rejeita as teses de disrupção por IA e de concorrência da Amazon, considera o preço invulgarmente descontado face ao valor e reforçou a posição. Uma analogia com a Carvana de 2022 ilustra como o sentimento oscila muito além do valor intrínseco.

Sands Capital Select Growth 3882 palavras

A Sands Capital Select Growth rendeu −12,9% líquidos no primeiro trimestre de 2026, contra −9,8% do Russell 1000 Growth, prolongando a queda iniciada no final de 2025. A gestora liga o desempenho relativo inferior aos receios de disrupção por IA, que pesaram na alocação sectorial e na selecção de títulos, e à rotação do mercado para indústrias mais intensivas em capital. Os principais contribuidores absolutos individuais foram Carpenter Technology, Taiwan Semiconductor, Quanta Services, Netflix e Cloudflare; os principais detractores, AppLovin, Microsoft, Shopify, Sea e Carvana. A actividade do trimestre centrou-se em deslocar a exposição a infraestrutura de IA para os beneficiários físicos do investimento: entraram Seagate Technology e Lam Research, parcialmente financiadas por reduções não nomeadas em hyperscalers de nuvem e em participações de internet.

Schafer Cullen Small Cap Value Equity 1900 palavras

A estratégia Small Cap Value Equity da Schafer Cullen recuou 1,8% brutos e 2,0% líquidos no T1 2026, ficando atrás do Russell 2000 Value (5,0%) e do Russell 2000 (0,9%). A selecção de acções em consumo discricionário, materiais e serviços públicos contribuiu positivamente, mas financeiras e imobiliário detraíram, com Pennymac, LoanDepot e LendingTree a conduzir a queda nas financeiras. Os gestores compraram Barrett Business Services, Belden e Fortune Brands Innovations, e venderam Crocs, Great Lakes Dredge & Dock e Under Armour. Mantêm-se construtivos quanto às pequenas capitalizações, apesar do conflito no Médio Oriente e de taxas elevadas, com o P/E da carteira em 10,6x lucros futuros contra 15,1x do índice.

Sequoia Fund, Inc. 733 palavras

O Sequoia Fund registou −11,04% no primeiro trimestre de 2026, contra −4,33% do S&P 500, ficando materialmente atrás do benchmark. A nota trimestral do Comité de Investimento da Ruane Cunniff — Arman Gökgöl-Kline, John Harris e Trevor Magyar — limita-se a actualizações mecânicas de portfólio, sem articulação macro ou temática: o fundo acrescentou modestamente a SAP e à Universal Music Group e está a construir várias novas posições ainda não nomeadas. Estas adições foram financiadas com alienações parciais fiscalmente eficientes em Amentum Holdings, Credit Acceptance, Liberty Broadband, Meta, Rolls-Royce e TSMC. As dez maiores posições agregam 62,8% do NAV, lideradas por Rolls-Royce (11,1%) e Alphabet (8,6%). O Investor Day decorrerá a 14 de Maio em Nova Iorque, com sessão dedicada ao Sequoia ETF.

SGA U.S. Large Cap Growth Strategy 3200 palavras

A SGA U.S. Large Cap Growth registou −11,1% (gross) e −11,2% (net) no primeiro trimestre de 2026, contra −9,8% do Russell 1000 Growth e −4,3% do S&P 500. A divergência entre beneficiários de capex em IA e perdedores percebidos pressionou as posições em software (Microsoft, Intuit, Salesforce) — os três principais detractores. Arm Holdings, CPKC e Waste Management foram os principais contributores, suportados por exposição à economia física. Iniciaram nova posição em Mastercard; saíram de Gartner e UnitedHealth por deterioração fundamental e desalinhamento estratégico. As gestoras articulam tese de rotação para quality compounders, destacando que a valorização relativa do portfólio raramente foi tão atractiva nos 23 anos de história da firma.

SGA U.S. Large Cap Growth Strategy 3200 palavras

A SGA U.S. Large Cap Growth registou −11,1% (gross) e −11,2% (net) no primeiro trimestre de 2026, contra −9,8% do Russell 1000 Growth e −4,3% do S&P 500. A divergência entre beneficiários de capex em IA e perdedores percebidos pressionou as posições em software (Microsoft, Intuit, Salesforce) — os três principais detractores. Arm Holdings, CPKC e Waste Management foram os principais contributores, suportados por exposição à economia física. Iniciaram nova posição em Mastercard; saíram de Gartner e UnitedHealth por deterioração fundamental e desalinhamento estratégico. As gestoras articulam tese de rotação para quality compounders, destacando que a valorização relativa do portfólio raramente foi tão atractiva nos 23 anos de história da firma.

Smead International Value Strategy 1068 palavras

A carta T1 2026 da Smead International Value Strategy — intitulada "Succeeding Unconventionally" — invoca Keynes para defender posicionamento contrarian face ao consenso passivo no S&P 500. A estratégia mantém 38% em petróleo (com Cenovus, Strathcona, Tamarack Valley, Imperial Oil, International Petroleum e Occidental) numa altura em que o sector representa apenas 4,01% do índice e os preços spot convivem com curva backwardated. Em bancos europeus, defende Bawag, Unicredit, Bankinter, Barclays e Natwest após queda de 20-25% no trimestre, apoiando-se na sustentabilidade dos retornos sobre capital e nas recompras inéditas. Outras posições centradas em retornos elevados sobre capital incluem Burberry, Glencore, Frontline e Next.

Sound Shore Fund 1974 palavras

O Sound Shore Fund (Investor SSHFX) recuou 3,45% no primeiro trimestre de 2026, ficando aquém do Russell 1000 Value (+2,10%) mas à frente do S&P 500 (−4,33%). A guerra do Irão, a subida dos preços do petróleo e os receios de disrupção por IA dominaram o trimestre, com rotação para fora dos líderes tecnológicos. Qualcomm, Check Point e Kyndryl detraíram do desempenho; em sentido oposto, Coterra, EQT e BP avançaram cerca de 20% ou mais com o sector energético. Marvell destacou-se como ponto positivo na tecnologia. A gestora reitera disciplina face a volatilidade narrativa e destaca o aumento de tracking error como sinal positivo de selecção activa diferenciada. Carteira a 12,8x P/E forward versus 19,4x do S&P 500.

SouthernSun Asset Management SMID Cap Strategy 2928 palavras

A SouthernSun dedica o comentário do primeiro trimestre de 2026 a uma defesa estrutural da gestão boutique: as condições que favorecem a escala não são as mesmas que geram retornos em excesso. Com as estratégias passivas a representar mais de metade dos activos dos fundos de acções norte-americanos, argumenta que as grandes plataformas são empurradas para títulos maiores e mais líquidos, onde a concorrência é maior e a diferenciação menor. No universo small e mid cap, a cobertura limitada de analistas e a formação de preços menos eficiente preservam dispersão e, na leitura da casa, um desconto relevante face às large caps. A estratégia SMID Cap subiu 5,28 por cento em base bruta no trimestre, contra 2,04 por cento do Russell 2500.

Summers Value Fund LP 1073 palavras

O Summers Value Fund LP recuou -2,7% líquido no primeiro trimestre de 2026, abaixo dos +0,9% do Russell 2000 e dos +4,9% do Russell 2000 Value, mas mantém um retorno anualizado de 11,2% desde o início, contra 6,8% dos índices. Andrew Summers dirige uma carteira concentrada de nove posições longas em small caps de valor, com forte enviesamento para a saúde. Liquidia, Avanos e Consensus Cloud lideraram os contributos; Electromed e Embecta penalizaram. O gestor iniciou Theravance e saiu da ADMA Biologics. A tese central é a fusão e aquisição como catalisador recorrente — a Avanos foi a sétima participada adquirida desde o início, a 25 dólares por acção, com prémio de 72%. Summers vê o mercado a oferecer oportunidades atractivas.

TCW Concentrated Large Cap Growth Fund 1850 palavras

O TCW Concentrated Large Cap Growth Fund registou um retorno líquido de -11,75% no primeiro trimestre de 2026 (I Share), ficando aquém do Russell 1000 Growth, que recuou -9,78%. A selecção em tecnologia de informação e saúde penalizou o desempenho relativo — ServiceNow e Boston Scientific recuaram — enquanto ASML e Eaton, ligadas ao investimento em IA e a data centers, contribuíram positivamente. Os gestores Brandon Bond, Bo Fifer e Brian McNamara compraram McKesson e Palantir e saíram de Tyler Technologies, reduzindo a exposição a software vulnerável à disrupção da IA. A leitura macro pondera o conflito no Médio Oriente, a subida dos preços da energia e uma Reserva Federal em pausa, mantendo a convicção de que a carteira é uma mola comprimida cujo valor será reconhecido pelo mercado.

The Brown Capital Management Small Company Fund 2200 palavras

A Small Company Fund da Brown Capital recuou 19,78% no primeiro trimestre de 2026 (classe Investor), muito atrás dos 2,81% de queda do Russell 2000 Growth. A maior parte do desvio ocorreu nos dois primeiros meses: o início da guerra do Irão em finais de Fevereiro fez disparar o petróleo e a aversão ao risco, penalizando pequenas empresas de crescimento domésticas. O software aplicacional explicou cerca de 86% do subdesempenho, com nove dos dez maiores detractores atingidos por uma reavaliação em baixa pela IA. A gestora rejeita a narrativa e argumenta que as suas participadas — sistemas de registo com dados proprietários — estão protegidas. Cognex contribuiu, Repligen detraiu; entraram Credo, Krystal Biotech, SiTime e Xpel, sem saídas.

Third Avenue Value Fund 5462 palavras

O Third Avenue Value Fund avançou 7,28% no primeiro trimestre de 2026, batendo o MSCI World Index (−3,57%) e o MSCI World Value Index (+1,18%). O trimestre dividiu-se em torno da campanha militar dos EUA e de Israel no Irão (28 de Fevereiro): antes, um prolongamento de 2025, com o não-americano e o valor a liderarem; depois, dólar forte e subida acentuada das taxas longas perante o receio de choque inflacionista pelo encerramento do Estreito de Ormuz. As quatro posições de energia — Valaris, Tidewater, Harbour Energy e Subsea 7 — estiveram entre os cinco maiores contribuidores, a par de Ultrapar e CK Hutchison, esta impulsionada pela conversão de recursos. Subaru e BMW lideraram os detractores. Iniciadas três posições — Osaka Titanium, Harley-Davidson e Robert Half — e concluída a saída do Deutsche Bank.

Third Point LLC — Third Point Offshore Fund, Ltd. 1714 palavras

O Third Point Offshore Fund recuou -0,6% líquido no T1 2026, contra -4,3% do S&P 500 TR e +2,1% do CS HF Event-Driven Index. Daniel Loeb destaca a redução de exposição iniciada em Fevereiro, antes do início da guerra em Irão, com saída completa de Kimberly Clark e venda de uma grande posição em rails. As vendas a descoberto retornaram +6,6% líquido com contributos de habitação, saúde (impacto GLP-1) e idiossincráticos. Indra Sistemas surge como tese central — campeão nacional de defesa em Espanha, beneficiando do aumento dos gastos NATO. CoStar foi totalmente liquidada após a tese activista falhar. Crédito corporativo aumentou 50%, com Brightspeed como maior contribuidor. Postura defensiva mantida.

TimesSquare U.S. Mid Cap Growth Strategy 3592 palavras

A TimesSquare U.S. Mid Cap Growth ficou abaixo do Russell Midcap Growth no primeiro trimestre de 2026, num comentário que não divulga valores numéricos. O trimestre foi dominado pelo conflito no Irão, pela subida do petróleo e por tarifas globais temporárias na sequência de uma decisão do Supremo Tribunal. A Cheniere valorizou 47% e a Targa 37% com o choque energético; a Regal Rexnord subiu 34% com contratos de energia para centros de dados e a EMCOR 21%. Pela negativa, a Pinterest caiu 44% antes de ser vendida, a HubSpot recuou 43% e foi liquidada por receio de disrupção pela inteligência artificial, e a CoStar cedeu 40%. Entre as entradas do trimestre contam-se a Live Nation, a Cameco, a Ionis e a MKS.

Tourlite Capital Management 1719 palavras

A Tourlite Capital Management, gerida por Jeffrey Cherkin, avançou 16,9% no primeiro trimestre de 2026, contra −4,4% do S&P 500 e +0,9% do Russell 2000, com um contributo bruto de 21,9% repartido entre longs (+13,7%) e shorts (+9,5%). O livro curto teve um trimestre forte, em termos absolutos e de alpha. A carta é dominada pelo encerramento do Estreito de Ormuz: a subida do crude penaliza o sector aeroespacial e acelerou o regresso da inflação, elevando a probabilidade de taxas mais altas por mais tempo. Cherkin mantém FTAI Aviation, FTAI Infrastructure e Montana Aerospace, que descreve como a posição mais subvalorizada da carteira.

Turtle Creek Equity Fund 1500 palavras

A Turtle Creek dedica o comentário do primeiro trimestre a um período de cotações fracas mas de valor intrínseco resiliente: o preço unitário do fundo principal recuou 4,8%, ao passo que o Portfolio Business Value subiu 1%. O gestor reagiu à volatilidade — amplificada pelos receios em torno da inteligência artificial — comprando na fraqueza, reforçando a Premium Brands, que caiu 20% no trimestre, e a Colliers, que caiu 30% e passou a estar entre as dez maiores posições. Adicionou duas novas empresas de saúde de crescimento elevado, a Medpace e a Pennant, e removeu uma, terminando com 30 posições. Comenta ainda a guerra no Médio Oriente, a anulação das tarifas de Trump pelo Supremo e o fim provável de uma longa recessão industrial.

Upslope Capital Management, LLC 1850 palavras

A Upslope Capital registou +8,6% líquido no primeiro trimestre de 2026, contra +2,5% do S&P Midcap 400 ETF e -1,5% do HFRX Equity Hedge Index, num trimestre marcado pelo início do conflito no Irão. George Livadas reduziu exposições desequilibradas em vez de apostar num desfecho específico, saindo de Sandvik, Holcim, Japan Exchange, Booz Allen e Bio-Rad, concentrando o portfólio em ideias de maior convicção. Foram iniciadas quatro novas posições longas: Kesko (#2 grocer finlandês), Stella-Jones (postes de utilities norte-americanos), Lifco (serial acquiror sueco) e Jack Henry (fintech defensiva de-rated por receios de IA). Net long médio em 33%; gross em 159% por hedges em GOOGL e INTC.

Vision Capital Fund 4200 palavras

O Vision Capital Fund recuou 16,9% (bruto) e 17,3% (líquido) no primeiro trimestre de 2026, contra -4,3% do S&P 500 TR. A queda ampla no software transformou o desempenho cumulativo desde a inauguração em ligeiramente negativo a 0,4% líquido (15,5% para o S&P). Eugene Ng defende que a venda indiscriminada de SaaS é exagerada — software é heterogéneo e não homogéneo —, sublinhando que a carteira tem 36% em SaaS distribuído por 9 das 27 posições, todas concorrentes mission-critical. Saiu de PayPal (-0,8% de contributo); reforçou dez posições, incluindo Adyen, Palantir, ServiceNow, Pro Medicus e Shopify. Tese central: pagar pelo crescimento durável quando outros pagam pelo medo.

Vltava Fund SICAV plc 4847 palavras

O Vltava Fund não divulgou a rentabilidade do primeiro trimestre de 2026 em termos percentuais. O gestor Daniel Gladiš iniciou três novas posições — Booking Holdings, AJ Bell e Rightmove — seleccionadas com base em modelos capital-light, efeitos de rede e geração robusta de FCF, aproveitando a deslocação de mercado para entrar a preços que considera atractivos. Gladiš alerta para fragilidades estruturais no mercado de crédito privado de $3 biliões e identifica a próxima fase da revolução de IA como dominada por sectores tradicionais — saúde, logística, finanças e energia — em detrimento dos actuais beneficiários de capex. O fundo encerrou simultaneamente as posições em Novo Nordisk e United Rentals, a primeira por deterioração das perspectivas financeiras e a segunda por valorização excessiva face ao retorno esperado.

Voss Capital 3100 palavras

A Voss Capital regista -11,4% líquido no primeiro trimestre de 2026 (Voss Value Fund, LP), contra +0,9% do Russell 2000, +5,0% do Russell 2000 Value e -4,3% do S&P 500. Travis Cocke descreve um mercado bifurcado: o factor Momentum sobe ~40% no ano, o Quality cai 30% e os semicondutores assumem 16,9% da capitalização bolsista americana, com os fluxos separados como o Mar Vermelho. A resposta é uma viragem activista — cartas públicas aos conselhos de PAR, Euronet e Xponential Fitness, todas já com medidas tomadas — e uma nova posição core, a Sempra Energy, soma-das-partes com 53% de upside ancorada no spin-off da utility texana Oncor.

Voya MI Dynamic Small Cap Fund 700 palavras

O Voya MI Dynamic Small Cap Fund ficou aquém do Russell 2000 no primeiro trimestre de 2026, penalizado sobretudo pela selecção de títulos em saúde, tecnologia de informação e communication services, e por um subpeso à energia. Os mercados accionistas norte-americanos recuaram — o S&P 500 caiu 4,33% e o Nasdaq Composite 7,11% — com a liderança a rodar para áreas defensivas e de valor, à medida que receios de disrupção pela inteligência artificial pesavam sobre software e tecnologia de grande capitalização. Kohl's, Cleveland-Cliffs e Progyny surgem como principais detractors; Tronox, Tri Pointe Homes e Mueller Water Products como contributors. A perspectiva sublinha taxas elevadas por mais tempo, tensões no Médio Oriente e um dólar forte.

Voya MidCap Opportunities Fund 720 palavras

O Voya MidCap Opportunities Fund ficou aquém do Russell Mid Cap Growth Index no T1 2026, com selecção de títulos adversa em saúde, communication services e consumer staples a explicar a dispersão. Os mercados accionistas norte-americanos recuaram, com o S&P 500 a registar −4,33% e o Nasdaq Composite −7,11%, perante risco geopolítico acrescido envolvendo o Irão e o Estreito de Ormuz. As gestoras Kristy Finnegan e Leigh Todd articulam a não detenção de Quanta Services, ICON Plc e Texas Pacific Land como principais detractors; Comfort Systems USA, TechnipFMC e a ausência de Flutter Entertainment surgem como contributors. A perspectiva favorece posicionamento defensivo e quality num regime de juros higher-for-longer e dólar forte.

Vulcan Value Partners 11000 palavras

O Vulcan Value Partners registou queda significativa em todas as estratégias no T1 2026: Large Cap -14,0%, Focus -19,0%, Focus Plus -19,1%, All Cap -13,3% e Small Cap -6,6%, todas em termos brutos. C.T. Fitzpatrick descreve o trimestre como oportunidade rara — comparável à crise financeira — após panic de disrupção por IA, com o rácio price-to-value médio a aproximar-se de $0,50 por dólar. Iniciaram SAP, ServiceNow, TransUnion, Ryan Specialty, StandardAero e CTS Eventim como negócios de qualidade a desconto. Encerraram CoStar por alocação de capital deficiente em Homes.com; venderam parcialmente Salesforce, substituída por SAP em Focus por menor risco de IA. Fitzpatrick aceita queda de curto prazo como contrapartida de redução de risco e melhoria do retorno prospectivo de longo prazo.

Wasatch Long/Short Alpha Fund 2837 palavras

O Wasatch Long/Short Alpha Fund — Investor Class ganhou +4,16% no primeiro trimestre de 2026, batendo o Russell 2500, que subiu +2,04%. Mick Rasmussen atribui a vantagem sobretudo às posições curtas: depois de 2025 ter premiado empresas de baixa qualidade ligadas a temas especulativos, o trimestre trouxe uma correcção acentuada nessas áreas. A carteira longa ficou atrás do índice, penalizada por acções de software vendidas em bloco por receio de disrupção por IA. Rasmussen argumenta que o mercado repreçou a incerteza sem distinguir modelos de negócio, e que escala, efeitos de rede e dados proprietários tornam as suas posições longas resilientes. A exposição líquida longa subiu de 79% para 85% e a exposição curta desceu de 53% para 42%.

Wasatch Micro Cap Fund 1341 palavras

O Wasatch Micro Cap Fund recuou 3,23% no T1 2026 na classe Investor, superando o Russell Microcap Growth Index (-4,25%). O trimestre foi volátil, sobretudo após o início do conflito EUA–Irão no final de Fevereiro, e as micro caps fecharam em baixa — em especial no software e nos seguros, onde os investidores vêem modelos de negócio vulneráveis à inteligência artificial. A selecção em industriais, consumo discricionário e financeiras ajudou o desempenho relativo; a tecnologia de informação foi o maior detractor. Lincoln Educational, Universal Technical Institute, EZCORP e Cardinal Infrastructure contribuíram; a Red Violet detractou. Ken Korngiebel, Thomas Bradley e Natalie Pesqué consolidaram as posições de software nas de maior convicção e reduziram a Vital Farms.

Wasatch Small Cap Growth Strategy 1700 palavras

A estratégia Wasatch Small Cap Growth terminou o T1 2026 abaixo do Russell 2000 Growth Index, que perdeu 2,81% num trimestre volátil. Ryan Snow, Ken Korngiebel e Natalie Pesqué apontam a selecção de títulos em financeiras e consumo básico e a ausência de exposição à energia como os factores que mais detractaram em termos relativos. Várias participações foram penalizadas por serem percebidas como vulneráveis à disrupção por IA: Shift4 e Vital Farms detractaram, enquanto Nova, Camtek e Everus contribuíram. As gestoras sustentam que o mercado reavalia a incerteza de longo prazo sem distinguir modelos de negócio e concentraram capital em empresas que consideram posicionadas para beneficiar da IA. Sobre o conflito no Irão, afirmam que poucas empresas da estratégia são directamente afectadas.

Wedgewood Partners — Large Cap Focused Growth Composite 3450 palavras

O Wedgewood Composite Net registou -6,3% no primeiro trimestre de 2026, contra -9,8% do Russell 1000 Growth e -4,3% do S&P 500. David Rolfe e equipa atribuem a volatilidade ao desconto que o mercado aplica aos pesos pesados de IA — Microsoft, Meta, Booking, Alphabet e Visa — perante receios sobre capex e disrupção via IA. Os principais contributores foram Taiwan Semiconductor, Old Dominion, Motorola Solutions, Chubb e O'Reilly. A carteira abriu Toll Brothers e Progressive, saiu de PayPal, reforçou Amazon e cortou Taiwan Semiconductor duas vezes por exceder os 10% do portfólio. A secção macro centra-se na Strait of Hormuz War, com a Operação Epic Fury iniciada a 28 de Fevereiro a empurrar o Brent de 70 para 100 dólares, embora as reacções de S&P 500 e Treasury 10Y permaneçam historicamente moderadas face a choques petrolíferos passados.

Weitz Large Cap Equity Fund 880 palavras

O Weitz Large Cap Equity Fund recuou 12,04% no primeiro trimestre de 2026 (Classe Institucional, WVAIX), muito atrás do Bloomberg U.S. 1000 (-4,22%), num trimestre de rotações abruptas e vendas de software desencadeadas pela disrupção da IA. Brad Hinton e Nathan Ritz destacam a Analog Devices, a Old Dominion e a IDEX entre os contribuidores, enquanto a Microsoft, a Danaher — a maior posição — e a Salesforce lideraram os detractores. A actividade foi intensa: iniciaram um cabaz de semicondutores (ASML, Taiwan Semiconductor e NVIDIA) e novas posições na Ingersoll Rand e na HEICO, financiadas por cortes na CoStar, na Global Payments, na Oracle e na Constellation Software. Com a carteira a cerca de 75% do valor estimado, veem uma mola comprimida para os retornos futuros.

White Brook Capital, LLC 1600 palavras

O White Brook Capital articula no T1 2026 um quadro macro deteriorado: inflação reacelerada por choque petrolífero pós-acção militar dos EUA contra o Irão, Reserva Federal mais lenta a cortar taxas do que o mercado assume, e adopção de IA como variável incerta com risco de queda para emprego. Basil F. Alsikafi inicia posições em Icon ($ICLR), distribuidor farmacêutico após queda de 40% por reformulação contabilística marginal, e em S&P Global ($SPGI), comprado durante venda concentrada por receios de IA. Mantém Perma-Fix ($PESI) com tese de J-curve em desperdícios nucleares Hanford, Sanara Medtech ($SMTI) com orientação de 13-17%, e Rapid Micro ($RPID) com orientação considerada conservadora face a Amgen, Samsung Biologics e Merck Millipore.

White Falcon Capital Management 2400 palavras

A White Falcon, gerida por Balkar Sivia em Toronto, recuou 6,1% líquidos no primeiro trimestre de 2026, contra -3,1% do S&P 500 TR (CAD). A queda concentrou-se em software e serviços, penalizados pela contração de múltiplos ligada a riscos de IA, e agravada por contratempos específicos na Ag Growth e na Ivanhoe Mines. Sivia aproveitou a volatilidade para reforçar software — que vê ou como oportunidade excepcional ou como armadilha de valor — destacando a Oracle, reinventada em fornecedor cloud integrado, e a Unity, um turnaround com moat no motor 3D. Sobre a guerra do Irão, manteve a exposição, vigilante quanto ao petróleo acima de $85. As cinco maiores posições são o basket de metais preciosos, a NFI, a Nu, a Unity e a Amazon.

Zeno Investment Fund 2445 palavras

A Zeno Equity Partners explica a subexposição deliberada ao tema da inteligência artificial: a dispersão de resultados é demasiado ampla e o mercado paga 30 a 40 vezes lucros — ou receitas — por uma expansão de quase 100 gigawatts de data centers cuja distribuição de valor ninguém consegue prever. O fundo procura situações em que os retornos são subestimados e os riscos sobrestimados, e encontra o oposto no trade da IA. O reverso da mesma moeda é a América Latina: após anos de mau desempenho, capitulação local e moedas depreciadas, a Zeno constrói posições em qualidade liderada por fundadores — Localiza (7,3%), Vista Energy e Patria Investments —, que juntas representam 28% da carteira. A Amazon, com 9%, é a única excepção à cautela com a IA.

Temas mais articulados

Macro events ativos

  • Conflito Irão–EUA–Israel (Março 2026) Geopolitics conflict 170 letters
  • Aceleração da camada aplicacional IA (2025) Technology disruption 148 letters
  • Surto de capex em IA — datacenters Capital markets 107 letters
  • Subida das yields obrigacionistas (2026Q1) Monetary policy 57 letters
  • Política tarifária Trump 2025 Fiscal industrial policy 50 letters
  • Constrangimento de oferta de petróleo Energy resources 47 letters
  • Concentração das Magnificent Seven Capital markets 37 letters
  • Vaga de redemptions em crédito privado Capital markets 28 letters
  • Fed pause 2025 Monetary policy 20 letters
  • Surto de gastos em defesa Fiscal industrial policy 19 letters
  • Mudança de administração EUA (Janeiro 2025) Political cycle 5 letters
  • GLP-1 e fármacos para obesidade Health demographics 4 letters
  • Lançamento de ChatGPT e IA generativa (Nov 2022) Technology disruption 3 letters
  • Guerra Rússia–Ucrânia Geopolitics conflict 2 letters
  • Crise dos bancos regionais 2023 Capital markets 2 letters
  • Implementação do CHIPS Act Fiscal industrial policy 2 letters
  • Stress em imobiliário comercial Capital markets 1 letters
  • Tensão China–Taiwan Geopolitics conflict 1 letters