Q1 2025

197 cartas publicadas · 300 novas posições · 284 saídas · 2526 posições totais

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Cartas publicadas

abrdn U.S. Small Cap Equity Fund 1795 palavras

O abrdn U.S. Small Cap Equity Fund (Class A, sem comissão de subscrição) recuou 3,73% no primeiro trimestre de 2025, batendo amplamente o Russell 2000 (−9,48%), num trimestre em que as small caps americanas caíram mais do que o mercado alargado. Corcept Therapeutics, H&E Equipment Services e Stride lideraram os contributos; Vertex, Steven Madden e Workiva detraíram. A gestora iniciou Mueller Water Products e REV Group e saiu de seis posições, incluindo Steven Madden (exposição a tarifas) e Live Oak Bancshares (qualidade de crédito). Com as tarifas de Abril a injectar volatilidade, a gestora mantém disciplina em empresas de qualidade e vê as valuations das small caps deprimidas face às large caps como suporte de longo prazo.

Ace River Capital Partners, L.P. 940 palavras

O Ace River Capital, fundo concentrado de small/micro caps gerido por Nicholas D'Agnillo, registou -14,37% no primeiro trimestre de 2025 contra -4,3% do S&P 500 e -9,5% do Russell 2000. A carta centra-se em RICK: aquisição do Platinum West Gentlemen's Club por 8,0 milhões de dólares (segunda do ano, dentro do plano «Back to Basics»), recompras de mais de 400 mil acções em 2024 e tracção do site Favoritely.com, alargado a mais 15 clubes após beta positivo. VOXR beneficiou da subida do ouro (~40% no ano) impulsionada pela incerteza tarifária, funcionando como cobertura. HZO reportou trimestre forte com 12,4 milhões em recompras; D'Agnillo aguarda a fase de expansão do ciclo. Ordem de peso: RICK, VOXR, HZO, DSHK.

Alger Mid Cap Focus Fund 1180 palavras

O Alger Mid Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) recuou -13,29% no primeiro trimestre de 2025, ficando aquém do Russell Midcap Growth Index (-7,12%) num trimestre de correcção dos mercados accionistas norte-americanos. A emergência de modelos de IA chineses com capacidades comparáveis a custo alegadamente inferior desencadeou uma reavaliação do capex tecnológico dos EUA e uma venda em acções ligadas à IA; o anúncio de aumentos tarifários agressivos para 2 de Abril agravou a incerteza e o S&P 500 entrou em território de correcção. HEICO, Spotify e Palantir contribuíram positivamente; AppLovin, Marvell e Astera Labs detraíram. A gestora reafirma a convicção em temas seculares — digitalização, cloud computing e o ponto de inflexão da IA.

Alger Small Cap Focus Fund 1245 palavras

O Alger Small Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) caiu 17,53% no primeiro trimestre de 2025, ficando aquém do Russell 2000 Growth Index (-11,12%), num trimestre de volatilidade elevada: modelos avançados de IA da China, a custos reportadamente inferiores, provocaram reavaliação do capex tecnológico e sell-off em acções ligadas à IA, enquanto o anúncio de tarifas para 2 de Abril empurrou o S&P 500 para correcção (-4,27%). Inari Medical (adquirida pela Stryker a $80 por acção), GeneDx e Guidewire lideraram contributos; Agilysys, Xometry e FTAI Aviation detraíram. Health Care e Information Technology eram os maiores pesos; a gestora reafirma convicção em digitalização, cloud e IA.

Alger Spectra Fund 1673 palavras

O Alger Spectra Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou -12,55% no primeiro trimestre de 2025, abaixo do Russell 3000 Growth Index (-10,05%), num trimestre de volatilidade acentuada: a emergência de modelos de IA chineses de baixo custo levou os investidores a reavaliar o capex em IA das large-caps tecnológicas, e os anúncios tarifários de Trump empurraram o S&P 500 para correcção em 13 de Março, com o índice a fechar o trimestre em -4,27%. HEICO, Spotify e GFL Environmental lideraram as contribuições; Nvidia, Microsoft e Amazon detraíram. A gestora mantém convicção nos temas seculares — digitalização, cloud computing e IA num ponto de inflexão — e vê oportunidades em tecnologias cirúrgicas e sequenciação genómica.

Alger Weatherbie Specialized Growth Fund 1287 palavras

O Alger Weatherbie Specialized Growth Fund (Class A, sem comissão de subscrição) recuou −15,07% no primeiro trimestre de 2025, ficando atrás do Russell 2500 Growth Index (−10,80%) num trimestre de volatilidade elevada: modelos de IA chineses a custos inferiores levaram investidores a reavaliar o capex tecnológico das large-caps, e o anúncio tarifário de Trump empurrou o S&P 500 para correcção em Março. VSE, Palomar Holdings e Progyny lideraram contributos via aviação, seguros especializados e benefícios de fertilidade; Semtech, Upstart e Agilysys detraíram com receitas ACC adiadas, receios macroeconómicos sobre crédito ao consumo e orientação revista em baixa. A gestora mantém convicção em digitalização, cloud computing e IA num ponto de inflexão, com oportunidades em tecnologias cirúrgicas e sequenciação genómica.

AMG Frontier Small Cap Growth Fund 1587 palavras

O AMG Frontier Small Cap Growth Fund (Class N) registou −14,43% no primeiro trimestre de 2025, atrás do Russell 2000 Growth (−11,12%), num mercado derrubado pelos receios quanto às políticas comerciais da nova administração. Tecnologia foi a principal área detractora, com sobreponderação e selecção a penalizarem indie Semiconductor e Ultra Clean, seguida dos industriais, onde BILL Holdings foi reduzida e FTAI Aviation reforçada após um short report desmentido por auditoria independente. Tempus AI foi o melhor contribuidor, ao valorizar 43%. A gestora aproveitou a volatilidade para iniciar posições em CACI, Amentum, Essential Properties e DigitalOcean. Entre tarifas imprevisíveis e risco de recessão, o foco recai na posição competitiva, nos balanços e na exposição geográfica das participadas.

AMG River Road Small Cap Value Fund 2524 palavras

O AMG River Road Small Cap Value Fund (Classe N) recuou 3,94% no primeiro trimestre de 2025, superando com folga o Russell 2000 Value, que caiu 7,74%. A selecção de títulos somou 406 pontos base de retorno activo em nove de onze sectores, com destaque para industriais, saúde e financeiras. Axis Capital, Progyny e GEO Group lideraram os contribuidores; Embecta, Atkore e LGI Homes foram os maiores detractores. A actividade foi moderada: seis posições novas, incluindo Haemonetics, ICU Medical e Dun & Bradstreet, e cinco eliminadas, três por aquisições. A equipa mantém cautela de curto prazo face às tarifas, mas vê avaliações atractivas nas small caps e começa a preparar a carteira para a recuperação.

Andvari Associates 3012 palavras

Douglas Ott assinala um primeiro trimestre invulgar: a Andvari subiu 7,2% líquidos de comissões enquanto o ETF SPDR S&P 500 caiu 4,3%, com o capital a sair das Mag 7+ (−13,12% até 1 de Abril) e a fluir para as empresas em carteira. A carta revisita as participações em ciências da vida e animais de companhia, ainda a digerir a procura antecipada da era COVID, o tabaco — Philip Morris e Altria, com ZYN e on! em crescimento acelerado — e as torres de telecomunicações e CoStar. A secção final argumenta que intangíveis, poder de fixação de preços e distribuidores com repasse de custos preparam a carteira para as tarifas. Booz Allen é a nova posição, iniciada após a queda provocada pelo DOGE.

Appalaches Capital — Core LO 3651 palavras

O Appalaches Core LO, veículo concentrado e long-only de Jake Keys, perdeu 0,5% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra -4,3% do S&P 500, -0,6% do equiponderado e +1,1% do índice SOFR. Keys recorre a Why Nations Fail para defender que as instituições americanas resistirão à turbulência tarifária, antecipando todavia efeitos reais de curto prazo no consumo e nas cadeias de abastecimento. Iniciou Arch Capital — custos de agência controlados por remuneração com retrospectiva de dez anos —, ASML e Lam Research, apostando na recuperação cíclica dos semicondutores e nas barreiras à entrada. Saiu de Syensqo; Lithia, ferrovias, AutoZone e CME analisadas sob o prisma tarifário.

Ariel Fund 1080 palavras

O Ariel Fund recuou 8,00% no T1 2025 (Investor Class), atrás do Russell 2500 Value (−5,83%) e do Russell 2000 Value (−7,74%). A maioria dos índices norte-americanos fechou o trimestre em terreno negativo: o optimismo com a nova administração deu lugar a receios tarifários e incerteza de política, e os Magnificent Seven lideraram a queda, caindo perto de −15%. A gestora inclinou-se para a volatilidade, adquirindo acções penalizadas de empresas de qualidade. Contribuidores: Paramount Global (PARA), Adtalem Global Education (ATGE) e J.M. Smucker (SJM). Detractores: Leslie’s (LESL), Bio-Rad (BIO) e Sphere Entertainment (SPHR). Iniciou Norwegian Cruise Line (NCLH) e OneSpaWorld (OSW); saiu de Royal Caribbean (RCL) por exceder o limite de capitalização.

Ariel Global Fund 1616 palavras

O Ariel Global Fund valorizou 6,31% no T1 2025, à frente do MSCI ACWI (-1,32%) e do MSCI ACWI Value (+4,77%). O trimestre pôs à prova a crença no excepcionalismo norte-americano: as Magnificent Seven recuaram perto de 15% e os mercados accionistas internacionais tiveram o trimestre mais forte face aos Estados Unidos em quinze anos. As escolhas de títulos em tecnologias de informação, consumo discricionário e saúde foram o maior contributo sectorial; os contratos cambiais a prazo, as participações em consumo de base e a ausência de energia detraíram. CVS Health, Check Point e Bandai Namco contribuíram; NetApp, TSMC e Teradata detraíram. A gestora iniciou cinco posições — Algonquin, Bank Negara Indonesia, Bank of America, Intesa Sanpaolo e Owens Corning — e saiu de oito títulos.

Ariel Appreciation Fund 1500 palavras

O Ariel Appreciation Fund caiu 6,94% no T1 2025, atrás do Russell Midcap Value (-2,11%) e do Russell Midcap (-3,40%). O optimismo inicial com a postura pró-negócios da nova administração foi rapidamente substituído por receios tarifários e incerteza política: as Magnificent Seven cederam quase 15% e os mercados internacionais, liderados por Europa e China, registaram a maior superação trimestral face aos EUA em 15 anos. Contributors: Mattel, Middleby e ADT. Detractors: Bio-Rad, Knowles e Norwegian Cruise Line. Iniciadas NCLH, OneSpaWorld e Schlumberger; saídas de Goldman Sachs, NOV, Vail Resorts e Walgreens. As gestoras lêem a queda como oportunidade de compra disciplinada de empresas de qualidade a desconto do valor de mercado privado.

Ariel Focus Fund 1143 palavras

O Ariel Focus Fund recuou -3,88% no primeiro trimestre de 2025, aquém do ganho de +2,14% do Russell 1000 Value mas à frente do S&P 500 (-4,27%), num trimestre em que receios tarifários e incerteza política substituíram o optimismo com a nova administração. As Magnificent Seven lideraram as quedas e os mercados internacionais, liderados por Europa e China, registaram a maior superação trimestral face aos EUA em 15 anos. Barrick Gold (GOLD), Chevron (CVX) e J.M. Smucker (SJM) contribuíram; Resideo (REZI), Bio-Rad (BIO) e Oracle (ORCL) detraíram. Não foram iniciadas novas posições; Northern Trust (NTRS) foi encerrada. Os gestores reforçam compras de títulos de qualidade castigados, citando descontos significativos face aos valores de mercado privados.

Ariel Small Cap Value Tax-Exempt Composite 1390 palavras

O Ariel Small Cap Value Tax-Exempt Composite recuou -10,60% bruto (-10,73% líquido) no T1 2025, aquém do Russell 2000 Value (-7,74%) e do Russell 2000 (-9,48%), num trimestre dominado por receios tarifários e incerteza política. Middleby, ADT e First American foram os principais contributors; Norwegian Cruise Line, Leslie's e Lindblad os maiores detractors. Nova posição em Bio-Rad Laboratories; sem saídas no trimestre. A gestora descreve compra activa na volatilidade, com holdings estatisticamente baratos face ao private market value e leitura de que deslocações desta magnitude antecederam historicamente as recuperações mais robustas. Mercado de trabalho sólido e balanços saudáveis sustentam optimismo cauteloso contra um abrandamento severo.

Aristotle Atlantic Core Equity Strategy 1500 palavras

O Aristotle Atlantic Core Equity Composite (net de comissões) recuou 5,99% no primeiro trimestre de 2025, atrás do S&P 500 (-4,27%), penalizado por selecção de títulos em Information Technology e Industrials; Consumer Discretionary e Utilities contribuíram. O choque DeepSeek em Janeiro atingiu o complexo de infraestrutura de IA, com Broadcom e ServiceNow entre os principais detractores; Intercontinental Exchange e Guardant Health lideraram os contributos. A gestora iniciou posição em Analog Devices — exposição a electrificação automóvel, automação fabril e Internet das Coisas — sem vendas no trimestre. A Fed manteve taxas em 4,25%-4,50% perante tarifas e dados mistos. O foco mantém-se em empresas com tailwinds seculares e ciclos product-driven.

Aristotle Atlantic Large Cap Growth Strategy 1380 palavras

O Aristotle Atlantic Large Cap Growth Composite registou -9,68% (net de comissões) no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 1000 Growth Index (-9,97%), com selecção de títulos em Consumer Discretionary e Financials a contribuir e Information Technology e Industrials a detrair. Tesla (underweight), Visa, O'Reilly Automotive, Guardant Health e Adaptive Biotechnologies lideraram contribuintes; ServiceNow, Bio-Techne, Eli Lilly, Datadog e Nvidia detraíram. A gestora comprou Oracle e CrowdStrike e vendeu Datadog e Amphenol. O S&P 500 caiu 4,27% num trimestre dominado por tarifas; a Fed manteve taxas em 4,25%-4,50%. A perspectiva sublinha valuations ainda elevadas, riscos de abrandamento dos lucros e foco em empresas com tailwinds seculares.

Aristotle Global Equity Composite 2150 palavras

O Global Equity Composite da Aristotle Capital rendeu +1,12% gross (+1,02% net) no primeiro trimestre de 2025, superando os -1,32% do MSCI ACWI e os -1,79% do MSCI World, num trimestre de rotação para value. A vantagem veio sobretudo de efeitos de alocação: underweight e selecção em Information Technology e selecção em Consumer Discretionary lideraram; selecção em Materials, Energy e Industrials detraiu. Munich Re e Sony encabeçaram os contributos; Cameco, penalizada pela tarifa de 10% sobre energia canadiana, e Adobe, sob receios de disrupção por IA, pesaram. A equipa vendeu Honeywell, Michelin e Millrose Properties e investiu em Alphabet e Daikin Industries, reiterando foco em fundamentais microeconómicos face ao ruído tarifário e ao choque DeepSeek.

Aristotle International Equity Composite 2400 palavras

O International Equity Composite da Aristotle Capital rendeu +3,62% gross (+3,50% net) no primeiro trimestre de 2025, ficando atrás dos +6,86% do MSCI EAFE e dos +5,23% do MSCI ACWI ex USA, num trimestre de forte rotação para value e para acções internacionais. A selecção em Financials, Energy e Industrials detraiu mais; Health Care, Consumer Discretionary e Information Technology contribuíram. Munich Re, Nemetschek e Sony lideraram os contributos; Cameco, penalizada pela tarifa de 10% sobre energia canadiana, Brookfield e Accenture pesaram. A equipa saiu de Magna International para financiar a entrada em Fast Retailing (UNIQLO), reiterando o foco em decisões microeconómicas face ao ruído tarifário e ao choque DeepSeek.

Aristotle Small Cap Equity Composite 1500 palavras

A Aristotle Small Cap Equity Composite recuou 7,34% net (7,20% gross) no primeiro trimestre de 2025, batendo o Russell 2000 (-9,48%) num mercado que se aproximou de território de correcção. Selecção de títulos em Information Technology, Industrials e Materials e underweight em Consumer Discretionary explicam o excesso de retorno; Alamos Gold e Huron Consulting lideraram as contribuições, Columbus McKinnon e MACOM detraíram. Actividade relevante: quatro compras (Agree Realty, Old National, Valvoline, Veeco) e seis saídas, três delas por aquisições. A gestora mantém optimismo de longo prazo — valuations small-cap perto de mínimos de várias décadas face a large caps, com deregulação, M&A e reshoring como ventos favoráveis — vigiando reaceleração inflacionária e fragilidade económica.

Aristotle Value Equity WM Composite 2100 palavras

O Value Equity Composite da Aristotle Capital rendeu +0,78% gross (+0,73% net) no primeiro trimestre de 2025, aquém dos +2,14% do Russell 1000® Value mas bem acima dos -4,27% do S&P 500, num trimestre de rotação para value. Selecção em Financials, sobreponderação em Information Technology e sub-ponderação em Health Care detraíram; selecção em Consumer Discretionary, Utilities e Energy contribuiu. Sony liderou os contributos com recordes em gaming; Adobe pesou apesar de receita recorde, penalizada por receios de disrupção por IA que a equipa contesta. Rotação de carteira relevante: saídas de Honeywell, Michelin e Millrose financiaram entradas em Air Products and Chemicals e Alphabet. A disciplina mantém-se nos fundamentais microeconómicos, não no ruído macro.

Artisan Global Discovery Fund 3000 palavras

O Artisan Global Discovery Fund (Class I USD) recuou 1,71% no T1 2025, aquém do MSCI All Country World Small Mid Index, num trimestre de rotação para value e acções de baixa volatilidade e de selloff nos nomes ligados a IA após o choque DeepSeek. Babcock, Spotify e Ascendis lideraram os contributos; West Pharmaceutical, MACOM e Saia detraíram. Jason White e Jim Hamel iniciaram Gardens em Aris Water e PROCEPT BioRobotics, reforçaram CCC Intelligent Solutions e US Foods e saíram de Illumina e Wabtec. Após o fecho do trimestre, as tarifas Liberation Day reforçaram a cautela: a equipa está a deslocar a exposição tecnológica para beneficiários capital-light de IA e franchises resilientes.

Artisan Mid Cap Fund 5277 palavras

A carteira da Artisan Mid Cap recuou 7,40% no primeiro trimestre de 2025, em linha com os 7,12% negativos do Russell Midcap Growth. O trimestre inverteu a liderança do mercado: o valor superou o crescimento, os mercados fora dos EUA superaram as acções norte-americanas e a venda acentuada dos títulos ligados à IA generativa, num trimestre em que o modelo DeepSeek pôs em causa as premissas do mercado, penalizou as posições expostas ao investimento em centros de dados. Não deter a Palantir foi o maior travão isolado. Spotify, Ascendis e AutoZone estiveram entre os contributos de topo; West Pharmaceutical Services, Deckers e Marvell entre os travões. A equipa iniciou posições Garden na Baker Hughes, na Snowflake e na Viking, reforçou DoorDash, CCC Intelligent Solutions e Bright Horizons, e encerrou as campanhas na Illumina, na Best Buy e na Datadog.

Artisan Mid Cap Value Fund 2468 palavras

O Artisan Mid Cap Value Fund (ARTQX) recuou 1,03% no primeiro trimestre de 2025 e resistiu melhor do que o Russell Midcap Value Index, que perdeu 2,11%. O negócio de crescimento desfez-se no trimestre, primeiro com a notícia do DeepSeek a 27 de Janeiro e depois com a incerteza criada pelas políticas da nova administração norte-americana. Genpact, Baxter International e Dollar General estiveram entre os principais contributos; Bio-Rad Laboratories, nVent Electric e Polaris entre os maiores travões. A única compra nova foi a Permian Resources, com a saída da Marriott International e a venda da Dentsply Sirona. A equipa escreve que as probabilidades de recessão nos Estados Unidos subiram consideravelmente com a incerteza criada por estas políticas.

Artisan Select Equity Strategy 2400 palavras

O Artisan Select Equity Strategy (ARTNX) subiu 5,79% no primeiro trimestre de 2025, batendo o S&P 500® (−4,27%) em mais de dez pontos percentuais, num trimestre em que o mercado norte-americano foi o de pior desempenho do mundo. Daniel O'Keefe e Michael McKinnon intitulam a carta «MIGA: Make International Great Again» e defendem o regresso do valor e das acções internacionais, mais baratas e menos expostas à euforia tecnológica. Heidelberg Materials, Alibaba e Berkshire Hathaway lideraram os contributos; Alphabet, PayPal e American Express foram os principais detractores. Durante o trimestre compraram Shell, a 9x-10x resultados e com forte desconto face às pares norte-americanas, e saíram de Danone, reduzindo ainda a posição em Alibaba. As tarifas «Liberation Day» dominam a conclusão cautelosa do gestor.

Artisan Small Cap Fund 3227 palavras

O Artisan Small Cap Fund caiu 10,14% no primeiro trimestre de 2025 (classe ARTSX) contra 11,12% do Russell 2000 Growth — retorno absoluto negativo com protecção na queda. O Russell 2000 recuou 9,5%, o pior trimestre desde o segundo de 2022. Entre os contributos nomeados estão Ascendis, Halozyme e Guidewire; entre os travões, Veracyte, MACOM e Dayforce. A equipa abriu oito posições Garden e encerrou onze campanhas, nomeando FTAI Aviation, Aris Water Solutions e Sweetgreen do lado das entradas e Dayforce, MYR Group e Dutch Bros do lado das saídas. Reforçaram Bright Horizons, Freshworks e Kratos e reduziram Veracyte, Guidewire e SharkNinja.

Artisan Value Fund 3859 palavras

A aposta no crescimento que sustentava as bolsas americanas desde o final de 2022 desfez-se no primeiro trimestre de 2025. A equipa do Artisan Value Fund atribui a rotação à notícia do DeepSeek, a 27 de Janeiro, e à incerteza de política da nova administração: o Russell 1000 Value subiu 2,14% e aguentou-se cerca de 1.200 pontos base melhor do que o índice de crescimento. A carteira acompanhou o índice de valor, ajudada pelo subpeso em tecnologia e industriais e pelo sobrepeso em consumo básico. Philip Morris, Heineken e Dollar General lideraram os contributos; PayPal, Alphabet e Merck detraíram. A equipa comprou Nestlé e encerrou Marriott após uma campanha plurianual iniciada no crash de Março de 2020.

Ave Maria Growth Fund 762 palavras

O comentário do 1.º trimestre de 2025 do Ave Maria Growth Fund (AVEGX) reporta um retorno de -1,65%, acima dos -4,27% do S&P 500. Os principais contribuidores foram O'Reilly Automotive, HEICO, Roper Technologies, Mastercard e Expand Energy; do lado dos detratores destacaram-se Nvidia, Taiwan Semiconductor, BlackLine, XPEL e Accenture. No trimestre, o gestor reduziu Silicon Laboratories, saiu por completo de McCormick e Valvoline, reforçou BlackLine, Taiwan Semiconductor e XPEL e iniciou uma nova posição em Rambus — especialista em propriedade intelectual de memória que começou a vender chips próprios de interface, ganhando rapidamente quota aos operadores legados, com um novo chip que promete um salto relevante no desempenho de memória.

Baron Asset Fund 4503 palavras

O Baron Asset Fund recuou 2,89% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell Midcap Growth Index (−7,12%) em 423 pontos base e recuperando parte das perdas relativas do trimestre anterior. A gestora atribui o resultado a selecção de acções positiva e a ventos de estilo favoráveis: a subexposição a Beta e Volatilidade Residual compensou num mercado de aversão ao risco desencadeado pelas tarifas de Trump, por inflação acima do esperado e pela venda nas Magnificent Seven. X.AI, Guidewire, Verisk, CoStar e Roper contribuíram; Gartner, The Trade Desk, West Pharmaceutical, Dayforce e Hyatt detraíram. Vertiv foi iniciada aproveitando a fraqueza do preço e a posição em ANSYS foi encerrada perante a aquisição pela Synopsys.

Baron Discovery Fund 2800 palavras

O Baron Discovery Fund recuou 6,17% (Institutional Shares) no primeiro trimestre, mas superou o Russell 2000 Growth Index em 4,95 pontos (índice em -11,12%). O mercado iniciou o ano forte e começou a ceder em meados de Fevereiro, quando ficou claro que a administração Trump avançaria com tariffs vistos como inflacionários e travão ao crescimento; a queda acelerou após 2 de Abril. Inari Medical (adquirida pela Stryker a 48,5% de prémio), Tempus AI e Kratos lideraram as contribuições; Exact Sciences, indie Semiconductor e Montrose Environmental detraíram. Aplicando o processo investing in reverse, a gestora iniciou Wingstop, Karman (via IPO) e Arcellx, e saiu de Reddit, Axon, Inari, AAON, ASGN e Maravai.

Baron Fifth Avenue Growth Fund 3700 palavras

O Baron Fifth Avenue Growth Fund recuou 13,43% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, contra quedas de 9,97% do Russell 1000 Growth Index e 4,27% do S&P 500. Após um arranque forte, o mercado vendeu na segunda metade do trimestre, quando os investidores perceberam que o DOGE, as tarifas e as políticas da nova administração seriam disruptivos e imprevisíveis. A totalidade do défice relativo veio da selecção de títulos em Financials, Health Care e Communication Services. O gestor iniciou a Eli Lilly, aproveitou a volatilidade para reforçar onze posições — entre elas Samsara, KKR e Alphabet — e saiu de Microsoft e Mastercard.

Baron FinTech Fund (renomeado Baron Financials ETF a 12/12/2025) 2400 palavras

O Baron FinTech Fund recuou 1,31% (NAV Institutional) no primeiro trimestre de 2025, mas superou o FactSet Global FinTech Index, que caiu 7,52%, e o S&P 500, que cedeu 4,27%. A vantagem veio da selecção de títulos em Payments, E-Commerce, Enterprise Software e Tech-Enabled Financials e da ausência de exposição às Magnificent Seven, que cederam 15% no trimestre. Progressive, Tradeweb, MercadoLibre, Visa e Guidewire lideraram os contribuidores; KKR, Apollo, Block, Globant e Morningstar detraíram. A actividade foi reduzida: nenhuma compra nova e a venda de duas posições pequenas, WEX e Global Payments. Josh Saltman considera a carteira isolada mas não imune às tarifas e defende negociar menos, e não mais, em períodos de deslocação de mercado.

Baron Focused Growth Fund 3100 palavras

O Baron Focused Growth Fund recuou 7,95% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, mas superou o Russell 2500 Growth Index (-10,80%) num arranque difícil ditado pelas tarifas de Trump e pelos receios de recessão. A categoria Real/Irreplaceable Assets (18,6% do NAV, -13,38%) liderou as perdas, com a Tesla (-35,83%, -362bps) como maior detractor isolado. Em sentido inverso, a Disruptive Growth resistiu via X.AI (+68,87%) e Spotify (+22,94%), enquanto Core Growth e Financials, sustentados por Guidewire, CoStar e Arch Capital, bateram o benchmark pela resiliência das receitas recorrentes. A gestora mantém postura construtiva: 28 holdings, top 10 em 56,7% do NAV, balanços sólidos e aceleração de insider buying reforçam a tese de alocar capital após a queda.

Baron Growth Fund 6818 palavras

O Baron Growth Fund recuou 4,25% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 2000 Growth Index, que cedeu 11,12%, e superando ligeiramente o Russell 3000 (-4,72%). Ronald Baron e Neal Rosenberg atribuem o resultado relativo sobretudo à selecção de títulos e ao foco exclusivo em negócios com vantagens competitivas duráveis, num trimestre marcado pela implementação acelerada da agenda da nova administração norte-americana, pelas tarifas e pelos cortes de despesa pública. A Arch Capital acrescentou 0,59 pontos percentuais e a Gartner retirou 1,42. A carteira detinha 29 investimentos a 31 de Março de 2025, com as dez maiores a pesarem 75,6% do activo líquido e um período médio ponderado de detenção de 18 anos.

Baron Health Care Fund 3500 palavras

O Baron Health Care Fund recuou 2,54% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, ficando 641 pontos base atrás do Russell 3000 Health Care Index (+3,87%) mas superando o Russell 3000 amplo (-4,72%). A underperformance concentrou-se na selecção em biotecnologia (Arcellx, argenx) e equipamento de saúde (Glaukos, Intuitive Surgical), agravada pela ausência de AbbVie e Amgen. Boston Scientific, Vertex e UnitedHealth lideraram os contribuidores. Neal Kaufman iniciou Waters, Penumbra e Masimo, reabriu McKesson e reforçou UnitedHealth; reduziu Natera, Intuitive, Vertex, Thermo Fisher e Arcellx por valorização e gestão de risco. Mantém optimismo nos drivers seculares da saúde apesar dos cortes na FDA e no NIH e da incerteza tarifária.

Baron Opportunity Fund 4650 palavras

O Baron Opportunity Fund recuou 11,97% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, 197 pontos base atrás do Russell 3000 Growth (-10,00%) e 770 face ao S&P 500 (-4,27%). Janeiro foi forte; a partir de meados de Fevereiro, o receio de tarifas, de guerra comercial e de realinhamento geopolítico inverteu os ganhos. Os cinco maiores detractores estavam todos entre as dez maiores posições — NVIDIA, Tesla, Broadcom, Microsoft e Amazon —, somando -6,92 pontos percentuais, cerca de 58% da queda; contribuíram xAI, Spotify e Inari Medical, adquirida pela Stryker. Michael Lippert recusa previsões macroeconómicas e comprou na fraqueza: Snowflake e Monolithic Power reentraram, Nova foi iniciada com capital da venda da ASML e a Trade Desk foi reforçada; a Microsoft foi aliviada, Dayforce e Cadence saíram. No fecho: 44 empresas, top 10 com 55,6% do activo líquido.

Baron Real Estate Fund 5600 palavras

O Baron Real Estate Fund recuou 6,69% no T1 2025 (Institutional Shares), atrás do MSCI USA IMI Extended Real Estate Index (-3,11%) e do MSCI US REIT Index (+0,76%). Jeffrey Kolitch atribui a queda às posições non-REIT cíclicas — viagens, construtoras, produtos de construção e gestores de activos alternativos — e a REITs de data centers, escritórios e centros comerciais. A tese mantém-se: sentimento extremamente pessimista, valuations descontadas e um "embedded put" de capital privado que deverá limitar o risco de queda. Reduziu materialmente data centers (Equinix, Digital Realty, GDS), reafectando esse produto a American Tower, Prologis, American Homes 4 Rent e Extra Space Storage; a Expedia deu lugar à Wynn e Lennar e D.R. Horton à Taylor Morrison. Liquidez elevada em 8,5% do património líquido.

Baron Small Cap Fund 2700 palavras

O Baron Small Cap Fund recuou 9,07% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, batendo o Russell 2000 Growth Index em 205 pontos base mas ficando atrás do Russell 3000, que caiu 4,72%. Cliff Greenberg descreve um trimestre que começou com optimismo pró-negócio e terminou sob o choque tarifário, com a aplicação DeepSeek a abalar pelo caminho a leitura do investimento em infra-estrutura de inteligência artificial e a fazer da Vertiv a maior detractora. A carteira ficou-se por 55 títulos, o número mais baixo em bastante tempo, e 3,8 mil milhões de dólares sob gestão, com as dez maiores posições em 40,6% do activo líquido. Entraram a RadNet e a PAR Technology; saíram a WEX, a Ibotta e a SBA Communications, e duas participadas foram adquiridas.

Baron Technology Fund (renomeado Baron Technology ETF a 12/12/2025) 5550 palavras

O Baron Technology Fund caiu 14,80% (Institutional Shares) no primeiro trimestre de 2025, abaixo do MSCI ACWI Information Technology Index (-11,64%) e do S&P 500 (-4,27%). Lippert e Mehra atribuem a inversão ao sentimento de meados de Fevereiro — tarifas, receio de guerra comercial e realinhamento geopolítico — e recusam previsões macroeconómicas, preferindo testar cenários conservadores e alvos de preço mais exigentes. Spotify liderou os contribuidores; Broadcom, NVIDIA, Amazon, Tesla e Arista foram os maiores detractores. A actividade concentrou-se em reforçar semicondutores e software na queda: compras em NVIDIA, Broadcom, Atlassian e The Trade Desk, iniciação de Nova, venda de ASML e Cadence, e reduções em Microsoft, Apple e GDS. As dez maiores posições valem 56,2% do NAV, em 43 empresas.

BBH Select Series – Mid Cap Fund 3073 palavras

O BBH Select Series – Mid Cap Fund recuou 6,03% no primeiro trimestre de 2025 contra uma queda de 3,40% do Russell Midcap. A expectativa de desregulação e de cortes de impostos deu lugar a tarifas generalizadas e a cortes de financiamento público, levando várias equipas de gestão a emitir orientação cautelosa para 2025. Energia e utilities lideraram os sectores; tecnologias de informação foi o mais penalizado. Brown & Brown e Guidewire lideraram as contribuições positivas; Globant e Bruker detraíram. Iniciadas UL Solutions e Keysight Technologies; saída de Aspen Technology na sequência da aquisição pela Emerson Electric. Reforço em West Pharmaceutical Services e redução em sete posições. No fecho, 30 empresas, top 10 a 45,8% e carteira a 79% do valor intrínseco estimado.

Black Bear Value Fund 1300 palavras

O Black Bear Value Fund recuou -1,3% no primeiro trimestre de 2025, batendo o S&P 500 (-4,3%) e o HFRI Fundamental Value (-0,5%) num arranque de ano marcado pelo regresso da volatilidade e pelo choque tarifário. Adam Schwartz vendeu negócios de retorno bom para reforçar apostas de retorno óptimo e descreve a carteira short como a alavanca que permitiu jogar à ofensiva enquanto o mercado recuava. As cinco posições core (Asbury, Builders FirstSource, Core Natural Resources, Warrior Met Coal e Flagstar Financial) combinam pricing power, balanços sólidos e baixo custo, perfis que o gestor considera vencedores num ambiente de tarifas. A mensagem central é de paciência: os ambientes mais desconfortáveis geram as melhores oportunidades.

Bristlemoon Global Fund 3200 palavras

O Bristlemoon Global Fund recuou -3,2% no trimestre de Março de 2025 (Março isolado -6,5%), com o período de nove meses até 31 de Março em +14,0% líquido. Os contribuidores foram PDD Holdings e Tencent; os detractores Xponential Fitness, PAR Technology e AppLovin. George Hadjia elevou a caixa para cerca de 22% e cobriu exposição com puts de índice antes da Liberation Day, sob uma estrutura de perda máxima. Saiu de Xponential (perda material), Interactive Brokers e Pinterest, rodando para negócios de maior qualidade mais penalizados. O grosso da carta desenvolve as duas maiores posições: Hemnet, portal imobiliário sueco que expande a take-rate via Hemnet Max, e PAR Technology, software de restauração com poder de preço latente.

Bristol Gate Capital Partners Canadian Equity Strategy 706 palavras

A estratégia canadiana da Bristol Gate ficou atrás do S&P/TSX Composite no T1 2025, num trimestre em que os materiais — sobretudo as mineiras de ouro — lideraram o índice com 20,3%. A subponderação estrutural ao sector, justificada pela ausência de crescimento consistente de dividendo, foi o principal detractor relativo. Contribuíram TMX Group, Intact Financial e Dollarama, com a Intact a elevar o dividendo em 10% pelo vigésimo ano consecutivo. Em termos absolutos, TFI International, Broadcom e Jamieson Wellness ficaram atrás. A gestora reduziu Broadcom e reinvestiu em Stella-Jones e Premium Brands no rebalanceamento trimestral. Cerca de 70% das posições superaram estimativas de receitas e lucros, e o crescimento de dividendo da carteira soma 11,2% no ano.

Bristol Gate Capital Partners US Equity Strategy 1150 palavras

A Bristol Gate superou o S&P 500 Total Return num T1 2025 volátil, marcado pelo optimismo inicial com a tomada de posse de Trump e pela queda subsequente perante incerteza tarifária. A subexposição às Magnificent Seven — que recuaram cerca de 16% após liderarem 2024 — e a selecção de títulos sustentaram o desempenho relativo. Contribuidores: GE Aerospace, McKesson e Marsh & McLennan. Detractores absolutos: Broadcom, Microchip e Applied Materials, penalizados pelo sentimento em torno da IA. A gestora iniciou Eli Lilly, Westinghouse Air Brake e Domino's e saiu de CSX, Corteva e Lowe's por menores expectativas de crescimento de dividendos. As tarifas 'Liberation Day', anunciadas após o trimestre, dominam a perspectiva, com o índice a cair 10,5% em duas sessões.

Broyhill Asset Management 1690 palavras

A Broyhill Asset Management rendeu 2,8% no primeiro trimestre, líquido de comissões, contra uma queda de 1,2% do MSCI ACWI. Christopher Pavese destaca Philip Morris e Baxter como top contributors, com Avantor e Six Flags como detractors. A carta formaliza novas posições em Uber e Dollar Tree, um pequeno basket de três drillers offshore e a saída de Nintendo após o anúncio da Switch 2. Pavese enquadra o trimestre como viragem histórica dos activos americanos para os internacionais, com a Europa em mínimos de sentimento e fluxos, e avisa que os custos de longo prazo das tarifas — preços mais altos, lucros menores e confiança danificada — demorarão mais a materializar-se e serão piores do que os mercados descontam.

Buckley Capital Partners, LP 4196 palavras

Zack Buckley fecha o primeiro trimestre praticamente ileso: -0,5% líquido contra -7,7% do iShares Russell 2000 Value e -9,5% do Russell 2000, com menos de 5% da carteira directamente exposta às tarifas anunciadas a 2 de Abril. O gestor reposicionou a carteira — vendeu várias posições e abriu novas — e manteve ou reforçou ligeiramente os três núcleos isolados de tarifas: Dentalcorp, Basic-Fit e IWG. A Basic-Fit vale, segundo ele, mais de 50 euros por acção, com o consenso de 2026 demasiado baixo. Nas situações especiais de saúde, Verona Pharma e Liquidia ultrapassaram 5% cada; espera que a Liquidia duplique este ano. Projecta 7-10% anuais para o Russell 2000 na próxima década, acima dos 5-7% do S&P 500.

Burke Wealth Management Focused Growth Composite 4800 palavras

A Burke Wealth Focused Growth Composite caiu -8,1% no primeiro trimestre de 2025 — o pior trimestre em quase três anos — contra -4,3% do S&P 500 Total Return. A queda concentrou-se nas últimas seis semanas, conduzida por incerteza política e não por resultados: a meados de Fevereiro o portfolio subia 7,5%. A carta disseca as tarifas de Trump (a fórmula de 2 de Abril) e o DOGE de Musk, e defende que do outro lado do «deserto tarifário» esperam cortes de impostos e desregulação. Abbott, Charter e ICE estabilizaram; Nvidia (choque DeepSeek), Salesforce e ServiceNow penalizaram. Única actividade do trimestre: saída da United Healthcare e nova posição em TransDigm.

Carillon Eagle Growth & Income Fund 1500 palavras

O Carillon Eagle Growth & Income Fund atravessa um T1 2025 turbulento em que o S&P 500 caiu 4,3%, registando o primeiro drawdown intra-trimestral superior a 10% em mais de 28 meses. A rotação favoreceu sectores defensivos, qualidade e dividendos — energia, saúde, financeiras e consumo básico lideraram — e o S&P 500 Equal Weight bateu o índice cap-weighted em 370 pontos base. T-Mobile, Chevron, AbbVie, Abbott e IBM contribuíram; Broadcom, Hewlett Packard, Eaton, Microsoft e Oracle detraíram, pressionadas pelo choque DeepSeek e por receios de capex em IA. A carta assinala ainda a transição de gestão: David Blount reforma-se, Brad Erwin e Michael Rich assumem. Tom equilibrado: tarifas, DOGE e Ucrânia pesam, mas desregulamentação e IA sustentam optimismo.

Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund 2100 palavras

O Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund relata um primeiro trimestre difícil: o Russell Midcap Growth caiu 7,12% versus -2,11% do Russell Midcap Value, com energia como único sector positivo e communication services a afundar 19,42%. A equipa destaca Cencora, Intra-Cellular Therapies, Waste Connections, Celsius e RB Global como top contributors; AppLovin, Marvell, Deckers, Trade Desk e Datadog detraíram. A gestora lê a correcção como saudável, com excessos de valuation expurgados e sentiment em mínimos recorde como indicador contrário, e mantém-se construtiva: sem recessão no cenário base, claridade tarifária como potencial catalisador, ciclo de capex de IA ainda em early innings apesar das dúvidas lançadas por novos modelos mais eficientes, e healthcare com M&A a recuperar e valuation favorável.

Carillon Eagle Small Cap Growth Fund 2900 palavras

O Carillon Eagle Small Cap Growth Fund descreve em T1 2025 um trimestre doloroso para small caps — Russell 2000 Growth -11,12%, atrás do Russell 2000 Value (-7,74%) — com a incerteza da política comercial americana e dúvidas sobre o capex dos hyperscalers, levantadas por novos modelos de IA mais eficientes, a azedar a narrativa. A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Intra-Cellular Therapies, Aris Water Solutions, RB Global, Protagonist e SpringWorks como top contributors; Flywire, Vaxcyte, Shake Shack, AAON e Abercrombie & Fitch detraem. Apesar dos headwinds, a gestora mantém-se construtiva: correcção vista como saudável, sem recessão no cenário base, clareza tarifária como catalisador e oportunidades em quality growth a valuations atractivas.

Carillon Scout Mid Cap Fund 1850 palavras

O Carillon Scout Mid Cap Fund encerra o T1 de 2025 com o Russell Midcap Index negativo, pressionado por incerteza de política e anúncios agressivos de tarifas. A equipa (Derek Smashey, John Indellicate, Jason Votruba) destaca Cencora, Hims & Hers, EQT, CenterPoint e WEC Energy como top contributors; Marvell, Delta, Vertiv, Ciena e AppLovin detraíram, penalizados pelo DeepSeek e por receios de pico no AI capital spending. A gestora reduziu exposição a infraestrutura de IA, posicionou o portfolio ligeiramente defensivo (beta abaixo de 1,0) e privilegia compounders com lucros fiáveis, dividendos sólidos e capacidade de recompras, mantendo apostas em reshoring, grid eléctrico e consumer tariff-immune.

Cedar Creek Partners, LLC 2600 palavras

O Cedar Creek Partners subiu 8,7% líquido no primeiro trimestre de 2025, enquanto as principais indices recuaram — NASDAQ −10,4% e S&P 500 −4,3% — num trimestre de retirada das grandes tecnológicas. Tim Eriksen destaca que as posições do fundo transaccionavam a 8,0x resultados estimados para o ano seguinte e a 6,6x líquidos de caixa, com book value ponderado de 1,5 e ROE esperado de 18,5%. A maior parte do desempenho derivou do basket expert market, que valorizou 35%; metade dos ganhos veio da First IC, em vias de fusão com a MetroCity. Caixa terminou em 7% após a entrada da nova posição Skyline Bankshares.

ClearBridge Dividend Strategy 960 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy resistiu à correcção do T1 2025: o S&P 500 caiu 4,3%, penalizado pelo recuo das Magnificent Seven (digestão do choque DeepSeek) e pelo embate tarifário, mas a Strategy entregou ganho absoluto positivo em base bruta e superou o índice em base líquida. A subponderação em tecnologia e em consumo discricionário, a sobreponderação em energia e a selecção em consumer staples (Nestlé, Coca-Cola) e defesa (RTX, Northrop) sustentaram o desempenho relativo. Baldi e Clarfeld redobraram a disciplina de valuation, saíram de AIG, Gilead e SAP e iniciaram CVS, Inditex e TE Connectivity a preços atractivos. A carteira negoceia com desconto material face ao índice — 21,6x contra 25,3x.

ClearBridge Growth Strategy 1400 palavras

A ClearBridge Growth Strategy ficou marginalmente atrás do Russell Midcap Growth Index (-7,12%) no primeiro trimestre de 2025, em correcção desencadeada pela rotação para fora dos mega caps — com o unwind do AI trade sparked pela DeepSeek — e pela vaga tarifária dos EUA. Evan Bauman e Aram Green lêem a resistência do segmento mid cap plus, melhor do que large e small cap growth, como sinal de broadening do mercado. Compounders defensivos — Vertex, UnitedHealth, Cintas e TJX — compensaram fraqueza em IT e consumer staples. Vistra e CAVA foram iniciadas; Palantir e Robinhood reforçadas; AbbVie, Ionis, Seagate, Western Digital e Dolby saíram, concentrando o portfolio em higher-conviction names.

ClearBridge Large Cap Growth Strategy 1797 palavras

O ClearBridge Large Cap Growth Strategy outperformou o Russell 1000 Growth num T1 2025 em que a introdução caótica de tarifas e receios de abrandamento da economia americana e de inflação mais alta empurraram os índices growth para correction territory — o benchmark caiu 9,97%. O underweight activo às Magnificent Seven adicionou mais de 100 pontos base de retorno relativo, com Erica Furfaro e Margaret Vitrano a aproveitarem fraqueza de curto prazo para reforçar Alphabet e Tesla. A abordagem moving to the middle reduziu o overweight em saúde e reciclou proceeds para IT, com compra de Synopsys e reforço de Intuit; saídas de Alcon e Intercontinental Exchange. Visa, Uber, RTX, Marsh & McLennan e Monster lideraram as contribuições absolutas.

ClearBridge Large Cap Value Strategy 1739 palavras

O ClearBridge Large Cap Value Strategy fechou um T1 2025 marcado pela guerra de tarifas e pela rotação para fora das tecnológicas ligadas à IA: o Russell 1000 Value subiu 2,1% enquanto o growth caiu 10,0%. O Strategy outperformou o S&P 500 (-4,3%) mas ficou atrás do benchmark value, penalizado por Edison International e Sempra, atingidas pelos incêndios na Califórnia. Dmitry Khaykin e Deepon Nag reduziram Alphabet, saíram de Oracle e mantiveram Broadcom, reflectindo selectividade nas exposições a IA. Novo Nordisk entrou após o pullback dos GLP-1; Venture Global estreou via IPO de Janeiro. CVS Health, McKesson, Berkshire Hathaway, Chevron e Progressive lideraram as contribuições absolutas.

ClearBridge Mid Cap Strategy 950 palavras

A ClearBridge Mid Cap Strategy teve desempenho inferior ao seu benchmark Russell Midcap no primeiro trimestre de 2025, com o índice a recuar -3,40% — ainda assim à frente do S&P 500 (-4,27%) e do Russell 3000 (-4,72%). Os gestores Brian Angerame e Matthew Lilling atribuem o atraso a headwinds idiossincráticos em industriais (Regal Rexnord, WillScot) e tecnologia, amplificados pela ameaça de tarifas e pela rotação para fora de tecnológicas ligadas a IA após o choque DeepSeek. Iniciaram SailPoint via IPO, Qorvo e Light & Wonder, reforçaram AppLovin e Microchip na fraqueza e saíram de Ashland, Eversource, Aspen, Teleflex, Coty, KKR e Noble. Top contributors: EQT, PPL, Hartford, Casey's e DTE. Top detractors: Marvell, Regal Rexnord, Avantor, WillScot e AppLovin.

ClearBridge Small Cap Growth Strategy 1180 palavras

A ClearBridge Small Cap Growth Strategy, gerida por Jeffrey Bailin e Aram Green, superou claramente o Russell 2000 Growth Index (-11,12%) num primeiro trimestre de 2025 volátil e dominado pela macro. O recuo nasceu da combinação entre o questionar dos retornos da IA generativa (despoletado pelo modelo DeepSeek) e o ruído de política da nova administração, com a ameaça de tarifas a travar a actividade de investimento e de consumo. A selecção em IT, industriais e saúde, somada ao sobrepeso a consumer staples, sustentou o desempenho relativo, anulada em parte por fraqueza em consumer discretionary e financials. Os gestores adicionaram cinco ideias (Glaukos, Rocket Lab, Archrock, Hims & Hers e Geron) e beneficiaram de aquisições de holdings a prémio.

ClearBridge Value Strategy 2800 palavras

A ClearBridge Value Strategy ficou atrás do Russell 1000 Value no T1 2025: a selecção em energy e financials anulou os contributos da sobreponderação a energy e da subponderação a IT; CVS Health e Gilead lideraram, Venture Global e Noble pesaram. Sam Peters, Reed Cassady e Jean Yu tratam as tarifas do Liberation Day — comparáveis a Smoot-Hawley — como choque estagflacionário equivalente a recessão, assumindo mais 10% a 15% de downside imediato. Entraram no trimestre com o portfólio mais defensivo da história da Strategy e continuam a aparar cíclicos. Novas posições: Walt Disney, PepsiCo, Intel e BP; saídas: Goldman Sachs, Oracle e Noble. Value mantém desconto extremo; VIX elevado, Fed put e Trump put como amortecedores.

Columbia Seligman Global Technology Fund 1750 palavras

O Columbia Seligman Global Technology Fund (Classe Institucional) registou −12,71% no primeiro trimestre de 2025, aquém do MSCI World Information Technology Index Net (−11,93%). Tarifas da nova administração e a emergência do modelo DeepSeek, que levantou dúvidas sobre o capex em infraestrutura de IA, penalizaram as mega-caps tecnológicas que tinham liderado 2024. Selecção em consumer discretionary e communication services e exposição off-benchmark a financial services contribuíram; semicondutores, hardware e IT services detraíram. Underweights em NVIDIA e Apple e posições em Lam Research, Renesas, Gen Digital e Check Point apoiaram o desempenho relativo; overweights em Broadcom, ON Semiconductor e Marvell penalizaram. Gestora mantém convicção em capex de IA, equipamento de semicondutores e cybersecurity como drivers seculares.

Columbia Threadneedle Global Technology Growth Strategy 2026 palavras

O Columbia Global Technology Growth Fund (Classe Institucional) recuou 12,26% no primeiro trimestre de 2025, atrás do S&P Global 1200 Information Technology Net (−11,64%), num trimestre em que o choque DeepSeek e as tarifas da nova administração americana puseram em causa o complexo de IA. NVIDIA, Broadcom, Apple, Microsoft e Alphabet lideraram as quedas — margens mais fracas no ramp da Blackwell e receios de abrandamento do capex em infraestrutura de IA — enquanto Visa, Uber, T-Mobile, Alibaba e Mastercard contribuíram positivamente pela via defensiva e de execução. A gestora mantém visão construtiva de longo prazo: early innings de tendências seculares, com tarifas como risco principal para semicondutores e ecommerce.

Conestoga Capital Advisors — Small Cap Growth Composite 2100 palavras

A Conestoga Capital Advisors registou -11,35% líquido no Small Cap Composite no 1T 2025, contra -11,12% do Russell 2000 Growth Index, uma ligeira subdesempenho num trimestre de forte correcção das small caps. As estratégias Micro, SMid e Mid Cap superaram os respectivos índices; só a Small Cap foi penalizada por problemas idiossincráticos em AAON, Transcat e Construction Partners nos Industriais e em Azenta e Neogen na Saúde. Paycor, ESCO Technologies, Merit Medical, Casella Waste e RBC Bearings lideraram. Não houve compras novas; a equipa saiu de Altair, adquirida pela Siemens, e de Paycor, alvo de oferta da Paychex. Os gestores destacam a orientação doméstica da carteira, cerca de 75% da receita nos EUA, e o benefício esperado do reshoring face às novas tarifas.

Conestoga Capital Advisors — Micro Cap Growth Composite 2398 palavras

O Micro Cap Composite da Conestoga recuou 8,24% líquido no 1T 2025, contra a queda de 17,75% do Russell Microcap Growth, e a casa lê os mais de nove pontos percentuais de diferença como a protecção contra perdas que o processo de qualidade procura entregar. A selecção de títulos foi mais forte nos industriais, onde nove das doze participadas superaram o índice: a SoundThinking subiu após a renovação de um contrato em Nova Iorque e a Willdan bateu as estimativas. A Palomar foi o maior contributo isolado, com um ganho superior a 29%, e a Alpha Teknova o maior detractor. O trimestre fechou sem compras novas nem vendas completas.

Conestoga Capital Advisors — Mid Cap Growth Composite 2740 palavras

O Mid Cap Composite da Conestoga subiu 0,96% líquido no 1T 2025, contra uma queda de 7,12% do Russell Midcap Growth Index. A ausência dos títulos que lideraram os ganhos da inteligência artificial em 2024 foi um contributo determinante, mas a casa atribui o resto à ênfase em crescimento conservador e de maior qualidade: a selecção de títulos gerou a totalidade da superação relativa, enquanto a alocação sectorial travou ligeiramente. Rollins, HEICO, Waste Connections, Roper e Verisk lideraram; a Saúde foi o único sector com selecção negativa, penalizado por West Pharmaceutical, Bio-Techne e Repligen. Não houve compras no trimestre e a única venda foi a Align Technology, cujo produto foi reinvestido em posições de maior convicção.

Conestoga Capital Advisors — SMid Cap Growth Composite 3339 palavras

O Conestoga SMid Cap Composite recuou -5,73% líquido no primeiro trimestre de 2025, mais de cinco pontos percentuais à frente dos -10,80% do Russell 2500 Growth. A selecção de acções explicou o grosso do excesso de retorno e a alocação sectorial subtraiu de forma modesta. Industriais, Tecnologia e Consumo Discricionário foram os sectores mais positivos, com HEICO, Watsco, Guidewire, Tyler Technologies e Rollins à cabeça, enquanto Saúde foi o maior travão, penalizada por West Pharmaceutical e Neogen. A ausência de semicondutores voltou a proteger a carteira. A casa comprou Paylocity e saiu de Paycor, Altair e Gartner, mantendo a leitura de que o seu processo de qualidade se comporta melhor em fases de incerteza acrescida.

Conventum - Alluvium Global Fund 1870 palavras

O Conventum-Alluvium Global Fund cedeu 2,4% em EUR no primeiro trimestre de 2025 (+1,7% em USD), em carta escrita a 7 de Abril, dias após o «Liberation Day» de Trump. Stuart Pearce e Alexis Delloye fizeram apenas uma transacção — reforçar Dick's Sporting em fraqueza — e seguram 18,9% em caixa como pólvora seca até as tarifas ganharem contornos. Alibaba disparou 55,3% com a procura de cloud e IA; McKesson e HCA Healthcare também brilharam. Robert Half, Thor, Alphabet e Linamar caíram com o recuo da confiança empresarial e das Mag 7. Os gestores mapeiam a exposição tarifária da carteira e apontam Linamar como o caso mais sensível.

Crossroads Capital Investment Partners, LP 6750 palavras

A Crossroads Capital, gerida por Ryan O’Connor, recuou 7,6% líquido no primeiro trimestre de 2025, em linha com o Russell 2000 Value (-7,7%) e com 13,3% anualizado desde a inception. O’Connor descreve a comunidade empresarial num estado de «mu» — suspensa pela guerra tarifária pós-«Liberation Day» — e responde com um «mu» suave: exposição líquida de 69,7%, posições curtas elevadas e liquidez para explorar deslocações. No trimestre iniciou FTAI Aviation no sell-off do short report da Muddy Waters, reforçou agressivamente a não divulgada Company Z e saiu do equity da Calumet antes da implosão, mantendo opções call. Nintendo segue como convicção máxima com o catalisador Switch 2; Vistry e Magnite completam as teses de transformação.

Curreen Capital Partners LP 760 palavras

O Curreen Capital Partners recuou 4,68% no primeiro trimestre de 2025, contra -4,27% do S&P 500, mantendo-se totalmente investido. Christian Ryther abriu uma nova posição em Havas — cerca de 6% do fundo, a €1,533 por acção — spinoff da Vivendi que considera barato a menos de sete vezes os resultados de caixa. Reforçou também a Advance Auto Parts e a Enhabit à medida que as cotações ficaram atractivas. O gestor enquadra os patinhos feios da carteira como subvalorizados e de enorme potencial, reiterando a disciplina de comprar bons negócios a preços baixos sem tentar prever os movimentos do mercado.

Deep Sail Capital Partners LP 2666 palavras

A Deep Sail Capital Partners, fundo long/short de acções de estilo GARP, rendeu 0,02% líquidos no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 2000 em 9,5 pontos percentuais e o Russell Midcap Growth em 7,1. O livro curto foi o motor do trimestre: 81% das posições curtas contribuíram positivamente com a queda do mercado e o rebentamento da bolha de computação quântica e de IA. A carta é dominada por uma leitura macro sombria — recessão americana provável, tarifas de Trump e fuga de capitais dos EUA para mercados mais estáveis. O destaque longo é a Arista Networks, tese de qualidade na infraestrutura de redes de IA, com TIR projectada acima de 25% ao ano. No trimestre abriu Nvidia, CoreWeave e Sanuwave e manteve a ClearPoint Neuro.

Diamond Hill Large Cap Fund 1450 palavras

A Diamond Hill Large Cap Fund recuou menos que o mercado amplo no T1 2025 (Class I +1,36%), ficando atrás do Russell 1000 Value (+2,14%) mas muito à frente do Russell 1000 (-4,49%). A fraqueza relativa concentrou-se em consumer discretionary, parcialmente compensada pelas holdings de financials. Austin Hawley e Brian Fontanella enquadram a volatilidade desencadeada pelas tarifas Liberation Day de Trump como janela para comprar qualidade a preços mais atractivos. Top contributors: AIG, Abbott, Berkshire Hathaway, Waste Management e HCA. Detractors: Regal Rexnord, Target, lululemon, General Motors e Capital One. Novas posições em Capital One, MetLife e General Mills; saídas de Home Depot, Dominion Energy e Parker Hannifin. Gestores mantêm o foco em retornos acima do mercado a cinco anos.

Diamond Hill Long-Short Strategy 1900 palavras

A estratégia Long-Short da Diamond Hill superou claramente o mercado no T1 2025, com +2,96% líquido (gross +3,22%) contra -4,49% do Russell 1000 e -2,25% do índice combinado 60/40. Tanto o livro comprado como o vendido contribuíram para o resultado relativo: o livro curto recuou menos que o índice e o longo foi positivo em termos absolutos. Chris Bingaman e Nate Palmer enquadram a volatilidade pós-tarifas Liberation Day como oportunidade para comprar qualidade. Principais contribuidores: AIG, WNS e VeriSign nas compras, e os shorts GameStop e Deckers. Detractores: lululemon, Ulta, Microsoft, Alphabet e Taiwan Semiconductor. Novas compras em Salesforce e Capital One; novos shorts em Matson e eBay; saídas em Allstate, Lamb Weston e Wells Fargo. Exposição líquida no fecho do trimestre: 57,8%.

Diamond Hill Mid Cap Strategy 1700 palavras

A Diamond Hill Mid Cap Strategy recuou 1,26% líquido no T1 2025, superando o Russell Midcap (−3,40%) num trimestre marcado pela avalanche de medidas da nova administração Trump e pela incerteza tarifária. A força relativa concentrou-se nas financeiras, que entregaram retornos positivos enquanto os pares do benchmark ficaram no vermelho, com a subexposição à tecnologia como tailwind adicional. Top contributors: VeriSign, Huntington Ingalls, Mr. Cooper, Boston Scientific e AIG. Detractors: Regal Rexnord, WESCO, Ciena, Teleflex e Ashland. Welch e a equipa aproveitaram a volatilidade para iniciar quatro posições de qualidade — Martin Marietta, Ventas, Illumina e TransUnion — financiadas por saídas em Alaska Air, Loews, ESAB, Rayonier, UDR, Sensata e Informatica, mantendo disciplina de valor intrínseco perante riscos de estagflação.

Diamond Hill Small Cap Fund 1200 palavras

A Diamond Hill Small Cap Fund recuou no T1 2025 (Class I -11,56%), atrás do Russell 2000 (-9,48%) e do Russell 2000 Value (-7,74%). A fraqueza relativa concentrou-se em industriais e financials, parcialmente compensada pela exposição a information technology. Aaron Monroe enquadra a volatilidade desencadeada pelas tarifas Liberation Day de Trump como janela para comprar qualidade a preços atractivos. Top contributors: Mr. Cooper Group, UGI, Taseko Mines, Insperity e International General Insurance. Detractors: Triumph Financial, Live Oak Bancshares, First Advantage, Civitas Resources e Allegiant Travel. Novas posições em Helios Technologies, Titan America e Avanos Medical; saídas de FTAI Aviation, Cal-Maine Foods, Seaboard, Webster Financial e Enstar Group. O gestor mantém o foco em retornos acima do mercado a cinco anos.

FAM Funds (Fenimore Asset Management) 2300 palavras

A Fenimore cobriu as três estratégias no fecho do T1 2025: FAM Value (-1,08%), FAM Dividend Focus (+1,53%) e FAM Small Cap (-5,28%) — todas a superar os benchmarks num trimestre de quedas (Russell Midcap -3,40%, Russell 2000 -9,48%). A volatilidade foi atribuída sobretudo à política comercial: os anúncios tarifários da nova administração reacenderam receios de inflação e recessão. As acções de valor superaram as de crescimento e a tecnologia foi penalizada, ao passo que a exposição a seguros e a negócios defensivos sustentou o desempenho relativo. Movimentos: nova posição em Baldwin Insurance, financiada pela venda de Hagerty, reforço em Keysight e Steris, e trims de Brown & Brown, Trane e Gallagher por limites de peso.

Fidelity Dividend Growth Fund 1193 palavras

O Fidelity Dividend Growth Fund recuou 5,29% no primeiro trimestre de 2025, atrás dos -4,27% do S&P 500. A selecção de títulos em tecnologias de informação foi o que mais penalizou, apesar do subpeso no sector, e as escolhas em financeiras também prejudicaram. A Marvell Technology, exposição fora do índice, recuou 43% e foi o maior detractor relativo, seguida da Alphabet (-18%). Não deter a Tesla nem a Amazon, que não pagam dividendo, deu o maior contributo. Zach Turner moderou o entusiasmo pela inteligência artificial no curto prazo e prefere industriais a tecnológicas para expressar o tema: reforçou a GE Vernova e mantém a Boeing como maior sobrepeso. O sobrepeso em energia assenta em valorizações baixas e devolução de capital; a redução de semicondutores alargou o subpeso em tecnologia.

Fidelity Growth Strategies Fund 1400 palavras

O Fidelity Growth Strategies Fund recuou 8,03% no primeiro trimestre de 2025, atrás do Russell Midcap Growth Index (-7,12%). As mid-caps de crescimento subiram em Janeiro mas caíram em Fevereiro e Março, quando o optimismo pós-eleitoral deu lugar à preocupação com as acções executivas da nova administração e a incerteza tarifária. A subexposição veio da selecção de títulos e da alocação sectorial, com os industriais a penalizarem mais. A Coherent (-33%), posição não-benchmark, foi o maior detractor, seguida da Cloudflare (-18%); o overweight em Howmet Aerospace foi o principal contributo. A gestora Shilpa Mehra mantém o foco em qualidade, com valuations abaixo da média e free cash flow elevado, e antecipa beneficiários da construção de data centers de IA. O Fed pausou os cortes mas inclina-se para mais reduções, travado por inflação core e tarifas.

FMI Funds — Carta a Accionistas 1800 palavras

A FMI publicou a sua carta de estratégia de investimento de Março de 2025 num trimestre que inverteu a longa dominância accionista dos Estados Unidos — o S&P 500 caiu 4,27% e o Russell 2000 9,48%, contra uma subida de 8,09% do MSCI EAFE. A casa lê o recuo como o início do desmonte do excesso especulativo: as Magnificent 7 perderam 16% e o momentum colapsou. Com a tecnologia a pesar mais de 30% do S&P 500 e valorizações que evocam o pico de 2000, a FMI reafirma a sua disciplina de qualidade e valor, destacando FirstCash, Allegion e Sodexo como negócios duráveis a transaccionar com desconto. Avisa que o caminho pela frente pode ser muito volátil.

FPA Queens Road Small Cap Value Fund 3673 palavras

O FPA Queens Road Small Cap Value cedeu 2,51% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 7,74% do Russell 2000 Value. A equipa abriu uma posição em REV Group e reforçou de forma significativa MDU Resources, Upbound, PVH, Arrow Electronics, Vishay, Synaptics e New Jersey Resources, com reduções em Brookfield, Sprouts, Concentrix e CSW Industrials, e alívios incrementais em Advance Auto Parts, InterDigital e Axos. O numerário fechou o trimestre em 10,3%. No comentário posterior ao trimestre, escrito a 18 de Abril, a equipa regista uma captura de queda de 83,4% desde o anúncio das tarifas, acima do que está habituada a dar, e diz estar a pôr dinheiro a trabalhar com juízo.

Generation Investment Management Global Equity Strategy 3400 palavras

A carta trimestral da Generation Investment Management (Global Equity), de Abril de 2025, centra-se no choque tarifário de 2 de Abril — descrito como sem precedentes para o sistema de comércio global — e na rotação de mercado que se lhe seguiu. Os gestores Miguel Nogales e Nick Kukrika defendem que o fim do mercado de momentum de 2024, o episódio DeepSeek e a reversão da excepcionalidade norte-americana favorecem empresas de qualidade capital-light, com poder de fixação de preços e sobretudo fora dos EUA, onde a carteira está fortemente exposta à Europa. A única posição detalhada é a Agilent, adicionada após a desvalorização das acções. Uma extensa secção reafirma o compromisso com o investimento sustentável face ao recuo da indústria. A carta não divulga retornos do fundo; o AUM da estratégia ascende a 22,3 mil milhões de dólares.

Giverny Capital Asset Management 3665 palavras

A carteira modelo da Giverny Capital Asset Management, gerida por David Poppe, caiu 3,39% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra -4,27% do S&P 500 TR. Poppe tinha uma introdução escrita sobre o quinto aniversário da casa, mas escreveu outra carta depois de Trump declarar guerra ao comércio global a 2 de Abril. Trimestre movimentado para o padrão da casa: saiu da Lumine e da Five Below, reduziu a Progressive e a CarMax e aplicou cerca de 10% do capital em três posições novas — TWFG, Aaon e Builders FirstSource — e em três reforços pequenos. Sublinha que cinco das dez maiores participadas têm caixa líquida e que, numa tempestade, o balanço passa de defesa a arma ofensiva. Fechou Março com 2,8% de liquidez.

Greenhaven Road Capital Fund 4696 palavras

O Greenhaven Road Capital Fund recuou cerca de 12% líquidos no primeiro trimestre de 2025, ficando cerca de 2% atrás do Russell 2000, sobretudo porque PAR, KKR e Cellebrite devolveram parte da forte valorização de 2024. Scott Miller dedica a carta ao choque tarifário do "Liberation Day", criticando a metodologia errática da administração — uma marreta onde era preciso um bisturi — mas mantém a carteira intacta: nenhuma posição assentava numa reordenação do comércio mundial. Reforçou Lifecore, Vistry e Hagerty na fraqueza, percorre as cinco maiores posições à luz das tarifas e apresenta a Kingsway Financial, aposta no modelo de search funds em escala, como nova compra significativa.

Greenlight Capital 2700 palavras

A Greenlight Capital de David Einhorn fechou o T1 2025 em +8,2% líquidos, contra −4,3% do S&P 500, no melhor trimestre relativo em anos. Em finais de Fevereiro, a equipa passou de conservadora a abertamente baixista, suspeitando do início de um bear market. Em termos brutos, os longs perderam 1,3%, os shorts renderam 5,8% e o livro macro 5,3%, com o ouro a subir 19% e a liderar os ganhos. A Brighthouse Financial avançou 20,7% com processo de venda em curso; a Core Natural Resources caiu 27,6%. A carta dedica metade do espaço à disrupção tarifária de Trump, ao risco de des-dolarização e à expectativa de cortes da Fed maiores do que o mercado antecipa.

GreensKeeper Value Fund 2200 palavras

O GreensKeeper Value Fund fechou o primeiro trimestre de 2025 a ganhar 3,0% líquido de comissões, num arranque de ano volátil em que o S&P 500 caiu 4,2% em dólares canadianos. A Berkshire Hathaway, a Vertex e a Check Point lideraram os contribuidores; a Alphabet foi o maior detractor e a American Express foi aparada. A Icon foi a única compra nova do trimestre. Escrita dias após o anúncio tarifário do "Liberation Day" ter apagado mais de 6 biliões de dólares de valor de mercado, a carta dedica um ensaio à perspectiva canadiana sobre a guerra comercial, contra o enviesamento doméstico e o boicote a acções norte-americanas, e reafirma que, para investidores de longo prazo, o medo é amigo.

Greystone Capital Management 3699 palavras

A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, recuou -7,9% líquido no primeiro trimestre de 2025, entre o S&P 500 (-4,2%) e o Russell 2000 (-9,5%). Numa carta mais curta — a reunião anual de Março cobriu a carteira em profundidade — Wilk desvaloriza a queda e encara a volatilidade tarifária como fonte de oportunidades. Vendeu Franklin Covey, por perda de confiança na gestão, e Xponential Fitness, após resultados fracos e reexpressão de contas. Iniciou posição na KITS Eyecare, retalhista óptica de comércio electrónico liderada pelo fundador, com tese em apêndice. Natural Resource Partners, Leon's Furniture e Bel Fuse são as únicas posições com exposição directa a tarifas.

Hardman Johnston Global Equity 4200 palavras

A Hardman Johnston Global Equity rendeu +0,43% (net) no T1 2025, contra -1,32% do MSCI AC World Net Index, num trimestre turbulento. Industrials e Consumer Discretionary lideraram o contributo relativo, com Rheinmetall, Howmet e T-Mobile à cabeça, enquanto Information Technology e Energy detraíram — Marvell, Vertiv e TSMC pressionados pelo choque DeepSeek. O fundo iniciou cinco posições (Rheinmetall, Airbus, Marvell, Brookfield, Infineon) e liquidou oito, num corte deliberado da exposição a saúde. A perspectiva centra-se nas tarifas do «Liberation Day», na viragem orçamental alemã em defesa e no regresso do interesse às acções internacionais, com a deslocação de mercado a criar pontos de entrada atractivos.

Hardman Johnston Large Cap Equity 1100 palavras

A Hardman Johnston Large Cap Equity caiu -6,49% (net) no T1 2025, contra -4,27% do S&P 500 Total Return, penalizada pela selecção de títulos apesar de um efeito sectorial positivo. As posições fora do índice Marvell e Vertiv lideraram as quedas, pressionadas pelo choque DeepSeek na cadeia de IA; Howmet, Vertex e Marsh & McLennan foram os maiores contributors. O gestor iniciou Meta Platforms e Hexcel e liquidou cinco posições, incluindo MercadoLibre e Lennar. Com as tarifas a perturbar o panorama económico e os mercados a corrigir com força no arranque do segundo trimestre, permanecer investido é considerado primordial — a viragem, quando chegar, será rápida, e ambientes destes oferecem frequentemente oportunidades a preços que não reflectem o potencial.

Headwaters Capital Management 2900 palavras

A Headwaters Capital, gerida por Christopher Godfrey, caiu -9,2% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra -3,4% do Russell Mid Cap Index — penalizada pelo viés de menor capitalização da carteira num trimestre de fuga para as large caps. Escrita uma semana após o «Liberation Day», a carta centra-se no choque tarifário: Godfrey, economista de formação, confessa não compreender uma guerra comercial contra todos os parceiros, mas argumenta com factos — Russell 2000 em bear market (-25%), P/E forward de 13,4x e sentimento perto do pessimismo máximo — que o risco/retorno começa a inclinar-se a favor de quem alarga o horizonte. Reduziu a Brown & Brown, manteve a Transcat e iniciou posição na CBIZ, com potencial de +72%.

Heartland Mid Cap Value Fund 850 palavras

O Heartland Mid Cap Value Fund subiu 0,67% no primeiro trimestre de 2025 (Investor Class), superando a queda de 2,11% do Russell Midcap Value Index num trimestre de regresso da volatilidade. A gestão atribui o sobredesempenho à resiliência das posições quality value, que entregaram actualizações acima do esperado apesar de avaliações modestas. Colin McWey, Will Nasgovitz e Troy McGlone reiteram a abordagem dual Quality Value mais Deep Value, enquanto a fraqueza do mercado abre pontos de entrada mais atractivos. Destacam a Teledyne, maior posição, a Middleby, alvo do family office activista de Ed Garden, e a Perrigo como caso de self-help. Mantêm disciplina perante receios de recessão e dúvidas sobre os retornos do capital investido em IA.

Heartland Opportunistic Value Equity Strategy 1840 palavras

A estratégia Opportunistic Value Equity da Heartland ganhou 0,90% no primeiro trimestre de 2025, aquém dos 1,64% do Russell 3000® Value Index. Troy McGlone e Colin McWey descrevem um trimestre em que a especulação deu lugar ao medo, com o S&P 500 a recuar 4,3% e o Russell 2000® cerca de 9,5%. Com o sentimento a passar de euforia a pessimismo comparável ao da crise financeira, a equipa inclinou-se para a fraqueza das small caps e subiu esse peso em 400 pontos base para 34%. Iniciou a Donaldson Company; a Teledyne atingiu máximos históricos apesar do trimestre difícil para a tecnologia; a JB Hunt penalizou perante margens intermodais deprimidas.

Heartland Value Plus Fund 400 palavras

O Heartland Value Plus Fund recuou 8,23% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 7,74% do Russell 2000® Value Index. Andrew Fleming descreve um mercado que exige paciência: as esperanças de melhoria da procura ficaram suspensas perante receios de abrandamento, cortes na despesa federal e ameaça tarifária, com o PIB norte-americano a apontar para uma contracção de 2,4% no trimestre. A resposta da equipa é uma postura equilibrada, nem de assunção de risco nem de aversão, centrada em empresas que se ajudam a si próprias em vez de esperarem pela aceleração económica. A carta ilustra o critério com três participações defensivas — Hanover Insurance, FirstCash e Gates Industrial — escolhidas por melhorias internas e não por exposição cíclica.

Hertford Capital 3184 palavras

Rebaptizado de Gehlen Braeutigam Value HI para Hertford Capital a 31 de Março de 2025, o fundo subiu 2,26% no primeiro trimestre contra 1,13% do MSCI Europe Small & Micro Cap e fechou o período com 11,6 milhões de euros sob gestão. A carta é quase toda um ensaio sobre como avaliar software cotado: três pilares — a disciplina das gestoras de capital privado, o Zero to One de Peter Thiel e as economias de escala partilhadas da Nomad — e a tese de que o mercado subestima a persistência do crescimento. O caso concreto é a sueca Fortnox, construída com a cotação na casa das 60 coroas e alvo, semanas depois, de uma proposta da EQT a 90 coroas por acção.

Hinde Group (1578 Partners, LP) 3710 palavras

O Hinde Group, gerido por Marc Werres, cedeu 0,87% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra a queda de 4,27% do S&P 500 e de 10,3% do NASDAQ Composite. A Uber, maior detractora do trimestre anterior, tornou-se a principal contribuidora, com 3,49% brutos, enquanto Alphabet e Interactive Brokers retiraram 2,63% e 1,96%. A carta é dominada pela guerra comercial: citando o Yale Budget Lab, Werres nota que a taxa média efectiva de tarifas atingiu 22,5% — máximo desde 1909, acima de Smoot-Hawley — mas defende que spreads high yield no 12.º percentil não apontam para recessão iminente. Reduziu Amazon e Netflix, reforçou Uber e fechou com sete posições longas e 12% de caixa, considerando a carteira altamente isolada das tarifas.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1000 palavras

O Hotchkis & Wiley Global Value Fund (I Shares) rendeu +5,96% no primeiro trimestre de 2025, à frente do MSCI World Value Index (+4,81%) e bem acima do MSCI World Index (-1,79%), arrastado pela queda de -14% dos Magnificent Seven perante a incerteza tarifária de Março. O valor superou o crescimento pela maior margem trimestral desde o início dos anos 2000 (+4,8% vs -7,8%). A equipa destaca o diferencial de avaliação ainda largo entre crescimento e valor (27x vs 15x sobre lucros normalizados) e que o portefólio negoceia a apenas 9x. CVS, Babcock e Siemens contribuíram; WPP, Alphabet e Workday detraíram. Exposição reforçada a sectores não-cíclicos e a acções não-americanas.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1080 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund (I Shares) subiu +2,52% no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 1000 Value (+2,14%) num trimestre de forte rotação de estilo. As Magnificent Seven, mais de um terço do S&P 500, recuaram -14% colectivamente enquanto as restantes 493 acções avançaram +0,6%; o valor bateu o crescimento pela maior margem trimestral desde 2001. A saúde foi o maior contribuidor relativo — CVS, AIG e Elevance Health beneficiaram de reembolsos Medicare Advantage acima do esperado e de estabilização nos custos. Olin, Magna International e a Alphabet detraíram, penalizadas por resultados fracos e pelo receio tarifário. A carteira transacciona a 8x os lucros normalizados contra 17x do índice, sustentando a leitura contrarian de que a normalização favorece o método disciplinado da equipa.

Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund 850 palavras

O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) recuou -5,63% no primeiro trimestre de 2025, ficando atrás dos -2,11% do Russell Midcap Value Index. O optimismo pós-eleitoral deu lugar à apreensão: a perspectiva de tarifas, a inflação persistente e o enfraquecimento macroeconómico deslocaram o sentimento para o receio de recessão. O estilo de valor resistiu melhor que o de crescimento (-2,1% vs -7,1%). A selecção em energia foi o principal detractor; AIG, CVS e F5 contribuíram, enquanto Kosmos, Fluor e Adient detraíram. A equipa sublinha que a carteira transacciona a 6x resultados normais, contra 16x do índice de valor e 28x do de crescimento, vendo na deslocação de valuations uma oportunidade para investidores disciplinados.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 820 palavras

O Hotchkis & Wiley Value Opportunities Fund subiu 2,27% no primeiro trimestre de 2025, superando o Russell 3000 Value Index (+1,64%) em cerca de 63 pontos base. O período marcou a maior vitória trimestral do valor sobre o crescimento desde o início dos anos 2000, com o índice de valor a avançar 1,6% contra -10,0% do índice de crescimento e as Magnificent Seven a recuarem -14%. A selecção de títulos em industriais foi o principal contributo positivo, com Siemens, Philip Morris e Babcock em destaque. Workday, Olin e Ecovyst foram os maiores detractores. As gestoras realçam a carteira a 8x lucros normalizados contra 17x do índice de valor, defendendo uma margem de avaliação atractiva num mercado caro.

Impax Global Environmental Markets Fund 1214 palavras

O Impax Global Environmental Markets Fund recuou 1,71% (Institutional Class) no primeiro trimestre de 2025, ligeiramente atrás dos -1,32% do MSCI ACWI. A tecnologia da informação foi o principal detractor absoluto após o choque DeepSeek, com Microsoft e Nvidia em destaque negativo; a exposição a saúde (Environmental Testing & Monitoring) também pesou. Em contrapartida, a inclinação defensiva da carteira brilhou: Siemens, Waste Management e Air Liquide contribuíram, apoiados por resíduos e gases industriais. A equipa de Hubert Aarts mantém cautela de curto prazo face à incerteza tarifária de Trump, esperando mais cortes da Fed, e reafirma optimismo de longo prazo nos drivers seculares dos mercados ambientais.

Impax US Sustainable Economy Fund 1080 palavras

O Impax US Sustainable Economy Fund recuou 5,70% na Institutional Class no primeiro trimestre de 2025, abaixo dos 4,49% negativos do Russell 1000. Scott LaBreche e Christine Cappabianca atribuem o desfasamento a selecção negativa de títulos e à ausência de exposição energética, num trimestre em que o petróleo valorizou e a liderança rodou para sectores defensivos. A selecção foi mais fraca nos industriais, penalizada pelas tarifas, pelo risco de procura de segunda ordem e pela realização de mais-valias em nomes ligados à inteligência artificial; as financeiras compensaram parte, com preferência por seguradoras e processadores de pagamentos. As três ferramentas de sustentabilidade da Impax detraíram, com o afastamento das sub-indústrias de baixa oportunidade a pesar mais. Gilead, Progressive e American Water Works contribuíram; Edison International, Globant e ServiceNow detraíram.

Ironvine Capital Partners — Concentrated Equity Composite 1900 palavras

A carta do primeiro trimestre da Ironvine é dominada pela incerteza tarifária: a decisão norte-americana de impor tarifas a quase todos os parceiros comerciais no Dia da Libertação tornou o resto do trimestre irrelevante. A gestora sublinha que a vantagem competitiva durável e a agilidade corporativa distinguem os melhores negócios em períodos de nevoeiro. Foi um trimestre mais activo: duas novas posições, Amphenol e Honeywell, somam 9 por cento do capital da Concentrated. A Ironvine vendeu 60 por cento da Alphabet, citando o ChatGPT como ameaça à pesquisa, reequilibrou o cabaz de semicondutores e reforçou a opcionalidade ferroviária em Union Pacific e Old Dominion. A Concentrated registou 0,13 por cento líquidos, contra uma queda de 4,27 por cento do S&P 500.

Ithaka US Growth Strategy 3204 palavras

A Ithaka US Growth Strategy caiu 10,3% (bruto) no primeiro trimestre de 2025, atrás do Russell 1000 Growth (-10,0%) e do S&P 500 TR (-4,3%). A selecção de títulos negativa (-110 pontos base) foi parcialmente compensada por alocação sectorial positiva (+75 pontos base); Consumer Discretionary contribuiu, enquanto Health Care, tecnologia e serviços financeiros detraíram. Palantir, Visa e Uber lideraram os contribuintes; ServiceNow, Nvidia e Trade Desk os detractores, com o choque DeepSeek a comprimir o múltiplo da Nvidia. A gestora iniciou Shopify, Axon e Eli Lilly e saiu de Adobe. O trimestre foi dominado pela incerteza tarifária de Trump, com a Fed em pausa; a equipa mantém-se totalmente investida em histórias de crescimento de qualidade.

Jackson Peak Capital 1250 palavras

A Jackson Peak Capital avançou 33,2% líquido no T1 de 2025, contra -0,9% do MSCI ACWI e +0,2% do HFRX Equity Hedge Index. Patrick O’Brien atribui o desempenho a longs fundamentais, a trades event-driven e à gestão da exposição líquida, num trimestre em que o Nasdaq caiu 8%. A carteira fechou Março defensiva, com exposição líquida de 17%, viés para acções internacionais e conforto em caixa perante a incerteza em Washington. No trimestre entraram a Rheinmetall e a Siemens Energy, beneficiárias do pacote fiscal alemão de um bilião de euros; já no início do T2 foi montado um cabaz event-driven de SPACs perto do NAV. TSLA, BABA e PLTR lideraram os contributos; META, AVGO e COIN detraíram.

Jacob Funds 922 palavras

O comentário de gestão de Janeiro de 2025 da Jacob Asset Management descreve um quarto trimestre em dois tempos: arranque tranquilo, impulso pós-eleitoral a sustentar Novembro e, logo a seguir, uma reunião da Fed no início de Dezembro cujo tom mais restritivo fez subir as taxas de juro e devolveu grande parte dos ganhos, com as empresas de menor capitalização a acabarem o ano perto de onde tinham começado o trimestre. Ryan Jacob e Darren Chervitz admitem cautela acrescida, mas esperam melhoria do sentimento com as medidas e iniciativas legislativas favoráveis ao mercado anunciadas para os meses seguintes. O Internet Fund abriu a Freightos, o Discovery Fund juntou-lhe a Leafly e o Small Cap Growth Fund não abriu posições.

Janus Henderson Forty Fund 660 palavras

O Janus Henderson Forty Fund (Class I) recuou 8,74% no primeiro trimestre de 2025, à frente do Russell 1000 Growth (-9,97%) mas atrás do S&P 500 (-4,27%). As tensões em torno da política comercial e dos cortes na despesa federal pesaram no sentimento, com rotação defensiva: sectores defensivos superaram cíclicos, o valor liderou o crescimento e as Magnificent 7 ficaram significativamente atrás do mercado, pressionadas pelo modelo de IA mais eficiente da DeepSeek. Howmet Aerospace e Intercontinental Exchange lideraram os contributos relativos; Marvell Technology e Datadog penalizaram, após projecções aquém das expectativas. A gestora antecipa continuação do investimento em infraestrutura de IA, desloca o foco para os beneficiários da camada aplicacional e aproveita a volatilidade para reforçar negócios competitivamente vantajosos.

Janus Henderson Venture Fund 750 palavras

O Janus Henderson Venture Fund (Class D) recuou 8,61% no primeiro trimestre de 2025, à frente do Russell 2000 Growth (-11,12%) e do Russell 2000 (-9,48%), num mercado pressionado pelos receios em torno das tarifas e de outras políticas da administração Trump. Stride e SS&C Technologies lideraram os contributos relativos, com crescimento sólido de receitas; Vaxcyte, NeoGenomics e Vertex penalizaram, embora a gestora mantenha convicção nas duas últimas. A equipa adverte que reduzir exposição ao mercado arrisca perder reversões em alta com impacto significativo nos retornos de longo prazo, mantendo o foco em empresas de crescimento rentáveis, bem geridas, com balanços fortes e fluxos de caixa saudáveis.

Survivor & Thriver Fund, LP (JDP Capital) 2400 palavras

O Survivor & Thriver Fund da JDP Capital recuou 2% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 4,2% do S&P 500 com dividendos. Jeremy Deal enquadra o "2025 Tariff Tank" desencadeado pelo "Liberation Day" como ruído de curto prazo e recusa vender em pânico, citando Munger e o memorando "Nobody Knows (Yet Again)" de Howard Marks. A única pergunta que lhe importa é o efeito das tarifas sobre o poder de resultados estrutural das empresas detidas. Mantém as posições nucleares — Spotify, Caesars e ENDI — e destaca o cesto chinês, que bateu o índice no trimestre. A Redfin, em aquisição pela Rocket por 12,50 dólares, será convertida em acções da RKT.

Kingdom Capital Advisors, LLC 1730 palavras

O Kingdom Capital Advisors registou -7,08% líquido no primeiro trimestre de 2025 contra -9,48% do Russell 2000 TR — outperformance de 2,4 pp apesar da falência da Corsa Coal (CRSXF), que custou ~3,5 pp ao trimestre. David Bastian dedicou a carta a tariffs ("Liberation Day" de Trump), defendendo manutenção de Superior Industries e Magnera apesar de pressão sectorial. Iniciaram-se parking positions em SPACs (CLBR e OACC). Saídas completas em Warrior Met Coal por receios sobre coal exports a China e em Corsa Coal por bankruptcy. Re-entry em Unit Corporation (UNTC) com curva de gás natural acima de $4. NLOP, UNFI e MAGN mantêm-se posições core do fundo.

Lindsell Train Global Equity Fund 3905 palavras

O Lindsell Train Global Equity Fund cedeu 2,0% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 4,7% do MSCI World Index, num trimestre em que várias tecnológicas do índice recuaram com força. A equipa atribui a resiliência a três pilares da carteira: os serviços de informação RELX e London Stock Exchange Group, os detentores de propriedade intelectual em média Nintendo, TKO e Universal Music Group, e os bens de consumo Heineken e Mondelez. A liquidez subiu acima de 5% no fim de Março com o encaixe da saída de bolsa da Hargreaves Lansdown e estava a ser reinvestida. As tarifas do Dia da Libertação ficaram para o comentário do mês seguinte.

Long Cast Advisers 2056 palavras

O Long Cast Advisers de Avi Fisher fecha o 1T25 a recuar 20% líquido, contra 9% do Russell 2000, com o acumulado desde a inception em Novembro de 2015 nos 196% (CAGR de 12%). Três posições rondam os 15% cada e o top-5 representa 70% da carteira, com o cash acima do normal. Os maiores detractores foram RSSS, QRHC e CCRD; PDEX e MTRX contribuíram de forma nominal. Fisher reitera a tese de RSSS (potencial de duplicar em cinco anos), escreveu ao Chairman da QRHC a exigir um administrador independente com perfil tecnológico, e nota que a CCRD já revertia perdas. O ensaio de fecho atribui a volatilidade às ordens executivas e à imprevisibilidade política.

Longleaf Partners Fund 1600 palavras

O Longleaf Partners Fund caiu 5,14% no 1T 2025, abaixo do S&P 500 (-4,27%) e do Russell 1000 Value (+2,14%), penalizado por um grupo de posições com quedas superiores a 10% que custou cerca de 500 pontos base. A Southeastern sublinha a inflexão: desde o pico de 19 de Fevereiro, e de novo após o "Liberation Day", a carteira superou claramente o índice. Com 20,2% de liquidez, 17 posições e P/V em low-60s%, as gestoras vêem um ambiente melhor para a selecção de acções value. Albertsons, IAC, Mattel e RTX contribuíram; Bio-Rad, CNX, FedEx, PayPal e PVH detraíram. Saíram da RTX com ganho e iniciaram uma nova posição de saúde.

Longleaf Partners Small-Cap Fund 1100 palavras

O Longleaf Partners Small-Cap Fund subiu 1,50% no 1.º trimestre de 2025, contra -4,72% do Russell 3000 e -9,48% do Russell 2000 — protecção no downside que a Southeastern atribui à disciplina de valor. Sem tema único: stock-picking sólido reconhecido pelo mercado, com a carteira a superar significativamente o índice nos dias após o Liberation Day. Contribuidores: Graham Holdings, Gruma e PotlatchDeltic; detractores: Boston Beer, CNX Resources e Park Hotels. Três novas posições — telecomunicações, distribuição digital e bebidas — e saídas da Anywhere Real Estate, com perda, e da Liberty Live, com a tese concretizada. P/V em high-60s%, 9,2% de caixa e 19 posições, com a liquidez a ser investida em Abril.

Loomis Sayles Global Growth Fund 7547 palavras

O Loomis Sayles Global Growth Fund (Classe Y, LSGGX) recuou 3,35% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 1,32% do MSCI ACWI Net Index — um défice de 2,03% líquido. MercadoLibre, Alibaba e Novartis lideraram os contributos positivos; Tesla, Alphabet e Amazon foram os três maiores detractores. A selecção de acções em bens de consumo básico, serviços de comunicação e saúde acrescentou valor, enquanto a selecção em financeiras, consumo discricionário e tecnologia de informação retirou. A carta refere uma única compra: o reforço na Deere, aproveitando fraqueza de preço, financiado por alívio parcial em Alibaba e Qualcomm. Aziz Hamzaogullari mantém a abordagem de longo prazo próxima do private equity: rotação anualizada desde o início do fundo de cerca de 9,2% e desconto agregado face ao valor intrínseco de cerca de 48,3%.

Loomis Sayles Small Cap Value Fund 1758 palavras

O Loomis Sayles Small Cap Value Fund superou o Russell 2000® Value Index no primeiro trimestre de 2025, trimestre em que o índice recuou 7,7% e as pequenas capitalizações ficaram 5% atrás das grandes. A gestora atribui a diferença a uma selecção de títulos muito forte em vários sectores, que mais do que compensou a alocação sectorial. A Option Care Health, a VSE Corp e a Concentrix deram os contributos positivos mais significativos; a Everus Construction Group, a Herc Holdings e a Arcosa foram os que mais detraíram. O fundo saiu da Everus e reduziu a VSE depois da subida do título. A carta não divulga o retorno do próprio fundo no trimestre.

LVS Advisory 1730 palavras

A LVS Advisory inverte o guião na carta do 1T de 2025: em vez de compras, Luis V. Sanchez discute duas vendas para ilustrar a gestão de risco. No Event-Driven saiu da Howard Hughes em Fevereiro, com ligeiro ganho, depois de a segunda proposta de Bill Ackman — controlo sem voto dos accionistas e comissão de 1,5% sobre a capitalização — ter quebrado a confiança na liderança. No Growth recorda a venda da Icon em Julho de 2024, após a investigação revelar fragilidades nas sinergias do M&A, com o produto reinvestido na Medpace. O Event-Driven ganhou 0,8% e o Growth 0,3% no trimestre, contra -4,3% do S&P 500.

Macquarie Large Cap Growth Fund 1300 palavras

O Macquarie Large Cap Growth Fund perdeu 6,78% no primeiro trimestre de 2025 (classe Institucional), mas bateu com folga o Russell 1000 Growth, que caiu 9,97% num trimestre volátil marcado pela ameaça opaca de tarifas e pela correcção das grandes tecnológicas após o choque DeepSeek. A liderança de mercado rodou para empresas esquecidas nos últimos dois anos, favorecendo o estilo de qualidade da equipa. Não deter Tesla e as posições na Intercontinental Exchange e na Visa foram os maiores contribuidores; não deter Meta e Eli Lilly e a Electronic Arts, entretanto vendida por degradação da qualidade, os maiores detractores. O fundo iniciou quatro posições, incluindo a IDEXX Laboratories, e antecipa volatilidade persistente favorável a negócios estáveis de qualidade.

Madison Dividend Income Fund 1295 palavras

O Madison Dividend Income Fund (Class Y) subiu 3,2% no primeiro trimestre de 2025, à frente do S&P 500, que caiu 4,3%, do Russell 1000 Value, com 2,1%, e do grupo de pares Lipper Equity Income, com 1,7%. A gestora mantém a tese que vem expondo há vários trimestres: a rotação para acções tecnológicas sem dividendo desde o final de 2022 deixou os títulos de dividendo a negociar com avaliações historicamente baratas, com o rendimento relativo da carteira em 1,9 vezes o do S&P 500 e no topo da sua amplitude histórica. Destaca a Honeywell como investimento de rendimento relativo de qualidade elevada no sector industrial e sublinha as características defensivas da carteira perante o aumento do risco tarifário global.

Madison Large Cap Fund 620 palavras

O Madison Large Cap Fund (Class I) recuou 0,93% no primeiro trimestre de 2025, contra a queda de 4,27% do S&P 500 — um trimestre em que o perfil defensivo da carteira protegeu capital. Três seguradoras lideraram os contributors — Progressive, Arch Capital e Berkshire Hathaway — favorecidas por procura defensiva e exposição limitada a tarifas, com Fiserv e Alcon a completar o top cinco. Alphabet, Agilent, Accenture, Nike e Brookfield Corporation foram os principais detractors, pressionados por riscos regulatórios, tarifas e receios de abrandamento global. A actividade aumentou: a gestora vendeu US Bancorp por menores oportunidades de crescimento e reforçou Arch Capital, Danaher, Texas Instruments, Elevance e Ferguson a avaliações consideradas atractivas.

Madison Mid Cap Fund 832 palavras

O Madison Mid Cap Fund (Class I) recuou 4,15% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 3,40% do Russell Midcap Index. Os cinco maiores contributos vieram da Brown & Brown, W.R. Berkley, Arch Capital, Liberty Broadband e Teledyne Technologies, com três seguradoras no topo da lista num trimestre de retornos negativos. Os cinco maiores travões foram Ross Stores, Gartner, MKS Instruments, Arista Networks e Thor Industries. A gestora acrescentou duas posições novas, a Kinsale Capital Group e a Trex, vendeu a Armstrong World Industries, reforçou a Carlisle e a MKS Instruments e reduziu a Arista Networks perante valorização elevada. Em três das quatro compras o gatilho declarado é a fraqueza da cotação.

Madison Sustainable Equity Strategy 2566 palavras

A estratégia Madison Sustainable Equity recuou 3,32% (bruto) no primeiro trimestre de 2025, contra a queda de 4,27% do S&P 500, com alocação sectorial e selecção de títulos ambas positivas. Progressive, Eli Lilly, Visa, Linde e Costco lideraram os contributors; Alphabet, Oracle, Agilent, Accenture e U.S. Bancorp foram os maiores detractors. A gestora vendeu a posição remanescente em UPS, receando a disrupção causada pela estratégia de reduzir volume de menor margem da Amazon. As tarifas dominam a leitura macro: estimativas de lucros em revisão em baixa, PIB a desacelerar e Fed em pausa. Sem exposição a Energia e Imobiliário, e com a Saúde como maior overweight, a equipa promete capitalizar a volatilidade para reforçar empresas duráveis de alta qualidade.

Magallanes Value Investors, S.A. SGIIC 1100 palavras

A primeira carta trimestral de 2025 da Magallanes, redigida sob o choque das tarifas norte-americanas de 2 de Abril, fecha o trimestre com +4,3% no fundo European, +13,3% no Iberian e +5,5% nos Microcaps. Iván Martín enquadra a Europa em despertar, com o pacote orçamental alemão de 500 mil milhões de euros, o relatório Draghi e a nova União de Poupanças e Investimentos, e contrasta a poupança europeia de 15% com os 4% dos Estados Unidos. Perante o embate tarifário, reforça posições penalizadas em vez de vender, estima uma perda teórica de apenas -3,5% no fundo European e mantém um potencial de revalorização de +97%. Adiciona a sueca Sandvik e aliena a Catalana Occidente após a OPA da família Serra.

Mairs & Power Balanced Fund 1800 palavras

O Mairs & Power Balanced Fund fechou o primeiro trimestre de 2025 com +0,04%, superando o índice composto (60% S&P 500 TR / 40% Bloomberg US Gov/Credit), que caiu 1,48%, e os pares Morningstar Moderate Allocation, em queda de 0,34%. O subpeso às Magnificent 7, cinco das quais caíram a dois dígitos, gerou grande parte do desempenho relativo accionista; Qualcomm, Texas Instruments e Motorola Solutions sustentaram a Tecnologia, e a Saúde beneficiou de Abbott e Roche. Alphabet e Disney penalizaram nas Comunicações. Iniciada posição na utility WEC Energy e reforçada a Bio-Techne na fraqueza. As obrigações registaram retornos positivos, com posicionamento na curva e selecção de crédito a compensar a curta duração. A gestora alerta para estagflação e incerteza tarifária.

Mairs & Power Small Cap Fund 1750 palavras

O Mairs & Power Small Cap Fund caiu 11,04% no primeiro trimestre de 2025, subdesempenhando o Russell 2000 TR (-9,48%) e o S&P Small Cap 600 TR (-8,93%). A selecção de acções penalizou em Saúde, Financeiras, Tecnologia de Informação e Imobiliário; a alocação sectorial contribuiu positivamente mas foi insuficiente. Workiva, Gentherm e Littelfuse lideraram os detractores; Casey’s, Life Time e NorthWestern Energy os contributors, com a AZEK a ser adquirida pela James Hardie a prémio. Foi iniciada posição na Cognex e encerrada a Altair após a aquisição pela Siemens. O benchmark principal passa a ser o Russell 2000 TR a partir de 30 de Abril, e a gestora vê no desconto das small caps um ponto de entrada atractivo.

Maple Tree Capital 2300 palavras

A Maple Tree Capital, projecto de investimento pessoal de retalho gerido por Henry Invests, fecha um primeiro trimestre de 2025 dominado pelo choque tarifário de Trump. A Jonagold recuou 13,64% e a Heartwood 18,04%, ambas atrás de todos os índices de referência, com o Nasdaq a cair 22% desde os máximos. O gestor mantém convicção total na Upstart, reforçada em 12,67% após resultados acima das estimativas, e anuncia uma mudança estratégica na Heartwood, agora centrada em empresas capazes de reinvenção. Reddit estreia-se na carteira; Krispy Kreme é assumida como erro. O prémio de opções cobertas atingiu um máximo histórico e a perspectiva para o segundo trimestre admite novas quedas de dois dígitos.

Mar Vista U.S. Quality Strategy 3484 palavras

A estratégia U.S. Quality da Mar Vista recuou -3,05% net-of-fees no primeiro trimestre de 2025, à frente do Russell 1000 (-4,49%) e do S&P 500 (-4,27%), no pior trimestre das acções norte-americanas em quase três anos. A selecção de acções em saúde, serviços de comunicação e bens de consumo básico penalizou o resultado relativo. Berkshire Hathaway, Johnson & Johnson e Visa lideraram as contribuições; Broadcom, Salesforce e Microsoft detraíram. O gestor iniciou uma posição na NVIDIA após a queda desencadeada pela DeepSeek, reforçou a Microsoft, reduziu Apple, Meta Platforms, Broadcom, Amphenol e Oracle e liquidou a PepsiCo. Antecipa um segundo trimestre mais exigente em torno do evento tarifário de 2 de Abril, com a trajectória de 2025 dependente do crescimento de lucros e não da expansão de múltiplos.

McIntyre Partnerships 2444 palavras

A McIntyre Partnerships recuou cerca de 17%, bruto e líquido, no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de aproximadamente 8% do Russell 2000 Value, no quarto pior trimestre do índice desde o início do fundo. Sem ganhos acima de 100 pontos base, a SEG, a SHC, a LESL, a MDRX, a STHO e a FTRE perderam entre 100 e 500 pontos base cada. Chris McIntyre atribui a queda à venda forçada em títulos concentrados e pouco indexados, mais do que aos fundamentais, e mantém a carteira praticamente intacta. Destaque para o reforço da Veradigm após queda de 50% e para exposições de 111% longas e 102% líquidas, com as cinco maiores posições em cerca de 80% dos activos.

Meridian Contrarian Fund 1503 palavras

O Meridian Contrarian Fund fechou o primeiro trimestre de 2025 com retorno de -7,59% (Legacy class, net), ligeiramente abaixo dos -7,50% do Russell 2500 Index e também abaixo dos -5,83% do Russell 2500 Value Index. Radius Recycling, AXIS Capital e New Gold foram os três principais contribuidores para o desempenho relativo; The Honest Company, Kornit Digital e Cameco os três principais detractores. A posição na Radius foi liquidada após o acordo de aquisição pela Toyota Tsusho America. Os dez pesos divulgados somam cerca de vinte e oito por cento. Num trimestre marcado pela incerteza tarifária e pelo pior desempenho das acções norte-americanas desde 2022, a equipa manteve o processo contrarian de 50 a 75 melhores ideias.

Meridian Growth Fund 1100 palavras

O Meridian Growth Fund encerrou o primeiro trimestre de 2025 com retorno de -8,01% (Legacy class, net), batendo o Russell 2500 Growth Index, que caiu -10,80% — vantagem de 279 pontos-base no pior trimestre das acções norte-americanas desde 2022, marcado pela incerteza tarifária. A ênfase na protecção contra perdas funcionou: a estratégia superou o índice em seis dos sete dias de quedas superiores a 2%, e a selecção de títulos em indústria e tecnologia da informação foi o principal motor relativo. OKTA, Halozyme e RB Global lideraram os contribuidores; Ziff Davis, Tandem Diabetes e CarGurus os detractores. A equipa monitoriza o impacto tarifário caso a caso e mantém o objectivo de 80% de protecção em quedas.

Meridian Hedged Equity Fund 1500 palavras

O Meridian Hedged Equity Fund recuou 0,15% (Legacy, net) no primeiro trimestre de 2025, claramente acima do S&P 500, que perdeu 4,27%, e do benchmark secundário CBOE S&P 500 BuyWrite, que cedeu 3,09%. Intercontinental Exchange, Visa e GEO Group foram os principais contribuidores relativos; MGM Resorts, ACV Auctions e Amazon os principais detractores. A incerteza tarifária penalizou o sentimento, com o VIX a escalar de meados de Fevereiro até final de Março e as large caps a cair 4,5%. No final do período cerca de 40% da carteira estava sem cobertura, com o restante em covered calls. A equipa espera volatilidade contínua e vê nos prémios de opções elevados uma fonte de rendimento.

Meridian Small Cap Growth Fund 900 palavras

O Meridian Small Cap Growth Fund registou no primeiro trimestre de 2025 retorno de -12,21% (Legacy class, net), face a -11,12% do Russell 2000 Growth Index, no pior trimestre accionista dos EUA desde 2022. A incerteza em torno das políticas tarifárias prospectivas da administração Trump dominou o sentimento, com as small caps a recuar -9,5% e a subdesempenhar as large caps (-4,5%). A disciplina de downside protection da equipa provou-se eficaz, superando o índice em seis dos oito dias em que o benchmark caiu mais de 2%. Top contributors: LegalZoom, RB Global e Merit Medical. Top detractors: Tandem Diabetes, International Money Express e Veracyte. A equipa monitoriza o impacto tarifário caso a caso.

Merion Road Small Cap Fund, LP 1150 palavras

Carta de Abril de 2025 (T1 2025) da Merion Road Capital Management, gerida por Aaron Sallen, que reporta lado a lado duas estratégias. O Merion Road Small Cap Fund caiu 7,8% no trimestre, à frente do Russell 2000 (-9,5%), enquanto o portfólio Long Only Large Cap perdeu 8,2%, penalizado por Alphabet, Amazon e pelos industriais cíclicos Clean Harbors e Ferguson. Perante a volatilidade da política tarifária norte-americana, Sallen reduziu a exposição líquida do fundo de 93% para 66% e vendeu Victory Capital, elevando a liquidez. Reforçou Clean Harbors, beneficiária do onshoring, e detalhou pela primeira vez a tese de Butler National, avaliada por soma das partes em 2,60 USD por acção, com 66% de upside.

Miller Value Partners — Deep Value Strategy 2446 palavras

A Deep Value Select recuou 12,8% no primeiro trimestre de 2025, atrás do S&P 1500 Value Index (-0,2%) e do S&P 600 Value Index (-9,9%), num trimestre marcado por incerteza política e pelo anúncio de tarifas globais. Dan Lysik reafirma que volatilidade não é risco, sendo a perda permanente de capital o verdadeiro risco, e enquadra a deslocação como oportunidade de longo prazo em baixa avaliação e small caps. Gray Media (+37%) foi o maior contribuidor; Gannett (-43%) e Nabors (-26%) os principais detractores, ambos reforçados. A gestora iniciou posição na JELD-WEN. As acções da estratégia terminaram o trimestre 42% abaixo do máximo de 52 semanas, com avaliações próximas de extremos históricos.

NZS Growth Equity Strategy 1500 palavras

A NZS Growth Equity recuou -3,45% (gross) e -3,61% (net) no primeiro trimestre de 2025, atrás dos -1,35% do Morningstar Global Target Market Exposure Index. Apesar da sobreponderação em Tecnologia de Informação, em growth e nos EUA, as áreas mais penalizadas no trimestre, a gestora sublinhou a resiliência da carteira. Financeiras, Imobiliário e Materiais lideraram os contributos, com a Progressive e a HEICO à cabeça; Tecnologia, Serviços de Comunicação e Saúde detraíram, penalizadas pela Alphabet e pela Global-e. Aproveitando a volatilidade, a NZS reforçou posições resilientes e de optionality, iniciou Marvell, Reddit e Lemonade, e saiu de Chart Industries, Ansys e Cameco. A HEICO foi a posição em destaque, ilustrando a filosofia de non-zero-sumness.

Oakmark Equity and Income Fund 800 palavras

O Oakmark Equity and Income Fund (Investor Class) avançou +0,91% no primeiro trimestre de 2025, acima de -1,45% do benchmark 60/40 num trimestre de quedas accionistas. O equity portfolio recuou -0,25% vs -4,27% do S&P 500 e o fixed income subiu +2,91% vs +2,78% do Bloomberg Aggregate. Alocação de fim de trimestre: 58,1% acções, 41,1% rendimento fixo, 0,8% liquidez. Financeiro e consumer staples contribuíram; consumer discretionary e communication services detraíram. AIG foi top contributor com forte retorno de capital e subscrição; Alphabet foi top detractor apesar de resultados em linha, penalizado por um desvio no Cloud, mantendo-se a 15x lucros. Molina Healthcare foi a única nova compra, a desconto face ao valor intrínseco.

Oakmark International Fund 1216 palavras

O Oakmark International Fund (Investor Class) registou +7,88% no T1 2025, contra +6,20% do MSCI World ex USA, e +8,37% anualizado desde a criação em 1992 versus +6,07% do índice. Sectorialmente, financeiras e saúde lideraram contributos; communication services e tecnologia de informação detractaram. Geograficamente, Japão, Alemanha e China contribuíram para o desempenho relativo; França, Suíça e Espanha detractaram. BNP Paribas foi o top contributor, suportado por resultados de 2024 fortes; WPP foi o top detractor, após previsões fracas para 2025. Com valuations atractivas nos mercados internacionais, o trimestre foi activo: cinco novas posições (Asahi, Flutter, LVMH, Mitsubishi Estate e Rentokil), incluindo duas japonesas, e quatro saídas completas, entre as quais Bunzl e Smurfit WestRock. David Herro lidera a equipa.

Oakmark Select Fund 1337 palavras

O Oakmark Select Fund registou −1,15% no primeiro trimestre de 2025 (Investor Class), acima dos −4,27% do S&P 500 mas aquém dos +2,14% do Russell 1000 Value. Indústrias e financeiras foram os contribuidores; consumo discricionário e serviços de comunicação, os detractores. Intercontinental Exchange destacou-se como top contributor com retoma de buybacks após dois anos de redução de dívida pós-aquisições Ellie Mae e Black Knight. Alphabet foi top detractor, defendida pelas gestoras face a múltiplo de 15x os resultados estimados do próximo ano e perspectiva de longo prazo robusta para o Google Cloud. Iniciada nova posição em Molina Healthcare a desconto material face a valor intrínseco, com tese de que pressões temporárias do ciclo de redeterminations Medicaid e da política sectorial são geríveis. Saídas integrais de Salesforce e Fiserv.

O'Keefe Stevens Advisory 1503 palavras

Dominick D'Angelo abre 2025 recusando comentário político, mas regista o vaivém tarifário da Casa Branca como fonte de confusão e incerteza. O coração da carta é um mercado punitivo: falhas de resultados castigadas com 362 pontos base de desempenho inferior ao S&P 500 e volatilidade realizada acima da implícita desde 2021 — sinal de risco subavaliado. A Donnelley Financial, em queda de cerca de 20% após resultados, ilustra a confusão entre fraqueza temporária e imparidade permanente; a Five Point Holdings disparou 50% num dia com orientação de 200 milhões de lucro líquido. Três novas posições — BMW, Mercedes-Benz e Compass Minerals a 6x lucros normalizados — e top 5 concentrado em cerca de 34% dos activos, com a NVDA perto de 13%.

Optimist Fund 1528 palavras

O Optimist Fund recuou 4,9% no primeiro trimestre de 2025, contra 7,5% do benchmark composto (50% MSCI World Growth, 50% Russell Midcap Growth, ajustado a USDCAD), agora convertido para CAD. ThredUp (+4,5%), Carvana (+2,2%) e Uber (+1,7%) contribuíram +8,4%; HelloFresh (−5,6%), Revolve (−1,9%) e Wayfair (−1,8%) subtraíram 9,3%, penalizados pela pressão sobre consumer discretionary com receios de recessão. Jordan McNamee desvaloriza as deslocações de curto prazo, recorda 2022 como precedente de oportunidade e declara-se tão entusiasmado com o opportunity set como desde o lançamento há mais de três anos. A carta destaca First Advantage: M&A transformacional com a Sterling Check, sinergias subavaliadas, desalavancagem e target a cinco anos de ~$75, cerca de 400% de upside.

Palm Valley Capital Fund 5800 palavras

O Palm Valley Capital Fund avançou +0,57% no primeiro trimestre de 2025, em forte contraste com o S&P SmallCap 600 (-8,93%) e o Morningstar Small Cap (-6,08%). As acções do fundo subiram +0,45%; cash equivalents passaram de 77,6% para 76,5% no trimestre. Com small caps em correcção (-17% face a máximos de Novembro 2024) e expansão do eixo de oportunidade, Cinnamond e Wiggins iniciaram quatro posições starter — Forrester Research, Monro, Reynolds Consumer Products e Flowers Foods — e reforçaram Kelly Services, Resources Connection e Heartland Express. Reduziram Carter's, Lassonde, Sprott Physical Gold/Silver e utilities (Avista, Northwest Natural). PSLV, PHYS e WH Group lideraram os contributos; Carter's, TrueBlue e Heartland os detractores. A carta enquadra a era DOGE, tarifas e o recuo do Fed — questionando se o entitlement de inflação patrimonial promovida pelo governo está condenado.

Parnassus Core Equity Fund 1450 palavras

O Parnassus Core Equity Fund recuou 2,44% (líquido) no primeiro trimestre de 2025, comportando-se melhor do que a queda de 4,27% do S&P 500, num trimestre em que o optimismo pós-eleitoral deu lugar a incerteza fiscal e tarifária, volatilidade e receios de recessão. A selecção de títulos em Industriais e Financeiras impulsionou o resultado relativo, com Waste Management, Intercontinental Exchange e AutoZone no topo dos contributos; a ausência de Energia e a selecção em Serviços de Comunicação penalizaram. A casa manteve a carteira equilibrada entre ataque e defesa: iniciou Advanced Micro Devices e ServiceNow após quedas acentuadas, reforçou a sobreponderação em Financeiras com Brown & Brown e vendeu Verizon e D.R. Horton.

Parnassus Growth Equity Fund 1650 palavras

O Parnassus Growth Equity Fund recuou 8,59% (líquido) no primeiro trimestre de 2025, menos do que a queda de 9,97% do Russell 1000 Growth, num trimestre em que a incerteza fiscal e tarifária substituiu o optimismo pós-eleitoral e despertou receios de recessão. A selecção e o subpeso em Consumo Discricionário — sobretudo não deter Tesla — e a sobreponderação em Financeiras lideraram o resultado relativo; Industriais e Serviços de Comunicação penalizaram. A casa fez movimentos oportunistas: iniciou Synopsys, ASML, AppFolio, SharkNinja e Brown & Brown, saiu de Adobe, MSCI, Adyen, Equifax, Exact Sciences, CoStar e Procore. Mantém carteira equilibrada com ligeiro pendor defensivo e optimismo de longo prazo nos beneficiários de IA.

Parnassus Mid Cap Growth Fund 1505 palavras

O Parnassus Mid Cap Growth Fund (Investor Shares) recuou 9,98% líquido no primeiro trimestre de 2025, atrás dos -7,12% do Russell Midcap Growth Index, num trimestre em que a subida inicial deu lugar a uma queda acentuada com a emergência da DeepSeek, riscos tarifários renovados e cortes no governo federal. A selecção de títulos em Consumo Discricionário e Industriais contribuiu; Serviços de Comunicação e Saúde penalizaram. MercadoLibre e O’Reilly lideraram os contributos, Trade Desk e Teradyne detraíram. A gestora foi invulgarmente activa, iniciando oito posições, incluindo Robinhood, AppLovin, Chipotle e Ares, e saiu de Cintas, Verisk, Fortinet e Ross Stores, mantendo os overweights temáticos em habitação, frete, life sciences e semicondutores.

Penn Davis McFarland, Inc. 1281 palavras

A Penn Davis McFarland, gestora value de Dallas, dedica a carta do primeiro trimestre de 2025 à transição abrupta da economia americana: décadas de despesa pública sem controlo tornaram a dívida insustentável, e o esforço de Trump para reduzir o défice — cortes federais via DOGE e tarifas — força uma desintoxicação súbita. O gestor espera recuos rápidos se os mercados sofrerem e nota que as tarifas podem ser removidas tão depressa quanto impostas. Na carteira, reforçou a liquidez: cortou duas vezes a Sprouts Farmers Market, quase decuplicada desde 2019 e a 35 vezes os lucros do próximo ano, e liquidou a Fortrea com perda, após a tese de expansão de margens descarrilar. Mantém caixa abundante a render mais de 4%, à espera de oportunidades.

PGIM Jennison Health Sciences Fund 2100 palavras

O PGIM Jennison Health Sciences Fund (Classe Z) recuou 2,85% no primeiro trimestre de 2025, muito aquém do S&P 1500 Health Care Index, que avançou 5,54% enquanto o S&P 500 perdeu 4,3%. A selecção em biotecnologia foi o principal travão, com as biotechs clínicas de pequena capitalização a liderarem as perdas. Perante a turbulência na FDA e no HHS e o choque tarifário de Abril, a Jennison Associates reduziu a exposição a biofarmacêuticas em fase clínica e privilegiou nomes comerciais e farmacêuticas de grande capitalização. CVS, Vertex e Inari Medical — esta alvo de aquisição pela Stryker — destacaram-se; Vaxcyte, Crinetics e Neurocrine penalizaram. A gestora sustenta que a selecção de títulos será decisiva num ambiente de incerteza elevada.

Platinum Asia Fund 1202 palavras

O Platinum Asia Fund subiu 1,5% no primeiro trimestre de 2025, contra 1% do MSCI All Country Asia ex Japan Net Index em dólares australianos. Cameron Robertson atribui o trimestre às tecnológicas chinesas, a Tencent, a Alibaba, a Kuaishou e a JD.com, impulsionadas pelo entusiasmo em torno da DeepSeek, e à SK hynix, com a TSMC, a Ayala Land e a Map Aktif do lado negativo. Regista sinais de estabilização no imobiliário chinês e uma subida de cerca de 15% na China Merchants Bank. Entra a HD Hyundai Marine Solution, na Coreia do Sul, e sai a Meitu depois de uma valorização rápida. A carteira está orientada para a procura interna asiática, como resguardo face às tarifas.

Platinum European Fund 1417 palavras

O Platinum European Fund subiu 2% no primeiro trimestre de 2025, contra 10% do MSCI AC Europe Net Index em dólares australianos. Adrian Cotiga atribui o atraso à menor exposição a industriais e à preferência por financeiras diversificadas, como a London Stock Exchange, em detrimento da banca. Société Générale, Nestlé e Beazley contribuíram; a Puma, vendida depois de cair perto de 50%, a Flutter e a ASML penalizaram. A tese central é a viragem europeia para a auto-suficiência: o pacote alemão de 500 mil milhões de dólares para defesa e outros tantos para infra-estruturas é lido como mudança lenta mas real. Entrou a Société Générale, reforçou-se a Nestlé e montou-se um cesto de posições curtas exposto ao atrito comercial.

Platinum Global Fund (Long Only) 1067 palavras

O Platinum Global Fund (Long Only) recuou 1% no primeiro trimestre de 2025, contra menos 2% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos. Ted Alexander, que assumiu a gestão a 3 de Março, atribui a resistência ao excesso de peso na Europa, no Reino Unido e na China e ao reforço da defesa da carteira em Março, e credita boa parte do resultado ao gestor cessante, Clay Smolinski. A tese central é o contango do risco: anos de aglomeração em negócios especulativos de tecnologia comprimiram a recompensa futura e deixaram a qualidade barata. Daí a rotação para farmacêuticas, com AbbVie, AstraZeneca, Merck e Novartis, e para bens essenciais, e a regra nova de 2% mínimos por posição.

Platinum International Brands Fund 1734 palavras

O Platinum International Brands Fund recuou 5,9% no primeiro trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões e custos em dólares australianos, contra uma queda de 2% do MSCI All Country World Net Index. Nik Dvornak atribui o atraso ao travão da despesa do consumidor norte-americano, que liga ao aperto orçamental, às tarifas e à ausência de rumo político em Washington, e que castiga uma carteira com 37% em consumo discricionário. Aponta a Tencent, a JD.com, a Nestlé e a St. James’s Place como maiores contributos, e a Birkenstock, a Alphabet, a Pandora e a JD Sports entre os travões. Dedica análise própria à Galderma e defende ficar quieto.

Platinum International Fund 1150 palavras

O Platinum International Fund subiu 0,2% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de perto de 2% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos. Ted Alexander assumiu a gestão da carteira a 3 de Março e atribui grande parte do resultado aos gestores cessantes, Andrew Clifford e Clay Smolinski. Explica o trimestre por três factores, o excesso de peso na Europa e no Reino Unido, o excesso de peso na China e o reforço da defesa contra quedas em Março. A tese central é o contango do risco, que sustenta a rotação para farmacêuticas, com AbbVie, AstraZeneca, Merck e Novartis, e para bens essenciais. Realizou mais-valias em títulos chineses, fixou um peso mínimo de 2% por posição e fechou o trimestre com 14% de liquidez.

Platinum International Health Sciences Fund 1459 palavras

O Platinum International Health Sciences Fund caiu 13% no primeiro trimestre de 2025, contra mais 4% do índice MSCI AC World Health Care. Bianca Ogden atribui a queda à reestruturação acelerada da FDA e à saída de Peter Marks, que levou o mercado a recear aprovações mais lentas e a castigar tudo o que tem risco de investigação e de aprovação. Sublinha que os índices sectoriais escondem o estrago, porque o ETF que segue a biotecnologia clínica caiu 40% em doze meses. Durante o trimestre saiu ou reduziu posições para levar a liquidez a cerca de 10%, reforçou a Imricor, a SpringWorks e a Immunovant, e considera que o sector negoceia em mínimos históricos de valor empresarial sobre vendas.

Platinum International Technology Fund 2080 palavras

O Platinum International Technology Fund cedeu 10,0% no primeiro trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões e custos em dólares australianos, contra uma queda de 12,2% do MSCI All Country World IT Net Index. Jimmy Su atribui o trimestre à cautela dos investidores quanto à despesa futura em inteligência artificial, que pesou sobre a Broadcom, a Alphabet e a Microsoft, e ao erro de avaliação da qualidade dos resultados da Trade Desk. O gestor aproveitou a correcção para inverter dois anos de reticência e construir uma posição de 4% na Nvidia, entrar na Arista Networks e sair da Nice e da Trade Desk, financiando as compras com cortes na Meta e na Alphabet.

Platinum Japan Fund 1303 palavras

O Platinum Japan Fund subiu 3% no primeiro trimestre de 2025, contra uma queda de 0,3% do MSCI Japan Net Index em dólares australianos. Leon Rapp atribui o trimestre às empresas menos expostas à ameaça tarifária — Mitsubishi UFJ Financial, Sony, Nintendo e Mitsubishi Estate — e aponta a Toyota, a Fast Retailing e a Denso como detractores. A única alteração relevante foi a entrada da DMG Mori, que alarga a exposição à automação industrial. A carta desenvolve três argumentos — o rearmamento europeu como procura nova para as máquinas-ferramenta japonesas, uma normalização medida das taxas do Banco do Japão e a recuperação das plataformas de jogos, com a Switch 2 e o ciclo de títulos da Sony.

Plural Partners Fund 2362 palavras

O Plural Partners Fund, gerido por Chris Waller (Plural Investing LLC), registou -15,1% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra -1,8% do MSCI World e -9,5% do Russell 2000. Waller atribui a queda à incerteza tarifária dos EUA, mas estima que a carteira negoceia a 6,4x FCF a três anos, com retorno pós-impostos sobre capital tangível de 20% e insider ownership médio de 19%, comparando o risk/reward actual a Março de 2020. A carta destaca uma shell de NOLs não divulgada a negociar abaixo de net cash, a Jet2 a 6,5x P/E, a Seaport Entertainment (lease de 20 anos com a Meow Wolf no Pier 17) e a Watches of Switzerland, reforçada após o anúncio das tarifas.

Polen Capital Focus Growth Strategy 2300 palavras

O Polen Focus Growth recuou 6,25% líquido no primeiro trimestre de 2025, protegendo capital face aos 9,97% negativos do Russell 1000 Growth. Dan Davidowitz e Damon Ficklin atribuem a resiliência à ausência de semicondutores e à exposição reduzida às Magnificent 7, que caíram 15% no trimestre. Anteciparam o choque deslocando a carteira para nomes defensivos, algo que não faziam desde o final dos anos 1990: iniciaram Starbucks e Aon, saíram da Novo Nordisk, reforçaram Eli Lilly, Zoetis e Oracle e reduziram Netflix, ServiceNow, Alphabet e Apple. Consideram as tarifas inequivocamente negativas para o consumidor e a economia, com recessão cada vez mais provável, mantendo a meta de crescimento de resultados mid-teens no longo prazo.

Polen Capital Global Growth Strategy 2150 palavras

O Polen Capital Global Growth recuou 5,18% bruto no primeiro trimestre de 2025, atrás dos 1,32% negativos do MSCI ACWI mas à frente dos 6,8% negativos do MSCI ACWI Growth. Damon Ficklin e Bryan Power atribuem o atraso à rotação para valor e baixa volatilidade, com as Magnificent 7 a caírem 15% contra 1% do resto do índice. A actividade foi mais intensa do que é habitual: iniciaram Willis Towers Watson, Adyen e MercadoLibre, reforçaram Aon, Globant, Novo Nordisk e Oracle, entre outras, e reduziram nove posições por razões de avaliação, sem eliminar nenhuma. Consideram as tarifas más para o consumidor no curto prazo, mas recusam previsões macroeconómicas.

Prosper Stars & Stripes 8560 palavras

O Prosper Stars & Stripes recuou 9,7% líquidos no primeiro trimestre de 2025, contra -9,5% do Russell 2000 e 0,2% do índice HFRX Equity Hedge. A gestora atribui o resultado ao posicionamento montado para uma recuperação cíclica das small caps, com exposição líquida moderadamente mais alta e mais exposição a factores como beta e momento, que penalizou na descida do mercado sem compensações vindas da selecção de títulos. A Talen Energy foi o maior contributo do livro longo e a Materialise o maior travão; no livro curto, a Fortrea foi a melhor posição e a American Superconductor o maior travão. Depois do anúncio tarifário de 2 de Abril, a carta admite risco real de recessão induzida pela política e antecipa uma queda de cerca de 10% nas estimativas de lucro.

Qualivian Investment Partners — Qualivian Focus Fund 3800 palavras

A Qualivian Investment Partners, gerida por Aamer Khan e Cyril Malak, rendeu 1,2% líquido no primeiro trimestre de 2025, contra -3,9% do S&P 500 Total Return e -4,0% do ETF de qualidade QUAL. Desde a constituição, em Dezembro de 2017, o Qualivian Focus Fund acumula 165,2% líquido. No trimestre, a gestora saiu da United Rentals e da Murphy USA e reforçou Arthur J. Gallagher, Brown & Brown, Copart, Alphabet e Watsco. O'Reilly, Berkshire Hathaway e Gallagher lideraram os contributos; Alphabet, Amazon e Microsoft foram os maiores detractores, penalizados pelo choque DeepSeek. A carta apresenta a AutoZone como novo compounder de qualidade e defende, com três estudos, que permanecer investido supera qualquer tentativa de cronometrar o mercado.

Recurve Capital Partners LP 2477 palavras

A Recurve Capital Partners recuou -12,7% bruto (-13% líquido) no primeiro trimestre de 2025, contra -4,6% do S&P 500 e -10,4% do Nasdaq. Aaron Chan dedica a carta ao medo e à incerteza do Trump 2.0: a campanha tarifária global criou um ambiente em que as regras mudam por decisão unilateral, mas o gestor jogou ao ataque, reforçando a RH na queda para 150 dólares e estimando exposição directa a tarifas inferior a 20% da carteira. Entraram duas posições novas — a e.l.f. Beauty e uma posição ainda não divulgada —, as primeiras desde 2023, e a Wayfair foi vendida na totalidade por falta de proposta de valor diferenciada.

Renaissance Investment Management International Small Cap Equity Strategy 1317 palavras

A estratégia International Small Cap Equity da Renaissance registou retornos negativos em absoluto e face ao índice de referência no primeiro trimestre de 2025, penalizada pelo sobrepeso em Tecnologias de Informação e Consumo Discricionário e pela selecção negativa em Indústria e tecnologia. As participações de mercados emergentes superaram as de desenvolvidos, com China e Brasil a contribuir. FinVolution e Millicom lideraram os contributos; Tower Semiconductor e Yue Yuen penalizaram. A carteira comprou Ituran Location & Control e vendeu Tecnoglass, citando a imprevisibilidade da política comercial norte-americana. Apesar do choque tarifário do Liberation Day, a gestora vê nas acções internacionais, com desconto de 34% face aos EUA e novo impulso orçamental na Europa, um bom momento para investir.

Renaissance Investment Management Large Cap Growth Strategy 980 palavras

A estratégia Large Cap Growth da Renaissance superou o Russell 1000 Growth, que caiu 10,0% no primeiro trimestre de 2025, mas ficou atrás do S&P 500 (-4,3%), num trimestre dominado pela incerteza de política económica norte-americana e pela fraqueza das Mag 7, que ainda pesam 42% do índice de crescimento. BJ's Wholesale Club e Brown & Brown lideraram os contributos; Broadcom e Arista Networks penalizaram, arrastadas pela correcção dos semicondutores após o lançamento de um modelo de inteligência artificial de baixo custo na China. A carteira iniciou Copart e AbbVie e saiu de Marriott e Honeywell. A gestora nota que picos históricos de incerteza precederam ganhos médios de 23,7% em doze meses e defende disciplina perante drawdowns.

Renaissance Investment Management Small Cap Growth Strategy 1150 palavras

A Renaissance Investment Management caiu no primeiro trimestre de 2025 mas superou o Russell 2000 Growth Index, num período dominado pela incerteza das políticas económicas da administração Trump. A selecção de títulos em Saúde e Consumo Discricionário liderou o desempenho relativo; a sobreponderação e selecção em Tecnologias de Informação penalizaram. Hims & Hers, Palomar e Sprouts Farmers Market lideraram os contributos; Flywire, Credo Technology e Abercrombie & Fitch penalizaram. A carteira iniciou UFP Technologies e saiu de InMode. A gestora nota que o índice de incerteza política superou 300, mas recorda que, historicamente, níveis elevados precederam ganhos médios de 23,7% em doze meses, e mantém leitura construtiva para investidores disciplinados de longo prazo.

Rewey Asset Management LLC 1900 palavras

A Rewey Asset Management recuou 6,97% no T1 2025 (composto SMID, líquido) contra 5,83% negativos do Russell 2500 Value Total Return, num trimestre dominado pelo Tariff Tantrum, a incerteza em torno das tarifas de Trump anunciadas a 2 de Abril. Chip Rewey discorda do pior cenário: vê Trump como negociador atento a índices de popularidade e lê as tarifas como choque auto-infligido numa economia sólida. Destaca a rotação para fora das Magnificent 7, que caíram 15,74% no trimestre, e o terreno fértil em small e SMID-caps negligenciadas. AEM foi o maior ganho percentual, com posição liquidada ao atingir o alvo; Zynex foi o pior contribuidor. Deep dive em Ducommun com preço-alvo AFV de 75,50 dólares.

RGA Investment Advisors 2368 palavras

A RGA Investment Advisors dedica o comentário do primeiro trimestre de 2025 — “Amid the Chaos: Investing in Enduring Themes” — às constantes que sobrevivem ao caos: a postura comercial de Trump, a inteligência artificial e as ciências da vida. Elliot Turner e Jason Gilbert descrevem o final de Março e o início de Abril como dos períodos mais activos da firma em mais de cinco anos, com três novas posições — Taiwan Semiconductor, Bruker e Lululemon — financiadas pelas saídas de Entegris, Danaher e IAC. A tese transversal é a de que a incerteza é a única fonte sustentável de lucro e que avaliações nos mínimos das gamas históricas criam montagens assimétricas para investidores pacientes.

RiverPark Large Growth Fund 1100 palavras

O RiverPark Large Growth Fund caiu 7,21% no primeiro trimestre de 2025 (classe institucional), à frente do Russell 1000 Growth (-9,97%) mas atrás do S&P 500 (-4,27%), num trimestre difícil para as acções de crescimento. As Magnificent 7 sofreram recuos significativos após o forte 2024, e os cinco maiores detractores do fundo — NVIDIA, Alphabet, Apple, Amazon e Microsoft — pertencem todos ao grupo. Do lado positivo, Uber, Visa, Charles Schwab, Eli Lilly e UnitedHealth contribuíram. As tarifas abrangentes anunciadas por Trump a 2 de Abril acrescentaram volatilidade no arranque do segundo trimestre. O gestor Conrad van Tienhoven mantém confiança nas perspectivas de longo prazo e nas avaliações da carteira.

Riverwater Partners Micro Opportunities Strategy 1191 palavras

A Micro Opportunities Strategy de Nathan Fredrick superou o índice de referência no primeiro trimestre de 2025, impulsionada pela ênfase em empresas de maior qualidade, com a selecção de títulos e a alocação sectorial a contribuírem positivamente. Serviços Públicos e Saúde foram os melhores sectores, com a Aris Water Solutions como maior contribuidora após resultados fortes, enquanto a Limoneira foi a maior detractora depois de concluída a revisão estratégica. O gestor iniciou posições na Climb Global Solutions e na Red Violet, aparou cinco participações que cresceram em dimensão e saiu da Alerus Financial e da International Money Express. Escrita logo após o Liberation Day, a carta defende uma postura defensiva, preservando liquidez para aproveitar deslocações de mercado.

Riverwater Partners Small Cap Strategy 1575 palavras

A Small Cap Core Strategy de Nathan Fredrick superou o Russell 2000 no primeiro trimestre de 2025, com contributo positivo da selecção de títulos e da alocação sectorial. As financeiras foram o melhor sector, inteiramente por selecção de títulos, com a Palomar Holdings como título de melhor desempenho; os bens de consumo básico foram o sector mais fraco, penalizados pela Limoneira depois de concluída a revisão estratégica. O gestor iniciou posições na Warby Parker e na Bowhead Specialty, aparou a Iridium e a InterDigital e saiu por completo da Onto Innovation, da BRC e da PJT Partners. Redigida logo após o liberation day, a carta descreve um mercado claramente em baixa e defende postura defensiva com liquidez preservada.

Riverwater Partners Sustainable Value Strategy 1332 palavras

A Sustainable Value da Riverwater Partners superou o Russell 2500 Value Index num primeiro trimestre de quedas alargadas, com a selecção de títulos a explicar a maior parte do excesso de retorno e o alfa concentrado em Cuidados de Saúde, Consumo Discricionário e Financeiras. A Limoneira foi o pior título do período, depois de encerrar a revisão estratégica sem venda da empresa; a Mr. Cooper foi o melhor, com a fusão anunciada com a Rocket Mortgage a um prémio substancial. O gestor reduziu InterDigital, Farmer Mac e Ciena, saiu por completo da CNX Resources, da Steris e da Carlyle, e iniciou Pinnacle Financial Partners, Range Resources e Antero Midstream. Fecha o trimestre com liquidez acima do habitual, a antecipar uma economia em abrandamento e a preparar a fase de recuperação.

Rogue Funds 3711 palavras

A Rogue Funds depreciou 12,4% líquido no primeiro trimestre de 2025, fechando o segundo ano com 5,1% e 75% acumulado desde o início, contra 33,6% do S&P 500. Jacob Rowe reitera que a volatilidade continuará elevada: Abril recuperou as perdas de Março, uma oscilação de 15% em cada direcção em cerca de dois meses. O fundo concentrou-se ainda mais nas apostas de maior convicção, removeu toda a alavancagem e saiu de duas posições não divulgadas. A ASP Isotopes mantém-se como a maior posição, com catalisadores em série até ao quarto trimestre, e estreiam na carta a Biotricity, a Intellego e puts sobre a Costco como cobertura.

LongRun Equity 4794 palavras

A LongRun Equity caiu 6,6% no primeiro trimestre de 2025 (EUR, sem cobertura cambial), atrás do MSCI AC World NR, que perdeu 5,4%. As quedas pesadas em tudo o que é tecnologia — Accenture, Adobe, Alphabet, ASML, Gartner e Microsoft caíram percentagens de dois dígitos — foram parcialmente compensadas pela resiliência dos consumer staples Costco, L'Oréal e Procter & Gamble e pelos ganhos de Tencent, Linde, Mastercard e Relx. A gestora iniciou duas posições, Cadence Design Systems e GE Aerospace, sem qualquer alienação, ficando a carteira com 25 participações. A carta dedica um estudo de caso à MSCI, compounder de benchmarks com margens operacionais acima de 50%. O retorno anualizado desde o início está em 10,2%.

RS Large Cap Value Strategy 1500 palavras

O RS Large Cap Value Strategy (Victory Capital Management) rendeu +1,69% bruto (+1,57% líquido) no primeiro trimestre de 2025, abaixo do +2,14% do Russell 1000 Value Index. Selecção em Consumer Discretionary e Utilities ajudou o desempenho relativo, enquanto Materials e Information Technology penalizaram. Cigna, Exelon, Cboe, Exxon Mobil e AbbVie lideraram contribuições; Teva, Zebra, Alphabet, Regal Rexnord e Salesforce detraíram. O S&P 500 cedeu cerca de 4,3%, o pior trimestre desde meados de 2022, com o estilo valor a resistir melhor (Russell 1000 Value +2,1% contra Russell 3000 Growth -10%). A equipa reitera disciplina de ROIC, preferência por balanços sólidos e protecção de quedas perante a incerteza tarifária, monetária e orçamental, encarando a volatilidade como fonte de oportunidades.

SaltLight Worldwide Flexible Fund 1929 palavras

A carta do primeiro trimestre de 2025 da SaltLight, deliberadamente mais breve do que o habitual, reporta um retorno de +2,70% e reafirma o horizonte de 2030 como bússola num mercado volátil. David Eborall descreve a reconstrução cautelosa da posição na NVIDIA, depois de a avaliação ter regressado a território atractivo, mantendo a preferência por software de IA face à infraestrutura. A tese dos agentes de IA ganha confirmação com o lançamento de SDKs por todos os fornecedores de nuvem; no comércio electrónico, a Sea atinge rentabilidade EBITDA em todas as regiões. Na Blue Label Telecoms, a eventual listagem separada da Cell C deverá forçar o mercado a avaliar o negócio.

Sands Capital Global Growth 10711 palavras

O relatório do primeiro trimestre de 2025 da Sands Capital Global Growth fecha um trimestre negativo — a estratégia recuou 6,0% líquidos contra uma queda de 1,3% do MSCI ACWI, embora tenha superado o índice de crescimento. A queda veio de compressão de múltiplos: o múltiplo de lucros projectados a doze meses da empresa mediana caiu 12%. A selecção em industriais foi o maior detractor isolado. Bajaj Finance, Spotify e MercadoLibre lideraram os contributos; NVIDIA, Block e Amazon lideraram as quedas. A equipa comprou Builders FirstSource, CTS Eventim, Intuitive Surgical, Samsara e Taiwan Semiconductor, vendeu Asian Paints, Entegris e Snowflake, e encerra com um aviso sobre as tarifas de 2 de Abril.

Sands Capital Select Growth 9600 palavras

A Sands Capital Select Growth fechou o primeiro trimestre de 2025 com −10,1% líquidos contra −10,0% do Russell 1000 Growth, num trimestre em que as acções de crescimento norte-americanas registaram o pior desempenho desde 2022. A compressão de múltiplos explicou a queda, com o múltiplo de lucros da empresa mediana a recuar 15%. A selecção em software foi o maior detractor relativo, compensada pela subponderação dos Sete Magníficos, que acrescentou mais de 100 pontos base. Spotify, Sea e Intercontinental Exchange lideraram os contribuidores; AppLovin, NVIDIA e ServiceNow detraíram. A gestora comprou Broadcom, Taiwan Semiconductor e Venture Global, vendeu Apple, ASML Holding, Entegris e Snowflake, e fecha cautelosa perante as tarifas de 2 de Abril.

Sands Capital Technology Innovators 9132 palavras

O relatório do primeiro trimestre de 2025 da Sands Capital Technology Innovators fecha um trimestre negativo — o composto recuou 10,4% líquidos contra uma queda de 9,4% do índice MSCI ACWI de tecnologia e serviços de comunicação. A liderança do mercado mudou depois da chegada do modelo chinês DeepSeek e da correcção de 10% do S&P 500 em dezasseis sessões, com o valor a superar o crescimento pela maior margem desde 2000. A selecção em software foi o maior detractor relativo; a NVIDIA, a AppLovin e a ServiceNow lideraram as quedas, contrabalançadas pela Okta, pela Sea e pela MercadoLibre. A equipa reforça a leitura de que o ciclo de investimento em inteligência artificial se mantém intacto, comprou AppLovin e Carvana e fecha com um aviso sobre as tarifas de Abril.

Schafer Cullen Enhanced Equity Income 2600 palavras

A estratégia Enhanced Equity Income da Schafer Cullen rendeu 5,8% líquidos no primeiro trimestre de 2025 (6,1% brutos), batendo o S&P 500 Buy-Write Index (3,1% negativos) e o SPDR Bloomberg High Yield Bond ETF (0,8%). A rotação para value e dividendo elevado, num trimestre em que o S&P 500 caiu 4,3% e as Magnificent 7 perderam 15,8%, favoreceu o posicionamento defensivo. O rendimento anualizado atingiu 8%, entre 3,8% de prémios de calls e 4,2% de dividendos. Entraram Keurig Dr Pepper e PNC Financial; saíram Travelers, vendida com o yield comprimido a 1,6%, e Philip Morris, cedida por exercício de calls. Os gestores vêem a rotação para value numa fase inicial de ressurgimento.

Sequoia Fund, Inc. 854 palavras

O Sequoia Fund rendeu 4,64% no primeiro trimestre de 2025, líquido de comissões, contra −4,27% do S&P 500 — quase nove pontos percentuais de avanço sobre o índice. A nota do Comité de Investimento da Ruane Cunniff — Arman Gökgöl-Kline, John Harris e Trevor Magyar — é deliberadamente parca: descreve o trimestre como tendo tido muito pouca actividade em carteira, com apenas duas movimentações nomeadas, a alienação parcial em Intercontinental Exchange e a compra oportunista de Ashtead Group. As dez maiores posições somam 62,8% do NAV, lideradas por Rolls-Royce (11,7%) e Constellation Software (7,6%). O Comité remete a análise detalhada para o comentário em vídeo trimestral e anuncia o Investor Day de 15 de Maio em Nova Iorque.

Sound Shore Fund 1475 palavras

O Sound Shore Fund (Investor SSHFX) recuou 1,93% no primeiro trimestre de 2025, atrás do Russell 1000 Value (+2,14%) mas à frente do S&P 500 (−4,27%), num trimestre marcado por mudança de política nos EUA e no estrangeiro. Check Point foi o melhor contribuidor; Barrick Gold beneficiou do ouro e do cobre; Vistra, posição de longa data, foi liquidada ao aproximar-se do objectivo de preço. Teva, PayPal e Disney caíram com receios regulatórios em saúde e abrandamento do consumo — a gestora reforçou Teva na fraqueza. A carteira fechou a 11,0x lucros forward contra 20,1x do S&P 500, sem qualquer Magnificent 7. Após as tarifas de 2 de Abril, o S&P caiu quase 11% em dois dias; paciência como virtude.

SouthernSun Asset Management Small Cap Strategy 5616 palavras

A carta do primeiro trimestre de 2025 da SouthernSun percorre três décadas e meia de mercados em baixa para defender que a paciência e a disciplina recompensam quem detém pequenas e médias empresas fundamentalmente sólidas. A casa argumenta que o mercado abandona um período de excessos especulativos e entra numa era mais magra, favorável aos seus negócios de nicho com balanços flexíveis. A Small Cap Strategy recuou 11,32 por cento em base bruta, atrás do Russell 2000. A Enerpac e a Timken lideraram os contributos; a Boot Barn e a Live Oak foram os maiores detractores. A Polaris foi alienada por risco tarifário e iniciaram-se posições na Extreme Networks e na Modine.

SouthernSun Asset Management SMID Cap Strategy 4677 palavras

A SouthernSun dedica o comentário do primeiro trimestre de 2025 a um percurso pelas quedas acentuadas que o Russell 2000 atravessou desde 1984, contrapondo-lhes o comportamento das suas carteiras. Argumenta que a euforia especulativa da última década se dissipa e que empresas norte-americanas de pequena e média dimensão com balanços sólidos podem emergir como titãs silenciosas de um mercado depurado. A estratégia SMID Cap recuou 8,60 por cento em base bruta no trimestre, contra uma queda de 7,50 por cento do Russell 2500. A Broadridge e a Watsco lideraram os contributos; a Boot Barn e a U.S. Physical Therapy estiveram entre os detractores. No trimestre a casa alienou integralmente a Polaris e iniciou uma posição na Modine.

Springview Partnership 2398 palavras

A Springview Partnership, gerida por Guy Baron, perdeu 1,8% líquidos no primeiro trimestre de 2025, contra quedas de 4,3% do S&P 500 e de 10,2% do Nasdaq, com os curtos e as coberturas a amortecerem a queda dos longos. Desde Janeiro de 2022 acumula +29,3% líquidos face a +23,7% do índice. Baron dedica a carta à volatilidade, agravada pelo anúncio tarifário de 2 de Abril, e às virtudes da paciência, ilustradas pela W.R. Berkley, detida desde o primeiro dia. Iniciou posição significativa na Spotify e duas posições menores não divulgadas; manteve Mercury General, Seaport e Worthington Steel, os maiores detractores, com teses intactas. A exposição líquida fechou o trimestre em 94%.

Summers Value Fund LP 1019 palavras

O Summers Value Fund LP recuou 11,2% líquido no primeiro trimestre de 2025, atrás do Russell 2000 (-9,5%) e do Russell 2000 Value (-7,8%). Andrew Summers atribui o desvio à correcção do sector da saúde, penalizado por mudanças na liderança da FDA, cortes na investigação federal e tarifas propostas — pressão que considera largamente exagerada. A carteira fecha com dez posições longas e caixa elevada após a venda da Vestis. ADMA Biologics e Spok lideraram os contributos; Electromed e Vestis penalizaram. O gestor iniciou posições na ADMA e na Liquidia, reforçou a Consensus Cloud Solutions e saiu da Indivior. Convicto de que a fraqueza cria pontos de entrada, aumentou o compromisso pessoal de capital a 1 de Março.

The Brown Capital Management Small Company Fund 2900 palavras

O primeiro trimestre de 2025 castigou a abordagem Exceptional Growth Company da Brown Capital: a Small Company Fund (classe Investor) caiu 16,03%, contra 11,12% do Russell 2000 Growth. A gestora atribui o desvio ao sentimento negativo vindo de Washington — tarifas, cortes governamentais e reduções no financiamento do NIH — que penalizou previsões conservadoras apesar de resultados sólidos. Os cinco maiores detractores, 23% da carteira, explicaram 164% do subdesempenho; todos tinham figurado entre os onze maiores contribuidores de 2024. Guidewire e Veeva contribuíram. A actividade subiu: entraram Badger Meter, Red Violet e TransMedics; saíram Inari Medical e Smartsheet, adquiridas, e Inogen e 10x Genomics, vendidas como erros.

Third Avenue Small-Cap Value Fund 4253 palavras

O Third Avenue Small-Cap Value Fund recuou 4,54% no primeiro trimestre de 2025, uma queda menor do que a do índice MSCI USA Small-Cap Value, que perdeu 5,87%. A oferta de aquisição da ProAssurance, com um prémio de cerca de 60% sobre a cotação anterior, foi o maior contributo do período. A carta é sobretudo doutrinária: a gestão rejeita a equivalência entre volatilidade e risco de investimento, defende o balanço sólido e o horizonte longo como protecções perante a guerra comercial e assinala que o desconto das pequenas capitalizações norte-americanas face às grandes está no nível mais extremo em mais de duas décadas. Foi iniciada uma posição na BlueLinx e reforçadas quatro outras; a liquidez caiu de 8,00% para 3,58%.

Third Point LLC — Third Point Offshore Fund, Ltd. 2640 palavras

O Third Point Offshore Fund recuou -3,7% no T1 2025, contra +0,7% do CS HF Event-Driven Index, -4,3% do S&P 500 TR e -1,7% do MSCI World TR. Daniel Loeb descreve um trimestre que abriu com optimismo sobre a nova administração e fechou dominado pela política comercial, culminando no ‘Liberation Day’. Vendas oportunísticas perto dos máximos em Meta e Apollo (re-entrada em Março) levaram exposições brutas e líquidas a mínimos plurianuais — dry powder para deslocações. Rotação para event-driven, activismo e risk arbitrage: settlement com a CoStar (três novos directores e Capital Allocation Committee) e fusão US Steel/Nippon Steel mantida. Em crédito, tese de que o selloff auto-infligido oferecerá pechinchas, como nas cinco grandes deslocações desde 2008.

TimesSquare U.S. Focus Growth Strategy 1200 palavras

A TimesSquare U.S. Focus Growth, carteira concentrada de mid cap growth, superou o Russell Midcap Growth num primeiro trimestre de fraqueza generalizada das acções norte-americanas, sem divulgar valores numéricos. As gestoras descrevem um arranque otimista em janeiro, travado pela incerteza política em fevereiro e pelo recuo acentuado de março, antes do abalo tarifário de abril. O'Reilly, BJ's Wholesale e Cencora destacaram-se pela positiva; TPG e Gartner penalizaram. Reduziram BJ's e Cencora após fortes valorizações, reforçaram Gartner e CrowdStrike na fraqueza e iniciaram posição na EMCOR. Veem empresas a preparar-se para maior turbulência, mantêm cautela face a mudanças rápidas de política, mas mostram-se dispostas a reforçar acções excessivamente vendidas.

TimesSquare U.S. Mid Cap Growth Strategy 2047 palavras

Num trimestre em que as acções norte-americanas caíram e o Russell 3000 perdeu 5%, a TimesSquare U.S. Mid Cap Growth superou o Russell Midcap Growth, sem divulgar valores numéricos. As reverberações do DeepSeek pesaram nos semicondutores, a confiança do consumidor caiu para mínimos de quatro anos e os PMIs moderaram. A Intra-Cellular Therapies rendeu 52% e saiu após a oferta da Johnson & Johnson; BJ's Wholesale e Cencora subiram mais de 20% e foram reduzidas. Saíram também Brunswick e Teradyne; entraram Insmed, Hexcel e Fair Isaac. As gestoras reforçaram JFrog, Gartner e EMCOR nas quedas e mantêm cautela perante a turbulência tarifária, sem reagir em exagero.

TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy 4063 palavras

A TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy superou o Russell 2000 Growth Index no primeiro trimestre de 2025, com retorno composto bruto de -9,41% face a -11,12% do índice, num mercado dominado pelo comportamento negativo do Beta. A Soleno disparou 60% com a aprovação do Vyvkat e a Intra-Cellular rendeu 54% até à venda após a oferta da Johnson & Johnson; Freshpet (-43%) e ACV Auctions (-35%) pesaram. Entraram Infinity Natural Resources, Paymentus, Ceribell e Verona Pharma; saíram FormFactor, Impinj e Day One. A equipa reforçou Kratos, JFrog, Vertex, Chef's Warehouse e Hamilton Lane, mantendo cautela perante a turbulência tarifária.

Tourlite Capital Management 1900 palavras

A Tourlite Capital Management, gerida por Jeffrey Cherkin, recuou 4,6% no primeiro trimestre de 2025, contra −4,2% do S&P 500 e −9,4% do Russell 2000. O livro long detractou 11,5% brutos; os shorts contribuíram com 6,0%. A gestão mantém leitura cautelosa: vê estagflação ou recessão induzida pela procura como desfechos prováveis da agenda tarifária de Trump, e nota que a história parece rimar com presidências republicanas iniciadas em euforia de mercado. Em Março elevou tacticamente a exposição líquida para o intervalo de 30%. Sable Offshore e Grail destacaram-se nos ganhos; FTAI Infrastructure e FTAI Aviation detractaram, com teses reiteradas. Os sectores especulativos oferecem oportunidade convincente para posições curtas no segundo semestre.

Upslope Capital Management, LLC 1800 palavras

A Upslope fechou o T1 2025 com -5,1% líquido versus -6,1% do S&P Midcap 400 ETF (MDY), num trimestre dominado pelo diagnóstico A CRAZY GAME OF POKER: a guerra comercial global deve comprimir múltiplos nos EUA e pôr resultados em risco, com confiança de consumidores e empresas mais fraca do que em 2008, citando Torsten Sløk. George Livadas reorganizou o livro longo em quatro categorias — Re-arm and Re-shore, European Resurgence, Long Vol e Out-of-Favor Defensives — adicionou MarketAxess e saiu de AptarGroup, Charles River, VF Corp e Barry Callebaut. Average net long de 33%. Em meados de Abril, o Fundo recuperava para +2% YTD versus -12% do índice.

Vision Capital Fund 2700 palavras

O Vision Capital Fund recuou -6,2% líquido no primeiro trimestre de 2025, abaixo dos -4,3% do S&P 500; desde a inauguração a 1 de Outubro de 2024 acumula +3,7% versus -2,0% do índice. O fundo registou o maior drawdown intra-período até à data — -17,7% bruto entre 18 de Fevereiro e 31 de Março — provocado pelas tarifas comerciais da administração Trump. Eugene Ng estima impacto limitado nas participadas: cerca de 87% vendem serviços e as excepções a semicondutores protegem NVIDIA e TSMC. A gestora reforçou The Trade Desk em meados de Março, após queda de 61% desde o máximo, e manteve rotatividade zero, com entradas de capital durante a correcção.

Vltava Fund SICAV plc 4199 palavras

Daniel Gladiš dedicou a carta do primeiro trimestre de 2025 à distinção entre o mercado de acções e o casino, articulando que o investimento de longo prazo e a sinalização maliciosa dos mercados são o oposto do jogo. O NAV do fundo manteve-se virtualmente inalterado, mas o trimestre foi activíssimo: vendida a totalidade da Williams-Sonoma após mais de três anos e uma quadruplicação do preço; iniciada nova posição em United Rentals; trocadas as acções da Stellantis pela BMW; e reforçados pesos em NVR, Lam Research, OSB Group, Alimentation Couche-Tard, Applied Materials, Brookfield e Cenovus Energy. Berkshire Hathaway e JP Morgan foram ligeiramente reduzidas. A posição mais antiga, Berkshire detida desde Janeiro de 2012, ilustra a acumulação de capital com rendimento dos lucros original próximo de 40%.

Voss Capital 3145 palavras

A Voss Capital cede 7,3% líquidos no primeiro trimestre de 2025 (Voss Value Fund, LP), à frente do Russell 2000 (-9,5%) e do Russell 2000 Value (-7,7%), mas atrás do S&P 500 (-4,3%). Travis Cocke descreve um alfa inicial apagado por vendas sentimentais e um mercado bifurcado: small caps avaliadas para recessão, com saídas de fundos recorde, contra mega caps em espuma sustentadas por fluxos de ETFs e pela febre especulativa do retalho. Vê nesta dispersão um terreno fértil para long/short e estreia duas posições longas: a Flywire, plataforma de pagamentos transfronteiriços a menos de 2x vendas, e a SharkNinja, líder de inovação em consumo com alvo de 151 dólares.

Vulcan Value Partners 4500 palavras

Vulcan registou perdas em todas as estratégias no T1 2025: Large Cap -2,0%, Small Cap -4,3%, Focus -5,7%, Focus Plus -5,5% e All Cap -4,0% (gross). Fitzpatrick descreve volatilidade reactivada por tarifas Trump e reversão do optimismo pós-eleitoral. Price-to-value melhorou em todas as estratégias. Em Large Cap iniciaram Medpace, Stanley Black & Decker e TPG; saíram Live Nation, Marriott, Fiserv e Abbott. Em Small Cap iniciada Jones Lang LaSalle. Em All Cap iniciaram Sodexo, JLL e TPG; saíram Cushman, Ares Management e Partners Group. Em Focus e Focus Plus saiu Skyworks. Mac Dunbar transitará para Opus Holdings em Janeiro 2026.

Wasatch Micro Cap Fund 666 palavras

O Wasatch Micro Cap Fund (Investor Class) caiu 16,57% no T1 2025, superando o Russell Microcap Growth Index (-17,75%). As acções americanas inverteram em meados de Fevereiro, com receios sobre tarifas, cortes orçamentais e fraqueza económica a alimentar temores de estagflação que penalizaram as micro caps — muitos dos retardatários eram empresas ligadas à inteligência artificial. O excesso de peso em financeiras e a selecção de seguradoras sustentaram o desempenho relativo; a saúde detractou com a queda de biotecnológicas e farmacêuticas. HCI Group, Bowhead e EZCORP contribuíram; Weave, Xponential Fitness e Addus detractaram. Ken Korngiebel e Natalie Pesqué aproveitaram a correcção indiscriminada para concentrar a carteira: 20 títulos pesam mais de metade e 40 cerca de 80% do total.

Wasatch Small Cap Growth Strategy 1296 palavras

A estratégia Wasatch Small Cap Growth caiu no primeiro trimestre de 2025 e ficou aquém do Russell 2000 Growth Index, que perdeu 11,12% num período marcado por receios com tarifas e cortes de financiamento governamental. Ryan Snow, Ken Korngiebel e Natalie Pesqué recusam reagir à volatilidade de curto prazo e reforçam posições quando a tese permanece intacta. Globant, Agilysys e Freshpet foram os principais detractores. A Intra-Cellular Therapies, vendida após o anúncio da aquisição pela Johnson & Johnson por 14,6 mil milhões de dólares, liderou as contribuições, seguida de Dutch Bros, aparada após fortes ganhos, e RBC Bearings. As gestoras privilegiam empresas de qualidade com balanços fortes e poder de fixação de preços para atravessar a incerteza tarifária.

Wasatch U.S. Select Strategy 1215 palavras

A estratégia Wasatch U.S. Select caiu no primeiro trimestre de 2025, mas superou o Russell Midcap Growth Index, que perdeu 7,12% num período marcado por receios com tarifas e cortes de financiamento governamental. Os gestores Mike Valentine, Paul Lambert, Austin Bone e Mick Rasmussen recusam reagir à volatilidade de curto prazo e reforçam posições quando a tese permanece intacta. A HEICO, a RBC Bearings e a Guidewire lideraram as contribuições; a Globant, a Shift4 Payments e a ICON foram os principais detractores. Perante a incerteza tarifária, a equipa privilegia empresas de alta qualidade, com balanços sólidos, poder de fixação de preços e equipas de gestão capazes de atravessar um ambiente comercial complexo.

Wedgewood Partners — Large Cap Focused Growth Composite 3800 palavras

O Wedgewood Composite Net recuou 6,3% no primeiro trimestre de 2025, contra -4,3% do S&P 500 e -10,0% do Russell 1000 Growth. A carta, intitulada The Art of the Tariff Deal, disseca o Liberation Day de 2 de Abril: convulsão de divisas, dívida soberana e acções, pausa de 90 dias, tarifa de 145% sobre a China e exclusões tecnológicas. Rolfe invoca o Reciprocal Tariff Act de 1934 como precedente de esperança e alerta para o muro de 7 biliões de dólares de Treasuries a rolar, com juros acima de 3 mil milhões diários. No portfolio iniciou United Rentals, reduziu Meta e Visa e reforçou S&P Global, Old Dominion, O'Reilly e Microsoft. Visa liderou contribuintes; PayPal e Alphabet os maiores detractores.

Weitz Multi Cap Equity Fund 740 palavras

O Weitz Multi Cap Equity Fund avançou 0,81% no primeiro trimestre de 2025 (Classe Institucional, WPVIX), contrastando com a queda de 4,72% do Russell 3000 num trimestre adverso. Wally e Drew Weitz destacam a Berkshire Hathaway — maior posição, com balanço-fortaleza e mais de 300 mil milhões de dólares em caixa — a HEICO e a Visa entre os principais contribuidores, e a Alphabet como maior detractor, penalizada pelo receio de perda de quota de pesquisa para a IA generativa. A actividade foi elevada: iniciaram Comcast, Accenture e IDEXX Laboratories, reforçaram Danaher e Bio-Techne face à incerteza em ciências da vida, e saíram de Veralto e Liberty Global. O revés da DeepSeek e os planos tarifários de Abril dominaram o enquadramento macro.

White Falcon Capital Management 5000 palavras

A White Falcon, gerida por Balkar Sivia em Toronto, registou -6,7% líquidos no primeiro trimestre de 2025 contra -4,4% do S&P 500 TR (CAD), com os ganhos da cesta de royalties em ouro e prata insuficientes para compensar perdas nas maiores posições. A aquisição da participada Converge Technologies a prémio marcou a quarta saída por compra em três anos. Sivia dedica espaço incomum à análise tarifária pós-2 de Abril — vê as medidas como destrutivas mas reversíveis, com cenário base de abrandamento sem recessão — e descreve a aplicação da liquidez residual nas melhores ideias durante a queda. Endava e EPAM foram os principais detractores. A carta inclui em apêndice uma tese completa sobre a Grifols.

Temas mais articulados

Macro events ativos

  • Política tarifária Trump 2025 Fiscal industrial policy 180 letters
  • Mudança de administração EUA (Janeiro 2025) Political cycle 114 letters
  • Surto de capex em IA — datacenters Capital markets 70 letters
  • Concentração das Magnificent Seven Capital markets 57 letters
  • Fed pause 2025 Monetary policy 31 letters
  • Surto de gastos em defesa Fiscal industrial policy 21 letters
  • Guerra Rússia–Ucrânia Geopolitics conflict 17 letters
  • Aceleração da camada aplicacional IA (2025) Technology disruption 10 letters
  • Ciclo Nvidia Blackwell Technology disruption 10 letters
  • GLP-1 e fármacos para obesidade Health demographics 9 letters
  • Eleições presidenciais EUA 2024 Political cycle 8 letters
  • Lançamento de ChatGPT e IA generativa (Nov 2022) Technology disruption 4 letters
  • Trajectória de taxas do BCE Monetary policy 2 letters
  • Crise dos bancos regionais 2023 Capital markets 2 letters
  • Stress em imobiliário comercial Capital markets 2 letters
  • Fed pivot — primeiros cortes 2024 Monetary policy 1 letters
  • Vaga de redemptions em crédito privado Capital markets 1 letters
  • Renascimento nuclear — Small Modular Reactors Energy resources 1 letters
  • Banco do Japão — alteração do yield curve control Monetary policy 1 letters
  • Procura indiana de carvão metalúrgico Energy resources 1 letters