Q2 2025

206 cartas publicadas · 313 novas posições · 243 saídas · 2388 posições totais

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154
Saídas
243

Cartas publicadas

Ace River Capital Partners, L.P. 700 palavras

O Ace River Capital, fundo concentrado de small/micro caps gerido por Nicholas D'Agnillo, registou -5,33% no segundo trimestre de 2025 contra +4,1% do S&P 500 e +3,6% do Russell 2000. D'Agnillo atribui o desempenho a fraqueza generalizada em várias posições core sem alteração material no valor de longo prazo dos negócios. Estratégia inalterada: menos de cinco posições, activos tangíveis (RICK em adult nightclubs, HZO em marinas, VOXR em royalties auríferas), evitando software, finance e insurance. Ordem de peso: RICK, VOXR, HZO, DSHK. HZO sob pressão por normalização de vendas retalho pós-COVID e taxas elevadas; D'Agnillo adicionou ligeiramente. Perspectiva: deslocação de small-caps face a large-cap tech como oportunidade plurianual.

Alger Mid Cap Focus Fund 1170 palavras

O Alger Mid Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +19,87% no segundo trimestre de 2025, superando o Russell Midcap Growth Index (+18,20%) num trimestre de recuperação dos mercados accionistas norte-americanos. A volatilidade inicial de Abril, despoletada pelos anúncios tarifários do Presidente Trump a 2 de Abril, dissipou-se com a pausa de 90 dias e a suspensão das tarifas recíprocas sobre a China, levando o S&P 500 a um máximo histórico. Palantir Technologies, Cloudflare e Vertiv Holdings contribuíram positivamente, sustentadas pela adopção de IA e pela procura de infraestrutura de data centers; Clearwater Analytics, Globant e Ryan Specialty detraíram. A gestora mantém convicção em temas seculares — digitalização, cloud computing e o ponto de inflexão da IA.

Alger Spectra Fund 1450 palavras

O Alger Spectra Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +29,19% no segundo trimestre de 2025, superando o Russell 3000 Growth Index (+17,55%) num trimestre marcado pelo rebound dos mercados US após Q1 desafiante. Volatilidade inicial em Abril por tarifas agressivas de Trump foi mitigada por pausa de 90 dias e suspensão de aumentos recíprocos sobre a China em Maio, com S&P 500 a fechar em máximos com +10,94%. Nvidia, Microsoft e Meta lideraram contribuições — todas alavancadas em IA. Apple, UnitedHealth e Globant detraíram. A gestora articula IA num ponto de inflexão, com data center segment a representar 89% da receita da Nvidia e transição Hopper→Blackwell quase completa.

Alger Weatherbie Specialized Growth Fund 970 palavras

O Alger Weatherbie Specialized Growth Fund (Class A, sem comissão de subscrição) rendeu +11,63% no segundo trimestre de 2025, superando ligeiramente o Russell 2500 Growth Index (+11,31%) num trimestre marcado por recuperação dos mercados de equities norte-americanos após volatilidade tarifária em Abril e renovado optimismo via desanuviamento comercial EUA-China em Maio. Sterling Infrastructure, Upstart Holdings e ACADIA Pharmaceuticals lideraram contributos via E-infrastructure e data centers, AI lending e momentum em Nuplazid; Neogen, RXO e NeoGenomics detraíram com orientação revista em baixa e pressões cíclicas em food safety, freight broking e oncology lab testing. Industrials e Health Care foram os maiores pesos sectoriais; a gestora mantém convicção em temas seculares — IA num ponto de inflexão, digitalização corporativa e cloud computing a suportar inovação.

Alluvial Capital Management 2520 palavras

O Alluvial Fund LP subiu 8,5% no Q2 2025, levando o YTD a +15,6% num contexto em que os benchmarks US permanecem negativos (Russell MicroCap TR -1,1%, Russell 2000 TR -1,8%). Dave Waters articula um pano de fundo de tariffs instáveis com exposição directa limitada e tilt deliberado para basic businesses com cash flows predictíveis. Talen Energy emerge como contribuinte dominante via deal Amazon (1.920 MW nuclear até 2042) e aquisição de duas centrais a gás. Zegona +6,4% com Waters a aparar a posição por risk control; McBride defensiva UK +25% YTD; Seneca normaliza o balanço (-$259M em dívida). Novas adições: NewPrinces (Italian food serial acquirer), SigmaRoc (European lime) e ContextLogic (NOL shell com BC Partners). Saída: Titan SA. Waters aumenta deliberadamente alocação a special situations face à exuberância do mercado.

Alphyn Capital Management 1900 palavras

O Alphyn Capital, gerido por Samer Hakoura, retornou 12,4% líquido no T2 2025 contra 10,9% do S&P 500 TR. O fundo manteve disciplina concentrada — top 10 em ~65% do portfolio e ~17% em cash e treasuries — num trimestre marcado por tariff news e shifting rate expectations. Top contributors foram Fairfax (2,61%), Brookfield (1,53%), KKR (1,42%), Kingsway (1,26%) e Amazon (1,19%). Hakoura encerrou três posições — CarMax, Oaktree Specialty Lending e FILA — e reduziu TerraVest, Exor e Melrose após valorizações. Adicionou Cogent e KKR após pullbacks, mantendo cash para deployment decisivo em oportunidades high-conviction a preços atractivos.

Aoris International Fund 4791 palavras

O Aoris International Fund (Classe A não-coberta, AUD) avançou +8,2% no trimestre de Junho de 2025, 2,2 pontos percentuais acima dos +6,0% do MSCI AC World ex-Austrália. Amphenol foi o principal contribuidor (+42,5%, +3,1 pp), beneficiando da procura por centros de dados; Microsoft, Diploma e Halma subiram cerca de 25% cada, somando aproximadamente 2 pp cada. Os detractores foram Copart (−14,5%, −1,0 pp), penalizada por mais condutores sem seguro e competição renovada, e Accenture (−5,6%, −0,8 pp). No trimestre, as gestoras recompraram Jack Henry e venderam Atlas Copco; Copart foi alienada em meados de Julho. A carta inclui perfis de L'Oréal e Microsoft e um artigo de fundo de Delian Entchev sobre cinco paradoxos do investimento.

Appalaches Capital — Core LO 3098 palavras

O Appalaches Core LO ganhou 7,4% líquidos no segundo trimestre de 2025, contra 10,9% do S&P 500, 5,5% do equiponderado e 1,1% do índice SOFR, acumulando 6,9% no ano. Jake Keys abre com o Dia da Marmota: as tarifas foram reduzidas ou adiadas, os índices voltaram a máximos e o ambiente atractivo para assumir risco desapareceu em semanas. Reforçou agressivamente a Lam Research e a ASML durante a queda de Abril, entrou e saiu da Equifax em poucas semanas e comprou a Eagle Materials no final do trimestre — ensaio sobre barreiras à entrada no cimento, com retornos incrementais próximos de trinta por cento e menos um terço de títulos em dez anos.

Ariel Fund 1151 palavras

O Ariel Fund avançou 6,96% no T2 2025, atrás do Russell 2500 Value (7,29%) mas à frente do Russell 2000 Value (4,97%). O trimestre foi de extremos: as acções tombaram em Abril com o anúncio tarifário do "Liberation Day", perto de mercado urso, antes de uma recuperação notável impulsionada por entusiasmo renovado por IA, dados económicos sólidos e lucros robustos. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Adtalem Global Education (ATGE) e Northern Trust (NTRS). Top detractors: Core Laboratories (CLB), J.M. Smucker (SJM) e Leslie's (LESL). Sem novas posições; saída de Interpublic, Masco e Kennametal por valoração. Postura pró-cíclica e activamente paciente, com small caps no maior desconto face a large caps desde a bolha dot-com.

Ariel Global Fund 1500 palavras

Ariel Global Fund subiu 7,38% no T2 2025, abaixo do MSCI ACWI (+11,53%) mas acima do MSCI ACWI Value (+5,84%); trailing 1 ano +17,61%, 5 anos +10,00% e 10 anos +7,26% (anualizados). A nível sectorial, a ausência de Energy e a selecção em Consumer Staples contribuíram; currency forwards, Consumer Discretionary e Industrials detraíram. Tesco, SK Hynix e Lasertec (nova) lideraram; JD.com (reduzida), China Mengniu (nova) e Sanofi detraíram. Iniciadas nove posições — Lasertec, China Mengniu, AirTAC, BBVA, Ebara, First Solar, Lottomatica, Walt Disney e Zimmer Biomet. Saídas por valuação: AbbVie, BNP Paribas e KBC; por oportunidades mais compelling: Samsung, CNH, Stellantis e Subaru. Tese: gestão activa e exposição internacional diversificada.

Ariel Appreciation Fund 1450 palavras

O Ariel Appreciation Fund avançou 5,81% no T2 2025, superando o Russell Midcap Value Index (5,35%) mas ficando atrás do Russell Midcap Index (8,53%). O trimestre foi de extremos: o anúncio das tarifas do Liberation Day em Abril aproximou o S&P 500 do território de bear market, mas a pausa subsequente e o renovado entusiasmo por inteligência artificial levaram os índices norte-americanos a novos máximos. Crescimento bateu valor; mega-cap continuou a liderar. Contributors: Northern Trust, Sphere Entertainment e nVent Electric. Detractors: Core Laboratories, SLB e CarMax. Iniciadas Fiserv e re-entrada em Goldman Sachs; saídas totais de Zimmer Biomet e BorgWarner. Posicionamento pro-cíclico ancorado em convicção bottom-up.

Ariel Focus Fund 1100 palavras

O Ariel Focus Fund avançou +4,75% no segundo trimestre de 2025, superando o Russell 1000 Value (+3,79%) mas ficando aquém do S&P 500 (+10,94%) num trimestre marcado pelo choque tarifário do Liberation Day em Abril e pela recuperação subsequente impulsionada por entusiasmo renovado com inteligência artificial. Oracle (ORCL), Mosaic (MOS) e Resideo Technologies (REZI) lideraram contributos positivos. J.M. Smucker (SJM), APA Corporation (APA) e Core Laboratories (CLB) detraíram. Foi iniciada uma posição em Generac Holdings (GNRC). Nenhuma posição foi encerrada. Os gestores mantêm posicionamento pró-cíclico, com convicção bottom-up em negócios subvalorizados e tese estrutural sobre o desconto de small caps face a large caps.

Ariel Small Cap Value Tax-Exempt Composite 1330 palavras

O Ariel Small Cap Value Tax-Exempt Composite avançou +7,72% bruto (+7,58% líquido) no T2 2025, superando o Russell 2000 Value (+4,97%) mas ficando aquém do Russell 2000 (+8,50%). Trimestre marcado por extremos: queda inicial face às tarifas "Liberation Day" seguida de recuperação impulsionada por entusiasmo em IA, dados económicos sólidos e resultados corporativos robustos. Top contributors: OneSpaWorld (OSW), Lindblad (LIND) e Resideo (REZI). Top detractors: Core Laboratories (CLB), First American (FAF) e WEX. Nova posição em Zebra Technologies (ZBRA); saída de Dun & Bradstreet (DNB). Postura final: pro-cíclica, medida, deliberada e activamente paciente, ancorada em convicção bottom-up sobre prognósticos macro.

Aristotle Atlantic Core Equity Strategy 1450 palavras

O Aristotle Atlantic Core Equity Composite (net de comissões) registou +14,30% no segundo trimestre de 2025, superando o S&P 500 (+10,94%) em 336 pontos base por selecção de títulos. Information Technology e Health Care lideraram contribuições; Consumer Discretionary e Utilities detraíram. Oracle e Broadcom destacaram-se como top contributors via momentum em OCI e AI silicon; Becton Dickinson detraiu por cortes em NIH funding e Chubb por rotação para fora de nomes defensivos. A gestora vendeu Expedia (risco de recessão por tarifas) e Zoetis (concorrência em animal health) sem novas compras. Fed manteve taxas em 4,25%-4,50% com retórica data-dependent perante PIB do T1 em contracção, inflação acima do alvo e tensões no Médio Oriente. Foco no nível da empresa com secular tailwinds ou ciclos product-driven.

Aristotle Atlantic Focus Growth Strategy 1600 palavras

O Aristotle Atlantic Focus Growth Composite (net de comissões) registou +17,67% no segundo trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 Growth Index (+17,84%) por allocation effects. Selecção em Information Technology e Industrials contribuiu; Consumer Discretionary e Financials detraíram. Adaptive Biotechnologies destacou-se como top contributor por momentum em clinical e biopharma testing; Netflix beneficiou de subscriber momentum e do ad-supported tier. UnitedHealth Group detraiu por utilização elevada em Medicare Advantage; Visa por receio de disrupção via stablecoins. A gestora comprou HubSpot pelo posicionamento em SMB CRM e suite Breeze de IA, e vendeu Expedia por risco recessivo induzido por tarifas. Fed manteve taxa em 4,25%-4,50% com retórica data-dependent.

Aristotle Atlantic Large Cap Growth Strategy 1450 palavras

O Aristotle Atlantic Large Cap Growth Composite (net de comissões) registou +18,45% no segundo trimestre de 2025, superando o Russell 1000 Growth Index (+17,84%), com selecção de títulos em Information Technology e Industrials a contribuir e Consumer Discretionary e Financials a detrair. Apple (underweight), Adaptive Biotechnologies, Quanta Services, CrowdStrike e Broadcom lideraram contribuintes; Bio-Techne, UnitedHealth, Visa, O'Reilly e Linde detraíram. A gestora comprou HubSpot e Antero Resources e vendeu Expedia perante risco recessivo elevado por tarifas. O S&P 500 subiu 10,94% no trimestre apesar de tensões geopolíticas; a Fed manteve taxas em 4,25%-4,50%, data-dependent.

Aristotle Global Equity Composite 2050 palavras

O Global Equity Composite da Aristotle Capital registou +9,58% gross (+9,45% net) no segundo trimestre de 2025, ficando aquém dos +11,53% do MSCI ACWI e dos +11,47% do MSCI World. A underperformance decorre da selecção em Consumer Discretionary e Information Technology, juntamente com underweight em Information Technology; selecção em Energia, Financials e overweight em Industrials contribuíram positivamente. Cameco e Microchip Technology lideraram contributos; Amgen e Alcon pesaram. A equipa iniciou posições em Capital One e Uber, vendendo PayPal e Rational. Tese ancora-se em fundamentais individuais e disciplina face a ruído macro global.

Aristotle Small Cap Equity Composite 1850 palavras

O Aristotle Small Cap Equity Composite registou +3,41% gross (+3,25% net) no segundo trimestre de 2025, ficando significativamente aquém dos +8,50% do Russell 2000 Index. A underperformance derivou de security selection em Consumer Discretionary, Health Care e Information Technology, parcialmente compensada por Communication Services e overweights em IT e Industrials. Dycom e MACOM Technology lideraram contributos; Chemed e ACI Worldwide pesaram. A equipa abriu seis posições (Alight, Flowserve, Guardian Pharmacy, Interparfums, ScottsMiracle-Gro, Verra Mobility) e liquidou cinco (Berkshire Hills, Columbus McKinnon, JBG SMITH, Monro, Tronox). Perspectiva construtiva: valuations small-cap perto de multi-decade lows vs large caps, tailwinds de desregulamentação, reshoring e M&A. Riscos: reaceleração inflacionária e tensões geopolíticas.

Aristotle Small/Mid Cap Equity Composite 1240 palavras

O Aristotle Small/Mid Cap Equity Composite registou +4,78% gross (+4,64% net) no segundo trimestre de 2025, ficando aquém dos +8,59% do Russell 2500 Index num trimestre dominado por low quality rally pós-Liberation Day. A underperformance derivou da selecção em Financials, Consumer Discretionary e Information Technology, parcialmente compensada por selecção em Communication Services e overweights em IT e Industrials e underweight em Real Estate. Dycom, MACOM Technology e Advanced Energy lideraram contributos relativos; ACI Worldwide, Chemed e Robinhood pesaram. A equipa abriu sete posições (Alight, Dolby, FTAI Aviation, Interparfums, Perrigo, ScottsMiracle-Gro, Verra Mobility) e liquidou cinco (Berkshire Hills, Columbus McKinnon, JBG SMITH, Monro, Tronox). Perspectiva construtiva — valuations SMID atractivas, tailwinds de desregulamentação, lower corporate tax, M&A, reshoring e infrastructure spending.

Aristotle Value Equity WM Composite 1900 palavras

O Value Equity Composite da Aristotle Capital registou +4,88% gross (+4,75% net) no segundo trimestre de 2025, batendo os +3,78% do Russell 1000® Value e ficando aquém dos +10,94% do S&P 500. A outperformance face ao benchmark de value teve origem em efeitos de alocação, com selecção de títulos ligeiramente negativa no agregado. Microsoft e Microchip Technology lideraram os contributos; Amgen e Alcon pesaram negativamente. A equipa saiu de Xylem e iniciou Uber, capitalizando a transição da plataforma para free cash flow sustentável e escala global. Disciplina ancora-se em fundamentais individuais e indiferença ao ruído macro.

Artisan Global Discovery Fund 1750 palavras

O Artisan Global Discovery Fund (Class I USD) registou +11,84% no T2 2025, à frente dos +9,2% do MSCI All Country World Small Mid Cap Index, num trimestre marcado por volatilidade extrema — anúncio Liberation Day de tarifas, escalada com a China, depois reversão e recuperação. Babcock, iRhythm e Spotify foram os principais contribuidores; Aris Water, Saia e Gerresheimer detraíram. Os gestores Jason White e Jim Hamel aproveitaram a queda de Abril para actualizar a carteira para as suas convicções mais altas, iniciando RBC Bearings, Wingstop e 3i Group, e reforçando Samsara e Sartorius. Saíram de Saia, Gerresheimer e GoDaddy. Postura mantém-se focada em IA, saúde idiosincrática e indústria de defesa.

Artisan Mid Cap Fund 5617 palavras

O portefólio da Artisan Mid Cap subiu 14,40% no segundo trimestre de 2025, um retorno absoluto de dois dígitos que ainda assim ficou aquém dos 18,20% do Russell Midcap Growth. A carta atribui a diferença sobretudo a uma ausência: a Palantir, que subiu 62% no trimestre e pesava cerca de 9% no índice em finais de Junho. Spotify, Snowflake e Roblox estiveram entre os contributos de topo; Baker Hughes, Argenx e Atlassian entre os travões. A equipa iniciou posições Garden na RBC Bearings, na BWX Technologies e na Duolingo, reforçou Snowflake, Baker Hughes, Roblox e Samsara, reduziu Tradeweb, Robinhood e Lattice Semiconductor, e encerrou as campanhas na Chipotle, na Saia e na Dick's Sporting Goods.

Artisan Mid Cap Value Fund 3065 palavras

O Artisan Mid Cap Value Fund (ARTQX) subiu 0,26% no segundo trimestre de 2025 e ficou atrás dos 5,35% do Russell Midcap Value Index, com -0,77% no ano contra 3,12% do índice. A preferência do mercado pelo crescimento e o desempenho superior dos sectores e indústrias mais cíclicos contribuíram para o desvio, com o sector industrial como maior fonte da diferença. Genpact, Cable One, Lineage e LKQ travaram o trimestre; nVent Electric, Pinterest e Ferguson contribuíram. A queda de Abril permitiu quatro compras novas — Pinterest, Ferguson, Align Technology e CDW — e a venda da Kroger. A carteira transacciona abaixo de 15 vezes os lucros previstos.

Artisan Developing World Fund 1322 palavras

O Artisan Developing World Fund rendeu 14,40% no segundo trimestre de 2025 (Investor Class ARTYX), à frente dos 11,99% do MSCI Emerging Markets Index. Lewis Kaufman descreve um trimestre em que a dúvida sobre o excepcionalismo norte-americano se transmitiu ao mercado obrigacionista e ao dólar, e não às acções. A carteira junta nomes não-norte-americanos reforçados no período pós-tarifas de Abril — MercadoLibre, Sea, Adyen e MakeMyTrip — a passporters domiciliados em mercados desenvolvidos que beneficiam de um dólar mais fraco, como Coca-Cola, Mastercard e Netflix. MercadoLibre, CrowdStrike, Nubank e Sea figuram entre os cinco maiores contribuidores. A gestão sublinha a continuidade — as dez maiores posições têm antiguidade média de 5,96 anos.

Artisan Select Equity Fund 3200 palavras

O Artisan Select Equity Fund registou +6,77% no segundo trimestre de 2025 (Investor Class ARTNX), face a +10,94% do S&P 500, ficando aquém do benchmark trimestral. Em base YTD a carteira está em +12,96% face a +6,20% do índice. A tese central da carta articula cepticismo perante o múltiplo trailing de 27X do S&P 500 e perante a narrativa de risk-on liderada por tecnologia. Heidelberg Materials, Meta e Aramark foram os principais contribuidores; Elevance, Berkshire Hathaway e Axalta foram os principais detractores. IQVIA foi adicionada à carteira a 12X lucros após derating do CRO líder mundial; posição reforçada em Axalta perante fraqueza.

Artisan Small Cap Fund 2540 palavras

O Artisan Small Cap Fund subiu 7,30% no segundo trimestre de 2025 (classe ARTSX) contra 11,97% do Russell 2000 Growth, numa recuperação liderada por títulos de menor qualidade — origem em SPAC, juro a descoberto extremo, modelos voláteis, estreias recentes em bolsa e fluxos de caixa negativos. Entre os contributos nomeados estão Flex, MACOM e iRhythm; entre os travões, Halozyme, Clearwater Analytics e Lattice Semiconductor. Compraram BWX Technologies e Madrigal, reinvestiram em Wingstop, reforçaram Birkenstock, ServiceTitan e Stevanato, e encerraram as campanhas em Saia, Freshworks e Iovance. Reduziram ainda Halozyme, Clearwater e Guidewire. A equipa usou a queda de Abril para concentrar a carteira nas ideias de maior convicção a avaliações mais atractivas.

Artisan Value Fund 2695 palavras

O Artisan Value Fund (ARTLX) subiu 5,99% no T2 2025 e bateu o Russell 1000 Value Index (+3,79%), com o excesso a vir da selecção de títulos. As tarifas do «Liberation Day» derrubaram o índice de valor 10% em dois dias no início de Abril, e a equipa usou a deslocação para fazer três compras novas — Lam Research, ASML e Thermo Fisher Scientific —, contra apenas uma em todo o T1. Walt Disney, Alphabet, Meta, Philip Morris, Dollar General, Booking Holdings e Lam contribuíram; Schlumberger e Diamondback travaram, com o WTI abaixo dos 60 dólares. A Compass Group foi vendida para financiar as entradas.

Ashva Capital Management LLC 1302 palavras

A Ashva Capital de Ankur Shah encerrou o 1º semestre de 2025 a -1,55% líquido, contra +5,5% do S&P 500, depois de um Q2 forte (+6,42% em Maio e +7,69% em Junho, em base líquida) compensar arranque difícil de ano. Top três holdings reveladas: Robinhood (8,0%), Credo Technology (6,7%) e Howmet Aerospace (5,75%) — exposição a fintech disruptivo, conectividade para data centers de IA e aeroespacial-defesa. Shah enquadra o desempenho relativo abaixo do índice como custo esperado de carteira concentrada de alta convicção em mercado dominado por liderança estreita e narrativa, mantendo postura de business-first, longa duração e recusa de cronometragem de mercado.

Atai Capital Management 2916 palavras

O Atai Capital Management, gerido por Brandon Daniel, registou +32,8% líquido no segundo trimestre de 2025, batendo o S&P 500 (+10,9%), o Russell 2000 (+8,5%) e o Russell Microcap (+15,5%). Acumula +29,4% YTD e +22,6% anualizado desde a inception em Janeiro de 2023. Daniel dedica a carta a duas mistakes ex-post: a venda integral de Cable One (CABO) após o overbuild da rede HFC ultrapassar 60% e a tese descarrilar, e o trim material em AstroNova (ALOT) na sequência da aquisição catastrófica de MTEX, hoje sob campanha activista de Askeladden Capital. Top contributors trimestrais incluem Bel Fuse, Haivision e Allient. Cash sobe para 17% e top 5 representa 60% do portfolio.

Baird Chautauqua International and Global Growth Funds 2500 palavras

O Baird Chautauqua International Growth Fund subiu +7,72% em Q2 2025 (Investor Class, net), ficando 4,31 pp aquém do MSCI ACWI ex-U.S. (+12,03%); o Global Growth Fund avançou +9,07%, abaixo do MSCI ACWI (+11,53%). Os parceiros da Chautauqua atribuem a fraqueza relativa a selecção em information technology, industrials e overweight em saúde — BeOne Medicines, Waste Connections e KE Holdings lideraram as detrações. Maiores contribuidores: Ryanair, Fairfax Financial e Safran. Liberation Day (2 de Abril) trouxe tarifas até 50% antes de pausa de 90 dias; EUA e China de-escalaram em meados de Maio. ECB cortou para 2% e NATO subiu defesa para 3,5% do PIB. Iniciaram Lululemon, reforçaram Canadian Pacific, Novo Nordisk e Ryanair.

Baron Asset Fund 2980 palavras

O Baron Asset Fund avançou 7,85% (Institutional Shares) no segundo trimestre de 2025, ficando aquém do Russell Midcap Growth Index (+18,20%) em 10,35 pontos percentuais. O mercado recuperou da queda induzida pela "Liberation Day" tariff announcement de Abril, suportado por resultados sólidos, sinais dovish da Fed e momentum do AI trade. A subexposição estrutural a Beta, Residual Volatility e Momentum penalizou o fundo num quarter risk-on; não deter Palantir Technologies (+55% no trimestre, 8%+ no Index) custou 239 bps de desempenho relativo. IDEXX, Amphenol e Guidewire contribuíram positivamente; Arch Capital, Cooper Companies, Bio-Techne, Gartner e Mettler-Toledo detraíram. Gestora estabeleceu Samsara e LPL Financial como novas posições.

Baron Discovery Fund 3000 palavras

O Baron Discovery Fund subiu 14,76% (Institutional Shares) no segundo trimestre, 2,79 pontos à frente do Russell 2000 Growth Index (+11,97%). YTD o fundo está +7,68% versus benchmark em -0,48%. O trimestre arrancou com a Liberation Day de Trump (2 de Abril) que provocou queda de ~16% do benchmark até 7 de Abril, seguida de rally de 30% até final do trimestre. Kratos Defense, Montrose Environmental e Karman lideraram contribuições (defesa e ambiente); Clearwater Analytics, Inspire Medical e Macerich detraíram. Iniciaram posições em Wynn Resorts e Ategrity Specialty Insurance (via IPO); saíram de Dayforce, Couchbase (via aquisição PE), Macerich e RH; trimaram Kratos e Tempus AI após valorizações fortes.

Baron Durable Advantage Fund 3700 palavras

O Baron Durable Advantage Fund avançou 15,6% (Institutional Shares) no segundo trimestre de 2025, acima dos 10,9% do S&P 500. YTD em 7,5% vs 6,2% do índice. V-shaped recovery — Broadcom, Amazon, NVIDIA, Microsoft e TSMC cederam 463bps no T1 e devolveram 972bps no T2. Mais de 90% dos 469bps de outperformance vieram de stock selection, com IT a contribuir 368bps. Alex Umansky iniciou Amphenol e reforçou 11 posições aproveitando o Liberation Day sell-off. Exitou UnitedHealth (-50%), Accenture e Texas Instruments; reduziu Microsoft e Mettler-Toledo. Since inception (12/2017) o fundo está em 16,34% anualizado, +258bps vs índice. Top 10 representam 54,2% do fundo; 30 investimentos totais.

Baron FinTech Fund (renomeado Baron Financials ETF a 12/12/2025) 1750 palavras

O Baron FinTech Fund subiu 9,26% (NAV Institutional) no segundo trimestre de 2025, ficando atrás do FactSet Global FinTech Index (+13,82%) e do S&P 500 (+10,94%). Underperformance versus o Benchmark foi driven por stock selection em Information Services, Payments e Tech-Enabled Financials, num trimestre em que Challengers bateram Leaders por margem larga (+24% vs +5%). Trimestre marcado pela 'Liberation Day' tariff de Trump (rebote pós-pausa) e retoma do Magnificent Seven complex (+20%). Robinhood, MercadoLibre, Intuit, Guidewire e Interactive Brokers lideraram contributors; Fiserv, Progressive, Clearwater, Tradeweb e Intapp detraíram. Ategrity Specialty (IPO) adicionada; Schwab, CME e Alkami reforçados; Fiserv, Progressive e Accenture trimmed. Perspectivas 'rosier' com trade deals em curso e easing inflation.

Baron Focused Growth Fund 2900 palavras

O Baron Focused Growth Fund avançou 12,78% (Institutional Shares) no segundo trimestre de 2025, batendo o Russell 2500 Growth Index (+11,31%) após recuperar integralmente as perdas do primeiro trimestre ligadas às tarifas recíprocas. A categoria Disruptive Growth (40,8% do NAV, +16,06%) adicionou 680bps, liderada por Spotify (+39,5%), Tesla (+22,6%) e On Holding (+18,6%). Core Growth contribuiu via Guidewire e IDEXX, enquanto Real/Irreplaceable Assets e Financials ficaram aquém por receios de recessão e moderação cíclica. Interactive Brokers (+34,1%) destacou-se nos Financials. A gestora mantém postura construtiva: 30 holdings, top 10 = 57,2% do NAV, com mais de 40% do portefólio a transaccionar abaixo de valuations históricas.

Baron Global Opportunity Fund 3600 palavras

O Baron Global Advantage Fund avançou 22,7% (Institutional Shares) no segundo trimestre, batendo o MSCI ACWI Index (+11,5%) e o MSCI ACWI Growth Index (+17,3%) por margens de dois dígitos. A recuperação em V após a Liberation Day absorveu a correcção de Abril, com 788bps dos 1.115bps de outperformance via stock selection. Cloudflare, MercadoLibre, NVIDIA, Coupang e Shopify dominaram contribuições; Endava, argenx, Globant, PDD e BILL detraíram. Posições novas: Nu Holdings e Loar Holdings. A gestora reforça TSMC, Illumina, ServiceTitan e Tesla; reduz Cloudflare e Snowflake após gains expressivos. Stance: filtrar ruído de curto prazo e focar fundamentals — Alpha de longo prazo prevalece sobre esforços de redução de Beta.

Baron Health Care Fund 3600 palavras

O Baron Health Care Fund recuou 5,06% (Institutional Shares) no segundo trimestre de 2025, batendo o Russell 3000 Health Care Index (-6,19%) em 113 pontos base num trimestre em que o sector teve underperformance histórica face ao mercado amplo (-17%+). A outperformance veio sobretudo de exposição a cash, subponderação a UnitedHealth e tilts de sub-indústria. Selecção em biotecnologia (Insmed, top contributor após dados Phase 2 de TPIP) e farmacêuticas (Eli Lilly resiliente) adicionou valor; UnitedHealth (-3,72pp), Thermo Fisher e argenx detraíram. O gestor vendeu UnitedHealth e reduziu Boston Scientific, Intuitive Surgical, Thermo Fisher e Arcellx; iniciou Exact Sciences, reabriu Edwards Lifesciences e reforçou Masimo, Lilly e Penumbra. Mantém optimismo secular pese embora o OBBBA.

Baron Opportunity Fund 5200 palavras

O Baron Opportunity Fund avançou 23,27% (Institutional Shares) no segundo trimestre de 2025, batendo o Russell 3000 Growth (+17,55%) e o S&P 500 (+10,94%) por 572 e 1233 bps respectivamente. Após retracção inicial em Abril com o S&P 500 a cair quase 19% do pico de Fevereiro pós-anúncio tarifário, a pause de 90 dias de 9 de Abril e a de-escalation com a China em 12 de Maio reabriram o trade. IT representou cerca de 90% da outperformance — Broadcom, NVIDIA, indie Semi, TSMC, Cloudflare, Zscaler, Snowflake lideraram; Spotify, Duolingo e o IPO Hinge Health contribuíram. Detractor primário: Apple (-68bps, exited por App Store regulatory + tariff margin risk). Iniciadas Eli Lilly, Exact Sciences, Hinge Health, DraftKings, Quanta Services, Samsara, Datadog; saídas Apple, HubSpot, Arista, Vertiv. 43 holdings, top 10 = 56,3% NAV, $1,65B AUM.

Baron Real Estate Fund 7200 palavras

O Baron Real Estate Fund subiu 3,61% no T2 2025 (Institutional Shares), batendo o MSCI US REIT Index (-1,46%) mas abaixo do MSCI USA IMI Extended Real Estate Index (+6,13%). YTD recua 3,32%; desde inception (12/31/2009) anualiza 12,96% e acumula 561% vs 216% do REIT Index. Jeffrey Kolitch reitera tese central de "important positive inflection point" para public real estate: preocupações como "old news", supply colapsou, balanços sólidos, valuations descontadas vs replacement cost. Portefólio 29,7% REITs / 67,9% non-REITs sobre sete temas de alta convicção. Adições novas: Airbnb e BXP (post-tariff sell-off em Abril); reforços: Equinix, Toll Brothers, Simon Property. Saídas: Churchill Downs, AvalonBay, Extra Space Storage. Brookfield Corporation foi o maior contribuidor (+1,02bps); Wynn segundo (+0,51bps).

Baron Real Estate Income Fund 6200 palavras

O Baron Real Estate Income Fund recuou modestos 0,23% no T2 2025 (Institutional Shares), superando o MSCI US REIT Index (-1,46%) em 123bps; H1 -1,20% vs -0,71% do índice. Jeff Kolitch mantém postura optimista: real estate público repriced para higher cost of capital, valuations cheap relative to replacement cost, supply benign, e demand cíclica/secular underappreciated. Portefólio: REITs 81,9%, non-REIT 15,4%, cash 2,7% — 13 sub-categorias REIT (Health Care 13,6% e Industrial 12,7% líderes). Adições T2: BXP (office), Terreno (industrial), SmartStop (IPO), VICI (triple net), Iron Mountain (re-adquirida), Host Hotels, Blackstone Mortgage. Saídas: Weyerhaeuser, AvalonBay, Crown Castle (tower consolidation em AMT). Top contribuidores: Brookfield, SmartStop. Top detratores: Independence Realty, Prologis.

Baron Small Cap Fund 2500 palavras

O Baron Small Cap Fund subiu 10,38% (Institutional Shares) no segundo trimestre de 2025, ficando 1,59pp atrás do Russell 2000 Growth Index (+11,97%) mas 0,84pp à frente YTD. Cliff Greenberg articula trimestre bifurcado: sell-off severo em Abril (NASDAQ em bear market a 4) após anúncio do regime tarifário Trump, depois rally para máximos com de-escalada comercial e Fed dovish. Vertiv (+397bps) liderou contributors, seguido de Guidewire, Kratos, ODDITY e Red Rock; Neogen, ICON e ASGN detraíram. Iniciou Hinge Health (IPO Maio), reforçou Liberty Live, Clearwater e Enpro; saiu UTZ e IDEXX. Trimmed top holdings via Redemption In-Kind. Quality/low-beta foi headwind no melhor trimestre em 25 anos para high-beta.

Black Bear Value Fund 1850 palavras

O Black Bear Value Fund cedeu -10,5% no segundo trimestre e -11,7% no acumulado de 2025, contra +10,9% e +6,2% do S&P 500. Adam Schwartz atribui mais de metade do mark to market negativo ao livro curto, onde várias money-losing companies subiram com força — um padrão que o gestor classifica como temporário, lembrando 2022. A carteira é descrita como uma coiled spring, com más notícias precificadas nos longs e magical thinking nos shorts. Cinco apostas concentradas — Asbury e AutoNation, Builders FirstSource, Core Natural Resources, Warrior Met Coal e Flagstar Financial — enfrentam hard catalysts em 6 a 18 meses que deverão destrancar cash flow significativo. Schwartz mantém que o tempo é aliado da tese.

Blue Tower Asset Management, LLC 1450 palavras

O Blue Tower Global Value, gerido por Andrew Oskoui, subiu 17,66% líquido no Q2 2025 e 27,63% no primeiro semestre. Mais de um terço do ganho do trimestre veio das duas posições na República da Geórgia — Georgia Capital (CGEO) e TBC Bank Group (TBCG). A carta é integralmente dedicada à tese no TBC: maior banco georgiano com cerca de 40% de quota, em duopólio com o Bank of Georgia, com rendibilidade média dos capitais próprios de 22,4% em dez anos e 26,4% entre 2022 e 2024. O motor de crescimento é o Uzbequistão, onde a filial digital acumulou 19,7 milhões de clientes desde 2020. A posição cota a 7,47x lucros históricos contra 10,17x do índice europeu de financeiras.

Brasada Capital Management 1900 palavras

David Shahrestani, da Brasada Capital Management, caracteriza o primeiro semestre de 2025 numa palavra — volátil. O “Liberation Day” de 2 de Abril e o rollout caótico de tarifas desencadearam um colapso de 22% no S&P 500 em dias, com a Moody's a desclassificar a dívida soberana americana a 16 de Maio e o “12 Day War” entre Israel e Irão a fechar com cessar-fogo a 23 de Junho. A tese central inverte o quadro convencional: risco real é perda permanente de capital, não volatilidade — Mr. Market de Graham oferece mispricing para investidores fundamentais. A carta detalha duas novas posições compradas no selloff: West Pharmaceutical Services (WST) após queda de ~40% e Uber Technologies (UBER) após queda de ~30% em receios de veículos autónomos.

Bretton Fund 1150 palavras

O Bretton Fund subiu 2,70% no segundo trimestre de 2025 face a 10,94% do S&P 500, claro subdesempenho num trimestre marcado pelo recuo presidencial nas ameaças tarifárias e relief rally do mercado. O principal hit veio da UnitedHealth, que caiu cerca de 55% no trimestre e retirou 2,0% ao fundo após orientação retirada, demissão do CEO Witty e investigação do DOJ por upcoding de Medicare. Progressive (-0,5%) e Eagle Materials (-0,4%) foram outros detractores. Contribuíram Microsoft (+1,4%), Alphabet (+1,1%) e American Express (+1,1%). Os gestores não adicionaram nem eliminaram posições e mantêm optimismo cauteloso sobre UNH. Carteira de 20 posições e 0,33% em cash.

Bronte Capital Amalthea Fund 1850 palavras

A Bronte Amalthea recuou -5,14% no segundo trimestre de 2025 (em AUD), contra +5,89% do MSCI ACWI, encerrando o ano fiscal em -7,7%. John Hempton articula ceticismo perante o consenso TACO emergente após o "Liberation Day" tarifário, considerando-o demasiado sereno face às consequências negativas das tarifas que serão implementadas. Descreve o mercado actual como mania mais extrema que dot-com, amplificada por social media e por 40 milhões de novas contas de corretagem. Em contracorrente, iniciaram uma posição em Holcim e no spin-off Amrize, distribuído em Junho 2025, enquadrando-os como casos da empresa que parou de fazer asneiras — paralelo explícito ao trade vencedor recente em Brambles.

Brown Advisory Large-Cap Growth Strategy 1400 palavras

A Brown Advisory Large-Cap Growth Strategy registou 17,05% no segundo trimestre de 2025 (composite gross), narrowly aquém do Russell 1000 Growth Index (+17,84%) num trimestre marcado por volatilidade extrema e recuperação em V. Após mínimos em Abril (Liberation Day, índice −20% YTD), o mercado recuperou para novo máximo histórico. A estratégia mantém lead de cerca de 200 pontos base no acumulado do ano. Communication Services contribuiu positivamente — Netflix e Trade Desk lideraram. Information Technology foi maior detractor relativo pela não-detenção da Apple (10,3% do índice) e underweight a NVIDIA. NVDA, NFLX, MSFT, NOW e UBER lideraram contribuições; PGR, SPGI, ZTS, WST e FICO detraíram. Iniciou posições em DraftKings e Fair Isaac. Active share 70,1 com 33 holdings.

Brown Advisory Mid-Cap Growth Strategy 1500 palavras

A Brown Advisory Mid-Cap Growth Strategy registou 16,31% no segundo trimestre de 2025 (composite gross), aquém do Russell Midcap Growth Index (+18,20%). Total effect de −1,90 pp foi mais do que integralmente explicado por Palantir — não detida — que representou cerca de 8% do benchmark e contribuiu ~400 bps para o índice. Excluindo Palantir, o portfolio bateu o conteúdo small e mid-cap do benchmark no trimestre e no YTD. Vistra, Voyager, Roblox, Vertiv e Marvell lideraram contribuições; Bio-Techne, Arthur J. Gallagher, West Pharmaceutical, Pinterest e Entegris detraíram. Três entradas (Cloudflare, Comfort Systems, Voyager) compensaram três saídas (Entegris, Pinterest e Guidewire após ganhos de 160-190%). Name count estável em 59.

Brown Advisory Global Leaders Strategy 2350 palavras

Brown Advisory Global Leaders +12,8% gross no segundo trimestre de 2025 (composite), à frente do MSCI ACWI (+11,5%) — atribuição liderada por selecção em Information Technology e Industrials, com aeroespacial (GE Aerospace, Safran) e Ferguson como motores centrais. Microsoft (+2,62 pp), GE Aerospace, Intuit, TSMC e Safran lideraram contribuições; Zoetis, Coloplast, AutoZone, Bank Rakyat e Roche detraíram. Gestora iniciou Experian em Abril (financiada por trim de Moody's), saiu de Illumina (trifecta regulatório/competitivo) e Coloplast (CEO firing, profit warning), reforçou Microsoft, ASML e Marvell. Drawdown pós-Liberation Day 9,4% vs 11,1% do benchmark. Estratégia completou 10 anos em Maio com CAGR 12,1% gross.

Brown Advisory Small-Cap Growth Strategy 1500 palavras

A Brown Advisory Small-Cap Growth Strategy retornou 7,53% gross no segundo trimestre de 2025 (composite gross), abaixo do Russell 2000 Growth Index (+11,97%) num rally de baixa qualidade pós-«Liberation Day» em que empresas em prejuízo do Russell 2000 superaram as rentáveis em mais de 600 pontos base. Curtiss-Wright, Mirion, HealthEquity, Fluor e SiTime lideraram contribuições; Mister Car Wash, ChampionX, Cogent, Bio-Techne e NeoGenomics detraíram. A gestora deployou capital em 11 nomes novos no semestre com ênfase em Industrials e Information Technology — duas adições no T2 (BWX Technologies e Novanta) e duas saídas (FTI Consulting e NeoGenomics). Tese central: small-caps no 5.º percentil de valorização relativa (Jefferies), nível visto pela última vez em 2001.

Broyhill Asset Management 1750 palavras

A Broyhill Asset Management entregou 3,7% no segundo trimestre de 2025 e 6,6% no primeiro semestre, líquido de comissões, face a 11,7% e 10,3% do MSCI ACWI nos mesmos períodos. Christopher Pavese destaca Philip Morris e Dollar Tree como top contributors, com Avantor e Fiserv como detractors. A carta formaliza nova posição em IQVIA, consolidação do basket offshore para Noble Corporation, e saída de Charles Schwab, Tidewater e Valaris. Pavese enquadra a carteira como exposição intencional fora das mega caps, com SMID e Europa ocidental como fontes de retorno futuro num mercado descrito como recordemente concentrado e disperso.

Burke Wealth Management Focused Growth Composite 3600 palavras

A Burke Wealth Management Focused Growth Composite registou +15,9% no segundo trimestre de 2025, superando o S&P 500 Total Return (+10,9%), num período marcado por três disrupções convergentes: o início da guerra comercial global a 2 de Abril, a aprovação do Big Beautiful Bill (cristalizando os cortes fiscais de 2017) e o conflito Irão-Israel concluído com o ataque cirúrgico dos EUA às instalações nucleares iranianas. Nvidia (+17,7%) e Snowflake (+22,0%) lideraram contributos positivos. A gestora reduziu exposição cíclica via venda de AirBNB e Novo-Nordisk e adicionou BWX Technologies (3%) e Uber (4%), reequilibrando o portfolio entre shot plays, aircraft carriers e negócios estáveis.

Carillon Eagle Growth & Income Fund 1620 palavras

O Carillon Eagle Growth & Income Fund navega T2 2025 num enquadramento volátil em que o S&P 500 caiu mais de 11% até 8 de Abril, recuperou após atenuação da retórica tarifária e fechou o trimestre +10,9% em novos máximos históricos. Russell 1000 Growth bateu o Value em mais de 14% e Magnificent Seven subiu 21% contra apenas 5% do S&P 500 Equal Weight, com a tese de IA a regressar como motor central. A equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) destaca Broadcom, Microsoft, Oracle, Eaton e JPMorgan como principais contribuintes; UnitedHealth, Chevron, T-Mobile, AbbVie e Best Buy detraíram. Perspectiva cautelosa: maior risco é inflação ainda incerta de tarifas, com mercado a precificar cenário demasiado optimista.

Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund 2000 palavras

O Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund descreve um T2 2025 turbulento mas recuperador: após o sell-off de Abril impulsionado pelo anúncio tarifário do “Liberation Day”, o Russell Midcap Growth fechou +18,20% versus +5,34% do Russell Midcap Value, com utilities, communication services e information technology a liderar. A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Palantir, Axon, Royal Caribbean, Cloudflare e Vistra como top contributors; Baker Hughes, Sarepta, Okta, Ryan e RH detraíram. A gestora articula tom construtivo: incerteza tarifária persiste mas mercado desconta, inflação favorável permitirá Fed cuts H2, e capex de IA com hyperscaler reinvestment sustêm momentum. Cíclicos selectivos — aerospace OE, gás natural/LNG, defesa, automação fabril e AI data center buildout concentram convicção; housing cauteloso por mortgage rates.

Carillon Eagle Small Cap Growth Fund 2820 palavras

O Carillon Eagle Small Cap Growth Fund descreve em T2 2025 um dos ambientes mais turbulentos para os mercados em memória recente — bear market em Abril após Liberation Day, seguido de sharp rebound à medida que tarifas foram pausadas. Russell 2000 Growth +11,96% supera Russell 2000 Value +4,96%. A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Shake Shack, Woodward, ATI, AeroVironment e Boot Barn Holdings como top contributors; Aris Water Solutions, Viper Energy, Cellebrite, BellRing e Merit Medical Systems detraem. Perspectiva construtiva: cyclicals favorecidos (natural gas via LNG e data centers, aerospace/defense, AI data center buildout, factory automation); healthcare cheap mas overhang regulatório; secular growth preferred no backdrop esperado de cortes Fed em H2.

Carillon Scout Mid Cap Fund 2400 palavras

O Carillon Scout Mid Cap Fund encerra o T2 de 2025 com Russell Midcap Index positivo apesar de sharp selloff inicial após o anúncio de tarifas "Liberation Day" pelo Trump. A equipa (Derek Smashey, John Indellicate, Jason Votruba, Eric Chenoweth) destaca ATI, Cloudflare, Quanta Services, Celestica e GE Vernova como top contributors; Viper Energy, Zimmer Biomet, Mid-America Apartment, Coca-Cola Consolidated e LKQ detraíram. Repositionamento agressivo após o 90-day delay das tarifas captou oversold stocks. A gestora vê mercado a bit complacent com VIX em níveis de Fevereiro e mantém overweight em infraestrutura de IA, semicondutores expostos a humanoid robotics, aerospace, infraestrutura doméstica energética e consumer companies tariff-immune.

Cedar Creek Partners, LLC 2400 palavras

O Cedar Creek Partners subiu 5,8% líquido no segundo trimestre de 2025, com YTD em 15,1%, abaixo do S&P 500 mas acima do Russell 2000. Tim Eriksen destaca que as posições do fundo transaccionavam a 8,4x resultados estimados para o ano seguinte e a 6,8x líquidos de caixa, com book value ponderado de 1,6 e ROE esperado de 18,9%. O desempenho derivou sobretudo das posições de controlo, que valorizaram 14% em agregado. Caixa desceu de 7% para 3% por causa do investimento de 3% do fundo na CBE LLC, veículo privado com royalty sobre receita da CrossingBridge. Exposição expert market manteve-se em 35%. PharmChem acordou venda a 3,75 USD.

Choice Equities Capital Management 1620 palavras

O Choice Equities Fund, gerido por Mitchell Scott, registou +30,0% líquido no segundo trimestre de 2025, levando os ganhos year-to-date para +21,6% contra -1,8% do Russell 2000 e +6,2% do S&P 500. Desde inception em 2017 acumula +13,4% anualizado. Scott articula que a volatilidade de Fevereiro a Junho — ida e volta do S&P para bear market em quatro meses, a mais rápida da história — produziu oportunidades de preço-valor que beneficiaram a carteira concentrada. Updates aprofundados em Genius Sports (rights deals NFL/NCAA extendidos, target EBITDA margin 30% em 2030), Magnite (canal CTV ganha vs linear TV, julgamento DOJ-Google em Setembro) e Modine (transformação Brinker a quatro anos, alavancagem do Danaher Business System).

ClearBridge Dividend Strategy 1480 palavras

A ClearBridge Dividend Strategy ficou aquém do S&P 500 no T2 2025, penalizada pela disciplina de valuation num tape dominado por momentum — a Nvidia disparou mais de 40% e o índice subiu 6,2% no semestre. Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld articulam cautela acentuada: com a Magnificent Seven acima de 30% do índice e os top 10 a representar 38,4%, vêem pouca margem de segurança a preços historicamente elevados. Responderam a rodar capital para sectores mais baratos e fáceis de avaliar — iniciaram L3Harris na defesa, reforçaram materialmente a Exxon Mobil e saíram de PPG Industries e General Motors. A tese dominante mantém-se: crescimento de dividendos como âncora anti-inflação e disciplina perante a euforia.

ClearBridge Global Infrastructure Income Strategy 1180 palavras

A ClearBridge Global Infrastructure Income Strategy beneficiou da resiliência da infra-estrutura cotada durante a volatilidade de Abril, superando o mercado mais amplo e mantendo-se estável em Maio e Junho. A Europa Ocidental foi o principal contribuidor regional, alavancada pelos cortes do BCE e pelo estímulo fiscal alemão. E.On e Constellation Energy lideraram contribuições; ONEOK e Pembina Pipeline detraíram após a OPEC+ acelerar o desmantelamento dos cortes voluntários. Daniel Chu, Charles Hamieh, Shane Hurst e Nick Langley iniciaram Clearway Energy, Canadian National Railway e Copel, saindo de Italgas, Fraport, National Grid e Dominion Energy. A carteira mantém-se defensivamente inclinada para utilities subvalorizadas, com aproximadamente 90% a beneficiar de mecanismos de pass-through de inflação.

ClearBridge Global Value Improvers Strategy 2480 palavras

A ClearBridge Global Value Improvers Strategy bateu o MSCI World Value Index no T2 2025, com selecção em industriais e IT a aproveitar tailwinds macro de dólar fraco e repatriação de capital. Grace Su e Jean Yu destacam Siemens Energy, Nexans, Microchip Technology, Hitachi e Oracle como top contributors, enquanto Gerresheimer, Fiserv, ICON, Fortune Brands e AstraZeneca detraíram. Actividade calma: saída de Uber após forte valorização e iniciação de Corcept Therapeutics. As gestoras defendem a tese de "value improvers" expostos a electrificação, energy transition e modernização de grids como AI picks-and-shovels — e reiteram que momentum ESG abrandou mas convergência de forças estruturais sustenta oportunidades selectivas.

ClearBridge Growth Strategy 1500 palavras

A ClearBridge Growth Strategy superou o Russell Midcap Growth Index no segundo trimestre de 2025, num trimestre em que o benchmark avançou 18,2% e o S&P 500 retornou 10,9% — recuperando do tariff shock de 2 de Abril. Os gestores Evan Bauman e Aram Green destacaram contribuições do segmento mid cap plus e selecção em IT, industrials e financials. Top contributors: Broadcom, Robinhood, CrowdStrike, Vertiv e Snowflake. Detractors: Vertex Pharmaceuticals, Palantir, UnitedHealth, HubSpot e TJX. Cinco iniciações — Alnylam, Hilton, Sherwin-Williams, Howmet Aerospace e Axon — diversificaram consumer discretionary e industrials. Saídas em MongoDB e Charles River Labs para reallocate para higher-conviction names.

ClearBridge Large Cap Growth Strategy 1750 palavras

O ClearBridge Large Cap Growth Strategy underperformou o Russell 1000 Growth no T2 2025: a exposição mais diversificada e defensiva, tailwind num T1 turbulento, reverteu para headwind num trimestre risk-on com o RLG a subir 17,8%. Erica Furfaro e Margaret Vitrano aproveitaram a volatilidade pós-Liberation Day para iniciar cinco posições — Broadcom, Marvell, ServiceNow, Airbus e Linde — reforçando AI semiconductor exposure e diversificação internacional. Exits de Target, ICON e Adobe; trim de Taiwan Semiconductor e tomada de lucros em Netflix. UnitedHealth, Broadcom, Visa, Thermo Fisher e Microsoft foram os principais detractores relativos.

ClearBridge Mid Cap Growth Strategy 1500 palavras

A ClearBridge Mid Cap Growth Strategy ficou atrás do benchmark Russell Midcap Growth (+18,2%) no segundo trimestre de 2025, com underweights a líderes do rally — Palantir, Cloudflare, Axon, Roblox — e headwinds em financials a sobreporem-se a contribuições idiosincráticas em IT, consumer discretionary e utilities. Top contributors: Rubrik, MercadoLibre, AppLovin, Vistra, Vertiv. Top detractors: Palantir, Copart, Cloudflare, Axon, Baker Hughes. Iniciações alargadas em consumer discretionary (Carvana, Hilton, Light & Wonder, Wingstop, Royal Caribbean), industrials (Axon, Howmet, Comfort Systems), IT (Pure Storage, Cloudflare), financials (Shift4) e healthcare (Cencora). Saídas: Palantir, Nu Holdings, Workday, Globant, Marvell.

ClearBridge Select Strategy 1450 palavras

A ClearBridge Select Strategy superou o Russell 3000 Index no segundo trimestre de 2025, num período de rebote forte das equities americanas pós receios de tarifas. Aram Green articula valor da construção piramidal do portefólio em saúde (Insulet, HealthEquity, Caris Life Sciences pós IPO) e exposição AI em IT e industriais (ServiceNow, AppLovin, Vertiv, Comfort Systems). Iniciadas sete posições novas (Verisk Analytics maior compra, Lattice Semiconductor, Qorvo, Sartorius, Penumbra, Chime Financial, Medpace Holdings) e exitadas quatro (Monolithic Power Systems, Alibaba, Fox Factory, Workday). Trimmed AppLovin e MercadoLibre após valorização forte. Perspectivas construtivas dependentes de clareza tarifária e cortes Fed H2; SMID dislocation versus large cap em mínimos multi-década abre espaço para mean reversion histórico.

ClearBridge Small Cap Growth Strategy 1150 palavras

A ClearBridge Small Cap Growth Strategy, gerida por Jeffrey Bailin e Aram Green, ficou modestamente aquém do Russell 2000 Growth Index num segundo trimestre de 2025 de extremos: o benchmark caiu até 12% no rescaldo do 'Liberation Day' antes de fechar +12,0%. O rali foi paced por non-earners de menor capitalização e por um surto de volume retail — a Goldman Sachs 'meme' basket rendeu mais de 44% — um pano de fundo historicamente adverso à carteira quality-focused. Selecção forte em industriais (BWX Technologies, Construction Partners) e saúde (Insmed, Mirum, aquisição anunciada da Blueprint Medicines) foi compensada por fraqueza em software (Wix.com, PagerDuty, Sprout Social). Os gestores adicionaram 11 novas posições e saíram de Expro e Rocket Lab.

ClearBridge Small Cap Strategy 1500 palavras

A ClearBridge Small Cap Strategy, gerida por Albert Grosman e Brian Lund, ficou aquém do Russell 2000 Index num segundo trimestre de 2025 marcado por whipsaw: o índice caiu após o 'Liberation Day' antes de fechar +8,5%, com o rali a ser liderado por low-quality e meme stocks num contexto de retail trading nos 21% do volume total. A selecção em consumer discretionary (Murphy USA, Oxford Industries) e communication services (Criteo, Anterix) pesou, compensada pelo desempenho de utilities (Talen Energy) e da aquisição da Verona Pharma pela Merck. Os gestores rodaram a exposição a regionais financeiros (saída de Home BancShares para UMB Financial), saíram de Abacus Global e iniciaram AGCO em industrials, mantendo a disciplina quality-focused.

ClearBridge Value Strategy 2200 palavras

A ClearBridge Value Strategy bateu o Russell 1000 Value Index no T2 2025, com Vistra, Talen Energy, Microchip e Micron a aproveitar a tese de produção eléctrica e infraestrutura AI; Walt Disney, iniciada em T1, também contribuiu. Reed Cassady, Sam Peters e Jean Yu enquadram 2025 como o "fim do princípio" da mudança de regime — desglobalização, taxas reais positivas e fim do dinheiro barato. Maior nova posição: Newmont, como hedge ao stress fiscal e exposição a real assets. Saída de PepsiCo. Perspectiva defende valor, cíclicos, real assets e pricing power; defensivos low-vol e 60/40 perdem atractividade num mundo de inflação estrutural e dispersão macro.

Columbia Seligman Global Technology Fund 1850 palavras

O Columbia Seligman Global Technology Fund (Classe Institucional) registou +19,52% no segundo trimestre de 2025, aquém do MSCI World Information Technology Index Net (+23,18%). O trimestre abriu com sell-off agressivo após o anúncio de tarifas recíprocas de Trump, seguido de rebound forte com a pausa de 90 dias e resultados corporativos sólidos. Selecção em hardware, storage e ground transportation contribuiu; semicondutores, software e alocação a financials detraíram. Broadcom (+3,57%), NVIDIA (+2,40%) e Lam Research (+1,86%) lideraram contribuição. Underweight em NVIDIA e Apple, e off-benchmark Renesas e Synaptics, detraíram. Gestora mantém convicção em capex hyperscaler, equipamento semiconductor e cybersecurity como secular drivers para 2026.

Columbia Threadneedle Global Technology Growth Strategy 3967 palavras

O Columbia Threadneedle Global Technology Growth Composite registou 24,85% líquido (25,11% bruto) no segundo trimestre de 2025, superando o S&P Global 1200 Information Technology Net (23,66%) num trimestre em que tecnologia e crescimento lideraram o ressurgir do mercado após o susto inicial das tarifas globais. NVIDIA, Broadcom, Microsoft e Oracle dominaram os contributos positivos, beneficiando da demand insaciável por aceleradores e do reconhecimento de Azure como plataforma de IA; Robinhood subiu mais de 100% no trimestre. No lado negativo, Fiserv e Global Payments penalizaram pela desaceleração de pagamentos; T-Mobile e Apple cederam por dúvidas sobre execução e ausência de narrativa de IA. A gestora mantém-se construtiva nos secular drivers de IA e cloud.

Conestoga Capital Advisors — Small Cap Growth Composite 3800 palavras

A Conestoga Capital Advisors registou +4,76% líquido no Small Cap Composite no 2T 2025, contra +11,97% do Russell 2000 Growth Index. A subdesempenho relativa concentrou-se no rali pós-8 de Abril, em que acções de baixa qualidade e beta elevado lideraram — as empresas deficitárias do Russell 2000 Growth subiram 13,1% face a 6,8% das rentáveis. A selecção de títulos foi negativa em sete dos nove sectores em que a estratégia investe, sobretudo Tecnologia, Industriais e Saúde, com Descartes, Merit Medical e Exponent entre os detractores. Federal Signal, Agilysys, RBC Bearings e ESCO Technologies destacaram-se pela positiva. A equipa iniciou Bright Horizons e encerrou Neogen e JBT Marel, reafirmando o foco em crescimento de qualidade conservador num contexto de valuations historicamente baixas das small caps face às large caps.

Conestoga Capital Advisors — Micro Cap Growth Composite 2144 palavras

O Micro Cap Composite da Conestoga subiu 15,65% líquido no 2T 2025, contra 20,92% do Russell Microcap Growth, e fecha o acumulado do ano em 6,12% contra -0,54% do índice. Depois da queda que se seguiu ao anúncio tarifário de 8 de Abril, o mercado recuperou com liderança estreita e de baixa qualidade: os títulos não rentáveis do Russell 2000 subiram 12,9%, quase o dobro dos rentáveis. A selecção de títulos foi o principal travão, sobretudo nos Industriais, onde seis das doze posições recuaram e anularam parte dos ganhos da Planet Labs, que rendeu mais de 80%, e da Willdan, com mais de 53%. Comprou a Twist Bioscience, não vendeu nenhuma posição e reduziu a Simulations Plus.

Conestoga Capital Advisors — Mid Cap Growth Composite 3284 palavras

O Mid Cap Composite da Conestoga subiu 3,46% líquido no 2T 2025, muito atrás dos 18,20% do Russell Midcap Growth. Depois do «Liberation Day» de 8 de Abril, o mercado inverteu-se e premiou beta elevado e títulos ligados à inteligência artificial: o segmento com beta acima de 2,3, onde a carteira não tem exposição, valeu mais de metade do retorno do índice, e só a ausência da Palantir custou cerca de 400 pontos base em termos relativos. A selecção penalizou Tecnologia, Consumo Discricionário, Industriais e Serviços Públicos, com doze de treze posições industriais a subtrair. Bentley Systems, HEICO e Guidewire lideraram; Copart, Waste Connections e Watsco ficaram atrás. Entraram AAON, Fair Isaac e Cloudflare; saiu a Mettler-Toledo.

Conestoga Capital Advisors — SMid Cap Growth Composite 3041 palavras

O Conestoga SMid Cap Composite subiu 5,00% líquido no segundo trimestre de 2025, muito atrás dos 11,31% do Russell 2500 Growth. O trimestre abriu com o índice a ceder mais de 12% até 8 de Abril e o índice de volatilidade a disparar para 52, e virou com a pausa de noventa dias nas tarifas recíprocas anunciada a 9 de Abril, que empurrou o índice quase 27% até ao fecho. A liderança foi estreita e de baixa qualidade. A Tecnologia foi o maior travão, pela ausência de semicondutores e de equipamento informático; as cinco posições em Consumo Discricionário perderam terreno. Watsco e Exponent pesaram em Industriais, compensadas por Construction Partners e Axon. Não houve compras; saíram Fair Isaac, Axon e Neogen.

Conventum - Alluvium Global Fund 1850 palavras

O Conventum-Alluvium Global Fund avançou 8,5% em USD mas cedeu 0,1% em EUR no segundo trimestre de 2025, com a desvalorização do dólar a anular o desempenho subjacente. Stuart Pearce e Alexis Delloye descrevem um mercado em modo "Hunky Dory", focado em estímulo e indiferente à política errática de Trump e ao conflito no Médio Oriente. Ryanair, em alta de 29%, tornou-se a maior posição (7,9%); Universal Music subiu a segundo lugar e as duas maiores posições passaram a ser europeias. Os gestores reforçaram Dick's Sporting, LyondellBasell, Alphabet e Mastercard, reduziram HCA Healthcare e mantiveram 20 posições com 15,1% de caixa.

Cooper Investors Global Equities Fund (Unhedged) 1700 palavras

A Cooper Investors Global Equities (Unhedged) registou 5,2% no segundo trimestre de 2025 face a 6,1% do benchmark e acumula 24,4% no ano fiscal terminado em 30 de Junho. Scout 24 e TKO Holdings lideraram contributos de retorno; B&M European Value Retail e CDW Corporation foram os principais detractores, ambas posições agora encerradas. As gestoras apresentam PrairieSky Royalty (PSK) como Stock in Focus — royalty perpétua sobre 18,5 milhões de acres na bacia sedimentar do Oeste Canadiano, com valor não descontado dos activos em C$30B face a um Enterprise Value inferior a C$6B. A liderança do CEO Andrew Phillips é apresentada como arquétipo da alocação de capital contracíclica.

Crossroads Capital Investment Partners, LP 7385 palavras

A Crossroads Capital encerrou o segundo trimestre de 2025 com +36,9% líquido (+44,0% bruto), levando o YTD para +26,1% líquido e o desde inception para 17,0% anualizado líquido contra 7,5% do Russell 2000 Value. O gestor enquadra o trimestre como demonstração de resiliência de mercados: o S&P 500 recuperou de quedas pós-Liberation Day para máximos históricos, com a 'TACO Trade' a marcar a normalização do risco tarifário. Principais contribuidores foram Nintendo (+34%), AST SpaceMobile (+34%, posição ~15% NAV), Magnite (+17%), Nebius (+16%) e Vistry (+3,0%). Saídas em Energy Transfer e Melrose para reciclar capital em ideias de maior convicção, com FTAI Aviation adicionada perto dos mínimos do trimestre.

Curreen Capital Partners LP 1120 palavras

O Curreen Capital Partners valorizou 14,07% no segundo trimestre de 2025, contra 10,94% do S&P 500, recuperando do recuo do primeiro trimestre para fechar o semestre em 8,73%. Christian Ryther reitera a disciplina de não reagir às quedas induzidas pelas tarifas e usa-as para reforçar a estratégia de patinhos feios. Vendeu a Nilörn — cuja expansão para embalagens deteriorou o retorno sobre o capital — e canalizou capital para a nova posição em Fortrea, contract research organization comprada a 5,85 USD por acção, cerca de 4,5% do fundo. Reforçou ainda Havas, Pluxee e VF Corp. O gestor sublinha a abundância de negócios bons e baratos, sendo o desafio escolher entre eles.

Diamond Hill Large Cap Fund 1280 palavras

A Diamond Hill Large Cap Fund avançou no T2 2025 (Net +2,87%) mas ficou aquém do Russell 1000 Value (+3,79%), com fraqueza relativa concentrada em financials e consumer discretionary parcialmente compensada por health care e communication services. Após o selloff de Abril desencadeado pelas tarifas “Liberation Day” de Trump, Austin Hawley e Brian Fontanella articulam que valuations regressaram a níveis acima da média histórica. Top contributors: Regal Rexnord, Texas Instruments, Walt Disney, Ferguson Enterprises e Capital One. Top detractors: CarMax, ConocoPhillips, Diamondback Energy, Berkshire Hathaway e Aon. Nova posição em Adobe iniciada a desconto face ao valor intrínseco; saída de Becton Dickinson. Gestores antecipam retornos abaixo da média histórica nos próximos cinco anos.

Diamond Hill Select Strategy 1480 palavras

A Diamond Hill Select Strategy avançou 7,31% líquido (7,53% bruto) no segundo trimestre de 2025, ficando aquém do Russell 3000 (+10,99%) mas à frente do Russell 3000 Value (+3,84%). Após o tombo de Abril nas tarifas do 'Liberation Day', os mercados recuperaram e a liderança regressou às grandes tecnológicas, penalizando a estratégia pelo sub-peso e pela selecção em tecnologia. Regal Rexnord e Coherent lideraram os contributos; Ashland e Diamondback Energy detraíram. A gestora iniciou Salesforce e Antero Resources na correcção e saiu de Bank of America e HCA Healthcare. Com valorizações de novo acima da média, mantém disciplina de qualidade e desconto face ao valor intrínseco.

Diamond Hill Small-Mid Cap Strategy 1820 palavras

A estratégia Small-Mid Cap da Diamond Hill subiu no T2 de 2025 em termos absolutos (5,37% líquido) mas ficou aquém do Russell 2500 (+8,59%), penalizada pelo subpeso e selecção em tecnologia e por consumo básico. Os anúncios tarifários do «Dia da Libertação», a guerra no Médio Oriente e os cortes de produção da OPEP dominaram o trimestre. Red Rock Resorts e WESCO contribuíram positivamente; Insperity, vendida no período, e Civitas detraíram. A gestora aproveitou a correcção de Abril para iniciar seis posições — Generac, Alaska Air, Knife River, Taseko Mines, Century Communities e FTI Consulting — a avaliações que considera descontadas. Reitera disciplina de análise fundamental e foco em valor intrínseco, antecipando um consumidor em abrandamento.

Dodge & Cox Stock Fund 1992 palavras

O Dodge & Cox Stock Fund avançou 3,82% no segundo trimestre de 2025 (Class I), em linha com o Russell 1000 Value (3,79%) e muito atrás do S&P 500 (10,94%), que subiu com o regresso do crescimento. O Comité de Política de Investimento descreve volatilidade acrescida perante o anúncio de tarifas alargadas a todos os parceiros comerciais, num mercado que ainda assim atingiu máximos históricos. Manteve a rotação iniciada no início de 2024 — acrescentar em Saúde, aliviar em Financeiras — reforçando a UnitedHealth depois de a avaliação tocar um mínimo de onze anos e aliviando UBS, Capital One e Wells Fargo. A carteira negoceia a 14,2 vezes lucros futuros, desconto material face ao S&P 500.

FAM Funds (Fenimore Asset Management) 2400 palavras

A Fenimore Asset Management publicou comentário trimestral cobrindo as três estratégias no encerramento do T2 2025: FAM Value (+5,80%), FAM Dividend Focus (+5,73%) e FAM Small Cap (+2,55%) — todas aquém dos benchmarks Russell Midcap (+8,53%) e Russell 2000 (+8,50%). O trimestre foi descrito como uma montanha-russa: o S&P 500 mergulhou em Abril com o anúncio de tarifas recíprocas e recuperou após a suspensão de 90 dias, fechando em máximo histórico. Ambiente risk-on penalizou alta qualidade. Amphenol e Trane lideraram contributors via IA e data centers. Saídas incluíram McCormick (tarifas) e Hagerty; novas posições GE HealthCare e Baldwin Insurance. A casa aproveitou a volatilidade pós-tarifas para reforçar sete posições no FAM Value.

Fidelity Growth Strategies Fund 1500 palavras

O Fidelity Growth Strategies Fund ganhou 22,74% no segundo trimestre de 2025, superando o Russell Midcap Growth Index (18,20%). Após a queda de início de Abril com o plano tarifário de Trump, as mid-caps de crescimento recuperaram com a pausa de 90 dias nas tarifas. A selecção de acções liderou o desempenho relativo, sobretudo em industriais: Axon (+57%), maior posição do fundo, Howmet Aerospace (+45%, reforçada) e Robinhood (+121%, reduzida). Os principais detractores foram subexposições a Coinbase (+104%) e Zscaler (+58%), ambas adicionadas durante o trimestre. A gestora Shilpa Mehra mantém foco em qualidade com valuations abaixo da média e free cash flow, antecipando beneficiários do buildout de data centers de IA. O Fed manteve taxas em Maio e Junho, sinalizando cortes no segundo semestre.

First Eagle Global Fund 4023 palavras

O First Eagle Global Fund rendeu 7,23% no segundo trimestre de 2025 (Classe A sem comissão de subscrição), aquém do MSCI World Index, que subiu 11,47%. Todas as regiões contribuíram — América do Norte e Europa desenvolvida lideraram, Japão e Ásia desenvolvida excluindo Japão ficaram atrás. Oracle, ouro físico, Meta, Taiwan Semiconductor e BAE Systems foram os maiores contribuidores; Becton Dickinson, SLB, Elevance Health, Alibaba e Willis Towers Watson penalizaram. A equipa de valor global sustenta que os mercados precificam uma economia em equilíbrio e ignoram o risco de inflação salarial nascido de um choque de oferta no mercado de trabalho norte-americano, agravado por défices orçamentais que a nova lei fiscal alarga. Prefere risco fora dos Estados Unidos e mantém ouro como cobertura.

FPA Queens Road Small Cap Value Fund 4718 palavras

O FPA Queens Road Small Cap Value rendeu 8,60% no segundo trimestre de 2025, contra 4,97% do Russell 2000 Value, com vantagem no acumulado do ano — 5,87% contra -3,16%. A equipa atribui o primeiro semestre a investimentos de longo prazo e não a negociação, com rotação baixa e ganhos repartidos por quatro sectores. A volatilidade tarifária de Abril permitiu pôr numerário a trabalhar, de 10,3% para 7,4%, fechando o trimestre em 8,3%. Foram abertas duas posições novas, Ingles Markets e Nelnet, e reforçadas Littelfuse, REV Group, Synaptics, Darling Ingredients e Concentrix. O argumento central é que as pequenas capitalizações de qualidade cobram um prémio modesto, ao contrário das grandes.

Fundsmith Equity Fund 950 palavras

O Fundsmith Equity Fund recuou 1,9% no primeiro semestre de 2025 (Classe T Accumulation, em libras), dois pontos percentuais abaixo do MSCI World (+0,1%). Terry Smith atribui quase todo o desempenho inferior à Novo Nordisk (−1,7 p.p.) e à Coloplast (−0,5 p.p.), duas empresas médicas dinamarquesas controladas por fundações que despediram os CEOs após falhas operacionais. A depreciação de 9% da libra face ao dólar (de 1,25 para 1,37) penalizou os retornos reportados: em dólares, o fundo subiu 6,3%. No semestre, Smith iniciou posições em Zoetis, Intuit e EssilorLuxottica e vendeu PepsiCo e Brown-Forman, com rotação de carteira de 9,2%.

Gator Capital Management — Financial Partners Funds 1450 palavras

O Gator Financial Partners, gerido por Derek Pilecki, rendeu 14,49% líquido no segundo trimestre de 2025, superando largamente o S&P 500 Total Return (5,57%) e o índice S&P 1500 Financials (2,08%). As posições em financeiras de pequena e média capitalização superaram os grandes bancos e seguradoras, invertendo a dinâmica do primeiro trimestre. Robinhood, Societe Generale, Esquire Financial, Barclays e Axos foram os principais contribuidores. O gestor defende que a Reserva Federal deveria cortar taxas duas vezes este ano, apontando uma curva de rendimentos invertida e política demasiado restritiva. A tese de investimento em destaque é a WEX, uma empresa de pagamentos capital-light, barata e em desalavancagem, com o activista Impactive Capital a pressionar pela criação de valor.

Giverny Capital Asset Management 2578 palavras

A carteira modelo da Giverny Capital Asset Management, gerida por David Poppe, subiu 9,11% líquido no segundo trimestre de 2025 e 5,41% no semestre, contra 10,94% e 6,20% do S&P 500 TR. Poppe descreve um semestre de montanha-russa — queda de 13% até 8 de Abril, subida depois do adiamento das tarifas — e diz sentir-se bem com a saúde financeira das participadas, ressalvando que pode não ter influência nos retornos futuros: perto de 40% do peso em posições com caixa líquida e dívida de 29% da capitalização total, contra 43% do índice. Saiu do M&T Bank por erosão do crescimento, reduziu a Progressive a cerca de 282 dólares e reforçou Kinsale e Fiserv em quedas de cotação. Fechou com 5,4% de liquidez.

Greenhaven Road Capital Fund 3870 palavras

O Greenhaven Road Capital Fund subiu cerca de 14% no segundo trimestre de 2025, com os retornos acumulados do ano a permanecerem abaixo de 1%, contra -1,8% do Russell 2000. Scott Miller organiza a carta em torno do conceito de "alto valor esperado, concretização incerta", comparando a carteira à espera da manhã de Natal: os presentes estão debaixo da árvore, mas a abertura depende de catalisadores idiossincráticos sem prazo definido. Detalha Sable Offshore, Burford, LifeCore, Cellebrite, KKR e PAR como casos de elevada assimetria dependentes de execução ao nível da empresa e não de variáveis macro, e apresenta a AST SpaceMobile como nova posição de gama de resultados particularmente ampla.

Greenhaven Road Partners Fund 1971 palavras

O Greenhaven Road Partners Fund, o fundo de fundos de Scott Miller, subiu 12% no segundo trimestre de 2025 e acumula 8,5% no ano, à frente do Russell 2000 e do S&P 500 — mas não, sublinha o gestor, porque as pequenas capitalizações estejam em voga. A valorização de participações concentradas em três dos fundos subjacentes explicou o trimestre, com destaque para um veículo dedicado à portuguesa CTT e para a posição da Arquitos na Enterprise Diversified. O resto da carta é uma tese sobre a Argent Industrial, grupo industrial sul-africano detido através da Desert Lion, que transacciona abaixo de 6X lucros e cujo desconto Miller considera insustentável.

GreensKeeper Value Fund 2400 palavras

O GreensKeeper Value Fund encerrou a primeira metade de 2025 a recuar -3,6% líquido de comissões, penalizado por um efeito cambial adverso superior a -5,0% e por um mercado em pleno modo "risk on" que ignorou as tarifas do "Liberation Day". Michael McCloskey mantém uma postura cautelosa e paciente perante sinais de especulação excessiva. A American Express, a Alphabet e a Richemont foram os principais contribuidores, enquanto a Fiserv e a Berkshire Hathaway pesaram negativamente. No trimestre, o gestor recomprou a Novo Nordisk e encerrou a Merck e a Vertex por valorização plena. A carta dedica um ensaio extenso, intitulado Temet Nosce, à disciplina comportamental e à importância de permanecer investido durante os pânicos de mercado.

Greystone Capital Management 1850 palavras

A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, avançou +14,8% líquido no T2 2025 e acumula +6,3% no exercício, à frente do S&P 500 (+10,9% e +6,2%) e do Russell 2000 (+8,5% e -1,8%). Desde a constituição, a estratégia rende +236,0% acumulado, contra +211,4% do S&P 500 e +154,8% do Russell 2000. A carta assinala os cinco anos da firma com um ensaio sobre alinhamento, foco e a disciplina de fazer uma coisa bem feita. As sete maiores posições representam 80% do capital, com destaque para Natural Resource Partners, APi Group, Sylogist, KITS Eyecare e Medical Facilities. Wilk anuncia ainda o lançamento do fundo conjunto Greystone Capital Partners LP.

Hayden Capital 4100 palavras

Fred Liu reporta +17,6% no segundo trimestre contra +10,9% do S&P 500 e +11,3% do MSCI World, e +17,0% no acumulado do ano. A carta é estruturada em torno da teoria minimax aplicada ao investimento — survival threshold elevado, alinhamento com LPs tolerantes a volatilidade e a capacidade de weaponizar a aversão ao risco dos pod shops, que comprimiram horizontes para trimestres e amplificam volatilidade via cascading margin calls. Liu defende o nicho de emerging growth como mais ineficiente que small caps. Os mercados emergentes batem o S&P 500 em ~9% no ano, primeira vez desde 2017. Saiu integralmente de SmartRent com perda de -50,3% (custo médio $3,34, venda $1,66), um erro de misjudgment of people. Posicionamento ~57% Ásia, ~31% Norte-América, ~10% América Latina.

Headwaters Capital Management 3100 palavras

A Headwaters Capital, gerida por Christopher Godfrey, ganhou +7,3% líquido no segundo trimestre de 2025, contra +8,5% do Russell Mid Cap Index, deixando o acumulado do ano em -2,6%. Godfrey dedica a carta à estreiteza histórica do mercado: quatro empresas — três cripto e a Palantir — geraram 22% do retorno do índice mid cap no trimestre. O gestor traça um paralelo explícito com 1999 e argumenta que as small caps de qualidade oferecem hoje a melhor oportunidade de risco/retorno desde então. A nova posição é a Bio-Techne, ativo de ciências da vida penalizado por receios sobre cortes no financiamento académico, com preço-alvo base de $64 e potencial de +27%.

Heartland Mid Cap Value Fund 1550 palavras

O Heartland Mid Cap Value Fund recuou 0,22% no segundo trimestre de 2025 (Investor Class), muito aquém dos 5,35% do Russell Midcap Value Index num trimestre de regresso ao apetite pelo risco. A selecção de acções explicou a maior parte do desvio: a estratégia foi penalizada por não deter os nomes mais especulativos da tecnologia, dos industriais e do consumo discricionário. Colin McWey, Will Nasgovitz e Troy McGlone mantêm a abordagem dual Quality Value mais Deep Value e consideram prematuro concluir que os desafios económicos ficaram para trás. No trimestre iniciaram a Everest Group, resseguradora de catástrofes naturais, e a Hubbell, fabricante de componentes eléctricos; a Becton, Dickinson foi o pior contributo.

Heartland Opportunistic Value Equity Strategy 1180 palavras

A estratégia Opportunistic Value Equity da Heartland ganhou apenas 0,65% no T2 2025, muito abaixo do Russell 3000® Value Index (+3,84%) num trimestre de reembraço do risco. Troy McGlone e Colin McWey atribuem o atraso ao subpeso a large caps — que retirou 118 pontos base — e à menor exposição a infraestrutura eléctrica e aos maiores bancos. Com a narrativa de tariff-induced slowdown a moderar e a margem de segurança diminuída, mantêm cautela guiada pelos 10 Princípios de Value Investing™. Iniciaram Applied Materials perto do downside target após insider buying do CEO; Sensient foi dos maiores contribuidores entre as small caps; Becton Dickinson, o pior desempenho, caiu quase 20% após corte da orientação.

Heartland Value Fund 1937 palavras

O Heartland Value Fund subiu 8,85% no T2 2025, contra 4,97% do Russell 2000® Value, e mantém vantagem sobre o índice a 1, 3, 5 e 10 anos e desde a constituição em 1984. Will e Bill Nasgovitz sustentam que o caso para small caps se reforçou: os lucros do grupo devem crescer a dois dígitos no segundo semestre enquanto o crescimento dos Magnificent 7 desacelera, e o desconto de 26% face às large caps é apenas o quarto acima de 20% em quarenta anos. A selecção de títulos explicou quase toda a superação do trimestre, com maior contributo em Energia, Consumo Discricionário, Serviços Públicos e Financeiras. Quaker Chemical, Photronics e Dentsply Sirona ilustram o processo.

Heartland Value Plus Fund 1700 palavras

O Heartland Value Plus Fund ganhou 1,86% no T2 2025, abaixo dos 4,97% do Russell 2000® Value Index, com a selecção de títulos a explicar a maior parte do atraso e apenas dois sectores — Health Care e Financials — a contribuir positivamente. A equipa mostra-se cada vez mais optimista: o receio de destruição de procura induzida por tarifas começou a ceder e o consenso aponta para um salto de 11,9% nos lucros das small caps no segundo semestre. Durante o trimestre pivotaram deliberadamente para longe de negócios cíclicos dependentes de volume, privilegiando empresas com iniciativas próprias de redução de custos capazes de expandir margens independentemente do ciclo. Gates Industrial, Silicon Motion e Envista ilustram essa escolha.

Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1150 palavras

O Hotchkis & Wiley Large Cap Disciplined Value Fund (I Shares) entregou +3,37% no segundo trimestre de 2025 e +5,28% no ano até à data, ficando marginalmente aquém do Russell 1000 Value (+3,79% e +6,00%) em ambos os horizontes. A selecção em financeiras e saúde foi o principal contributo relativo positivo, com UnitedHealth, Citigroup e F5 entre os top contributors; a selecção e a subponderação em industriais detraíram, com APA, NOV e Kraft Heinz como maiores detractors. A equipa enquadra um trimestre extremo — quebra de -15% no ano após o anúncio tarifário seguida da recuperação mais rápida de sempre — para reforçar que paciência é um requisito do investimento. Mantém postura disciplinada sobre avaliações: o portefólio negoceia em linha com a sua média histórica de longo prazo, enquanto as alternativas passivas transaccionam acima das suas.

Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund 950 palavras

O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) rendeu +3,63% no segundo trimestre de 2025, ficando atrás dos +5,35% do Russell Midcap Value Index. O trimestre foi marcado por volatilidade elevada: a queda de Abril após o anúncio de tarifas sobre importações chinesas deu lugar a um rally risk-on no final do período, à medida que Trump adoptou um tom mais conciliatório e um cessar-fogo surpresa entre Israel e Irão aliviou os receios. O estilo growth superou claramente o value (Russell Midcap Growth +18,2% vs Value +5,3%). A selecção de títulos e o sobrepeso em energia foram os principais detractores. Fluor, Adient e Popular contribuíram positivamente; Kosmos, APA e Olin detraíram. A energia mantém-se como maior sobreponderação sectorial.

Immersion Investment Partners, LP 2700 palavras

Immersion Investment Partners, gerida por David Polansky e Tim Delaney, reportou ganho de 28,13% no segundo trimestre de 2025 contra 8,50% do Russell 2000 e 15,51% do Russell Microcap. A carta reitera o conceito de coiled spring e dedica-se a desmontar a equivalência entre volatilidade e risco: o risco verdadeiro é a perda permanente de capital, não a flutuação de preço. As cinco maiores posições — Celsius, Mama’s Creations, Potbelly, Red Violet e UFP Technologies — representam mais de 80% do NAV, num total de dez posições e um cesto de shorts oportunísticos. O destaque é Mama’s Creations, consolidadora de alimentos preparados que Polansky enquadra como Jockey bet, com EBITDA ajustado potencial de $50 milhões.

Impax US Sustainable Economy Fund 950 palavras

O Impax US Sustainable Economy Fund rendeu 9,96% na Institutional Class no segundo trimestre de 2025, abaixo dos 11,11% do Russell 1000. Scott LaBreche e Christine Cappabianca atribuem o desfasamento sobretudo a subponderações modestas em factores de volatilidade e a efeitos específicos de títulos, que pesaram mais do que o contributo positivo das ferramentas de sustentabilidade e da alocação sectorial. A Sustainability Lens foi aditiva, com o maior impacto positivo a vir da exclusão de sub-indústrias de baixa oportunidade e risco elevado, muito por via da ausência de exposição à cadeia de valor do petróleo e gás. Oracle, Broadcom e Nvidia foram os contribuidores destacados; Eli Lilly, Merck e Progressive detraíram. Os gestores fecham cautelosos: pausa tarifária a expirar, sinais de abrandamento económico e avaliações esticadas.

Ironvine Capital Partners — Concentrated Equity Composite 3100 palavras

A Ironvine assinala o trimestre mais activo de compras e vendas desde a pandemia, com cinco novas empresas iniciadas nos últimos seis meses ao capitalizar a volatilidade que derrubou o NASDAQ mais de 20 por cento. A composta Concentrated regista 7,70 por cento líquidos YTD a 30/06 face a 6,20 do S&P 500. A carta detalha as posições de 'old iron' John Deere, Union Pacific e Honeywell, além de duas novas entradas no trimestre: a própria Union Pacific, agora detida em ambas as estratégias, e o distribuidor de HVAC Watsco. A gestora encerrou um investimento de sete anos na Alphabet, citando o ChatGPT como ameaça à pesquisa, e manteve a UnitedHealth apesar do drawdown e da investigação do Departamento de Justiça.

Jackson Peak Capital 1180 palavras

A Jackson Peak Capital avançou 24,0% líquido no T2 de 2025, contra +11,3% do MSCI ACWI e +4,1% do HFRX Equity Hedge Index, elevando o acumulado do ano para +65,2%. Patrick O’Brien atribui o desempenho à gestão da exposição líquida e a longs fundamentais e event-driven, com forte comportamento durante a queda de início de Abril. A exposição líquida subiu para 56%, de apenas 13% no T1, reflectindo o reforço de risco após a correcção. O maior contributo veio de um cabaz event-driven de SPACs, que rendeu +12,1% bruto e foi largamente liquidado no trimestre. Os longs fundamentais concentram-se em vencedores de IA (META e BABA) e em beneficiários do estímulo e rearmamento europeus, com a Siemens Energy em destaque.

Jacob Funds 854 palavras

O comentário de gestão de Abril de 2025 da Jacob Asset Management descreve um ano que começou de forma pouco auspiciosa apesar do optimismo dos investidores, com a atenção a virar a meio do trimestre para uma política tarifária agressiva que poderia afectar significativamente a inflação e o crescimento. Os investidores adoptaram postura mais cautelosa e reduziram a exposição accionista à espera de clareza sobre as tarifas. Ryan Jacob e Darren Chervitz leem a reacção como semelhante à queda da era Covid, severa mas curta, e mantêm o sobrepeso em small-caps face aos índices de referência e aos pares. O Jacob Internet Fund iniciou posições na Grab Holdings e na Snap; os fundos Discovery e Small Cap Growth não abriram posições novas.

Janus Henderson Forty Fund 700 palavras

O Janus Henderson Forty Fund (Class I) avançou +19,34% no segundo trimestre de 2025, superando o Russell 1000 Growth Index (+17,84%) e o S&P 500 (+10,94%), num trimestre marcado pela recuperação das acções após o sobressalto tarifário do início de Abril. A selecção de acções em tecnologia e industriais sustentou o desempenho relativo, com a equipa a reforçar nomes ligados à IA durante a queda de Abril. Oracle, Broadcom e Howmet Aerospace lideraram os contributos positivos; do lado negativo, UnitedHealth — penalizada por resultados aquém e revisão em baixa das projecções — Mastercard e NVIDIA pesaram no relativo. A gestora termina o trimestre construtiva, ancorada em temas seculares de IA, reshoring e migração para a cloud.

Survivor & Thriver Fund, LP (JDP Capital) 3600 palavras

O Survivor & Thriver Fund da JDP Capital subiu 19,2% líquido no segundo trimestre de 2025 e 16,8% no primeiro semestre, contra 11,6% e 6,2% do S&P 500 com dividendos. Jeremy Deal lê a recuperação em V pós-tarifas como prova de que os ciclos de inovação se descolaram do PIB, e defende que as maiores empresas do índice — survivors com flywheels de dados — sobreviverão à disrupção por IA, ao passo que o software empresarial incumbente fica vulnerável. Não houve alterações às posições nucleares; foram vendidas participações embrionárias imaturas. A Spotify, maior posição, valorizou 71,5% no semestre após a vitória regulatória contra a Apple. O cesto chinês rendeu ~20%, com nova entrada na CATL, líder global de baterias.

Kathmandu Partners, LP 1832 palavras

A Kathmandu Capital, gerida por Vincent Lo, encerrou o segundo trimestre de 2025 com um retorno de 17,22% bruto (16,64% líquido), contra 10,56% do S&P 500 e 11,52% do seu índice de referência MSCI ACWI. Apesar de uma oscilação de cerca de 30% na carteira motivada por receios tarifários, o gestor manteve uma postura defensiva, tendo chegado a colocar 35% em liquidez antes de reinvestir. A tese central é a diversificação geográfica para fora dos EUA, num contexto de dívida pública americana em máximos (120% do PIB) e dólar mais fraco. A carteira reparte-se por deep value (NagaCorp, GigaCloud), vencedores cíclicos e seculares (Ubiquiti, a nova ACM Research, OMAB) e quality compounders (Kaspi, VusionGroup).

Kingdom Capital Advisors, LLC 1620 palavras

O Kingdom Capital Advisors registou -3,61% líquido no segundo trimestre de 2025, contra +8,50% do Russell 2000 TR — pior trimestre relativo desde a inception. YTD em -10,66% net e drawdown peak-to-trough de 15% (Nov 2024 a Junho 2025). David Bastian articula a tese central do fundo: outcome dispersion em microcaps gera retornos uncorrelated. Saída total de Superior Industries após Ford e GM puxarem manufacturing (4,5 pp headwind), e detractor de Magnera (3 pp). Cyber-attack na UNFI gerou ~1 pp headwind. SPACs CLBR e OACC foram exited com lucros; AACT é a maior posição SPAC actual, set to merge com Kodiak Robotics. Spin Starz (STRZ) gerou +2,5 pp em entrada e saída no mesmo trimestre.

Kovitz Core Equity Strategy 2450 palavras

A estratégia Kovitz Core Equity avançou 7,9% no segundo trimestre de 2025, aquém do S&P 500 (+10,9%), que fechou em máximos após o choque tarifário do 'Liberation Day' e o subsequente adiamento de 90 dias. No acumulado do ano recua ligeiramente face ao índice (5,4% líquido contra 6,2%), penalizada pela pressão sobre a saúde e pela forte subida tecnológica. Oracle, Microsoft e Meta lideraram os contributos; Becton Dickinson, Fiserv e Thermo Fisher detraíram, tendo a gestora reforçado as três por considerar as quedas movidas por sentimento. Iniciou Analog Devices e Floor & Décor na volatilidade e saiu de Hasbro e Motorola Solutions. Recusando o jogo da previsão macro, privilegia a disciplina de avaliação acção a acção.

Laughing Water Capital 5200 palavras

Laughing Water Capital regista no segundo trimestre de 2025 retorno aproximado de 13,1% líquido para a Class A, contra 10,9% do S&P 500 TR e 8,5% do Russell 2000. Matthew Sweeney enquadra o primeiro semestre como praticamente plano apesar do ruído de tarifas, DOGE e inflação, validando a decisão de pouco mexer na carteira. Apresenta dois novos investimentos: Clarus, empresa de equipamento outdoor com valor de marca oculto e o presidente Warren Kanders alinhado, e SECURE Waste Infrastructure, gestora de resíduos transformada cuja contabilidade mascara margens económicas acima de 30%. Mantém Lifecore, NextNav, PAR e Vistry, todas com catalisadores ignorados por screeners quantitativos. Cantaloupe foi adquirida durante o trimestre por um comprador de private equity.

Legacy Ridge Capital Partners Equity Fund I, LP 3682 palavras

Na carta de meio de ano de 2025, a Legacy Ridge Capital Partners reporta um retorno de -1,7% no semestre, bruto e líquido, ficando aquém do S&P 500 (+6,2%) num mercado dominado pela especulação. Kristopher Kelley defende a carteira altamente concentrada: onze posições, com as três maiores mais a liquidez a somarem 63% dos activos e 22% em caixa. A energia, sobretudo oleodutos de gás natural, mantém-se a maior exposição, com as duas principais posições detidas há mais de cinco anos. O destaque é uma nova posição em Polaris, construída a um preço médio de 41 dólares, cuja tese assenta na má alocação de capital da gestão e no valor oculto do segmento off-road.

The London Company Mid Cap Strategy 2407 palavras

A estratégia Mid Cap do The London Company subiu 5,7% brutos (5,5% líquidos) no segundo trimestre, contra 8,5% do Russell Midcap, com a selecção de títulos e a exposição sectorial ambas a penalizar o resultado relativo. A casa imputa mais de 40% do atraso à ausência dos dez melhores títulos do índice e descreve a subexposição estrutural a nomes de momento elevado como travão material. Manteve deliberadamente algumas posições mais fracas, por convicção de longo prazo nos negócios. Reforçou a Dollar Tree após a venda da Family Dollar e a Churchill Downs, aliviou a Armstrong World e a Post Holdings e saiu da Skyworks perante a perda de exclusividade num componente do iPhone. Para o segundo semestre sinaliza mais tarifas e risco de recessão acrescido.

The London Company Small Cap Strategy 2292 palavras

A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Small Cap referente ao T2 2025, período em que a carteira subiu 2,4% líquidos (2,7% brutos) contra uma valorização de 8,5% do Russell 2000. A exposição sectorial foi um vento de cauda ao retorno relativo, ao passo que a selecção de acções pesou, e a estratégia ficou aquém das expectativas de captura de subida de 85-90%. A exposição a factores de baixa volatilidade e qualidade passou de vento de cauda no primeiro trimestre a vento contrário no segundo, com o apetite pelo risco a regressar depois da desescalada tarifária. No trimestre, a casa iniciou a Inter Parfums e saiu da Cable One e da Somnigroup.

The London Company Small-Mid Cap Strategy 1204 palavras

A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Small-Mid Cap referente ao T2 2025, período em que a carteira recuou 0,8% líquidos contra uma subida de 8,6% do Russell 2500. A afectação sectorial foi um vento de cauda, anulado pela selecção de acções. A exposição a factores de menor volatilidade e de qualidade passou de vento de cauda no primeiro trimestre a vento contrário no segundo, com o mercado a recompensar beta elevado e dinâmica após a pausa nas tarifas. A casa saiu da Cannae Holdings, reduziu a AerCap, reforçou a Saia e a Zebra Technologies e iniciou a Somnigroup International, mantendo a orientação de qualidade perante a probabilidade de novas tarifas no segundo semestre.

Long Cast Advisers 1510 palavras

Avi Fisher entrega a Long Cast 2T25 com retorno trimestral líquido de 19%, acima do Russell 2000 em 8%, embora o acumulado do ano permaneça negativo em 4%. Desde a inception em Novembro de 2015 o fundo soma 253% versus 107% do R2000, com CAGR de 14%. As cinco maiores posições representam cerca de 65% da carteira e o cash subiu para 10%, reflectindo cautela face a vulnerabilidades macro. A CCRD anunciou venda à Euronet por 30 dólares por acção; a QRHC voltou a gerar cash flow e o gestor critica a inércia do Board. O ensaio de fecho alerta para destruição de procura iminente provocada por tarifas, deportações e cortes federais.

Longleaf Partners Fund 1150 palavras

O Longleaf Partners Fund subiu 5,33% no 2T 2025 mas terminou o semestre praticamente plano (-0,08%), aquém do S&P 500 (+10,94% no trimestre, +6,20% no ano) e do Russell 1000 Value (+3,79% no trimestre). Após o rebound que se seguiu ao "Liberation Day", a Southeastern fechou o trimestre com liquidez elevada (18,2%) e P/V em low-60s%, preferindo prudência perto dos máximos do bull market. As gestoras destacam três temas: holdings com exposição tarifária (Mattel, PVH, FedEx) na ofensiva via recompras; saúde sob a incerteza "RFK-care" (Regeneron, Bio-Rad); e volatilidade energética da guerra no Irão (CNX, HF Sinclair). HF Sinclair e MGM contribuíram; Kraft Heinz, Regeneron e FedEx detraíram. Iniciaram duas posições, saíram da Affiliated Managers Group e lamentaram o falecimento de Fred Smith, fundador da FedEx.

Longleaf Partners Small-Cap Fund 1200 palavras

O Longleaf Partners Small-Cap Fund subiu 2,70% no 2.º trimestre de 2025 e 4,24% no acumulado do ano, bem atrás do Russell 3000 (+10,99%) e do Russell 2000 (+8,50%). A Southeastern enquadra o atraso relativo como consequência da sua disciplina de retorno absoluto: prefere ficar para trás a perseguir a especulação em títulos de baixa qualidade que marcou o trimestre. P/V em high-60s%, 11% de liquidez e 20 posições. Contribuidores: Oscar Health, Becle e Atlanta Braves; detractores: Westrock Coffee, Boston Beer e PotlatchDeltic. Duas novas posições — um REIT e uma empresa de embalagem — e a saída da Howard Hughes com lucro. Temas dominantes: tarifas, sobreponderação no álcool e no imobiliário.

Longriver Partners Fund 3300 palavras

A Longriver Partners Fund encerrou o segundo trimestre de 2025 com um retorno líquido de 11,7% (11,4% no acumulado do ano), ligeiramente acima do MSCI AC World USD Net Index (11,5%). Graham Rhodes dedica a carta à sua tese de Big Tech como 'monopólios com crescimento': Meta, Tencent, TSMC e Nvidia — esta última adquirida no trimestre — somam agora 35% da carteira. O gestor argumenta que a IA passou de entusiasmo a hábito, que a distribuição vence a invenção (favorecendo Meta e Tencent) e que todos os caminhos continuam a levar à TSMC, pivô do stack de compute. O capex mantém a trajetória ascendente, com a inferência e a energia a emergirem como novos estrangulamentos estruturais.

Loomis Sayles Small Cap Growth Fund 1195 palavras

O Loomis Sayles Small Cap Growth Fund (Classe I, LSSIX) subiu 9,37% no T2 2025, aquém dos 11,97% do Russell 2000 Growth Index, com o acumulado do ano em −2,44% contra −0,48% do índice. O trimestre abriu em incerteza política extrema e fechou com o S&P 500 em máximo histórico. A queda que se seguiu aos anúncios tarifários de 2 de Abril formou um fundo em V e a pausa de 90 dias de 9 de Abril desencadeou um rally que os gestores identificam como historicamente adverso ao seu processo de maior qualidade e beta mais baixo. A selecção em tecnologias de informação e financeiras explicou o défice. Contribuíram Sterling Infrastructure, Kratos Defense e Construction Partners; detraíram Grid Dynamics, Clearwater Analytics e Merit Medical.

Loomis Sayles Global Growth Fund 6525 palavras

O Loomis Sayles Global Growth Fund (Classe Y, LSGGX) subiu 16,61% no segundo trimestre de 2025, contra 11,53% do MSCI ACWI Index Net — uma vantagem líquida de 5,08%. Netflix, MercadoLibre e Oracle foram os três maiores contribuidores; Trip.com, Yum China e Vertex Pharmaceuticals os três com menor contributo. A selecção de acções na saúde, no consumo discricionário, na tecnologia de informação, nos serviços de comunicação e nas financeiras acrescentou valor; a selecção em industriais retirou. A carta refere uma única compra, o reforço da posição existente na LVMH após fraqueza de preço, e um alívio modesto na Yum China. Aziz Hamzaogullari mantém a abordagem próxima do private equity: rotação anualizada desde o início do fundo de cerca de 9,1% e desconto agregado da carteira face ao valor intrínseco de aproximadamente 45,1%.

Loomis Sayles Growth Fund 7796 palavras

O Loomis Sayles Growth Fund (Classe Y) subiu 18,58% no T2 2025, acima do Russell 1000 Growth Index (17,84%), com excesso de 0,74 pontos no trimestre e de 1,42 pontos no acumulado do ano. Nvidia, Netflix e Oracle foram apontados como os três maiores contribuidores; Regeneron, Vertex e Thermo Fisher como os três menores. A única alteração de carteira do trimestre foi o reforço de Regeneron, financiado pela redução das posições em Alibaba e Yum China. A equipa mantém o processo de qualidade-crescimento-valorização, com rotação anualizada de cerca de 8,4% desde a transição de gestão e um desconto agregado face ao valor intrínseco estimado de 49,4% no final de Junho de 2025.

Loomis Sayles Small Cap Value Fund 1696 palavras

O Loomis Sayles Small Cap Value Fund rendeu 5,40% no segundo trimestre de 2025, contra 4,97% do Russell 2000® Value Index, num trimestre em que as acções norte-americanas recuperaram depois da pausa de 90 dias nas tarifas anunciada a 9 de Abril. A gestora atribui a diferença a efeitos positivos de alocação em vários sectores, que mais do que compensaram uma selecção de títulos em atraso. A TTM Technologies, a Limbach Holdings e a Talen Energy deram os contributos positivos mais significativos; a SanDisk, a Magnera e a Champion Homes foram as que mais detraíram. O fundo saiu da SanDisk e da Magnera e reduziu a Limbach depois da subida do título.

Loomis Sayles Small/Mid Cap Growth Fund 700 palavras

O Loomis Sayles Small/Mid Cap Growth Fund (Classe I, LSMIX) registou retorno de 8,49% no T2 2025, ficando aquém do Russell 2500 Growth Index (11,31%). O atraso face ao índice resultou de selecção de acções em consumer discretionary e financials. O trimestre começou em extrema incerteza de política mas terminou em máximos históricos do S&P 500, com forte rally em V após a pausa de 90 dias nas tarifas, num ambiente historicamente adverso ao processo de maior qualidade e menor beta do fundo. Principais contribuidores: ATI, Circle Internet Group e BWX Technologies. Principais detractores: Clearwater Analytics, Champion Homes e Flowco. Os gestores vêem maior oportunidade de valorização em smid caps e constroem o portfólio acção a acção.

LVS Advisory 2591 palavras

A LVS Advisory, gerida por Luis V. Sanchez, dedica a carta do 2T de 2025 a duas ideias de elevada convicção. No Growth Portfolio detalha a tese sobre a Curtiss-Wright, conglomerado industrial de aeroespacial, defesa e energia nuclear: cerca de 80% dos lucros vêm de defesa, mas o cerne da tese reside no negócio nuclear comercial, que Sanchez acredita poder quintuplicar os lucros em cinco a oito anos com a construção de novos reactores e SMR. No Event-Driven articula o tema das liquidações de biotech, empresas que negoceiam abaixo do valor de caixa líquido, ilustrado pela iTeos Therapeutics. O Growth soma 15,8% líquidos no semestre, à frente dos 6,2% do S&P 500.

Macquarie Core Equity Fund 1850 palavras

O Macquarie Core Equity Fund superou o seu índice de referência, o S&P 500, no segundo trimestre de 2025: a classe Institucional avançou 11,94% contra 10,94% do índice. Cerca de 80% da sobreperformance veio da selecção sectorial, com os subponderamentos em saúde, energia e bens essenciais a compensarem o sobrepeso em financeiras. Howmet, Taiwan Semiconductor, a subponderação na Apple e a Eaton lideraram os contributos; a Fiserv e as subponderações em Nvidia e Broadcom detraíram. No trimestre o gestor iniciou AMD, Netflix e Vulcan Materials e eliminou a Procter & Gamble. A leitura macro acomoda incerteza tarifária, o estímulo do One Big Beautiful Bill Act e uma Fed acomodatícia, mantendo risco abaixo do mercado.

Macquarie Large Cap Growth Fund 1080 palavras

O Macquarie Large Cap Growth Fund registou retornos absolutos positivos no segundo trimestre de 2025, mas ficou aquém do seu índice de referência, o Russell 1000 Growth, que avançou perto de 18% num trimestre de amplitude de mercado estreita e dominado pela inteligência artificial. A equipa de gestão atribui o atraso sobretudo a má selecção de acções, apontando a UnitedHealth, a subponderação à Broadcom e a Waste Connections como principais detractores. A subponderação à Apple e a posição na Microsoft foram os maiores contribuidores relativos. No trimestre, o fundo eliminou a LVMH, preocupado com a normalização pós-pandemia do consumo de luxo. Na leitura final, a equipa reafirma a abordagem de qualidade e antecipa uma assimetria favorável a empresas estáveis, detentoras de dados proprietários e vistas como beneficiárias menos óbvias da IA.

Madison Mid Cap Fund 826 palavras

O Madison Mid Cap Fund (class Y) subiu 5,23% no segundo trimestre de 2025, contra 8,53% do Russell Midcap Index. Os cinco maiores contributos vieram da Amphenol, Microchip Technology, Arista Networks, MKS Instruments e Liberty Formula One, e a gestora nota que quatro dos contributos mais fortes vieram do sector tecnológico. Os cinco maiores travões foram Brown & Brown, Arch Capital Group, Copart, Gartner e PACCAR. Foi iniciada uma posição na Medpace Holdings, reforçadas a CDW, a Arista Networks e a Floor & Decor sobre fraqueza de cotação, e vendidas a Dollar Tree e a Brown-Forman. O fio comum é a tarifa como discriminante: absorvida onde a gestora confia no negócio, decisiva onde o cenário se aproximou do pior caso previsto.

Madison Small Cap Fund 1614 palavras

O Madison Small Cap Fund (Class Y) rendeu 4,28% no segundo trimestre de 2025, contra 8,50% do Russell 2000 e 8,59% do Russell 2500, e cede 5,13% no ano. Faraz Farzam e Aaron Garcia atribuem o atraso à natureza da retoma que se seguiu ao mínimo de Abril, com o mercado a favorecer qualidade baixa e retardatários, padrão que lêem como comportamento típico de início de ciclo nas pequenas capitalizações. A selecção em tecnologias de informação e consumo de base pesou, com a Cogent Communications como pior título das tecnologias de informação e a Hain Celestial como pior entre os alimentares, enquanto a Shake Shack se destacou pelo lado positivo. A carteira rodou seis nomes — entraram Hanover Insurance, GMS e Advanced Drainage Systems, saíram LegalZoom, Hain Celestial e Hillman Solutions. A gestora entra no segundo semestre cautelosamente optimista.

Magallanes Value Investors, S.A. SGIIC 1150 palavras

A segunda carta trimestral de 2025 da Magallanes regista, no primeiro semestre, retornos de +11,5% no fundo European, +25,3% no Iberian e +16,1% nos Microcaps, acima dos respectivos índices de referência e com acumulados desde o início de +139,8%, +143,6% e +63,2%. Iván Martín desenvolve o argumento de investimento em acções europeias: um desconto de cerca de 35% face aos Estados Unidos, a União de Poupanças e Investimentos e o relatório Draghi, o rótulo Finance Europe e o estímulo fiscal alemão de 500 mil milhões de euros. O gestor alerta para o risco tarifário e para a erosão inflacionista, defendendo o investimento como única forma de preservar o património. Na actividade dos fundos, reforço de industriais e químicas europeias e redução continuada da exposição a banca.

Mairs & Power Balanced Fund 1620 palavras

O Mairs & Power Balanced Fund subdesempenhou no primeiro semestre de 2025, com um retorno de 2,66% face a 5,43% do índice composto (60% S&P 500 TR / 40% Bloomberg US Gov/Credit) e 5,67% dos pares Morningstar Moderate Allocation, um atraso de 2,77% imputável à selecção de títulos na componente accionista. A sobreponderação a acções penalizou via Saúde, com a UnitedHealth a errar a definição de preços e a suspender a orientação de resultados, e via Financeiras, com a revisão em baixa do Clover na Fiserv; ambas posições grandes mantidas. JPMorgan, Wells Fargo, Visa e Abbott contribuíram. Iniciadas Amazon e WEC Energy na fraqueza de Abril, reduzidas Alphabet e US Bancorp, e saídas Neogen e Principal Financial. As obrigações superaram via selecção de crédito e maturidades curtas.

Mar Vista Global Quality Strategy 1901 palavras

Mar Vista Global Quality registou +12,98% net-of-fees no segundo trimestre de 2025, acima do MSCI World Net (+11,47%) e do MSCI ACWI Net (+11,53%), num semestre que encerrou em máximos históricos após a recuperação da "April swoon". A selecção de acções em financeiras, consumo básico e consumo discricionário detraiu. Os principais contribuidores foram Microsoft, Oracle e NVIDIA; os principais detractores Apple, Berkshire Hathaway e Coloplast. No trimestre, o gestor iniciou GE Aerospace e reforçou NVIDIA, vendendo Fanuc e Broadcom e aparando TransDigm. Para o segundo semestre, antecipa um capítulo mais volátil, com a incerteza sobre política comercial dos EUA como principal headwind e a trajectória de mercado dependente mais do crescimento de lucros do que da expansão de múltiplos.

Mar Vista U.S. Quality Strategy 2308 palavras

Mar Vista U.S. Quality registou +12,40% net-of-fees no segundo trimestre de 2025, acima do Russell 1000 (+11,10%) e do S&P 500 (+10,94%), num trimestre que encerrou em máximos históricos após a recuperação da "April swoon". Selecção de acções em saúde, consumo discricionário e tecnologia da informação contribuiu positivamente; industriais e financeiras detraíram. Top contributors foram Microsoft, Broadcom e Oracle; top detractors Apple, Johnson & Johnson e Berkshire Hathaway. Iniciaram posição em GE Aerospace e reduziram Alphabet, HEICO, SAP e Visa. Perspectiva para o segundo semestre: um capítulo mais volátil, com incerteza persistente sobre política comercial dos EUA como headwind e a trajectória de mercado dependente mais do crescimento de lucros do que de expansão de múltiplos.

Mar Vista U.S. Quality Premier Strategy 1750 palavras

Mar Vista U.S. Quality Premier registou +14,29% net-of-fees no segundo trimestre de 2025, acima do Russell 1000 (+11,10%) e do S&P 500 (+10,94%), num trimestre de máximos históricos impulsionado por resultados corporativos sólidos e pelo rebound das acções ligadas a IA. A selecção de acções em tecnologia, saúde e serviços de comunicação contribuiu positivamente; industriais e financeiras detraíram. Top contributors foram Broadcom (+65,02%), Microsoft (+32,75%) e Meta (+28,16%); top detractors Apple (−7,52%), Johnson & Johnson (−7,11%) e Mettler-Toledo (−0,52%), as duas últimas penalizadas pelo pior trimestre relativo do sector da saúde em 25 anos. Iniciaram GE Aerospace, reforçaram Amazon e reduziram Alphabet. Perspectiva cautelosa: incerteza tarifária e valuations elevadas favorecem disciplina e foco no crescimento dos resultados.

Matrix Asset Advisors 2713 palavras

A Matrix Asset Advisors publicou o seu comentário de mercado relativo ao segundo trimestre de 2025, marcado por um percurso volátil: depois de cair mais de 12% na sequência das tarifas recíprocas anunciadas a 2 de Abril, o S&P 500 recuperou e fechou o trimestre em máximo histórico, com ganho de 10,94% (+6,20% no acumulado do ano). A casa mantém-se construtiva mas cautelosa — antecipa ganhos mais modestos, volatilidade elevada e rotação sectorial no segundo semestre, com as tarifas como principal risco. Foi mais activa do que o habitual: iniciou a Applied Materials, reentrou na Fiserv, saiu de UnitedHealth, American Electric Power e Dollar General, e reduziu o sobrepeso accionista para um nível mais modesto.

McIntyre Partnerships 1704 palavras

A McIntyre Partnerships, gerida por Chris McIntyre, recuou cerca de 18% bruto e 19% líquido no primeiro semestre de 2025, contra uma queda de aproximadamente 3% do Russell 2000 Value, mas recuperou para mais 4% líquido no acumulado do ano até ao final de Agosto. O fundo, concentrado em situações especiais e small cap value, atribui o desempenho inferior a duas causas: a exclusão de muitos dos seus títulos dos índices e a fraqueza generalizada das small cap special situations enquanto factor. As posições destacadas são a Sotera Health, cujos volumes recuperaram 6% no segundo trimestre, e a Seaport Entertainment, que vendeu o 250 Water Street por 151 milhões de dólares. As cinco maiores posições representam perto de 85% dos activos.

Meridian Contrarian Fund 1280 palavras

O Meridian Contrarian Fund encerrou o segundo trimestre de 2025 com retorno de 16,42% (Legacy class, net), superando os 8,59% do Russell 2500 Index e os 7,29% do Russell 2500 Value Index. Cameco, BWX Technologies e Navitas Semiconductor lideraram os contributos, ancorados no momentum nuclear e dos semicondutores eficientes. Sweetgreen, Ranpak e QuidelOrtho foram os principais detractores. As dez maiores posições representam cerca de 29% da carteira, dominadas por nomes nucleares: BWX (3,37%), Cameco (3,30%) e Mirion (3,12%). O processo contrarian, que faz screening de empresas com múltiplos trimestres de declínio de resultados e identifica catalisadores de turnaround, manteve a disciplina numa carteira concentrada de 50-75 melhores ideias, após a recuperação em V dos mercados desde o choque tarifário de Abril.

Meridian Growth Fund 1400 palavras

O Meridian Growth Fund encerrou o segundo trimestre de 2025 com retorno de 4,10% (Legacy class, net), face a 11,31% do Russell 2500 Growth Index — subperformance de 721 pontos-base num trimestre de recuperação vertiginosa, com os mercados a subirem 23% desde os mínimos intra-período até máximos históricos. A disciplina de qualidade penalizou em termos relativos: a forte recuperação favoreceu acções de beta e momentum elevados que a equipa evita, embora a estratégia tenha superado o índice nos seis dias de queda do benchmark superior a 2%. Curtiss-Wright, Federal Signal e DraftKings foram os principais contribuidores; Ziff Davis, Halozyme e The Cooper Companies os principais detractores. A perspectiva é cautelosamente construtiva, ancorada em progresso nas negociações tarifárias e num eventual alívio da Fed.

Meridian Hedged Equity Fund 1600 palavras

O Meridian Hedged Equity Fund avancou 4,86% (Legacy class, net) no segundo trimestre de 2025, aquem dos 10,94% do S&P 500 Index mas acima dos 1,90% do benchmark secundario CBOE S&P 500 BuyWrite Index. Vistra, Microsoft e MGM Resorts foram os principais contribuidores; Kenvue, Chevron e Huntsman os principais detractores. Os mercados accionistas recuperaram 23% face aos minimos do periodo apos a pausa de 90 dias nas tarifas do Dia da Libertacao. No final do trimestre cerca de 46% da carteira estava sem cobertura, com o restante em empresas com opcoes call cobertas. A equipa antecipa progresso nas negociacoes tarifarias e flexibilidade da Fed para iniciar cortes, acolhendo a volatilidade como fonte de oportunidade.

Meridian Small Cap Growth Fund 950 palavras

O Meridian Small Cap Growth Fund registou no segundo trimestre de 2025 retorno de 6,96% (Legacy class, net), face a 11,97% do Russell 2000 Growth Index, com subdesempenho de aproximadamente 500 pontos-base. Mercados accionistas EUA recuperaram 23% dos mínimos intra-período após o anúncio tarifário 'Liberation Day' de 7 de Abril e a pausa de 90 dias para negociações. A recuperação favoreceu nomes de momentum elevado, beta elevado e múltiplos elevados — três factores que a abordagem disciplinada da equipa evita. Subponderação em industriais e tecnologia detraiu desempenho relativo. Top contributors: Mirion Technologies, Turning Point Brands e NPK International. Top detractors: Ranpak, Axogen e Viper Energy. Equipa antecipa progresso em negociações tarifárias e alívio monetário da Fed no segundo semestre.

Montaka Global Investments 3400 palavras

Carta de aniversário dos 10 anos da Montaka, articulada por Andrew Macken como ensaio sobre vantagens competitivas e flywheels — a estrutura conceptual que justifica a estratégia high-conviction, long-duration. As três categorias de moat (economias de escala, customer captivity, activos irreplicáveis) são reforçadas pelo dinamismo dos flywheels, ilustrado em Spotify, Floor & Decor, Blackstone e KKR. Resultados 1-3 anos a 20%+ p.a. net of fees. Top-10 holdings concentram 76% do portfolio com turnover ~18%. Volatilidade do trimestre (Liberation Day, conflito Irão) usada para reforçar KKR após queda de 44% e recuperação de 50%. Case-study extenso Floor & Decor com tese de market cap a triplicar.

Munro Global Growth Fund 1750 palavras

O Munro Global Growth Fund avançou +16,1% líquido no trimestre de Junho de 2025 (MAET.ASX igualmente +16,1%), com posições longas e hedging a contribuir e shorts e divisa a subtrair. Nvidia (+235bps), GE Vernova (+160bps), Microsoft (+138bps), Siemens Energy (+129bps) e Constellation Energy (+115bps) lideraram, materializando as teses de IA e Clima. BYD, Northrop Grumman e CRH (removida por stop-loss) detraíram. Após a pausa tarifária de Trump a 9 de Abril, Nick Griffin fechou shorts e repôs a exposição longa em ~97%. A perspectiva para o segundo semestre é construtiva: cortes adicionais do Fed, recuo das tensões comerciais e capex acelerado em IA, Clima e Segurança.

Night Watch Investment Management 1550 palavras

O Night Watch Investment Management, sob direcção de Roderick van Zuylen, valorizou 23,31% líquidos no segundo trimestre de 2025, com o acumulado do ano em 20,71% e o retorno desde o início em 33,15% (TCAC de 21,03%). Haypp, Allfunds, X-Fab, Marex, GOGO, Dream International e Mr. Cooper lideraram as contribuições, com a Endava como único detractor de relevo. Perante as tarifas de 2 de Abril, a equipa optou por não aumentar a exposição líquida e reposicionou-se face à legislação fiscal em negociação, vendendo a Remitly e reforçando a Camping World. Encerrou a Dream International com um ganho de cerca de 160% e adicionou cinco novas posições à carteira.

Oakmark Equity and Income Fund 1100 palavras

O Oakmark Equity and Income Fund (Investor Class) avançou +3,54% no segundo trimestre de 2025, abaixo de +7,02% do benchmark 60/40. Equity portfolio +4,67% vs +10,94% do S&P 500, com underweight em information technology e overweight em value e mid-cap a pressionar o relativo; fixed income +1,97% vs +1,21% do Bloomberg Aggregate. Alocação fim de trimestre: 59,1% acções, 39,3% rendimento fixo, 1,6% liquidez. Financeiro e consumer discretionary contribuíram; saúde e energia detraíram. Capital One foi top contributor após sinergias de +$2B com Discover; Fiserv foi top detractor por slowdown em payment volumes. Volatilidade tarifária criou nove novas posições — Allison, CDW, Centene, Charles River, ICON, Nike, Owens Corning, Targa, Zimmer Biomet — e seis saídas finais.

Oakmark Select Fund 1994 palavras

O Oakmark Select Fund (Investor Class) registou +4,18% no segundo trimestre de 2025, abaixo dos +10,94% do S&P 500 e dos +3,79% do Russell 1000 Value. A nível sectorial, financeiras e consumo discricionário foram contribuidores; saúde e energia, detractores. Bill Nygren articula no comentário trimestral uma abordagem bottom-up a uma crise top-down — reposicionamento do portefólio para holdings com retornos ajustados ao risco mais atractivos durante volatilidade elevada por receios de tarifas. Alphabet foi top contributor após resultados sólidos do T1 2025; IQVIA foi top detractor por incerteza sobre price controls de fármacos, tarifas farmacêuticas e cortes em agências governamentais. Reduções em Keurig Dr Pepper e Paycom Software; reforços em First Citizens Bank e Airbnb. Iniciadas Charles River Labs e ICON PLC no segmento CRO; reentrada em Salesforce via estratégia de put writing após queda de 30% desde a saída de Dezembro 2024.

O'Keefe Stevens Advisory 2400 palavras

A O'Keefe Stevens Advisory abre o segundo trimestre de 2025 com um arco "do desespero à euforia": três meses após o Liberation Day, a especulação regressou em força. Dominick D'Angelo enquadra o ressurgir dos SPACs (44 IPOs no Q2, perto de 38% das IPOs nos EUA no ano) e a vaga de treasury companies de Bitcoin (126 empresas com 819 mil BTC) como sinais de risco-on exuberante. Em contrapartida, a gestora abre Compass Minerals (CMP), maior mina de sal do mundo e vendedor forçado clássico após a remoção do S&P 600 em Setembro de 2024, apostando no regresso ao essencial do novo CEO Edward Dowling e em 180 milhões de FCF potencial a libertar de capital circulante.

Optimist Fund 1180 palavras

O Optimist Fund subiu +39,2% no segundo trimestre de 2025, contra +11,3% do benchmark composto (50% MSCI World Growth, 50% Russell Midcap Growth ajustado a USDCAD); year-to-date a +32,4% vs +3,0%. ThredUp (+27,0%), Carvana (+12,2%) e Wayfair (+4,0%) somaram +43,3% como principais contribuidores; Revolve foi o único detractor (−0,4%). Jordan McNamee assinala o trimestre mais forte desde o lançamento em Março de 2022 e aproveitou a deslocação induzida pelas tarifas recíprocas de Trump de 2 de Abril para reforçar Carvana e Wayfair — ambas mais que duplicaram desde então. A carta introduz dois frameworks ("Compounders in Disguise" e "Inflecting Compounders") e anuncia primeira reunião anual de investidores em Setembro em Toronto, com fireside chat com James Reinhart (CEO da ThredUp). Top 10 representa cerca de 80% do portfolio.

Palm Valley Capital Fund 5700 palavras

O Palm Valley Capital Fund avançou +0,82% no segundo trimestre de 2025, abaixo de +4,90% do S&P SmallCap 600 e +7,28% do Morningstar Small Cap (composition drift para mid cap). YTD em +1,39% vs benchmark -4,46%. Cash equivalents passaram de 76,7% para 73,6% — maior declínio de caixa em todo o tracker. Após Liberation Day (2 Abril) e drawdown de 28% no S&P 600, Cinnamond e Wiggins iniciaram quatro posições — Healthcare Services Group, Chord Energy, RPC e Papa John's. PZZA foi comprada e vendida no mesmo trimestre. HCSG, PZZA e PSLV foram top contributors; ManpowerGroup, Carter's e Kelly Services os detractores. A carta enquadra DOGE 'is dust' ($9B codificados vs $2T iniciais), TACO trade, ratio gold/silver no segundo nível mais alto em gerações. Drawdown do fundo em Abril: apenas 3% — vs S&P 600 28%.

Parnassus Mid Cap Growth Fund 1180 palavras

O Parnassus Mid Cap Growth Fund (Investor Shares) rendeu +13,29% líquido no segundo trimestre de 2025, aquém do Russell Midcap Growth Index (+18,20%), num trimestre que começou com um sell-off após o anúncio tarifário de Trump a 2 de Abril e recuperou com o progresso das negociações comerciais. As posições em Industriais, Tecnologias de Informação e Saúde penalizaram o desempenho relativo, compensadas em parte pelos Financeiros e pela ausência de Energia. Robinhood, MercadoLibre e Cloudflare lideraram as contribuições; J.B. Hunt, Old Dominion e Pool detraíram. A gestora manteve o foco em IA via software e semicondutores e diversificou para negócios de qualidade menos correlacionados com a tendência, iniciando StandardAero, CoStar, Royal Caribbean, SharkNinja e Alcon.

Patient Opportunity Equity Strategy 2680 palavras

O Patient Opportunity Equity Strategy registou +15,3% líquido no segundo trimestre de 2025, contra +10,9% do S&P 500. Após sell-off agressivo no início do trimestre por tarifas de Liberation Day, mercado fez recuperação em V de cerca de 30% intraday — a gestora Christina Siegel Malbon aproveitou a deslocação para reforçar nomes severamente deprimidos. Top contribuidores: QXO, Coinbase, Nvidia, Dave & Buster's e Meta. Top detractores: New Fortress Energy, Kosmos, Alibaba, JD e Biogen. Iniciaram-se cinco posições — UnitedHealth, Noble Corp, Tempus AI, Clear Secure e puts Costco strike 960 expiração 2026. Saídas: Carvana, NFE e perna longa do call spread Nvidia. Carteira com 41 títulos, top 10 a 51,0% e active share aproximadamente 93,6%.

Pershing Square Holdings, Ltd. 5200 palavras

A Pershing Square Holdings de Bill Ackman gerou um retorno de NAV de 15,5% no primeiro semestre de 2025, incluindo dividendos, contra 6,2% do S&P 500; no acumulado até 19 de Agosto subia 17,7%. Uber, Fannie Mae, Universal Music e Freddie Mac lideraram os contributos, com Nike, Howard Hughes e Chipotle como detractores. A volatilidade ligada às tarifas permitiu iniciar a Amazon a 25x lucros futuros, reforçar Brookfield e Alphabet e sair da Canadian Pacific. O destaque estratégico é a transformação da Howard Hughes numa Berkshire Hathaway moderna, com a Pershing a deter 47% e a planear adquirir uma seguradora de ramos reais. Ackman antecipa um pano de fundo económico forte, mas alerta para mercados eufóricos e actividade especulativa.

PGIM Jennison Health Sciences Fund 2700 palavras

O PGIM Jennison Health Sciences Fund (Classe Z) perdeu valor no segundo trimestre de 2025, mas resistiu bastante melhor que o S&P 1500 Health Care Index, que recuou 6,9% enquanto o S&P 500 ganhou 10,9%. A selecção em biotecnologia, farmacêuticas e ferramentas de ciências da vida, aliada a subponderação em prestadores de saúde, acrescentou valor relativo. Verona Pharma (alvo de aquisição de 10 mil milhões de dólares pela Merck), Neurocrine Biosciences e Alnylam lideraram as contribuições; UnitedHealth, Eli Lilly e Bristol-Myers Squibb (posição encerrada) foram os principais detractores. A Jennison Associates lê as avaliações comprimidas em farmacêuticas e HMOs, pressionadas por cortes no Medicaid e pela política Most-Favored-Nation, como uma oportunidade rara de exposição a inovação em saúde com forte geração de caixa.

Platinum Asia Fund 1331 palavras

O Platinum Asia Fund rendeu 3,9% no segundo trimestre de 2025, contra 7% do MSCI All Country Asia ex Japan Net Index em dólares australianos, e 16,2% a doze meses. Cameron Robertson descreve um trimestre de divergência regional: a Coreia do Sul lidera depois da vitória eleitoral de Jae-myung Lee, a Índia e a Indonésia acompanham e a Tailândia cai cerca de 9%. O enfraquecimento do dólar norte-americano devolve margem de manobra aos bancos centrais asiáticos e é o principal factor de melhoria do sentimento. Entram a Mayora Indah, na Indonésia, e a EO Technics, na Coreia do Sul; sai a China Vanke e reduzem-se a China Merchants Bank, a Coway, a SK hynix e a TSMC depois das subidas de cotação.

Platinum European Fund 1487 palavras

O Platinum European Fund subiu 7% no segundo trimestre de 2025, contra 6% do MSCI AC Europe, e 16% a doze meses contra 21% do índice. Adrian Cotiga descreve um trimestre de duas metades: uma queda de 12% no início de Abril com as tarifas norte-americanas e uma recuperação rápida à medida que foram recuadas. As financeiras dominaram os contributos, com a Allfunds a subir 22%, a Société Générale 17% e o Barclays 14%, enquanto a Wizz Air, penalizada pelos motores Pratt & Whitney imobilizados, caiu 25%. O gestor abriu posição na Diploma, distribuidora britânica de produtos industriais, e lê a União da Poupança e do Investimento e a reforma da titularização como apoio estrutural à banca europeia. A carteira está cerca de 90% investida.

Platinum Global Fund (Long Only) 1282 palavras

O Platinum Global Fund (Long Only) subiu 3% no segundo trimestre de 2025, contra 6% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos, e ficou nos 3% a doze meses contra 18% do índice. Ted Alexander descreve uma queda inicial com o anúncio tarifário do Dia da Libertação e uma recuperação forte quando ficou claro que a política comercial norte-americana continuava negociável. Os contributos vieram da tecnologia, com a Micron a subir 38%, a Broadcom mais de 60% e a Lam Research 30%, e da energia, com a Cameco perto de 70% na esteira do renascimento nuclear puxado pela procura eléctrica da inteligência artificial. A Wizz Air, vendida em Junho, foi a pior posição.

Platinum International Brands Fund 1322 palavras

O Platinum International Brands Fund subiu 6,6% no segundo trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões e custos em dólares australianos, contra 6,0% do MSCI All Country World Net Index, e 22,0% nos doze meses contra 18,4%. Nik Dvornak atribui o trimestre à selecção de acções: a Galderma, reforçada na fraqueza do trimestre anterior, foi o maior contributo e subiu 20%, acompanhada pela e.l.f. Beauty, pela Amer Sports e pela St. James’s Place. Os travões vieram das participadas chinesas, com a campanha dispendiosa da JD.com a pressionar a Meituan e a Trip.com. A janela aberta pelas tarifas de Abril serviu para iniciar duas posições, a Wingstop e a IDEXX Laboratories.

Platinum International Fund 1254 palavras

O Platinum International Fund não registou variação no segundo trimestre de 2025, contra uma subida de 6% do MSCI AC World Net Index em dólares australianos. Ted Alexander aponta como contributos a tecnologia norte-americana, com a Micron a subir 38%, a Broadcom mais de 60% e a Lam Research 30%, a taiwanesa TSMC, as energéticas Valaris e Cameco e as financeiras Allfunds e Shinhan. A Wizz Air foi a posição mais fraca e saiu da carteira em Junho por deixar de cumprir os critérios de qualidade. O gestor propõe a curva TAPS para avaliar acções de inteligência artificial, mantém mais de 20% em Grande China e admite probabilidade elevada de crise nas bolsas norte-americanas, com a liquidez a subir de 14% para 19% e as posições curtas de 7% para 14%.

Platinum International Health Sciences Fund 1520 palavras

O Platinum International Health Sciences Fund subiu 4% no segundo trimestre de 2025, contra menos 8% do índice MSCI AC World Health Care. Bianca Ogden atribui o trimestre aos dados clínicos positivos da Amplia e da ADC Therapeutics, cuja cotação valorizou mais de 90%, e à leitura das operações de fusão e aquisição, que beneficiou a ProQR e a Oxford Nanopore. As detenções privadas, mais de 7% dos activos repartidos por quatro empresas, caíram mais de 44% em doze meses e retiraram valor. A liquidez desceu de cerca de 10% para 4%. Sublinha que a incerteza sobre o preço dos medicamentos persiste, mas que a FDA voltou a cumprir a sua função.

Platinum International Technology Fund 1880 palavras

O Platinum International Technology Fund rendeu 18,4% no segundo trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões e custos em dólares australianos, contra 17,2% do MSCI All Country World IT Net Index. Jimmy Su atribui o trimestre às detenções ligadas à inteligência artificial — a Broadcom subiu 60%, a Amphenol 45% e a Nvidia 40% — à medida que se dissiparam os receios de abrandamento do investimento em centros de dados. As duas semanas finais trouxeram reveses idiossincráticos: a Cadence e a Synopsys, cerca de 8% da carteira, caíram perto de 10% depois de Washington proibir a venda de programas de desenho electrónico à China. O artigo do trimestre avalia a Apple perante o risco de a inteligência artificial agêntica a desintermediar.

Platinum Japan Fund 1458 palavras

O Platinum Japan Fund subiu cerca de 8% no segundo trimestre de 2025, contra 6% do MSCI Japan Net Index em dólares australianos; nos doze meses até 30 de Junho rendeu 21,3%, face a 16,1% do índice. Leon Rapp atribui o trimestre a industriais de orientação militar, DMG Mori e Toho Titanium, e à Mitsubishi Electric, com a DeNA e a Toyota do lado negativo, esta penalizada pelo impasse comercial entre Washington e Tóquio. Abriu duas posições, Tokyo Electron e Daiichi Sankyo. O argumento central é um cisma estrutural no tecido empresarial japonês: as empresas líderes de maior dimensão geram retornos consistentemente superiores e merecem múltiplos mais altos, e as reformas da bolsa de Tóquio aceleram a reforma societária das grandes capitalizações.

Polen Capital Focus Growth Strategy 2050 palavras

O Polen Capital Focus Growth registou +9,15% líquido no T2 2025, contra +17,84% do Russell 1000 Growth, num trimestre marcado por recuperação em V histórica após drawdown de -23% no índice. Dan Davidowitz e Damon Ficklin identificam que o sub-desempenho resultou quase totalmente da exposição zero a semicondutores e da sobreponderação em health care. Iniciaram posição em IDEXX Laboratories e saíram completamente de Apple e UnitedHealth Group. Reforçaram Starbucks, ServiceNow, CoStar e Adobe; reduziram Amazon. Oracle foi o principal contribuidor relativo após +56% no trimestre, sustentado pela aceleração da Oracle Cloud Infrastructure. Mantêm convicção em crescimento de resultados mid-teens no longo prazo através de um portfolio de quality compounders.

Polen Capital Global Growth Strategy 2230 palavras

O Polen Capital Global Growth subiu 8,16% bruto no segundo trimestre de 2025, atrás dos 11,53% do MSCI ACWI, numa recuperação estreita liderada pela inteligência artificial e pelos cíclicos. Damon Ficklin atribui a maior parte do atraso à exposição nula a semicondutores e ao posicionamento em serviços financeiros e saúde, e reconhece que qualidade, disciplina de avaliação e diversificação foram vento contrário. Reestabeleceram a Starbucks sob a liderança de Brian Niccol, iniciaram a IDEXX Laboratories, reforçaram Shopify, Adyen, Zoetis e Oracle, eliminaram a Globant após projecções de receitas desapontantes e reduziram nove participações. Consideram prematuro dar por encerrado o risco tarifário.

Praetorian Capital Fund LLC 4861 palavras

A Praetorian Capital Fund LLC encerrou o T2 2025 com retorno líquido de 3,59% (bruto 3,91%), elevando o YTD para 6,11% líquido. Harris Kupperman descreve um hard reboot em Maio — dois meses fora do mercado — e o regresso em Julho com mente clara, posicionamento esvaziado e ~40% de caixa à espera de set-ups assimétricos. Reflexão estratégica central: o inflection investing pode estar exausto, e regressar a comprar top quality assets na depressão pré-inflexão volta a ser viável. Tese macro Project Zimbabwe sustenta exposição a metais preciosos e Mercados Emergentes (catalisada por política de dólar fraco da MAGA); St. Joe permanece asset play sobre 167.000 acres na Florida Panhandle. Caixa e Event-Driven como armas dominantes enquanto se aguarda o rout.

Recurve Capital Partners LP 2764 palavras

A Recurve Capital Partners avançou +31% bruto no segundo trimestre de 2025 e +14,8% no acumulado do ano (+12% líquido), contra +10,6% do S&P 500 e +17,8% do Nasdaq no trimestre. A Carvana, com 47,9% da carteira, foi o maior contribuidor (+24,3% de atribuição no acumulado do ano) e a Cogent o maior detractor. Aaron Chan dedica a carta ao seu modelo de árvore de decisão, que orienta o dimensionamento das posições, e à filosofia de deixar correr os vencedores sem os aparar reflexivamente. Defende a Carvana como exemplo extremo da subida pela árvore e enquadra a RH, penalizada por tarifas, como tendo o pior cenário já afastado.

Renaissance Investment Management Large Cap Growth Strategy 1520 palavras

A estratégia Large Cap Growth da Renaissance ficou abaixo do Russell 1000 Growth, que subiu 17,8% no segundo trimestre de 2025, mas superou o S&P 500 (+10,9%), num período marcado por volatilidade extrema: o choque tarifário de 2 de Abril levou o S&P 500 a cair mais de 17% desde o máximo de Fevereiro antes de uma recuperação superior a 22% até final de Junho. Broadcom, Comfort Systems e Amphenol lideraram os contributos, sustentados por procura ligada a inteligência artificial e a data centers; Fiserv, Thermo Fisher e Apple penalizaram. A carteira iniciou Dynatrace e saiu de Thermo Fisher. A gestora mantém a preferência por crescimento de qualidade a preços razoáveis e antecipa cortes de taxas até 2026.

Renaissance Small Cap Growth 1100 palavras

A estratégia Renaissance Small Cap Growth superou o Russell 2000 Growth Index no T2 2025, num trimestre de volatilidade extrema: as tarifas do "Liberation Day" de 2 de Abril desencadearam uma queda superior a 17% desde o pico de Fevereiro, seguida de uma recuperação de mais de 22% à medida que a administração Trump recuou nas propostas mais agressivas. A Reserva Federal manteve as taxas em 4,25%-4,50% pela quarta reunião consecutiva. A subponderação e selecção de títulos em Health Care e a selecção em Industrials lideraram o desempenho relativo. Credo Technology, exposta a datacenters de IA, foi o principal contribuidor e Grid Dynamics detraiu. A gestora adicionou ADMA Biologics e liquidou PagerDuty, mantendo uma carteira diversificada de crescimento de qualidade.

Rewey Asset Management LLC 1500 palavras

A Rewey Asset Management registou +6,11% no T2 2025 (composto SMID líquido) contra +7,29% do Russell 2500 Value Total Return. YTD através do T2: RAM SMID a -1,29% e benchmark a +1,03%. Chip Rewey enquadra o trimestre como largamente in-line e mantém optimismo sobre small e SMID-caps para 2H25. Articula tese de rotação progressiva fora de large-caps face a dispersão crescente. Tarifas Liberation Day e pausa da Fed pesaram sobre sentimento, mas Rewey espera desfecho mais benigno. Deep dive em Orthofix Medical (OFIX) com preço-alvo AFV de 18,50 dólares (+65,9% acima do fecho do T2).

RGA Investment Advisors 2700 palavras

A RGA Investment Advisors dedica o comentário do segundo trimestre de 2025 — sob o lema “leaning into conviction” — à navegação de um dos períodos mais voláteis da memória recente, iniciado com a queda acentuada do “Liberation Day” e encerrado com maior clareza sobre o comércio global. Elliot Turner e Jason Gilbert detalham um trimestre activo: três novas posições — CRISPR Therapeutics, Peloton e Workday —, o reforço de Roku e Fever-Tree, e três saídas, PayPal, Alphawave e Vail Resorts. A tese transversal é a de que a volatilidade e a compressão de múltiplos no software criam montagens assimétricas para gestores disciplinados, dispostos a agir com decisão quando a relação risco/retorno se inclina a seu favor.

Right Tail Capital LLC 1450 palavras

Jeremy Kokemor enquadra a carta do 2T 2025 como reflexão sobre os primeiros três anos do Right Tail, mais do que como balanço trimestral. O AUM cresceu de cerca de 3M$ para 27M$ desde Maio de 2022, e o gestor articula que cerca de 70% da carteira é detida há aproximadamente três anos. A volatilidade gerada pelas tarifas de Trump — incluindo uma queda de cerca de 10% em dois dias — testou a base de investidores e o portefólio aguentou bem. O destaque substantivo é o retrospectivo das posições saídas desde a inception: SCHW, IAC, CHTR, NSC, SSNC, BYD.TO e NSIT — cada uma com tese enfraquecida e capital redirigido para melhores oportunidades.

RiverPark Large Growth Fund 1500 palavras

O RiverPark Large Growth Fund subiu 15,01% no segundo trimestre de 2025 (classe institucional), ficando aquém do Russell 1000 Growth (17,84%) mas à frente do S&P 500 (10,94%) num trimestre de ganhos amplos para a bolsa norte-americana. No ano, o fundo rendeu 6,71% contra 6,09% do índice de referência. O gestor Conrad van Tienhoven destaca NVIDIA, Microsoft, Netflix, Meta e Uber como principais contributos, sustentados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial. Do lado negativo, UnitedHealth, Apple, Eli Lilly, Starbucks e PepsiCo detraíram, reflectindo a fraqueza dos sectores defensivos. A leitura macro acomoda crescimento resiliente, com a Reserva Federal a manter as taxas inalteradas e as propostas tarifárias de Trump a provocarem volatilidade passageira em Maio.

Riverwater Partners Micro Opportunities Strategy 720 palavras

A Micro Opportunities Strategy de Nathan Fredrick ficou aquém do índice de referência no segundo trimestre de 2025, penalizada por um posicionamento defensivo (sobreponderar em Consumo Básico e Serviços Públicos, subponderar em Tecnologias de Informação) e pela forte preferência do mercado por empresas de baixa qualidade e de beta elevado. Materiais foi o melhor sector, impulsionado pelo tema da energia nuclear, com a Centrus Energy a subir cerca de 181% como maior contribuidor e a Aris Water Solutions como maior detractor. O gestor iniciou posições na Abeona Therapeutics, na Centrus Energy e na Interface, e saiu da Lakeland Industries e da SuRo Capital. Mantém uma abordagem disciplinada, defensiva e flexível perante a incerteza tarifária, confiante no binómio risco-retorno dos micro-caps de qualidade.

Riverwater Partners Small Cap Strategy 2329 palavras

A Small Cap Strategy de Nathan Fredrick ficou aquém do índice de referência no segundo trimestre de 2025, penalizada pela postura defensiva e pela preferência do mercado por empresas de baixa qualidade. Os materiais foram o melhor sector, com a Centrus Energy e a Uranium Energy a sustentarem o tema nuclear que o gestor liga à procura energética dos centros de dados. A Vestis foi a maior detractora, depois de queda das receitas, prejuízo e corte do dividendo. No trimestre iniciou posições na Centrus Energy, na Knife River, na HealthStream e na AtriCure, e vendeu a Magnite por falta de visibilidade sobre a recuperação do investimento publicitário.

Riverwater Partners Sustainable Value Strategy 1497 palavras

A Sustainable Value da Riverwater Partners ficou aquém do Russell 2500 Value Index no segundo trimestre, com o atraso atribuído à selecção de títulos e a alocação sectorial a contribuir de forma ligeiramente positiva. O gestor divide o trimestre em duas fases: a queda acentuada da primeira semana de Abril, em que a abordagem centrada na qualidade protegeu a carteira, e a reversão posterior ao adiamento das tarifas, conduzida por impulso especulativo em factores de menor qualidade. A Everus Construction Group liderou os contributos com 153 pontos base, depois de reforçada no pior momento do mercado; a Limoneira foi a maior detractora pelo segundo trimestre consecutivo. Entraram a Griffon Corporation e a MSA Safety, ambas sem dimensionamento pleno, e saiu a Mr. Cooper Group na sequência da venda à Rocket Mortgage.

Rowan Street Capital 1700 palavras

No 1.º semestre de 2025 a Rowan Street acumulou +20,1% líquidos, prolongando um triénio raro com composição anual de aproximadamente +51,7% desde meados de 2022 e retorno cumulativo de +249%. A carta evita comentário macro e dedica-se à filosofia: nove core holdings ordenadas por antiguidade, todas com IRR superior a 20% anualizado. O gestor enquadra a vantagem competitiva como temperamento — capacidade de suportar drawdowns severos em compounders excepcionais — citando Meta com queda de 75% em 2022 e Spotify com perda de 75% no mesmo período. AI é argumento adicional para a tese: acelera o ruído mas não altera as regras da composição.

RS Large Cap Value Strategy 1500 palavras

O RS Large Cap Value Strategy (Victory Capital Management) registou +3,68% bruto (+3,55% líquido) no segundo trimestre de 2025, marginalmente abaixo do +3,79% do Russell 1000 Value Index. Selecção forte em Health Care e Communication Services foi contrabalançada por escolhas adversas em Consumer Discretionary e Industrials. Fairfax, Citigroup, CACI, Eaton e Amphenol lideraram contribuições; UnitedHealth, LKQ, Exxon, Sensata e Everest detraíram. O T2 abriu com sell-off tarifário em Abril após 'Liberation Day' e fechou com S&P 500 +10,9% num rally fulminante de risk-on. A equipa mantém disciplina ROIC, preferência por balanços sólidos e protecção de downside perante incerteza tarifária e orçamental persistente, antecipando mais volatilidade.

Sequoia Strategy Composite 154 palavras

A Sequoia Strategy Composite, gerida pelo Comité de Investimento da Ruane Cunniff, divulgou uma carta trimestral muito breve relativa ao segundo trimestre de 2025. O composto rendeu 13,4% líquido de comissões no trimestre, batendo os 10,9% do S&P 500, e alarga a vantagem acumulada no ano para 18,4% contra apenas 6,2% do índice. A única actividade divulgada foi de natureza operacional: o Comité reforçou oportunisticamente a posição na ICON e reduziu a Jacobs, a Liberty Broadband e a Meta para financiar novos investimentos ainda não revelados. A carteira mantém-se concentrada, com a Rolls-Royce a representar 13,2% do activo e as dez maiores posições a totalizarem 63,3%.

SaltLight Worldwide Flexible Fund 3600 palavras

A SaltLight encerrou o segundo trimestre de 2025 com um retorno de +24,52%, impulsionada pela Roblox, pela NVIDIA (reentrada durante as quedas associadas às tarifas) e pela Blue Label Telecoms. A carta de David Eborall desenvolve a tese de que a inteligência artificial inaugura uma época tecnológica de várias décadas e de capital intensivo, e pondera os sinais de uma eventual fase de euforia: dívida a financiar centros de dados, desfasamento face aos fundamentos e fusões de grande dimensão. Reconhecendo um mercado americano em fim de ciclo, o gestor recusa apostar numa direcção e prefere gerir um leque de cenários a cinco anos, apresentando o investimento recente na Google como ilustração desta abordagem.

Sands Capital Global Growth 2300 palavras

A Global Growth da Sands Capital avançou 21,7% (net) no segundo trimestre de 2025, contra 11,5% do MSCI ACWI, no quarto melhor trimestre em termos absolutos e relativos desde o arranque em 2008. A selecção de títulos foi o principal motor, com destaque para o consumo discricionário e a saúde; as financeiras foram o único sector detractor. NVIDIA, Netflix e Axon Enterprise lideraram os contributos, impulsionados pelo optimismo renovado com a inteligência artificial. As gestoras completaram as compras de Carlisle Companies, Intercontinental Exchange, On Holding e Pro Medicus e venderam Airbnb, Nike e Zalando, prosseguindo um esforço plurianual para reforçar a estabilidade e a visibilidade do crescimento de resultados do portfólio.

Sands Capital Select Growth 3499 palavras

A Sands Capital Select Growth fechou o segundo trimestre de 2025 com +27,7% líquidos contra +17,8% do Russell 1000 Growth, depois de as acções de crescimento terem tocado o fundo a 8 de Abril. A carta atribui o desempenho relativo à selecção de títulos, positiva nos sete sectores da estratégia, tendo NVIDIA, Microsoft, Netflix, Broadcom e Roblox como principais contribuidores absolutos e a Atlassian como único detractor absoluto. A gestora geriu a exposição tarifária em duas fases — cortes em comércio electrónico e publicidade em Abril e Maio, revertidos à medida que o risco recuou —, reforçou as quatro posições nos Sete Magníficos, iniciou Arthur J. Gallagher e Carvana e vendeu a Uber ao fim de mais de cinco anos.

Sands Capital Technology Innovators 9462 palavras

O relatório do segundo trimestre de 2025 da Sands Capital Technology Innovators regista um trimestre forte: +26,0% líquidos contra +21,9% do índice MSCI ACWI de tecnologia e serviços de comunicação, e +12,9% contra +10,4% no acumulado do ano. Depois de uma queda de 10% no arranque, após o anúncio tarifário de 2 de Abril, os mercados recuperaram para máximos históricos. A selecção de títulos ajudou em quatro dos cinco sectores da estratégia. NVIDIA, Microsoft, Taiwan Semiconductor, Netflix e Meta Platforms lideraram os contributos; Apple, Atlassian, Global-e, Okta e Visa detraíram. No trimestre foram iniciadas posições em Palo Alto Networks e Spotify e alienadas Apple, Alphabet e Global-e.

Schafer Cullen Enhanced Equity Income 2300 palavras

A estratégia Enhanced Equity Income da Schafer Cullen recuou 1,2% líquidos no segundo trimestre de 2025 (0,9% negativos brutos), atrás do S&P 500 Buy/Write Index (1,9%), mas mantém vantagem no acumulado do ano (4,5% contra 1,3% negativos). O regresso da liderança do crescimento e do momentum penalizou a inclinação para dividendo elevado e value. Os gestores reforçam a tese contrária: concentração recorde — as dez maiores acções valem 38% do índice —, prémio de 130% do crescimento sobre o value e capex de IA insustentável. No trimestre compraram Paccar, PPG, ConocoPhillips e Norfolk Southern, venderam Dow e Chevron e tiveram Johnson Controls e RTX cedidas por exercício de calls. O rendimento total manteve-se em 7,4% anualizados, suportado por 4,2% de dividendos.

Singular Asset Management, S.G.I.I.C., S.A. — Sigma Internacional 2376 palavras

O Sigma Internacional valorizou +5,66% no segundo trimestre de 2025 (Eurostoxx TR +2,66%) e acumula +68,64% desde a constituição, em Abril de 2021. Boluda e Castro explicam a subida das bolsas norte-americanas, apesar de valorizações historicamente elevadas, pelos lucros das empresas e pela política orçamental e monetária, e sublinham que a tarifa aduaneira média nos Estados Unidos passou de 2% para cerca de 20%, aumento que provavelmente afectará a inflação nos próximos meses. Nos destaques do trimestre, a Golar assinou com a Argentina contratos que acrescentam 13.700 milhões de dólares à carteira de encomendas, a Alibaba cedeu com a concorrência no comércio electrónico chinês, a Nagacorp recuperou com a redução das tarifas ao Camboja e a Zegona preparou a distribuição que cancela as acções preferenciais da Vodafone.

Sound Shore Fund 1050 palavras

O Sound Shore Fund (Investor SSHFX) avançou 3,06% no segundo trimestre de 2025, atrás do Russell 1000 Value (+3,79%) e do S&P 500 (+10,94%). Acções mostraram resiliência após o decline tarifário de Abril, com mega-cap tech a liderar máximos históricos e healthcare a ficar para trás por incerteza regulatória. A gestora adicionou a Teva e a Hologic em fraqueza — esta última com rumores de buyout PE em Maio. FLEX foi o melhor contribuidor do trimestre como fornecedor de data centres a beneficiar do tema AI. AES penalizada por mudanças prospectivas em investment tax credits para renováveis. Disney atingiu novo máximo após anúncio de lançamento do ESPN streaming. Carteira a 12x forward P/E versus S&P 500 a 22x e Russell Value a 17x.

SouthernSun Asset Management Small Cap Strategy 2626 palavras

A SouthernSun Asset Management dedica o comentário do segundo trimestre de 2025 às conversas com dezenas de equipas de gestão, das quais emergiu um ambiente de optimismo cauteloso temperado por incerteza macroeconómica. A casa sublinha a disciplina de custos, a defesa de margens e uma afectação de capital prudente, com a tesouraria de novo soberana. Enquadra as tarifas e o Big Beautiful Bill como o pano de fundo dominante, criador de vencedores e vencidos, e valoriza a adaptabilidade das pequenas e médias empresas com alavancagem mínima. A Small Cap Strategy avançou 9,88 por cento em base bruta no trimestre, contra 8,50 por cento do Russell 2000. A Boot Barn e a Dycom lideraram os contributos; a Oxford Industries, alienada no trimestre, foi o maior detractor, e iniciou-se posição na MSA Safety.

Springview Partnership 1950 palavras

A Springview Partnership, gerida por Guy Baron, ganhou +17,8% líquidos no segundo trimestre de 2025, elevando o acumulado anual para +15,7%, contra +6,2% do S&P 500. Desde o arranque em Janeiro de 2022 acumula +52,3% líquidos face a +37,2% do índice, a +12,8% anualizados. O fundo long/short concentrado (95,7% net long) tem em Robinhood — a posição mais lucrativa de sempre, aparada por valorização — a par de Fairfax, Spotify e Nintendo. Saiu da Seaport Entertainment por consumo persistente de caixa e manteve Mercury General e Worthington Steel, ambas em recuperação cíclica. A carta sublinha a eficiência fiscal como subproduto da capitalização de longo prazo e a concentração nas melhores ideias. Activos rondam 43 milhões de dólares.

Stewart Asset Management Flagship Portfolio 620 palavras

A Stewart Asset Management, equipa de Thomas M. Valenzuela na Ingalls & Snyder, fecha o segundo trimestre de 2025 com a carteira Flagship a avançar 8,06% líquidos, aquém dos 10,94% do S&P 500; no primeiro semestre recuou 0,03% face a 6,20% do índice. O atraso é imputado à UnitedHealth, liquidada no trimestre depois de as práticas de reembolso do Estado federal comprometerem receitas e lucros. Aproveitando a queda da semana do 'Liberation Day', o gestor iniciou Palo Alto Networks, Chipotle e Zoetis a valorizações favoráveis, e saiu com lucro de MSCI e Domino's. Mantém leitura construtiva: espera que o poder de lucros look-through da carteira cresça cerca de 17,5% ao ano na próxima meia década.

Summers Value Fund LP 760 palavras

O Summers Value Fund LP recuou 1,8% líquido no segundo trimestre de 2025, com o índice Russell 2000 a avançar 8,5% e o Russell 2000 Value 4,9%. Acumulado do ano, o fundo cede 12,8% líquido, frente a quedas mais ligeiras dos índices. Andrew Summers gere onze posições longas e duas curtas em small caps norte-americanas, concentradas na saúde. Spok Holdings, OTC Markets e Ligand lideraram os contributos; Electromed, Vestis e ZimVie penalizaram. O gestor adquiriu a Inspire Medical perto de mínimos de cinco anos e iniciou dois shorts em farmacêuticas sobrevalorizadas. Após o fecho do trimestre, a ZimVie foi adquirida por private equity com um prémio de 124%, a sexta participação adquirida desde o início do fundo em 2018.

SVN Capital Fund 3818 palavras

O SVN Capital Fund, gerido por Shree Viswanathan, rendeu +6,26% líquidos no primeiro semestre de 2025. Perante o choque tarifário do «Liberation Day», que afundou o S&P 500 quase 20% face ao máximo, o gestor responde com «inacção divina»: paciência, deliberação e recusa de prever o imprevisível. A carteira concentra-se em dez negócios geridos pelos próprios donos — as seis maiores posições valem cerca de 80% — com a Índia já a pesar perto de 20% do total. KKR e Copart foram os dois maiores detractores do semestre; Bajaj Finance e Dino Polska, ambas a subir 35%, os principais contribuidores. O destaque analítico vai para a Triveni Turbine, fabricante indiano de turbinas a vapor industriais.

TCW Relative Value Mid Cap Fund 1750 palavras

O TCW Relative Value Mid Cap Fund subiu 7,37% no segundo trimestre de 2025 (I Share — TGVOX), superando o Russell Midcap Value Index (+5,35%). Tanto a alocação sectorial como a selecção de títulos contribuíram: a sobreexposição a financeiras e a consumo discricionário e a subexposição a serviços públicos e imobiliário ajudaram, e os títulos de tecnologia lideraram, com Flex e Seagate a beneficiar da procura de inteligência artificial. Popular, Interactive Brokers e Tapestry também contribuíram, enquanto os industriais FedEx e C.H. Robinson detraíram com a incerteza tarifária. Os gestores iniciaram Electronic Arts, RenaissanceRe e Urban Outfitters e eliminaram Academy Sports, Foot Locker e United Airlines. As perspectivas mantêm-se construtivas, com disciplina e foco em catalisadores fundamentais.

The Brown Capital Management International All Company Strategy 2891 palavras

A estratégia International All Company da Brown Capital superou os índices internacionais no segundo trimestre de 2025, num período aberto pelas tarifas do Liberation Day e pela subsequente trégua de 90 dias. Investidora bottom-up em Exceptional Growth Companies, a gestora dedica a carta aos modelos de marketplace, dos quais detém três: REA Group, MercadoLibre e a nova posição Vend Marketplaces. MercadoLibre e AJ Bell lideraram os contributos, sustentados por crescimentos de receita de 37% e 17%. ICON e AutoStore penalizaram o desempenho, esta última com a acção a recuar mais de 33% após resultados muito abaixo do esperado. Não houve alienações no trimestre. A equipa reafirma a convicção numa carteira compacta de EGCs, deixando o seu crescimento compor no longo prazo.

The Brown Capital Management Small Company Fund 2200 palavras

A Brown Capital fecha o segundo trimestre de 2025 com a Small Company Fund (classe Investor) a render 8,59%, aquém dos 11,97% do Russell 2000 Growth — um atraso concentrado nas últimas semanas. Entre 13 e 30 de Junho, sem qualquer alteração de fundamentais nas participadas, choques macro interromperam a normalização do mercado: o conflito Israel-Irão fez disparar a defesa, que o fundo não detém, e a Fed manteve os juros. Fiel à abordagem benchmark-agnóstica, a gestora recusa reposicionar-se por sentimento de curto prazo e invoca 33 anos de historial — 10,40% anualizado contra 7,60% do índice. No trimestre, Datadog e Guidewire contribuíram; Bio-Techne e RxSight penalizaram; sem entradas e três saídas: Helios, Enfusion (adquirida) e Vicor.

Third Avenue Real Estate Value Fund 2050 palavras

O Third Avenue Real Estate Value Fund rendeu +6,89% no segundo trimestre de 2025 (classe Institucional) e +6,38% após comissões no primeiro semestre, contra +6,66% do FTSE EPRA NAREIT Developed. As acções preferenciais de Fannie Mae e Freddie Mac, a Brookfield, a Wharf e a Big Yellow lideraram os contributos; os REIT de madeira (Rayonier, Weyerhaeuser) e industriais (Prologis, First Industrial) penalizaram. Jason Wolf e Ryan Dobratz reforçaram Prologis e Wesco e iniciaram Champion Homes e Jardine Matheson, posicionando a carteira para o reshoring industrial e a reconfiguração das cadeias de abastecimento. A tese mantém-se: imobiliário estratégico a preços de valor, com carteira pouco alavancada e desconto superior a 22% face ao valor líquido dos activos.

Third Avenue Small-Cap Value Fund 3274 palavras

O Third Avenue Small-Cap Value Fund rendeu 6,53% no segundo trimestre de 2025, acima do índice MSCI USA Small Cap Value, que subiu 4,74%. A carta desenvolve a doutrina da casa sobre conversão de recursos e defende que a solidez do balanço aumenta a probabilidade de transacções criadoras de valor, sobretudo entre as pequenas capitalizações norte-americanas. A gestão enumera quatro episódios ocorridos no trimestre, da privatização da Cantaloupe à aquisição da Sage pela Supernus. Na actividade da carteira foram iniciadas duas posições em tecnologia de nicho, a Cantaloupe e a Visteon, reforçadas quatro posições existentes e reduzidas várias outras, sem qualquer alienação total. A liquidez terminou o período em 3,2%.

Third Point LLC — Third Point Offshore Fund, Ltd. 2180 palavras

O Third Point Offshore Fund retornou +7,5% líquido no T2 2025, contra +3,0% do CS HF Event-Driven Index, +10,9% do S&P 500 TR e +11,6% do MSCI World TR. O trimestre abriu turbulento com ‘Liberation Day’ e receios de recessão, mas Daniel Loeb capturou o rebote via compras oportunísticas perto de mínimos e cobertura tempestiva de hedges. Risk arb na Nippon Steel/US Steel contribuiu 200 bps gross (188 bps net). Loeb re-iniciou Nvidia e iniciou novas posições em Rocket Companies (tese de fusão transformacional com Mr. Cooper), Casey’s General Stores (cadeia rural de fast grower) e Informa PLC (líder global em eventos B2B). Crédito corporativo +2,9% gross com a tese AI/credit a ecoar fracking 2014/15.

TimesSquare U.S. Focus Growth Strategy 1500 palavras

A TimesSquare U.S. Focus Growth, carteira concentrada de mid cap growth, ficou abaixo do Russell Midcap Growth no segundo trimestre, embora o comentário não divulgue valores numéricos. O trimestre foi dominado pelo regime tarifário de abril e pelo respetivo abalo nos mercados, a que se juntou o orçamento da administração Trump, com cortes fiscais permanentes e redução da despesa no Medicaid. As gestoras reduziram a CrowdStrike após valorizar 44% e reforçaram a BJ's Wholesale. Amphenol, EMCOR e Veeva destacaram-se pela positiva; O'Reilly, BJ's e HubSpot penalizaram. O maior detrator relativo foi não deter a Palantir, que saiu do índice em junho. Mantêm o foco nos fundamentais e em equipas de gestão sólidas.

TimesSquare U.S. Mid Cap Growth Strategy 1850 palavras

A TimesSquare U.S. Mid Cap Growth, carteira de cerca de 75 acções centrada na qualidade, ficou abaixo do Russell Midcap Growth no segundo trimestre, embora o comentário não divulgue valores numéricos. O trimestre foi dominado pelo abalo tarifário de abril e pelo orçamento da administração Trump, com cortes fiscais permanentes e redução da despesa no Medicaid. A Robinhood disparou 124% e foi reduzida; as gestoras iniciaram posições na Evercore e na Carpenter Technology. Curtiss-Wright, EMCOR e Veeva destacaram-se pela positiva; Saia, Inspire Medical e a ausência de Palantir penalizaram. A Palantir saiu do índice de média capitalização no final de junho. Mantêm o foco nos fundamentais e em equipas de gestão sólidas.

TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy 4638 palavras

A TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy ficou atrás do Russell 2000 Growth Index no segundo trimestre de 2025, com um retorno composto bruto de 11,28% face a 11,97% do índice, mantendo-se à frente do referencial no acumulado do ano. O mercado recompensou o Beta, o Momento e a baixa qualidade, penalizando o foco da gestora nos fundamentais. Entre os melhores desempenhos estiveram Credo (+130%), Comfort Systems (+67%), Kratos (+62%) e iRhythm (+52%); do lado negativo, Krystal Biotech (-24%), Pursuit (-18%) e Inspire (-18%). A equipa abriu posições na Ollie's, Chart Industries, iRhythm, Guardian Pharmacy e Braze, e saiu da Vaxcyte e da Kulicke & Soffa.

Upslope Capital Management, LLC 1500 palavras

A Upslope Capital fechou o T2 2025 com +8,9% líquido (YTD +3,4%) versus +6,5%/0,0% do S&P Midcap 400 ETF (MDY), capitalizando sobretudo o whipsaw tarifário de Abril. George Livadas dedicou a carta ao diagnóstico MARKET CONDITIONS — NO FEAR: mercados extremely frothy, levers todas pushed to ten, posicionamento vulnerável a shock inesperado. Top contributors do trimestre: Chemring (+465 bps), Diploma (+295 bps) e Holcim (+200 bps). Adicionou Smiths Group (transformação activist-driven), reabriu Evercore e FTI Consulting em barbell pró-/contra-cíclica. Saiu de QinetiQ, DSM-Firmenich e Spirax. Holcim concluiu o spin-off norte-americano. Gross/net exposure ao fim do trimestre em 140%/59%. Sortino since inception 0,91 vs 0,37 (MDY).

Vision Capital Fund 3500 palavras

O Vision Capital Fund termina o segundo trimestre de 2025 com retorno cumulativo desde a inauguração (1 Outubro 2024) de +23,7% líquido versus +8,8% do S&P 500; YTD +11,8% vs +6,2%. O fundo manteve a rotatividade em zero, com cerca de 93% de capital investido e 26 posições, e suportou um drawdown intra-período de -23,6% entre 14 Fevereiro e 4 Abril por receios de políticas comerciais proteccionistas dos EUA. Eugene Ng adicionou capital a onze posições existentes (JD.com, Lululemon, Meituan, MercadoLibre, Meta, Nu, NVIDIA, Shopify, Spotify, TSMC, The Trade Desk). Meituan, JD.com e Lululemon foram os três maiores detractores, com competição em entrega de comida na China como tema dominante.

Vltava Fund SICAV plc 3222 palavras

Daniel Gladiš dedicou a carta do segundo trimestre de 2025 a uma reflexão sobre o investimento em acções como instrumento de protecção contra a depreciação estrutural das moedas — em 80 anos o dólar perdeu mais de 90% do valor real. Não foram iniciadas nem encerradas posições no trimestre, mas o gestor reforçou exposição em dez empresas que representam metade da carteira, com aumentos percentuais maiores em Applied Materials, Lam Research, United Rentals e Arrow Electronics, além de adicionar ao índice Nikkei 225. Aproveitou a volatilidade de Abril para comprar a preços que considerou inacreditáveis. A filosofia central é o pricing — explorar diferenciais entre preço e valor — em vez de tentar prever oscilações, com a tese de arbitragem temporal como vantagem estrutural.

Voss Capital 2950 palavras

A Voss Capital regista +1,0% líquido no segundo trimestre de 2025 (Voss Value Fund, LP), bem atrás do Russell 2000 (+8,5%), do Russell 2000 Value (+5,0%) e do S&P 500 (+10,9%); no acumulado do ano cede 6,3%. Travis Cocke enquadra o mercado como um paradoxo entre especulação e segurança, com dispersão de avaliações elevada após a mais rápida recuperação em V da história e concentração recorde, o maior fosso de dez anos entre small e large caps desde 1935. Cético quanto ao capex em IA e atento a um mercado de trabalho em velocidade de estol, defende que as suas acções estão materialmente subavaliadas enquanto os índices exibem espuma. Actualiza seis posições e estreia a Five9 como nova posição core.

Vulcan Value Partners 3500 palavras

Vulcan recuperou no T2 2025 com retornos positivos em todas as cinco estratégias: Large Cap +7,2%, Small Cap +6,9%, Focus +9,7%, Focus Plus +9,2% e All Cap +8,3% (gross). Fitzpatrick descreve volatilidade dual do trimestre — tariff tantrum no início de Abril seguido de rally pós-moderação. Em Large Cap iniciaram IQVIA e UnitedHealth (vendida e recomprada após queda de mais de 50% pela demissão do CEO Witty); saíram Carlyle, Heineken, Rentokil. Em Focus e Focus Plus iniciaram Ares e UNH; saíram Carlyle, LVMH e Partners Group. Em Small Cap saiu Dun & Bradstreet. Em All Cap iniciaram Ares (round-trip), Forterra, UNH e IQVIA.

Wasatch Core Growth Fund 1050 palavras

O Wasatch Core Growth Fund avançou 5,57% no segundo trimestre de 2025 (classe Investor), muito aquém dos 11,97% do Russell 2000 Growth Index. O trimestre foi marcado por um ambiente pró-risco que favoreceu títulos de baixa qualidade (segundo a equipa, um dos episódios mais extremos da última década), criando vento contrário severo ao estilo de alta qualidade do fundo. A volatilidade tarifária da administração Trump, seguida de moderação, conduziu a rotação. BellRing Brands, Saia e Clearwater Analytics foram os maiores detractores; Fabrinet e Nova, beneficiárias da inteligência artificial, e a Wingstop lideraram os contributos. Paul Lambert e Mike Valentine reafirmam o foco em empresas de qualidade, com postura defensiva perante a incerteza tarifária, geopolítica e de taxas de juro.

Wasatch Small Cap Growth Strategy 1009 palavras

A estratégia Wasatch Small Cap Growth acompanhou o Russell 2000 Growth Index no segundo trimestre de 2025, com o índice a subir 11,97%. As acções recuaram quando o Presidente Trump revelou tarifas muito acima do que os investidores antecipavam e recuperaram com força quando a sua equipa económica pareceu suavizar a posição sobre tarifas. Ryan Snow, Ken Korngiebel e Natalie Pesqué descrevem, por algumas métricas, um dos ambientes mais favoráveis a acções de baixa qualidade que já viveram — um obstáculo severo para um estilo de investimento centrado na alta qualidade. BellRing Brands, Clearwater Analytics e Goosehead Insurance detraíram; Fabrinet, Nova e Agilysys contribuíram. Os gestores mantêm o foco em empresas de alta qualidade, com histórico comprovado de crescimento de lucros e forte geração de tesouraria livre.

Wedgewood Partners — Large Cap Focused Growth Composite 4800 palavras

O Wedgewood Composite Net registou 7,1% no segundo trimestre de 2025 mas apenas 0,3% no acumulado do ano, contra 17,8% e 6,1% do Russell 1000 Growth. A carta — intitulada A Day in the Stock Market Life e subtitulada com Lennon e McCartney — articula a whiplash de Liberation Day tariffs, guerra Israel-Irão e recuperação histórica do S&P em apenas 89 sessões. Wedgewood iniciou Zoetis como quality compounder com ROIC de 21,3% a valorização agora abaixo do Russell 1000 Growth, liquidou UnitedHealth após miss material em Medicare Advantage. Top contribuintes Taiwan Semiconductor, Meta, Microsoft, Booking, Alphabet; detractores UnitedHealth, Copart, Apple, Tractor Supply, O'Reilly.

Temas mais articulados

Macro events ativos

  • Política tarifária Trump 2025 Fiscal industrial policy 190 letters
  • Surto de capex em IA — datacenters Capital markets 95 letters
  • Fed pause 2025 Monetary policy 70 letters
  • Mudança de administração EUA (Janeiro 2025) Political cycle 67 letters
  • Concentração das Magnificent Seven Capital markets 45 letters
  • Aceleração da camada aplicacional IA (2025) Technology disruption 38 letters
  • Guerra Rússia–Ucrânia Geopolitics conflict 22 letters
  • Surto de gastos em defesa Fiscal industrial policy 17 letters
  • Conflito Irão–EUA–Israel (Março 2026) Geopolitics conflict 16 letters
  • Ciclo Nvidia Blackwell Technology disruption 11 letters
  • Trajectória de taxas do BCE Monetary policy 11 letters
  • GLP-1 e fármacos para obesidade Health demographics 9 letters
  • Renascimento nuclear — Small Modular Reactors Energy resources 9 letters
  • Constrangimento de oferta de petróleo Energy resources 5 letters
  • Lançamento de ChatGPT e IA generativa (Nov 2022) Technology disruption 5 letters
  • Inflation Reduction Act — subsídios solar/EV Fiscal industrial policy 4 letters
  • Congelamento do mercado de IPOs Capital markets 3 letters
  • Vaga de redemptions em crédito privado Capital markets 2 letters
  • Crise dos bancos regionais 2023 Capital markets 2 letters
  • Subida das yields obrigacionistas (2026Q1) Monetary policy 1 letters
  • Stress em imobiliário comercial Capital markets 1 letters
  • Envelhecimento demográfico — Japão e EU Health demographics 1 letters
  • Procura indiana de carvão metalúrgico Energy resources 1 letters