Q3 2025
220 cartas publicadas · 342 novas posições · 278 saídas · 2382 posições totais
Cartas publicadas
Alger Mid Cap Growth Fund 1180 palavras
O Alger Mid Cap Growth Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +10,17% no terceiro trimestre de 2025, superando o Russell Midcap Growth Index (+2,78%) por uma margem ampla num trimestre marcado pelo regresso do easing monetário e por continuação do rally em IA. Astera Labs, Robinhood Markets e Talen Energy contribuíram positivamente via exposição a connectivity para AI/cloud, plataforma financeira de consumo com beat de resultados, e power generation alavancada à procura de data centers; Constellation Software, Verisk Analytics e Axon Enterprise detraíram. A Fed retomou cortes com 25 pontos-base em Setembro após pivot dovish em Jackson Hole. A gestora mantém convicção em IA, cloud e digitalização como temas seculares centrais.
Alger Small Cap Focus Fund 1180 palavras
O Alger Small Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +8,61% no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém do Russell 2000 Growth Index (+12,19%), num trimestre em que o S&P 500 subiu 8,12% e a Fed retomou o ciclo de cortes com 25 pontos-base em Setembro após pivot dovish em Jackson Hole. Nebius (contrato plurianual com a Microsoft para infra-estrutura GPU), Talen Energy (Susquehanna e campus Cumulus em PJM) e Tutor Perini (orientação 2025 revista em alta) lideraram contributos; Wingstop, Portillo's e Q2 Holdings detraíram. Health Care e Industrials mantiveram-se como maiores pesos; o maior overweight foi Health Care, o maior underweight Financials. A gestora reafirma convicção em digitalização, cloud computing e ponto de inflexão da IA.
Alger Spectra Fund 1300 palavras
O Alger Spectra Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +15,97% no terceiro trimestre de 2025, superando o Russell 3000 Growth Index (+10,41%) e prolongando a vantagem a 1 ano (46,02% vs 24,79%). O trimestre foi marcado pelo pivot acomodatício da Fed em Jackson Hole e corte de 25 pontos-base em Setembro, com S&P 500 +8,12% suportado por resultados corporativos sólidos e expectativas de easing monetário. AppLovin, Nvidia e Nebius lideraram contribuições — todas alavancadas no tema da IA. James Hardie, Netflix e Intuitive Surgical detraíram. A gestora articula IA num ponto de inflexão e que o One Big Beautiful Bill acelera capex empresarial via dedução fiscal de 100% para equipamento elegível.
Alger Weatherbie Specialized Growth Fund 1050 palavras
O Alger Weatherbie Specialized Growth Fund (Class A, sem comissão de subscrição) rendeu +4,11% no terceiro trimestre de 2025, ficando atrás do Russell 2500 Growth Index (+10,73%) num trimestre marcado por liderança do sector de Information Technology e dispersão sectorial abaixo do índice. Semtech, Impinj e Artivion lideraram contributos via semicondutores para data centers, RFID em retalho e dispositivos cardiovasculares; SPS Commerce, Palomar Holdings e Vertex detraíram, com orientação organic revenue mais cauteloso, escrutínio sobre combined ratio e demand de software mais incerta. A Fed avançou na postura acomodatícia com corte de 25 pontos-base em Setembro, enquanto a gestora mantém convicção em temas seculares — IA num ponto de inflexão, digitalização corporativa e aceleração do business spending via incentivos do One Big Beautiful Bill.
Alluvial Capital Management 3526 palavras
O Alluvial Fund LP registou +15,5% líquido em Q3 2025, terceiro melhor trimestre dos nove anos do fundo, levando o YTD a +33,6% vs +15,7% do Russell MicroCap TR. Dave Waters articula desconforto com a sustentabilidade do rally, apontando Rigetti Computing (2.000x receitas, 30x activos) como exemplo da febre especulativa, e contrasta com posicionamento em empresas com cash flows duráveis e activos valiosos. Zegona Communications continua posição dominante (15,3%) com novas vendas de fibra à Singapore SWF e upside articulado de 50%+; Waters está a aparar a posição por risk control. FitLife adquiriu Irwin Naturals em bankruptcy; McBride mantém-se barata a <5x operating income; NewPrinces prepara listing de Princes na LSE. Nova adição: PHI Group, helicopter operator com PE owner a procurar exit.
The Insiders Fund, LP 4079 palavras
O The Insiders Fund, gerido por Harvey Sax (Alpha Wealth Funds), entregou retorno líquido de 21,37% no acumulado de 2025 até final do terceiro trimestre, batendo o S&P 500 (+14,83% YTD) por mais de 650 pontos base. Setembro fechou em +4,96% mensal. A carteira mantém concentração elevada em Alphabet (24,7%) — posição iniciada no segundo trimestre que apreciou 34% — com complementos materiais em Energy Transfer (9,0%, leitura de infra-estrutura para centros de dados de IA), Axon, Rockwell Automation, AppFolio, Eli Lilly e o cluster de semicondutores (AMAT, INTC, AMD, MRVL). Sax articula leitura de fim de ciclo: liderança estreita, múltiplos alongados, dois cortes da Fed esperados até fim do ano e metodologia bottom-up ancorada em compras de insiders corporativos.
Alphyn Capital Management 3050 palavras
O Alphyn Capital, gerido por Samer Hakoura, registou 3,0% líquido no T3 2025 contra 8,1% do S&P 500 TR. O fundo mantém 17% em cash e treasuries e top 10 posições em 68% do portfolio. Hakoura articula tese central de compounders e capital allocators globais — desde reinvestment engines (Alphabet, Amazon), plataformas alternativas (KKR, Brookfield), holdings (Fairfax, Prosus) a serial acquirers (Roko, Terravest, Ashtead). Top contributors foram Alphabet (+1,74%) após resolução parcial do caso DOJ, Prosus (+1,51%) e Brookfield (+0,96%). Saída integral de Cirata e abertura de starter em Roko AB, novo serial acquirer sueco gerido por Fredrik Karlsson (ex-Lifco).
American Century Small Cap Value Fund 980 palavras
O American Century Small Cap Value Fund encerrou 3T 2025 com retorno de 4,69% na Investor Class face a 12,60% do Russell 2000 Value, atraso atribuído à selecção em energia e ao posicionamento sobreponderado em financeiras. A Reserva Federal baixou a taxa de referência pela primeira vez no ano, com mais dois cortes esperados. Brink's contribuiu via desempenho operacional e mudança estratégica para soluções premium, Axcelis beneficiou da melhoria de sentimento em semicondutores, e Visteon recuperou após preocupações tarifárias com novos contratos junto a OEM asiáticos. Americold, Axis Capital e Euronet foram detractores. A equipa iniciou Bath & Body Works e Ashland Global, e saiu de GMS e ChampionX por aquisições.
Antipodes Global Value Fund 1700 palavras
No T3 2025, a Antipodes Global Value (anteriormente Global Long) superou o índice MSCI ACWI e o MSCI ACWI Value. Os principais contribuidores foram Barrick Mining, Alphabet, Valterra Platinum e Tencent; os detractores incluíram Brinker International, Sendas Distribuidora e Meituan, além do efeito relativo de não deter Apple, NVIDIA, Tesla e Broadcom. Em China, o gestor reforçou Tencent e reabriu posições em Alibaba e CATL, alinhando a carteira com a tese de IA chinesa e ciclo de baterias. Iniciou Shin-Etsu Chemical, Procore, Globus Medical e Daikin, aumentou Merck e Barrick, recortou Microsoft e saiu de Fujitsu e Micron por valuation no pico de ciclo.
Aoris International Fund 2380 palavras
O Aoris International Fund (Classe A não-coberta, AUD) cedeu −2,6% no terceiro trimestre de 2025, 9,1 pontos percentuais aquém dos +6,5% do MSCI AC World ex-Austrália. Os detractores materiais foram Accenture (−18%, −1,4 pp), Jack Henry (−18%, −1,1 pp) e RELX (−12%, −0,8 pp), todos atingidos por receios de disrupção por IA. Stephen Arnold defende a tese contrarian: dados proprietários da RELX inacessíveis a modelos de IA de terceiros, e Accenture como beneficiária da reorganização corporativa em torno de IA. Amphenol foi o top contribuidor (+23%, +1,6 pp). Cerca de metade do retorno do índice veio de Tesla, Alphabet, Apple e NVIDIA, nenhuma no portefólio. Entradas: SAP e IHG. Saída: Copart.
Appalaches Capital — Core LO 3480 palavras
O Appalaches Core LO ganhou 7,0% líquidos no terceiro trimestre de 2025, contra 8,1% do S&P 500, 4,8% do equiponderado e 1,1% do índice SOFR, acumulando 14,4% no ano. Jake Keys dedica a carta à especulação: recorre às experiências de Thomas Zentall com pombos para defender que a preferência por apostas sub-óptimas é biológica e não apenas cultural, e conclui que a melhor decisão é não imitar os pombos. A carteira mantém doze empresas e caixa elevada. Saíram a Lam Research, por compressão do retorno prospectivo, e a CSX, penalizada pela fusão Union Pacific–Norfolk Southern; entrou a Canadian Pacific. A Progressive é a nova posição, exemplo de economias de escala partilhadas.
Ariel Focus Fund 1100 palavras
O Ariel Focus Fund avançou +20,76% no terceiro trimestre de 2025, ultrapassando largamente o Russell 1000 Value (+5,33%) e o S&P 500 (+8,12%) num trimestre marcado pelo primeiro corte de taxas da Fed do ano e por participação de mercado mais ampla. Os contributos positivos vieram de Resideo Technologies (REZI), Barrick Mining (B) e ZimVie (ZIMV). Mosaic (MOS), Prestige Consumer Healthcare (PBH) e Schlumberger (SLB) detraíram. Foram iniciadas três posições novas — Prestige Consumer Healthcare (PBH), Arthur J. Gallagher (AJG) e Fiserv (FI) — e fechadas três posições — ZimVie (ZIMV), Core Laboratories (CLB) e Bio-Rad Laboratories (BIO). Os gestores entram no quarto trimestre com posicionamento pró-cíclico, atentos a deslocações em pequenas capitalizações e cíclicas seleccionadas.
Ariel Fund 1180 palavras
O Ariel Fund avançou 12,39% no T3 2025, batendo o Russell 2500 Value (8,17%) embora aquém do Russell 2000 Value (12,60%). Acções norte-americanas progrediram materialmente, impulsionadas pelo primeiro corte de juros do Fed, lucros corporativos sólidos e participação alargada de mercado. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Resideo Technologies (REZI) e Paramount Skydance (PSKY), via fundamentais reforçados, beat trimestral e momento estratégico pós-fusão com Skydance. Top detractors: Mattel (MAT), Prestige Consumer Healthcare (PBH) e Manchester United (MANU), com calendário tarifário a afectar mix retalhista, recuo em eye care e correcção apesar de fundamentais sólidos. Zero iniciações e zero saídas no trimestre. Postura de entrada em T4 cautelosa mas pró-cíclica, com valor em small caps a captar selectividade bottom-up.
Ariel Global Fund 2050 palavras
Ariel Global Fund subiu 4,99% no T3 2025, abaixo do MSCI ACWI (+7,62%) e do MSCI ACWI Value (+6,13%); trailing 1 ano +15,46%, 5 anos +10,80% (anualizado), 10 anos +8,63% (anualizado). Selecção em IT e Consumer Staples contribuiu; Communication Services e Consumer Discretionary detraíram. Top contributors: First Solar, Intel e Murata. Detractors: Publicis, Fresenius e Sega Sammy. Iniciadas 12 posições — Murata, BT Group, FedEx, Humana, Informa, M&T, Minth, Roche (re-entrada), SUMCO, SEMCO, Syensqo e VT como cash alternative. Saídas por valuação: Michelin, Credicorp, AXA, Daimler Truck e Sanofi; saídas para oportunidades mais compelling: Beazley, Infineon, Owens Corning e Redeia. Tese central: dispersão internacional acima do underweight estrutural fora dos EUA.
Ariel Mid Cap Value Composite 1150 palavras
O Ariel Mid Cap Value Composite avançou +9,62% bruto (+9,47% líquido) no T3 2025, batendo o Russell Midcap Value (+6,18%) e o Russell Midcap (+5,33%). Acções norte-americanas avançaram materialmente, impulsionadas pelo primeiro corte de juros do Fed, lucros corporativos robustos e participação alargada de mercado. Top contributors: Resideo Technologies (REZI), Sphere Entertainment (SPHR) e Knowles Corporation (KN), via beats trimestrais, procura sólida por The Wizard of Oz e normalização de inventários no segmento Precision Devices. Top detractors: CarMax (KMX), Mattel (MAT) e Fiserv (FI), por provisões em perdas de empréstimos da era pandémica, desvios tarifários e preocupações com concorrência e abrandamento. Iniciada Prestige Consumer Healthcare (PBH); saídas em Goldman Sachs (GS) por excesso de capitalização e Paramount Skydance (PSKY) por realização de ganhos.
Ariel Small Cap Value Concentrated Composite 1450 palavras
O Ariel Small Cap Value Concentrated Composite avançou +15,08% bruto (+14,93% líquido) no T3 2025, superando o Russell 2000 Value Index (+12,60%) e o Russell 2000 Index (+12,39%). Acções norte-americanas avançaram materialmente, impulsionadas pelo primeiro corte de juros do Fed, lucros corporativos robustos e participação alargada de mercado. Top contributors: Resideo Technologies (REZI), Brink's Company (BCO) e Norwegian Cruise Line Holdings (NCLH), via beats trimestrais, revisões em alta de orientação e desalavancagem. Top detractors: Prestige Consumer Healthcare (PBH), Mattel (MAT) e OneSpaWorld Holdings (OSW), por resultados mistos e cautela em consumo discricionário. Iniciada Middleby Corporation (MIDD); saída em Kennametal (KMT) por oportunidades mais atractivas.
Ariel Small Cap Value Composite (Tax-Exempt) 1370 palavras
O Ariel Small Cap Value Tax-Exempt Composite avançou +12,80% bruto (+12,65% líquido) no T3 2025, em linha com o Russell 2000 Value (+12,60%) e o Russell 2000 (+12,39%). O trimestre foi impulsionado pelo primeiro corte de taxas da Fed do ano, crescimento robusto de resultados corporativos e alargamento da participação de mercado, com small caps a beneficiar de rotação para segmentos subavaliados. Top contributors: Resideo (REZI), Brink's (BCO) e Sphere Entertainment (SPHR). Top detractors: Prestige Consumer Healthcare (PBH), Mattel (MAT) e Kennametal (KMT). Sem novas posições; Zebra Technologies (ZBRA) foi saída por exceder o limite de capitalização. Postura final: disciplinada, paciente e ancorada em fundamentais bottom-up para capitalizar deslocações.
Aristotle Atlantic Core Equity Strategy 1480 palavras
O Aristotle Atlantic Core Equity Composite (net de comissões) registou +7,10% no terceiro trimestre de 2025, aquém do S&P 500 (+8,12%), com selecção de títulos em Financials e Consumer Staples a detrair e Information Technology e Real Estate a contribuir. Oracle e Adaptive Biotechnologies lideraram contribuintes; Darling Ingredients e Antero Resources detraíram. A gestora rotou portfolio com três compras — Dexcom, Constellation Energy e Baker Hughes — financiadas pela venda de Becton Dickinson, ServiceNow e Halliburton, todas alinhadas com tese estrutural de buildout de infraestrutura de IA e energia. A FOMC cortou taxas em 0,25% para 4,00%-4,25%. Perspectiva construtiva apoiada em ciclo tecnológico, descida de taxas e crescimento de lucros.
Aristotle Atlantic Large Cap Growth Strategy 1350 palavras
O Aristotle Atlantic Large Cap Growth Composite (net de comissões) registou +9,61% no terceiro trimestre de 2025, aquém do Russell 1000 Growth Index (+10,51%), com selecção de títulos em Information Technology e Consumer Discretionary a detrair e Health Care e Industrials a contribuir. Adaptive Biotechnologies, Oracle e KLA Corporation lideraram contribuintes; Tesla (underweight), Visa e Amazon detraíram. A gestora adicionou Coinbase Global e Shopify ao portfolio e vendeu Adobe perante pressão competitiva crescente de IA. A FOMC cortou 0,25% para 4,00%-4,25%. Perspectiva construtiva apoiada em ciclo tecnológico forte, descida de taxas e crescimento de lucros, com foco em secular tailwinds e product-driven cycles.
Aristotle Value Equity WM Composite 2100 palavras
O Value Equity WM Composite da Aristotle Capital registou +4,33% pure gross (+3,82% net) no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém dos +5,33% do Russell 1000® Value e dos +8,12% do S&P 500. A underperformance teve origem na selecção de títulos em Materials, Information Technology e Health Care, parcialmente compensada por contributos positivos em Consumer Discretionary, Industrials e Communication Services. Martin Marietta e Xcel Energy lideraram os contributos relativos; Corteva e Ameriprise Financial pesaram negativamente. A equipa iniciou posições em Synopsys e Wells Fargo, capitalizando a aquisição da ANSYS e o levantamento do asset cap. Tese ancora-se em fundamentais individuais e disciplina face a ruído macro.
Aristotle International Equity Fund 2400 palavras
O Aristotle International Equity Fund (Class I-2) registou retorno de +1,15% no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém dos +4,77% do MSCI EAFE Index e dos +6,89% do MSCI ACWI ex USA Index. A underperformance teve origem na selecção de títulos em industriais, materiais e consumer discretionary, parcialmente compensada por contributos positivos em financeiros e energia, e pela ausência de exposição a communication services. Regionalmente, Europa e Médio Oriente e Ásia detractaram, enquanto a exposição a mercados emergentes e Canadá contribuiu. Samsung Electronics e Credicorp lideraram os contributos relativos; MonotaRO, Accenture e Nemetschek pesaram negativamente. A equipa iniciou Wal-Mart de México, alinhada com o framework QVC da Aristotle.
Aristotle Small Cap Equity Fund 1240 palavras
O Aristotle Small Cap Equity Fund registou +3,16% no terceiro trimestre de 2025 (Class I-2), claramente abaixo do Russell 2000 Index (+12,39%). Russell 2000 atingiu primeiro all-time high desde Novembro 2021, impulsionado por corte de 25 pb da Fed em Setembro, GDP Q2 +3,8% e inflação manejável a 2,9%. Detractores principais: security selection em industrials, healthcare (não deter biotechnology) e IT (não deter quantum computing nem SaaS sem lucros), compensado parcialmente por selecção em consumer discretionary, underweight financials e overweight materials. Mercury Systems, Supernus Pharmaceuticals e Advanced Energy lideraram contributos; Haemonetics, Baldwin Insurance e James Hardie detraíram. A gestora iniciou sete novas posições (Columbia Banking, Dolby, Hilton Grand Vacations, James Hardie, Knight-Swift, ONE Gas, Range Resources) e liquidou sete (incluindo AZEK via aquisição James Hardie e Pacific Premier via Columbia). Valuations small-cap permanecem em mínimos multidecadais.
Aristotle Small/Mid Cap Equity Composite 1280 palavras
O Aristotle Small/Mid Cap Equity Composite registou +3,07% pure gross (+2,57% net) no terceiro trimestre de 2025, ficando significativamente aquém dos +9,00% do Russell 2500. A underperformance derivou da selecção em Health Care (combinação de stocks detidos com não deter biotechnology), Industrials e Materials, parcialmente compensada por Consumer Discretionary e overweights em Information Technology. Ciena e Alamos Gold lideraram contributos relativos; Haemonetics e MACOM Technology pesaram. A equipa abriu sete posições (Columbia Banking, Essential Utilities, Hilton Grand Vacations, James Hardie, Pinnacle West, Primo Brands, Service Corp) e liquidou seis — três via M&A (AZEK → JHX, Pacific Premier → COLB, ALLETE → consórcio PE). Perspectiva construtiva: valuations small/mid relativamente atractivas, tailwinds de desregulamentação, reshoring e M&A.
Arquitos Capital Management 1100 palavras
O Arquitos Capital, gerido por Steven Kiel, prossegue um ano excepcional com retorno de 66,8% líquido no acumulado até ao final do terceiro trimestre, contra 10,4% do Russell 2000. Kiel formaliza a adopção do Russell 2000 como benchmark primário, reconhecendo que small caps são a arena onde o fundo opera e que provavelmente baterão large caps na próxima década. As três posições centrais — Liquidia (LQDA), ENDI e Finch (FNCH) — continuam intactas, com Liquidia a beneficiar do launch excepcional do Yutrepia e a aguardar decisão da patente '327. ENDI composta via crescimento de AUM da CrossingBridge para $4,2 mil milhões e EBITDA run rate em aceleração. Finch aguarda decisão post-trial no caso Ferring. Bottom-up puro, sem articulação macro.
Artisan Mid Cap Fund 5019 palavras
O portefólio da Artisan Mid Cap entregou um retorno absoluto forte no terceiro trimestre de 2025, à frente do Russell Midcap por margem significativa. A saúde — a maior exposição sectorial da carteira — liderou, com a biotecnologia a beneficiar de resultados específicos das empresas. Argenx, Insmed e Lattice Semiconductor foram os contributos de topo; Wingstop, Spotify e Atlassian os travões. A equipa iniciou posições em Woodward, Teledyne Technologies e ServiceTitan, reforçou RBC Bearings, Reddit e Veracyte, e encerrou as campanhas em Atlassian, Dexcom e LPL Financial. Reduziu Arista Networks, Snowflake e Tyler Technologies por valorização. A saída da Palantir do Russell Midcap em finais de Junho deixou o índice com uma composição que a carta descreve como mais típica.
Artisan Mid Cap Value Fund 3304 palavras
O Artisan Mid Cap Value Fund (ARTQX) avançou 0,97% no terceiro trimestre de 2025 e ficou claramente atrás dos 6,18% do Russell Midcap Value Index, acumulando 0,19% no ano contra 9,50% do índice. A selecção de acções foi amplamente negativa nos vários sectores e a saúde concentrou três dos quatro maiores travões — Centene, Align Technology e Baxter International. Entre os principais contributos estiveram a nVent Electric, a Polaris e a ICON. A equipa iniciou posições na Constellation Brands, na Elevance Health e na Gartner, e vendeu a Centene e a Dollar General. A carteira transacciona a menos de 15 vezes os lucros previstos, com rendibilidade dos capitais próprios de 12,7% contra 11,1% do índice de referência.
Artisan Small Cap Fund 1640 palavras
O Artisan Small Cap Fund registou retorno absoluto sólido no Q3 2025 mas trailou ambos os índices small cap (ARTSX 8,69%; Russell 2000 Growth 12,19%; Russell 2000 12,39%), numa segunda quarter consecutiva de underperformance relativa num mercado liderado por stocks de menor qualidade. Top contributors: Lattice, Modine e Insmed; detractors fora do software: Twist Bioscience, MACOM e Wingstop. Software foi o maior driver de underperformance — exits de Confluent, Elastic, GitLab e Clearwater Analytics, com remaining holdings ancorados em franchises duráveis. Iniciaram Gardens em Cognex, Waystar e Ollie's Bargain Outlet; promoveram Loar, Installed Building Products e Madrigal ao Crop; encerraram Inspire Medical e Astera Labs. Russell 2000 atingiu novo máximo histórico, e equipa estima estar a meio do padrão pós-bear-market.
Artisan Value Fund 2600 palavras
O Artisan Value Fund (ARTLX) rendeu +0,83% no T3 2025, muito atrás do Russell 1000 Value Index (+5,33%), num trimestre em que o mercado premiou beta, crescimento de vendas elevado e qualidade baixa. A Alphabet foi o maior contribuidor, seguida das três compras do T2 — Lam Research, ASML e Thermo Fisher. O consumo básico pesou, com Kerry Group, Philip Morris e Diageo entre os detractores, e a Fiserv foi o maior detractor fora desse sector. A equipa comprou Accenture, Salesforce e Elevance Health, vendeu Cigna e saiu de Dollar General. O portfólio transacciona a 16x lucros FY1, mais de dois pontos abaixo do índice, com ROE de 14,2% contra 11,8%.
Atai Capital Management 1825 palavras
O Atai Capital Management, gerido por Brandon Daniel, registou +10,7% líquido no terceiro trimestre de 2025, batendo o S&P 500 (+8,1%) e o Russell 2000 (+12,4%) mas ficando atrás do Russell Microcap (+17,0%). Acumula +43,3% YTD e +24,9% anualizado desde a inception em Janeiro de 2023. Daniel articula em detalhe a tese de BK Technologies (BKTI), top contributor do trimestre — fabricante oligopolista de Land Mobile Radios em transformação sob o CEO John Suzuki, com margens brutas dos vintes baixos em 2022 para mais de 50% hoje e cenários quantificados a apontarem para $190-250 por acção contra os $65 actuais. Reafirma o cap de AUM em $50M e disciplina de cash perante mercados pouco férteis.
Ave Maria Growth Fund 580 palavras
O comentário do 3.º trimestre de 2025 do Ave Maria Growth Fund (AVEGX) reporta um retorno de 0,84% no trimestre, abaixo dos 8,12% do S&P 500 e dos 4,84% do S&P 500 Equal Weight. Os principais contribuidores foram NVIDIA, Rambus, O'Reilly Automotive, TSMC e Silicon Motion; do lado dos detratores destacaram-se Roper Technologies, Accenture, AptarGroup, Texas Instruments e SBA Communications. No trimestre, o gestor reduziu IQVIA, SBA Communications, Chemed, O'Reilly, Copart, Rambus e NVIDIA, reforçou BlackLine e Roper, e abriu três novas posições — Entegris, Shift4 Payments e Tower Semiconductor — alinhadas com a tese de exposição a semicondutores avançados, fotónica de silício e processamento de pagamentos.
Ave Maria Rising Dividend Fund 380 palavras
O comentário do 3.º trimestre de 2025 do Ave Maria Rising Dividend Fund (AVEDX) reporta um retorno de -0,48% no trimestre, abaixo do S&P 500 Dividend Aristocrats (2,97%) e do S&P 500 (8,12%). Os sectores com melhor desempenho foram Consumo Discricionário (+13,9%), liderado por TJX (+17,4%), Genuine Parts (+15,1%) e Lowe's (+13,9%), e Industriais (+8,9%), apoiados por L3Harris (+22,3%), Fastenal (+17,3%) e A.O. Smith (+12,5%). Em sentido inverso, Imobiliário recuou -17,3% pela única posição SBA Communications, Tecnologia caiu -12,0% (Accenture, Synopsys e Roper) e Materiais perderam -8,0% (Carlisle). Foi iniciada uma nova posição em AptarGroup, líder global em tecnologias de dispensação com presença sólida em soluções para administração de fármacos.
Ave Maria Value Fund 330 palavras
O comentário do 3.º trimestre de 2025 do Ave Maria Value Fund (AVEMX) reporta um retorno de 0,43% no trimestre, face a 5,55% do S&P MidCap 400 e 8,12% do S&P 500. A actividade da carteira foi mínima: sem liquidações e uma única nova posição — WaterBridge Infrastructure, fornecedora integrada de infra-estrutura de água com operações concentradas na Bacia do Permiano. No acumulado do ano, os principais contribuidores foram as royalties de metais preciosos (Wheaton +100% e Franco-Nevada +91%) e a distribuidora tecnológica TD SYNNEX (+51%); os maiores detratores foram Simply Good Foods, Haemonetics e Texas Pacific Land. O fundo detém 31 empresas com ênfase em royalties de terra, água e recursos naturais, materiais básicos e serviços financeiros.
Bailard Technology Strategy 1800 palavras
A Bailard Technology Strategy registou +9,36% líquido no T3 2025, ficando aquém do S&P North American Technology Index (+13,14%) e benchmarks de categoria (Morningstar US OE Tech +11,64%, Lipper Sci & Tech +11,19%). Os fundamentais do sector firmaram-se após o rebound amplo do T2, com investidores a focar-se em escalabilidade operacional, eficiência energética e maturidade económica do deployment de IA. Nvidia, AppLovin e Lam Research foram os top contributors; Fiserv, Intuit e Spotify os top detractors. A gestora afinou exposição em software (trim AdTech, reforço cibersegurança), expandiu infraestrutura software ligada a IA e iniciou posição em e-games. Mantém vigilância em valuations AI-expostas próximas de máximos históricos e em sectores sensíveis a política governamental.
Baird Chautauqua International and Global Growth Funds 2700 palavras
O Baird Chautauqua International Growth Fund subiu +5,23% em Q3 2025 (Investor Class, net), ficando 1,66 pp aquém do MSCI ACWI ex-U.S. (+6,89%); o Global Growth Fund avançou +6,79%, abaixo do MSCI ACWI (+7,62%). Os parceiros da Chautauqua atribuem a fraqueza relativa a selecção em information technology, financials e industrials — Constellation Software, Tata Consultancy e Adyen lideraram as detrações. Maiores contribuidores: Alibaba, BeOne Medicines e Genmab. Em Setembro a Fed iniciou o ciclo de cortes (4,00–4,25%) e os EUA formalizaram framework agreements com UE, Japão e Coreia (tarifa efectiva média 17%). Reforçaram Canadian Pacific, Genmab, Lululemon e Novo Nordisk; Greater China sobrepeso em ~19% Intl e ~13% Global.
Baron Discovery Fund 3100 palavras
O Baron Discovery Fund subiu 2,85% (Institutional Shares) no terceiro trimestre, ficando 9,34 pontos atrás do Russell 2000 Growth Index (+12,19%). A underperformance derivou de exposição factorial — a qualidade dos resultados teve o pior trimestre dos últimos 50 anos. Kratos, Mercury Systems e Karman lideraram contribuições (defesa), enquanto PAR Technology, Inspire Medical e Wingstop detraíram. A gestora evitou deliberadamente o cesto especulativo (SMR, quantum, eVTOL e meme stocks) que explicou 20% dos ganhos do índice apesar de pesar apenas 2,1%. Iniciaram posições em Primo Brands, Birkenstock e Netskope; saíram de CyberArk e Chart Industries via aquisições e trimaram Kratos e Montrose após runup.
Baron Durable Advantage Fund 3700 palavras
O Baron Durable Advantage Fund avançou 5,6% (Institutional Shares) no terceiro trimestre de 2025, abaixo dos 8,1% do S&P 500 — 59% do shortfall relativo vieram de não deter Tesla (+40%) e Apple (+24%). YTD em 13,6% vs 14,8% do índice. Alex Umansky compara o regime actual ao período 1996–1997 (não a Março 2000) — valuations bem mais racionais, Fed em modo de cortes, e líderes de plataforma com economics estruturalmente superiores. Alphabet, NVIDIA, TSMC e Broadcom contribuíram cada um mais de 100bps absolutos. Intuit, LPL e S&P Global maiores detractores no trimestre. Reduziu Thermo Fisher, Danaher, Texas Roadhouse e TransDigm. Top 10 representam 58,2% do fundo; 30 investimentos totais.
Baron Emerging Markets Fund 3850 palavras
O Baron Emerging Markets Fund subiu 10,89% (Institutional Shares) no T3 2025, acima do MSCI Emerging Markets Index (+10,64%) e abaixo do MSCI EM IMI Growth Index (+11,48%). No acumulado anual o fundo aprecia 31,79% vs 27,53% do benchmark. O início do ciclo de cortes da Fed e o ímpeto de investimento em data centers/GPUs para IA foram os catalisadores principais. Selecção sólida em China e Taiwan foi o maior contribuidor relativo; selecção adversa em Índia foi o maior detractor. TSMC, Alibaba e Tencent lideraram a contribuição absoluta. A gestora articula tese de superior desempenho sustentável de jurisdições não-norte-americanas e mantém convicção na Índia apesar do desempenho lateral do trimestre.
Baron Fifth Avenue Growth Fund 5400 palavras
O Baron Fifth Avenue Growth Fund avançou 5,72% (Institutional Shares) no terceiro trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 Growth Index (+10,51%) e do S&P 500 (+8,12%). YTD, +14,35% vs +17,24% R1KG. Stock selection em IT, Communication Services e Consumer Discretionary, juntamente com underweight de 17% aos Mag7 (que apreciaram 15,5% e absorveram 77% do ganho do R1KG), explicam o shortfall relativo. NVIDIA, Shopify, Tesla, Alphabet e TSMC contribuíram >90bps cada. A carta dedica grande parte a defender que a actual euforia de IA não é a bolha dot-com: Mag7 a ~32x P/E vs 104x dos internet beneficiaries em 2000, e Fed em ciclo de cortes em vez de subidas. Iniciou Figma; reforçou KKR, Alphabet, TSMC e CrowdStrike; saiu de GitLab e Mobileye.
Baron FinTech Fund (renomeado Baron Financials ETF a 12/12/2025) 1500 palavras
O Baron FinTech Fund cedeu 4,29% (NAV Institutional) no terceiro trimestre de 2025, ficando atrás do FactSet Global FinTech Index (-1,90%) e muito atrás do S&P 500 (+8,12%) num ambiente classificado como junk rally, em que stocks de high beta e high volatility bateram quality. Underperformance versus o benchmark explicada por selecção em Enterprise Software, Information Services e Tech-Enabled Financials, sob pressão de fears de AI disintermediation (FactSet, Intuit, Morningstar, Verisk). Robinhood, Interactive Brokers, Shopify, Nu e Houlihan Lokey lideraram contributors; Tradeweb, FactSet, Morningstar, Intuit e Fair Isaac detraíram. Capital One iniciada como nova posição (top net purchase). Saídas em Accenture, Globant e CI&T (Digital IT Services) por receio de IA em consulting/outsourced development.
Baron Focused Growth Fund 3850 palavras
O Baron Focused Growth Fund avançou 4,83% (Institutional Shares) no terceiro trimestre de 2025, mas ficou aquém do Russell 2500 Growth Index (+10,73%). Underperformance reflectiu receios em Consumer Discretionary economicamente sensíveis (Choice, Hyatt, Vail) e castigo de múltiplos em subscription/software por receios de IA (FactSet, Verisk, On Holding). Tesla (+40%, +281bps), SpaceX (+14,6%, +138bps), Interactive Brokers (+24,3%, +111bps), IDEXX (+19,1%, +94bps) e Shopify (+28,8%, +85bps) lideraram contribuição. A gestora mantém postura construtiva: 30 holdings, top 10 = 60,5% do NAV, valuations small/mid-cap a descontos vs large-cap apesar de growth superior, capital privado à margem aguardando queda de taxas para reactivar public-to-private.
Baron Health Care Fund 5500 palavras
O Baron Health Care Fund avançou 5,39% (Institutional Shares) no terceiro trimestre de 2025, batendo o Russell 3000 Health Care Index (+5,05%) em 34 pontos base, mas com underperformance materializada ano-a-data (-2,49% vs +2,36%). Selecção forte em biotecnologia (argenx +2,58pp e Insmed +1,29pp após aprovação de Brinsupri) e em health care services (RadNet +0,92pp) compensou drag de health care equipment (-160pb). Top contributors: argenx, Insmed, RadNet, Arcellx e AbbVie. Top detractors: Intuitive Surgical, Eli Lilly (Phase 3 de orforglipron decepcionante), Boston Scientific, Waters e Masimo. Saiu de Waters e Cooper Companies; abriu posições em AbbVie, UnitedHealth, Roivant, Cidara e Heartflow. O acordo Pfizer-Trump em fim de trimestre removeu overhang de pricing e tariffs.
Baron Opportunity Fund 3050 palavras
O Baron Opportunity Fund avançou 5,44% (Institutional Shares) no terceiro trimestre de 2025 mas ficou aquém do Russell 3000 Growth (+10,41%) e do S&P 500 (+8,12%). A underperformance foi stock-specific — Trade Desk (-74bps), Gartner (-52bps), Spotify (-50bps), PAR Technology (-35bps) e Atlassian (-31bps) detraíram, agravados pela non-ownership de Apple e Alphabet (43% do shortfall em IT, 37% em Communication Services). Top contribuidores foram NVIDIA (+213bps), Tesla (+178bps), Broadcom (+119bps), argenx (+66bps) e SpaceX (+65bps). A gestora reforça secular growth e AI como mega-tese, citando Jensen Huang ($3-4T AI infra spend até fim da década) e iniciando Arista Networks e Synopsys; sai de CyberArk via aquisição Palo Alto. 48 holdings, top 10 = 58,0% NAV, $1,8B AUM.
Baron Real Estate Fund 6800 palavras
O Baron Real Estate Fund subiu 10,25% no T3 2025 (Institutional Shares), superando o MSCI US REIT Index (+4,49%) e o MSCI USA IMI Extended Real Estate Index (+5,65%). YTD acumula 6,59% e os 15 anos desde inception entregam 13,30% anualizado. Jeffrey Kolitch articula tese de inflexão positiva: preocupações são "old news", supply nova colapsou, balanços sólidos, valuations descontadas vs mercado privado. Portefólio split 27,2% REITs / 71,0% non-REITs sobre seis temas de alta convicção (REITs, residencial, viagens, serviços CRE, asset managers alternativos, proptech). Adições novas T3: Iron Mountain, AAON, Floor & Decor. Trims: CoStar, Vornado, Welltower; saída: Independence Realty Trust. Fed inicia easing — catalyst potencial para retornos double-digit sustentáveis nos próximos anos.
Baron Small Cap Fund 2400 palavras
O Baron Small Cap Fund subiu 0,54% (Institutional Shares) no terceiro trimestre de 2025, ficando 11,65pp atrás do Russell 2000 Growth Index (+12,19%) e arrastando o underperformance YTD para 10,74pp. Cliff Greenberg descreve o rally como junk: small-caps de baixa qualidade, microcaps, quantum computing, small modular reactors e eVTOL lideraram, com qualidade de lucros a registar os piores três meses relativos de sempre. Kratos Defense (+198bps), Vertiv, Red Rock Resorts, Cognex e Installed Building Products lideraram contributors; Gartner (-155bps), Baldwin Insurance, Kinsale, PAR Technology e Intapp detraíram. Cinco novas posições (Legence IPO, Novanta, Accelerant, Integer, PAR), duas takeouts (Chart Industries, Dayforce). Perspectiva construtiva: Fed em ciclo de cortes (25bps em Setembro) e rotação esperada para Quality Growth.
Baron Technology Fund (renomeado Baron Technology ETF a 12/12/2025) 3100 palavras
O Baron Technology Fund subiu 5,89% (Institutional Shares) no terceiro trimestre, mas ficou atrás do MSCI ACWI Information Technology Index (+12,76%), do Invesco QQQ (+8,94%) e do S&P 500 (+8,12%). Em year-to-date, o fundo acumula 18,25% versus 22,83% do benchmark. O gap relativo derivou de stock selection — sobretudo posições fora de Information Technology (Spotify, Amazon, Duolingo) e underweight em Apple. Lippert e Mehra abriram posições em Lumentum, Coherent, AAON e Eternal; re-estabeleceram Arista Networks; reforçaram Tesla, TSMC e NVIDIA. Saíram CyberArk (acquired by Palo Alto), Reddit (valuation) e outras smaller positions. Top 10 concentram 59,1% NAV em 46 nomes; Semiconductors são 37,3% do fundo. Tese AI dominante.
BBH Select Series – Mid Cap Fund 3580 palavras
O BBH Select Series – Mid Cap Fund recuou 0,93% no terceiro trimestre de 2025 contra subida de 5,33% do Russell Midcap; no ano até Setembro, o fundo recuou 1,84% face a uma alta de 10,42% do Índice. A gestora descreve uma aceleração do rally de baixa qualidade desde finais de 2024, alimentado por entusiasmo em torno da inteligência artificial, regime regulatório mais permissivo e estímulo monetário e fiscal. Arista Networks e Advanced Drainage Systems lideraram contribuições positivas; Shift4 Payments, Globant e Bruker detraíram, com saída completa em Globant e Bruker. ITT e BJ's foram iniciações; saída adicional em Bright Horizons. No fecho, 27 posições com top 10 a 47,8% e price-to-intrinsic value a 85%.
Black Bear Value Fund 2150 palavras
O Black Bear Value Fund cedeu -1,0% no terceiro trimestre e -12,7% no acumulado de 2025, contra +8,1% e +14,8% do S&P 500. Adam Schwartz reconhece que o livro curto foi o principal lastro do ano (-12+% nos shorts de acções), enquanto os longs subiram apenas cerca de +2%. O gestor mantém posicionamento contrarian em cinco apostas concentradas Builders FirstSource, Flagstar Financial, Lanxess, Tidewater e Warrior Met Coal, todas em indústrias descritas como bumping along the bottom com tailwinds estruturais. A tese central é que a AI-mania alimenta empresas delusionais (delulu), e que paciência sobre activos com más notícias precificadas vai pagar quando o sentimento normalizar.
BlackRock Science and Technology Term Trust 1750 palavras
O BlackRock Science and Technology Term Trust (BSTZ) registou +11,6% em NAV e +10,1% em market price no terceiro trimestre de 2025, abaixo do MSCI Custom ACWI SMID Growth IT Call Overwrite Index (+15,2%). Databricks, AppLovin e Nvidia lideraram a contribuição para retornos relativos, suportadas por funding round de mil milhões de USD da Databricks, inclusão da AppLovin no S&P 500 e revenue recorde da Nvidia em data center. SambaNova, Trumid e Sandisk detraíram. A 30/9/2025 a alocação a private equity era 36,2% do NAV (526 milhões de USD em 20 empresas). A gestora reposiciona o portfolio para hardware AI, semicondutores, networking, humanoid robotics e agentes de customer service, e mantém visão construtiva sobre o ciclo de capex de IA impulsionado por GPUs Blackwell e iniciativas soberanas. A Trust removerá a estratégia de options writing efectiva 10/11/2025.
Blue Tower Asset Management, LLC 1520 palavras
O Blue Tower Global Value, gerido por Andrew Oskoui, registou +6,02% líquido no Q3 2025 e +35,31% nos primeiros nove meses do ano, ficando ligeiramente atrás do ACWI e interrompendo quatro trimestres consecutivos de superação. Georgia Capital (CGEO) voltou a ser o maior contribuidor e passou a maior posição da estratégia. O grosso da carta é macro: Oskoui descreve a erosão do dólar como activo de reserva, com sanções, tarifas e défices a empurrarem bancos centrais para o ouro, e argumenta que a dívida ocidental — 119% do PIB nos EUA — já trava o crescimento. Conclui com o prémio de avaliação americano: MSCI USA a 23,25x lucros futuros contra 14,95x no resto do mundo.
Brandes Small Cap Value Fund 2192 palavras
O Brandes Small Cap Value Fund subiu 11,16% na Classe I no terceiro trimestre de 2025, aquém do Russell 2000 (12,39%) e do Russell 2000 Value (12,60%), mantendo vantagem no acumulado do ano (16,57% contra 10,39%). A saúde liderou os contributos, com Elanco, Phibro, Premier e Avadel, e o comité alienou integralmente Phibro e Premier depois de as cotações convergirem para as estimativas de valor intrínseco. Os detractores concentraram-se em industriais, com Kennametal, Hurco, UniFirst e Orion Group, tendo o comité reforçado Kennametal e UniFirst na fraqueza. Entraram Prestige Consumer Healthcare, Globant e Sonoco; saiu a Embraer. A carteira mantém sobrepeso em industriais e subpeso em financeiras, tecnologia e imobiliário.
Brasada Capital Management 1850 palavras
Ed Zhang, da Brasada Capital Management, abre o T3 2025 com um quadro de equities perto de máximos apesar das tarifas mais altas desde 1933 e da correcção de 22% do S&P 500 no início do ano. O corte da Fed de 17 de Setembro para 4,00%–4,25% e a desinflação contida (CPI 2,9%) sustentam o cenário, mas o gestor avisa que com forward P/E em 22–22,5x a expansão de múltiplos é limitada e o próximo movimento depende de lucros. A tese central do trimestre é o risco de bolha em capex de IA, com Oracle/OpenAI a marcar inflexão para financiamento alavancado, sinal clássico de fase tardia. A carta detalha duas posições da estratégia Equity Income — Ferguson (FERG) e Broadcom (AVGO).
Bretton Fund 580 palavras
O Bretton Fund subiu 8,21% no terceiro trimestre de 2025 face a 8,12% do S&P 500, ligeira outperformance num trimestre dominado pela acção antitrust contra a Alphabet. O juiz federal manteve o core search business intacto e a Alphabet adicionou 3,1% ao fundo. A UnitedHealth recuperou após o tombo de 60% e os gestores aumentaram posição, com optimismo do novo CEO e a Berkshire a iniciar posição. AutoZone e TJX contribuíram com resultados retalho fortes. A Progressive foi o principal detractor (-0,5%) com antecipação de cortes de taxas. Saiu Union Pacific após quase 15 anos com IRR de 13%, motivado pela aquisição diluitiva da Norfolk Southern. Carteira de 19 posições e 1,54% em cash.
Bristlemoon Global Fund 4800 palavras
O Bristlemoon Global Fund registou +5,0% no trimestre de Setembro de 2025, com Setembro a contribuir +5,6% e o cumulativo desde inception (15 meses) em +19,3%. Em Setembro, os principais contributors foram AppLovin, ASML e Alphabet; os detractors foram PAR Technology, Salesforce e Hemnet. George Hadjia detalha quatro teses centrais: a entrada em ASML como monopólio da indústria de semicondutores adquirido a sub-25x P/E forward, a reabilitação de Alphabet como vencedor de IA via AI Overviews e vantagem de TCO no TPU, a iniciação em Synopsys após colapso de 36% pós-resultados FQ3, e a defesa aprofundada de PAR Technology após drawdown de 44% — todas leituras de qualidade subapreciada onde narrativas bearish criam pontos de entrada.
Bristol Gate Capital Partners US Equity Strategy 1450 palavras
Bristol Gate apresenta na carta T3 2025 um trimestre desafiante: a estratégia não participou no rali do S&P 500 por falta de exposição à dominância AI/TMT e aos tailwinds sectoriais value após o corte de 25 bps da Fed em Setembro. JP Morgan identifica 41 empresas que entregaram 75% do retorno do índice desde o lançamento do ChatGPT em 2022. Apesar da underperformance, as gestoras destacam crescimento de dividendos do portefólio de 15% LTM. Contributors absolutos: Broadcom, Thermo Fisher e GE Aerospace. Detractors: Carrier, Accenture e Intuit. Após o fim do trimestre construíram posição em Amphenol e saíram de Marsh & McLennan.
Brown Advisory Large-Cap Growth Strategy 1500 palavras
A Brown Advisory Large-Cap Growth Strategy registou −0,91% no terceiro trimestre de 2025 (composite gross), aquém do Russell 1000 Growth Index (+10,51%) num trimestre dominado pela narrativa de IA e pela concentração extrema do índice — Magnificent Seven contribuiu 8,1 pontos dos 10,5% do retorno do benchmark. A gestora articula exposição a IA em três círculos concêntricos (semicondutores, hyperscalers, ecossistema) e mantém disciplina face à perseguição de momentum. Alphabet, NVIDIA, West Pharmaceutical, Cadence e Marvell lideraram contribuições; Trade Desk, Intuitive Surgical, Intuit, Netflix e Fair Isaac detraíram. Uma rotação no trimestre: iniciou Samsara, saiu de Workday. A estratégia superou o índice em 60 dos 80 dias de declínio do Russell 1000 Growth, atestando resiliência em mercados adversos.
Brown Advisory Mid-Cap Growth Strategy 1700 palavras
A Brown Advisory Mid-Cap Growth Strategy retornou 2,30% gross no terceiro trimestre de 2025 (composite gross), ligeiramente abaixo do Russell Midcap Growth Index (+2,78%) num ambiente risk-on com S&P 500 em máximos históricos, Russell 2000 Growth +12% e o índice benchmark a subir cerca de 13% YTD. Figma (IPO trimmed após +157%), Comfort Systems, Alnylam, West Pharmaceutical e Roblox lideraram contribuições; DexCom, The Trade Desk, OneStream, Chipotle e Verisk detraíram. A gestora iniciou cinco posições — Cardinal Health, Carvana, DraftKings, Netskope e Parsons — saiu de Zscaler (valorização) e MongoDB (fundamentos), e trimou FIX/VST/VRT/PSTG/NET/ MPWR em capex-IA sobre força. Portfolio termina com 61 nomes.
Burke Wealth Management Focused Growth Composite 3700 palavras
Trimestre frustrante, sem rodeios: a Focused Growth recuou 0,9% enquanto o S&P 500 subia 8,1%, apesar de crescimento de receitas e EPS de 19% e 21% no portfolio. Ken Burke dedica a carta às controvérsias que dominam cada acção: contra o consenso, defende que ServiceNow e Salesforce serão parceiros críticos da Fortune 2000 na era da IA — renovações de 98% e baixos 90% não mostram êxodo de clientes. No cabo, admite ter respondido à pergunta errada: a Charter foi vendida para financiar 3% em Micron, aposta na memória HBM a caminho do Vera Rubin. ASML e BWX Technologies lideraram os contributos; com as regras comerciais e fiscais definidas, vê um ambiente pró-crescimento para acções.
Carillon Eagle Growth & Income Fund 1680 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund navega T3 2025 num enquadramento de S&P 500 a +7,8% no trimestre e +13,7% no ano, marcado pelo primeiro corte de taxas da Fed em Setembro e por renovada estreiteza de mercado, com Magnificent Seven a subir mais de 17% contra apenas 4,3% do Equal-Weight Index. A equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) destaca Corning, Oracle, Broadcom, AbbVie e Lam Research como contribuintes principais centrados na tese de infraestrutura de IA; Accenture, Carrier, Abbott Laboratories, Coca-Cola e Mondelez detraíram. A gestora realizou lucros e reduziu exposição a IA para nível neutro, vendo o mercado fortemente amarrado ao único catalisador de capex de IA. Avisa que tarifas começam a manifestar-se nos resultados e que government shutdown poderá pesar.
Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund 2200 palavras
O Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund regista um T3 2025 em que o Russell Midcap Growth subiu 2,78% mas ficou atrás do Russell Midcap Value (+6,16%), perdendo momentum após um T2 forte. A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Monolithic Power, Wynn Resorts, Alnylam, Insmed e MongoDB como top contributors; Trade Desk, Axon, Wingstop, Fair Isaac e Dexcom detraíram. A gestora vê base case construtivo até final do ano: ciclo de capex de IA intacto, prospecto de novos cortes da Fed e evidência limitada de inflação por tarifas. Aeroespacial, gás natural, AI adopters e healthcare U.S.-centric concentram convicção. Frothier pockets em AI infrastructure sinalizam vulnerabilidade tactical.
Carillon Eagle Small Cap Growth Fund 2510 palavras
O Carillon Eagle Small Cap Growth Fund prolonga em T3 2025 o rally iniciado nos mínimos de Abril, com Russell 2000 Growth a subir 12,19%, ligeiramente abaixo do Russell 2000 Value (+12,60%). A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) atribui o avanço a três drivers: aceleração do capex de IA, ausência de inflação por tarifas e corte de taxas da Reserva Federal. Rambus, Impinj, Perimeter Solutions, Zurn Elkay Water Solutions e Powell Industries lideraram; Shake Shack, Monday.com, BellRing Brands, Lantheus e Merit Medical detraíram. A gestora alerta para outperformance de lower-quality stocks como vulnerabilidade e prefere AI adopters em vez de AI infrastructure. Cyclicals favorecidos: natural gas, AI data center buildout, aerospace OE inflection e reshoring.
Carillon Scout Mid Cap Fund 2700 palavras
O Carillon Scout Mid Cap Fund encerra o T3 de 2025 com Russell Midcap Index positivo, suportado por resultados corporativos, capex de IA e antecipação de cortes da Fed. A equipa (Derek Smashey, John Indellicate, Jason Votruba, Eric Chenoweth) destaca AppLovin, Ciena, MongoDB, Celestica e Rambus como top contributors; Centene, Gartner, EQT, Kirby e ATI detraíram. A gestora vê oportunidades risk-adjusted balanceadas para midcaps após T3 forte, com mercado a não precificar muito risco. Antecipa broader market participation se Fed continuar a cortar e economia mantiver footing sólido. Temas: infraestrutura de IA, semicondutores com data centers e robotics, aerospace OE em early innings, infraestrutura doméstica energética, commodities suportadas por inflação e geopolítica, consumer tariff-immune e value proposition.
Cedar Creek Partners, LLC 2200 palavras
O Cedar Creek Partners subiu 9,9% líquido no terceiro trimestre de 2025, com YTD em 26,5% batendo todos os índices que monitoriza. Tim Eriksen sublinha que as posições do fundo transaccionavam a 7,7x resultados estimados para o ano seguinte e a 6,2x líquidos de caixa, com book value ponderado de 1,2 e ROE esperado de 15,4%. Saída de PharmChem a 3,75 USD via buyout e Citizens Bancshares elevou caixa de 3% para 17%. Exposição expert market subiu para 41% do fundo. Posição em PHI Group reforçada para aproximadamente 8% no intervalo 27-28 USD. ENDI Corp valorizou de 15,65 USD para 17,55 USD com AUM da CrossingBridge a ultrapassar 4,2 mil milhões USD.
ClearBridge Dividend Strategy 1280 palavras
A ClearBridge Dividend Strategy ficou aquém do S&P 500 no T3 2025, penalizada pela subponderação significativa em IT (14,5% vs 35,0% do índice) num trimestre em que o entusiasmo em torno da IA continuou a empurrar o sector tecnológico para máximos. Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld mantêm cautela face à concentração extrema — IT acima de 30% do mercado e top 10 representam mais de 40% do S&P 500. As exposições nucleares à IA na carteira (Broadcom, Oracle, TE Connectivity) compensaram parcialmente. Iniciaram Marsh & McLennan e Old Dominion Freight Line; reforçaram Union Pacific; reduziram Oracle, Travelers, UnitedHealth e Diageo. A tese dominante mantém-se: crescimento de dividendos como protecção contra tarifas, dólar fraco e inflação persistente.
ClearBridge Growth Strategy 1500 palavras
A ClearBridge Growth Strategy superou o Russell Midcap Growth Index (+2,8%) no terceiro trimestre de 2025, marcando o segundo trimestre consecutivo de outperformance. Os gestores Evan Bauman, Aram Green e Amanda Leithe destacaram contribuições amplas: AI (Broadcom, Palantir), cripto (Robinhood), defesa global (L3Harris) e premium content (TKO com deal Paramount/UFC). Detractors: Vertex Pharmaceuticals, Chipotle, HubSpot, underweight a Roblox e ausência de Astera Labs. Quatro iniciações: On Holding, Roblox, Natera e XPO; saídas de UnitedHealth e Accenture; closes em Paylocity e Ultragenyx. Fed cortou 25 bps em Setembro e sinalizou easing adicional. Postura balanceada — captar idiosyncratic upside enquanto fornece downside protection em volatilidade.
ClearBridge Mid Cap Growth Strategy 1150 palavras
A ClearBridge Mid Cap Growth Strategy superou o seu benchmark Russell Midcap Growth (+2,8%) no terceiro trimestre de 2025, com selecção em IT, consumer staples e saúde a sobrepor-se a detractors em consumer discretionary e financials. AppLovin destacou-se em IT com tracção do lançamento de e-commerce no T4 e capacidades AI demand generation best-in-class; Monolithic Power contribuiu via execução idiosincrática em supply chain de AI. Iniciações em Roblox (gaming + AI) e APi Group (serviços industriais); saídas em Corpay, Deckers Outdoor, Keysight Technologies, Trade Desk e IDEX. Top contributors: AppLovin, United Rentals, PFGC, Baker Hughes. Top detractors: Chipotle, Monday.com, Roblox, Tradeweb Markets.
ClearBridge Mid Cap Strategy 1180 palavras
A ClearBridge Mid Cap Strategy superou o seu benchmark Russell Midcap no terceiro trimestre de 2025, com Russell Midcap a entregar +5,3%. Os gestores Brian Angerame e Matthew Lilling destacam selecção em consumer staples (PFGC, Casey's General Stores) e saúde (Argenx, Alnylam, ICON) como motores da superação do índice, com IT e industriais como maiores contributors absolutos. Seis novas iniciações — QXO, Bio-Techne, Axon Enterprise, UMB Financial, BJ's e Jones Lang LaSalle — e cinco saídas, incluindo ATS Corporation, Eastman Chemical, Avantor, Ultragenyx e U.S. Bancorp. Top contributors: AppLovin, Resideo, PFGC, Argenx e Expedia. Top detractors: WillScot, Light & Wonder, Dynatrace, EQT e DraftKings.
ClearBridge Small Cap Growth Strategy 1280 palavras
A ClearBridge Small Cap Growth Strategy, gerida por Jeffrey Bailin e Aram Green, ficou aquém do Russell 2000 Growth Index no terceiro trimestre de 2025 (benchmark +12,2%) num rali concentrado em constituintes de baixa qualidade — lowest ROE quintile +22%, non-earners +23% — que produziu o pior período semestral em 25 anos para gestores activos de small cap growth. Selecção forte em industriais (FTAI, Karman, BWX, Bloom Energy via deal data center com Oracle) e saúde (Insmed, Mirum, Rhythm) foi compensada por fraqueza em IT (Klaviyo) e consumer discretionary (Dutch Bros, Wingstop, Shift4). Os gestores adicionaram sete novas posições — Karman, Kratos, Avidity, CG Oncology, Credo, Rigetti e Cellebrite — e saíram de doze, incluindo duas via aquisição (Blueprint Medicines e Integral Ad Science).
Columbia Global Technology Growth Fund 1750 palavras
O Columbia Global Technology Growth Fund (Classe Institucional) registou +12,06% no terceiro trimestre de 2025, aquém do S&P Global 1200 Information Technology Index (+12,82%) num trimestre suportado por resultados sólidos, entusiasmo em IA e expectativas renovadas de cortes da Fed após comentários dovish em Agosto. Todos os subsectores tecnológicos geraram retornos absolutos positivos, mas o software detraiu em termos relativos por diferenças em sizing. NVIDIA (+2,84%), Broadcom (+1,74%), Apple (+1,71%), Alphabet (+1,13%) e Lam Research (+1,09%) lideraram contribuições; Netflix, Intuit, ServiceNow, Accenture e Salesforce detraíram. Astera Labs mais que duplicou; Robinhood entrou no S&P 500. A gestora identifica tarifas e potencial slowdown em capex de IA como riscos principais para 2026.
Conestoga Capital Advisors — Small Cap Growth Composite 3900 palavras
O Conestoga Small Cap Composite registou −1,36% líquido no terceiro trimestre de 2025, face a +12,19% do Russell 2000 Growth, com o YTD em −8,40% versus +11,65% do índice. A subperformance reflecte um rali estreito e de baixa qualidade desde o fundo do mercado a 8 de Abril: as vinte melhores acções representam 78% dos ganhos do índice no ano. Acções não rentáveis bateram as rentáveis em 1600 pontos base; quintil de maior beta superou o mais baixo em 1980 pontos base. Mercury Systems e Helios Technologies foram top contributors; Casella, Novanta, Vertex, Descartes e SPS Commerce os principais detractores. Iniciaram Mirion Technologies; saíram de Simulations Plus. Mantêm convicção em qualidade conservadora e perspectiva positiva para small caps.
Conestoga Capital Advisors — Micro Cap Growth Composite 2061 palavras
O Micro Cap Composite da Conestoga subiu 11,67% líquido no 3T 2025, contra 19,93% do Russell Microcap Growth, e fecha o acumulado do ano em 18,50%. A casa nota que retornos trimestrais do índice acima de 20% são historicamente raros e que a liderança coube aos títulos mais pequenos, ilíquidos e de menor qualidade: os de beta mais elevado subiram 113% e os não rentáveis, mais de 40% do índice, mais de 31%. Os Industriais foram a principal fonte de alfa, com a Planet Labs a render mais de 112%. A Saúde foi o maior travão, com a biotecnologia a liderar o índice. Comprou a Climb Global Solutions e vendeu a Simulations Plus e a Olo.
Conestoga Capital Advisors — Mid Cap Growth Composite 3293 palavras
O Mid Cap Composite da Conestoga recuou 3,22% líquido no 3T 2025, contra uma subida de 2,78% do Russell Midcap Growth, e fecha o acumulado do ano em 1,09%. O rali iniciado a 8 de Abril prolongou-se com liderança de títulos sem lucros e de beta elevado: os dez maiores contribuidores explicaram 130% do retorno do índice, quase todos fora do universo investível da casa e muitos ligados a infra-estrutura de inteligência artificial. A Tecnologia foi o maior travão relativo, com o sobrepeso em software e a ausência de semicondutores a penalizarem a Fortinet, a Tyler Technologies e a Roper. A Verisk Analytics foi o pior título da carteira; a West Pharmaceutical e a IDEXX foram os melhores. Não houve compras no trimestre e saiu a FactSet.
Conestoga Capital Advisors — SMid Cap Growth Composite 3525 palavras
O Conestoga SMid Cap Composite recuou -1,05% líquido no terceiro trimestre de 2025, muito atrás dos +10,7% do Russell 2500 Growth. A liderança do índice foi estreita e de baixa qualidade: as vinte melhores acções valeram 82% do retorno total e as empresas não rentáveis subiram 25%, mais do que triplicando o retorno das rentáveis. A Tecnologia foi o maior travão, pela ausência de semicondutores e de equipamento informático e pela fraqueza de SPS Commerce, Q2 Holdings e Tyler Technologies. Mercury Systems e EVI Industries lideraram os ganhos em Industriais. Não houve compras novas nem vendas completas: a casa reforçou posições em três ocasiões e reduziu em três.
Contrarius Global Equity Fund 2400 palavras
No T3 2025, o Contrarius Global Equity Fund (Investor Class) entregou 30,9% em USD face a 7,3% do MSCI World Index e 5,5% da média de fundos globais; a 12 meses, retornou 52,3% contra 17,2% do benchmark. Os três maiores holdings — Tesla, Warner Bros. Discovery e Paramount Skydance — continuam centrais à tese, com Tesla recortada quando excede 10% do fundo por apreciação de mercado. A carta dedica espaço ao tema biotecnologia, com posições em CRISPR Therapeutics, Intellia e Beam Therapeutics, sustentadas na convicção de que o gene editing oferece tratamentos one-and-done. O gestor enquadra a IA como ‘1997, e não 1995’.
Cooper Investors Global Equities Fund (Unhedged) 1750 palavras
A Cooper Investors Global Equities (Unhedged) registou retorno plano no terceiro trimestre de 2025 mas acumula uma valorização de 18,0% pós-comissões em janela de 12 meses, num período em que o portefólio diverge materialmente do benchmark. Scout 24 e TKO Holdings foram os principais contribuidores; GE Healthcare e B&M European Value Retail os maiores detractores, ambas posições agora encerradas. As gestoras apresentam o CME Group como Stock in Focus — uma royalty quase monopolista sobre especulação e hedging com 68% de margem operacional e quotas superiores a 90% nas classes-chave. O mandato foi revisto para 25-50 posições; o portefólio detém actualmente 28 holdings.
Crossroads Capital Investment Partners, LP 3489 palavras
A Crossroads Capital encerrou o terceiro trimestre de 2025 com +6,4% líquido (+7,5% bruto), levando o retorno YTD para +34,1% líquido e o desde inception para 17,3% anualizado líquido contra 8,7% do Russell 2000 Value. O gestor articula a evolução do mercado para um regime de antifragilidade — sistemas que não apenas resistem ao stress mas crescem com ele — e celebra o primeiro corte de 25 bps do Fed desde Dezembro de 2024 como catalisador do bid em small caps. Os principais contribuidores foram Nebius (+6,84% gross, acordo Microsoft de US$19+ mil milhões), FTAI (+3,11%) e uma posição não disclosed; detractores Nintendo (-3,09%) e Magnite. Iniciou nova posição em B2B software de aerospace e defesa.
Curreen Capital Partners LP 720 palavras
O Curreen Capital Partners registou +9,01% no terceiro trimestre de 2025 e +18,53% no acumulado do ano, contra +8,12% e +14,83% do S&P 500. Christian Ryther articula duas decisões de capital: venda de Enhabit a 7,69 USD após proposta da CMS de cortes mais agressivos às reembolsos Medicare home health, e redução de Credit Acceptance para financiar nova entrada em Kontoor a 72,54 USD — spinoff de VF Corp em 2019 a executar o playbook adquirir-marca +reduzir-dívida via aquisição da Helly Hansen. Iniciou também Computacenter, Fortrea, VF Corp, 4imprint, Thinkific e Pluxee. Reforçou GetBusy após forecast de aceleração material no SmartVault e compras de insiders.
Deep Sail Capital Partners LP 3731 palavras
O Deep Sail Capital Partners (gestor Sean) registou +5,8% líquidos no terceiro trimestre de 2025 e +18,1% YTD, superando o Russell 2000 Growth no trimestre mas perdendo para o Russell 2000 Index. O long portfolio impulsionou todo o desempenho, com destaque para Kraken Robotics e Clearpoint Neuro. A carta articula uma tese central de bolha especulativa — "Clearly in bubble territory" — com investidores em modo euphoria e duration longa a disparar centenas de pontos percentuais. O short book pagou um drag de 14,6%. Posição nova destacada: deep dive em Hydreight Technologies (NURS.V), plataforma vertical de telehealth com VSDHOne em rampa explosiva.
Diamond Hill Large Cap Fund 1396 palavras
A Diamond Hill Large Cap Fund recuou ligeiramente no T3 2025 (Class I -0,09%) contra +5,33% do Russell 1000 Value, com fraqueza relativa concentrada em tecnologia de informação e consumer discretionary. Austin Hawley e Brian Fontanella mantêm postura cautelosa face ao rally AI-driven, com valuations acima da média histórica e referem potencial bolha cujo desfecho só o tempo dirá. Top contributors: General Motors, Martin Marietta Materials, L3Harris Technologies, Caterpillar e Sysco. Top detractors: CarMax, lululemon, AIG, Colgate-Palmolive e Texas Instruments. Quatro novas posições iniciadas — FedEx, Thermo Fisher Scientific, Zoetis e Equitable Holdings — financiadas em parte por saídas em lululemon e Target. Gestores antecipam retornos abaixo da média histórica nos próximos cinco anos.
Diamond Hill Mid Cap Strategy 1500 palavras
A Diamond Hill Mid Cap Strategy gerou 4,49% líquido no T3 2025 contra 5,33% do Russell Midcap, com selecção em real estate e saúde como detractors relativos e industriais e financeiras como tailwinds. Os gestores Chris Welch e Anthony Philipp mantêm disciplina de valuation num backdrop AI-driven crescentemente euforicо, sinalizando cautela face a expectativas de retornos forward. Top contributors: Mr. Cooper, Ciena, Red Rock Resorts, WESCO, Huntington Ingalls. Detractors: AIG, CarMax, GoDaddy, Freeport-McMoRan, Fidelity National Information Services (exited). Quatro novas posições — Toro Company, Equitable Holdings, Cooper Companies e Revvity — financiadas em parte por saídas em FIS, Enovis e Envista Holdings.
Diamond Hill Select Fund 1238 palavras
A Diamond Hill Select Fund avançou +4,98% no T3 2025 (Class I DHLTX) contra +8,18% do Russell 3000 Index, com tecnologia e consumer discretionary a posarem headwinds relativos e industriais e financials como fontes de força. Austin Hawley e Rick Snowdon mantêm postura cautelosa face ao rally AI-driven, articulando explicitamente uma potencial bolha cujo desfecho só o tempo dirá. Top contributors: Mr. Cooper Group, Huntington Ingalls Industries, Cimpress, Red Rock Resorts e Coherent. Top detractors: American International Group, CarMax, Salesforce, Antero Resources e SBA Communications. Quatro novas posições iniciadas — Colgate-Palmolive, Berkshire Hathaway, Zoetis e Adobe — financiadas em parte por saídas em Pfizer e lululemon. Gestores antecipam retornos abaixo da média histórica nos próximos cinco anos.
Diamond Hill Small Cap Strategy 1100 palavras
A Diamond Hill Small Cap Strategy gerou 7,93% líquido no T3 2025 contra 12,39% do Russell 2000, com o rally desproporcional em lower-quality, distressed e non-earners de longa duração — áreas que a estratégia evita por filtros qualitativos — a explicar a underperformance relativa. O gestor Aaron Monroe mantém disciplina de valuation, sinalizando conforto em trailing nesse tipo de move. Top contributors: Mr. Cooper, Centrus Energy, Red Rock Resorts, US Lime & Minerals e Ducommun. Detractors: FTAI Infrastructure, Mesa Labs, Triumph Financial, Orion e Ryman Hospitality. Uma única nova posição — Hurco Companies — com 50%+ exposure a Europa e tese de defesa/industrial europeu. Zero exits.
FAM Funds (Fenimore Asset Management) 2900 palavras
A Fenimore Asset Management publicou comentário trimestral cobrindo as três estratégias no encerramento do T3 2025: FAM Value (+1,43%), FAM Dividend Focus (-0,68%) e FAM Small Cap (-5,05%) — todas ficaram aquém dos benchmarks Russell Midcap (+5,33%) e Russell 2000 (+12,39%). Os gestores caracterizam o trimestre como dominado por especulação risk-on em torno de IA e expectativas de cortes adicionais da Fed, com baixa qualidade decisivamente a superar alta qualidade. Amphenol e Ross Stores lideraram contributors cross-fund via data center buildout e resiliência tarifária. Saídas incluíram Waters Corp no FAM Value, Pool Corp no Dividend Focus e Nomad Foods no Small Cap. Novas posições: Agilent e Landstar no FAM Value, FirstService no Dividend Focus, Casella Waste Systems no Small Cap.
FMI Funds — Carta a Accionistas 1450 palavras
A FMI emitiu carta T3 2025 enquadrando um dos mercados accionistas mais caros da história dos EUA, com o Russell 2000 a subir 12,39%, o S&P 500 8,12% e o MSCI World 7,27% no trimestre. As gestoras identificam sinais clássicos de bolha — desconexão entre confiança do consumidor e do mercado, concentração em dez títulos a ~35% do S&P 500, capex de IA em trajectória de quase $400 mil milhões anuais nas mega cap e $7 biliões projectados em datacenters até 2030 contra receitas AI-native abaixo de $20 mil milhões. Mantêm a abordagem contrarian, com três posições detalhadas — OneMain, Becton Dickinson e Greggs — onde valorizações descontadas sobre activos defensivos compõem a tese.
First Eagle Gold Fund 1460 palavras
O First Eagle Gold Fund subiu 34,28% no terceiro trimestre de 2025 (Classe A sem comissão de subscrição), aquém do FTSE Gold Mines Index (+50,02%). Tanto bullion como equities auríferas contribuíram positivamente; todas as dez posições divulgadas (58% dos activos) entregaram retornos positivos. Newmont, Agnico Eagle, Wheaton e Kinross foram os principais contribuidores. A tese central permanece intacta: convergência rara de incerteza monetária, ataques à independência da Fed, política comercial disruptiva, dívida soberana elevada e tensões geopolíticas sustentam procura por ouro como reserva de valor. Os gestores reconhecem que recessão é o principal risco táctico à valorização do ouro — mas defendem exposição estratégica permanente para carteiras diversificadas.
FPA Crescent Fund 1300 palavras
O FPA Crescent registou +5,54% no terceiro trimestre de 2025 e +15,32% nos doze meses, contra +7,62% e +17,27% para o MSCI ACWI. A exposição líquida ao risco contraiu para 62,4%, abaixo dos 65,5% do T2 e dos 68,5% do T3 2024. A carta é breve e foca-se em cinco posições que afectaram o desempenho — Alphabet (subida de dezassete vezes desde a compra inicial em 2011, opção sobre Waymo), Citigroup (melhoria de ROTE num enquadramento regulatório mais favorável), JDE Peet's (acordo de aquisição por Keurig Dr. Pepper), IFF (turnaround sob nova gestão, potencial duplicação do preço) e CarMax (decepção operacional mas valuation a 12x resultados estimados com insider buying). Não houve compras nem reforços no trimestre; sete posições foram reduzidas.
FPA Queens Road Small Cap Value Fund 4252 palavras
O FPA Queens Road Small Cap Value rendeu 7,46% no terceiro trimestre de 2025, contra 12,60% do Russell 2000 Value, mantendo ainda vantagem no acumulado do ano (13,77% contra 9,04%). A equipa atribui o atraso a um trimestre liderado por títulos especulativos e de menor qualidade: os cestos temáticos da Goldman Sachs ligados a bitcoin, computação quântica e energia nuclear acumulavam mais de 65% no ano, contra 5,3% dos «Quality Compounders». Boa parte da carta defende o processo de quatro pilares e distingue-o do factor de qualidade quantitativo. Não foram abertas posições novas; reforçaram-se Nelnet, RLI e Ingles Markets, saiu a TreeHouse Foods e a Enstar Group foi adquirida. O numerário subiu para 10,1%.
Source Capital 1340 palavras
O Source Capital, fundo fechado equilibrado gerido pela First Pacific Advisors, registou um ganho de 4,59% no valor patrimonial líquido no terceiro trimestre de 2025 e 13,76% nos últimos doze meses, acima do índice de referência ilustrativo. A exposição mantém-se quase equilibrada entre acções e crédito. Nos últimos doze meses, os cinco maiores contribuidores accionistas adicionaram 4,82% e os cinco piores subtraíram 2,03%. A gestão destaca a Citigroup pela melhoria da rendibilidade e a Alphabet pela valorização da cotação, assumindo decepção com a execução de IFF e CarMax, mas mantendo ambas as posições. Em crédito, considera o mercado de obrigações de alto rendimento historicamente caro e mantém 25,6% comprometido a crédito privado, segmento onde procura reforçar exposição.
Gator Capital Management — Financial Partners Funds 2400 palavras
O Gator Financial Partners subiu 11,30% no terceiro trimestre de 2025 e 26,70% no acumulado anual, contra 8,12% e 14,83% do S&P 500 e 3,39% e 12,15% do S&P 1500 Financials. Derek Pilecki dedica o trimestre à tese sobre a First Financial Bancorp, banco comercial de Cincinnati a transaccionar a 8x resultados de 2026 apesar de um ROA de 1,40% e um ROTCE acima de 20%. Articula os ventos favoráveis ao sector — curva mais inclinada, reprecificação de empréstimos e ambiente regulatório mais benigno — mas adopta um tom mais cauteloso sobre a qualidade de crédito bancária após as fraudes na First Brands e na Tricolor, reduzindo a exposição líquida ao sector bancário.
Greenhaven Road Capital 4400 palavras
A Greenhaven Road Capital de Scott Miller recuou aproximadamente -9% no terceiro trimestre de 2025, com a rentabilidade acumulada do ano também em -9%, líquido de comissões. Miller atribui a divergência face ao mercado à ausência de exposição a IA, energia e chips, e ao facto de várias posições de longo prazo habitarem os bairros impopulares do software e das gestoras alternativas. A tese transversal é uma desconexão entre cotação e progresso de negócio: LifeCore, Cellebrite, KKR e PAR caíram apesar de avanços operacionais reais. A PAR, com a queda mais pronunciada, é dissecada num longo apêndice em torno dos quatro RFPs Tier-1 em disputa. Hagerty e Kingsway, em contrapartida, valorizaram. IWG, Alta Equipment e Sable Offshore foram vendidas.
Greenhaven Road Capital Fund 5278 palavras
O Greenhaven Road Capital Fund recuou cerca de 9% no terceiro trimestre de 2025, acumulando uma queda idêntica desde o início do ano. Scott Miller atribui a divergência à ausência deliberada de exposição a IA, sem empresas de energia ou semicondutores, e à concentração da carteira em software e gestoras de activos alternativos, sectores em desfavor em 2025. As cinco maiores posições (PAR, Cellebrite, KKR, LifeCore e Burford) caíram no ano, anulando a valorização de Hagerty, Kingsway e AST SpaceMobile. O gestor argumenta que o progresso operacional dos negócios excede a cotação, defendendo PAR como aposta de alto valor esperado e concretização incerta e KKR como a melhor gestora alternativa apesar dos receios sobre crédito privado.
Greenlight Capital 2986 palavras
A Greenlight Capital de David Einhorn fechou o T3 2025 em −3,6% líquidos, contra +8,1% do S&P 500, com YTD em apenas +0,4% face a +14,8% do índice. A carta dedica quase metade do espaço a uma crítica matemática ao programa de capex AI: McKinsey aponta $6,7 biliões em data centers até 2030, mas os Magnificent 7 geram apenas $500 mil milhões de cash flow combinado anual. No trimestre, macro contribuiu +2,2% líquidos via ouro (+17%), longs +0,8% e shorts retiraram −6,6%. KD caiu 28% e LXS caiu 16%; um short em meme stock financeiro custou −1,8%. Iniciaram PCG a $15,15; saíram de TECK com 52% net IRR ao fim de cinco anos.
GreensKeeper Value Fund 2900 palavras
O GreensKeeper Value Fund encerrou o 3.º trimestre de 2025 com +4,0%, elevando o retorno acumulado anual para +0,2% líquido de comissões, penalizado por um efeito cambial adverso de -3,7%. Michael McCloskey adopta uma postura defensiva perante um mercado que considera em excesso, alimentado por inteligência artificial, criptomoedas e especulação. A Alphabet, a ICON e a General Dynamics foram os principais contribuidores, enquanto a Fiserv e a Novo Nordisk pesaram negativamente. No trimestre, o gestor encerrou a Cboe Global Markets por valorização plena e iniciou uma posição na Adobe. A carta dedica ainda um ensaio extenso, intitulado The Prosperity Engine, em defesa do comércio livre e do capitalismo de mercado contra o regresso do proteccionismo e da política industrial dirigista.
Greystone Capital Management 1617 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, recuou -3,6% líquido no T3 2025 e acumula +1,6% no exercício, aquém do S&P 500 (+8,1%) e do Russell 2000 (+12,4%) no trimestre. A carta é um update breve, com poucas alterações de carteira. A detracção foi liderada por Sylogist (-30%) e Innovative Food Holdings (-50%), quedas que Wilk atribui a calendário e sentimento e não a deterioração estrutural. Reduziu Sylogist abaixo das cinco maiores posições após três anos e saiu de Bel Fuse acima do valor intrínseco. As seis maiores posições representam 75% do capital. Wilk critica os fluxos temáticos que dominam o rali das small-caps e a sobrevalorização da qualidade nas maiores empresas do mercado.
Harbor Capital Appreciation Fund 1180 palavras
O Harbor Capital Appreciation Fund, gerido pela subadvisor Jennison Associates, registou +5,11% no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém do Russell 1000 Growth Index (+10,51%) e do S&P 500 (+8,12%). O trimestre foi dominado pelo momentum em inteligência artificial e por resultados corporativos resilientes, com os principais índices a fechar em máximos históricos após o primeiro corte de juros da Fed desde Setembro de 2024. A selecção de títulos em Communication Services, Health Care e Consumer Discretionary penalizou o desempenho relativo, tal como o subponderar de Information Technology. A gestora iniciou posições em Advanced Micro Devices, Toast e Oracle e eliminou Trade Desk, Texas Instruments e Airbnb, mantendo o foco em empresas de elevada qualidade com vantagens competitivas duradouras.
Harbor Mid Cap Fund 1139 palavras
O Harbor Mid Cap Fund — subgerido pela EARNEST Partners — registou um retorno de 4,19% na Classe Institucional no trimestre, ficando aquém do Russell Midcap (8,53%) num período em que a negociação por momentum penalizou o processo fundamental bottom-up da casa. As tarifas do Liberation Day dominaram a narrativa: o índice chegou a recuar 12% antes de recuperar mais de 23%, com o investimento em infraestrutura de IA a sustentar Tecnologia e Industriais. A CBRE penalizou apesar de fundamentais sólidos, enquanto a Woodward e a Arrow Electronics contribuíram. A gestora mantém disciplina de longo prazo e vê na volatilidade oportunidades para comprar negócios de qualidade abaixo do valor intrínseco.
Harding Loevner Global Equity Strategy 3200 palavras
O Harding Loevner Global Equity Strategy fechou o 3T 2025 com retorno gross de +2,62% e +2,52% net, contra +7,74% do MSCI ACWI — um trimestre em que o estilo qualidade-crescimento global voltou a subperformar face à concentração extrema do mercado em torno dos vencedores percebidos da IA. O composite acumula +10,95% YTD vs +18,86% do índice. A carta articula uma comparação Oracle vs The Trade Desk para ilustrar como mercados premiam narrativas IA, e ergue a tese de Health Care em recuperação: 11 posições com desconto de uma década face ao mercado. Tencent, Alphabet, Amphenol, Sony e Genmab lideraram contribuições; Tradeweb, Netflix, Vertex Pharma e The Trade Desk pesaram. Delta Electronics e Elevance Health foram as duas novas posições.
Hardman Johnston Global Equity 2350 palavras
O Hardman Johnston Global Equity Composite rendeu 5,02% liquido de comissoes no terceiro trimestre de 2025, contra 7,62% do MSCI AC World Net Index. A seleccao de accoes penalizou o desempenho relativo. Financeiras e Bens de Consumo Essencial foram os melhores sectores; Tecnologia de Informacao e Saude os que mais detrairam. A Europa foi a regiao mais contributiva e as Americas a que mais penalizou. Prosus, Commerzbank e TSMC lideraram os contributos; Atlassian, Infineon e Corteva foram os principais detractores. O fundo iniciou tres posicoes — Estee Lauder, STMicroelectronics e Prysmian — sem liquidacoes no trimestre. Na perspectiva de mercado, o gestor sublinha a desconexao entre a macroeconomia e os mercados e mantem um optimismo construtivo a medio prazo, cauteloso quanto as valuations da IA.
Headwaters Capital Management 3200 palavras
A Headwaters Capital, gerida por Christopher Godfrey, recuou -2,9% líquido no terceiro trimestre de 2025, contra +5,3% do Russell Mid Cap Index. Godfrey atribui o desempenho à bifurcação extrema do mercado: acções ligadas a IA, cripto e memes geraram 175% dos ganhos de Setembro, enquanto os restantes 85% do mercado caíram. O gestor dedica a carta a uma análise do ciclo de capex em IA — $405 mil milhões de investimento hyperscaler projetado para 2026 — que classifica como uma bolha de resultados inflada por gastos de capital, destinada a normalizar. A nova posição é a Driven Brands, serviços automóveis em transformação de portefólio, com preço-alvo de $29,50 e potencial de +108%.
Heartland Mid Cap Value Fund 1700 palavras
O Heartland Mid Cap Value Fund subiu 1,63% no terceiro trimestre de 2025 (Investor Class), abaixo dos 6,18% do Russell Midcap Value. A gestão atribui o sobredesempenho negativo a selecção de títulos, com efeito negativo em Cuidados de Saúde, Financeiras, Consumo Discricionário, Energia, Industriais, Imobiliário e Materiais. Colin McWey, Will Nasgovitz e Troy McGlone reiteram a abordagem dual Quality Value + Deep Value e o framework de quatro price targets. D.R. Horton foi o melhor contribuidor do trimestre (Deep Value); Lam Research destacou-se entre Quality Value; Centene foi o pior contribuidor após pre-announcement de corte de resultados ligado ao ACA. Sinalizam disparidades de avaliação tão amplas como alguma vez recordam num mercado expensive.
Heartland Opportunistic Value Equity Strategy 1480 palavras
A estratégia Opportunistic Value Equity da Heartland ganhou 4,65% no T3 2025, abaixo do Russell 3000® Value Index (+5,63%). Troy McGlone e Colin McWey atribuem o atraso relativo ao foco em downside risks e ao subponderar de cíclicas de beta elevado num trimestre dominado pela narrativa AI. Sinalizam valuations em extremos históricos e fragilidade do mercado de trabalho — revisão em baixa de quase um milhão de empregos — como percursores de risco de recessão. Iniciaram posição em Amazon a 15% de desconto face ao S&P 500; Alphabet foi o top contributor após o desfecho favorável do caso antitrust; Centene, maior detractor, recupera via acções agressivas de pricing.
Heartland Value Fund 1380 palavras
O Heartland Value Fund subiu 10,04% no T3 2025, abaixo dos 12,60% do Russell 2000® Value, mas mantém liderança sobre o índice em YTD, 1, 3, 5 e 10 anos e desde a constituição em 1984. Will e Bill Nasgovitz enquadram o trimestre como confirmação da tese de rotação para small value, com lucros do S&P 600 a inflectir e Fed a iniciar cortes — ambos tailwinds históricos. A selecção de títulos foi negativa em cinco de onze sectores, liderada por Health Care, Communication Services e Utilities. Take-out da Potbelly a prémio de 32% pela RaceTrac validou tese; Calavo recebeu oferta não solicitada a 32 dólares por acção em Julho.
Hinde Group (1578 Partners, LP) 2330 palavras
O Hinde Group, gerido por Marc Werres, somou +13,93% líquido (+14,37% bruto) no terceiro trimestre de 2025, contra +8,12% do S&P 500, elevando o acumulado anual para +34,91% líquido versus +14,83% do índice. Interactive Brokers e Alphabet — que subiram 24,2% e 37,3% no trimestre — responderam por quase todo o ganho, sem detractores assinaláveis. Werres iniciou a primeira posição nova desde 2022, a Becton Dickinson, enquadrada como special situation: o spin-off Reverse Morris Trust dos negócios de Biosciences & Diagnostics para a Waters deverá destravar valor e justificar um preço justo próximo de US$300 por acção. A carteira fechou o trimestre com oito posições longas e 6,1% de caixa.
Horos Asset Management 335 palavras
A carta do terceiro trimestre de 2025 da Horos Asset Management é breve e quase inteiramente de enquadramento. Javier Ruiz nota que o trimestre voltou a dar sinais claros do optimismo desenfreado que domina o mercado norte-americano, sobretudo nas empresas ligadas à inteligência artificial, e diz preferir manter-se à margem dessas dinâmicas quase de bolha, concentrando a exposição em geografias e sectores que ofereçam margem de segurança elevada. Divulga retornos trimestrais de 10,7% no Horos Value Internacional e 7,0% no Horos Value Iberia, com acumulados do ano de 23,9% e 31,4%, e sublinha que os resultados de curto prazo são pouco significativos face ao acumulado de treze anos da equipa. Agradece aos mais de onze mil investidores. Não há posições nem atribuição.
Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1180 palavras
O Hotchkis & Wiley Large Cap Disciplined Value Fund (I Shares) entregou +6,41% no terceiro trimestre de 2025 e +12,04% no ano até à data, batendo o Russell 1000 Value (+5,33% e +11,65%) em ambos os horizontes. A selecção em discricionário, energia e industriais liderou o contributo positivo, com APA, Warner Bros. Discovery e Citigroup como principais contributors; saúde, comunicações, tecnologia e staples detraíram, com WPP, Comcast e AIG entre os maiores detractors. A equipa mantém postura cautelosa face ao S&P 500 a 25x lucros forward (96º percentil desde os anos 1990), com Magnificent 7 a explicar a maior parte do retorno trimestral; o portefólio negoceia a menos de 13x consensus e pouco mais de 9x lucros normais, com perfil de risco fundamental em melhoria via reforço em qualidade e redução em financeiras.
Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund 900 palavras
O Hotchkis & Wiley Mid-Cap Value Fund (I Shares) registou +7,74% no terceiro trimestre de 2025, batendo os +6,18% do Russell Midcap Value Index. O sobrepeso e a selecção de títulos em energia foram o principal contributo positivo, com a APA Corp a destacar-se entre os principais contribuidores. Warner Bros. Discovery e Olin Corp também contribuíram positivamente — a WBD beneficiou de resultados melhorados e da potencial oferta de aquisição pela Paramount Skydance. Em sentido contrário, Fluor, WPP e Centene detraíram, pressionadas por resultados trimestrais decepcionantes e revisões em baixa. A equipa nota disciplina mantida face a um ambiente mais selectivo, com mercados em máximos históricos suportados por entusiasmo em torno da IA e pelo corte de 25 bps da Fed em Setembro.
Immersion Investment Partners, LP 1450 palavras
Immersion Investment Partners, gerida por David Polansky e Tim Delaney, reportou ganho de 18,4% no terceiro trimestre de 2025 contra 12,4% do Russell 2000. A carta desenvolve o conceito de coiled spring: quando boas notícias não são incorporadas no preço trimestre após trimestre, a mola comprime-se até erupção violenta no reconhecimento. As três maiores posições — Celsius, Mama’s Creations e Red Violet — representam cerca de 54% do NAV, com seis posições totais e cesto oportunístico de shorts. Celsius reestruturou o acordo de distribuição com a PepsiCo, recebendo controlo total da distribuição de bebidas energéticas mais um cheque de $585 milhões. Mama’s adquiriu a Crown I Enterprises por $17,5 milhões. Potbelly foi adquirida pela RaceTrac e saiu da carteira.
Impax Global Environmental Markets Fund 987 palavras
O Impax Global Environmental Markets Fund avançou 4,55% (Institutional Class) no terceiro trimestre de 2025, atrás dos 7,62% do MSCI ACWI. A rotação do mercado para acções de crescimento acelerado e de momento penalizou a inclinação de qualidade da carteira: materiais e industriais foram os principais detractores relativos, com reavaliações em baixa em ingredientes naturais, AVAC e infra-estrutura de água. A tecnologia da informação foi o principal contributo absoluto, com a Delta Electronics a beneficiar da procura ligada à IA, e o consumo discricionário destacou-se com a recuperação da Aptiv. A equipa mantém o lastro defensivo em resíduos e gases industriais e privilegia negócios de qualidade com poder de fixação de preços.
Ironvine Capital Partners — Concentrated Equity Composite 3800 palavras
A Ironvine abre Q3 2025 a recalibrar contra os princípios fundacionais de 2012 — retornos de 12 a 14 por cento anuais sem alavancagem, agora navegáveis apesar de múltiplos elevados. A composta Concentrated regista 10,02 por cento YTD a 9/30 contra 14,83 do S&P 500. Duas decisões dominam o trimestre: ASML adquirida como nova posição após colapso do múltiplo relativo a mínimos de década (preocupações com wallet share, China e capex cuts em dois clientes), e Union Pacific reforçada após anúncio de fusão com Norfolk Southern (USD 3 mil milhões de sinergias, FCF para USD 12 mil milhões em 2029). Macro: circularidade crescente no financiamento de datacenters.
Jackson Peak Capital 1150 palavras
A Jackson Peak Capital recuou 2,9% líquido no T3 de 2025, contra +7,5% do MSCI ACWI e +3,8% do HFRX Equity Hedge Index, mantendo o acumulado do ano em +60,4%. Patrick O’Brien atribui o desempenho relativo a um trimestre invulgarmente especulativo, em que o momentum dominou a formação de preços. A exposição líquida fechou em 55%, praticamente inalterada face aos 56% do T2. O maior contributo veio de um cabaz de seis empresas expostas à escassez de energia no ciclo de capex de IA; a Confluent, iniciada em Agosto como tese event-driven, foi a maior posição no fim do trimestre. O gestor eleva a vigilância para uma potencial correcção, considerando os índices em percentis historicamente elevados.
Jacob Funds 818 palavras
O comentário de gestão de Outubro de 2025 dos Jacob Funds descreve mais um capítulo na recuperação do mercado, com vários índices accionistas a renovar máximos históricos. Ryan Jacob e Darren Chervitz notam que a maioria das tarifas relevantes foi finalizada no período, com impacto económico aquém do inicialmente esperado. O crescimento veio acima do consenso, os relatórios de inflação foram em geral benignos e a Reserva Federal sinalizou viragem para postura monetária mais neutra, incluindo a possibilidade de mais cortes. Os gestores acreditam que a economia pode estar a entrar num novo ciclo de produtividade, creditado pelo menos em parte à inteligência artificial. O Internet Fund iniciou posições na Circle e na Bed Bath & Beyond, o Discovery Fund na Inogen, na Omeros e na Bed Bath & Beyond, que entrou também no Small Cap Growth Fund.
Janus Henderson Forty Fund 780 palavras
O Janus Henderson Forty Fund (Class I) avançou +8,38% no terceiro trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 Growth Index (+10,51%) mas acima do S&P 500 (+8,12%), num trimestre impulsionado pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial e pelo primeiro corte de 25 pb da Fed em Setembro. Oracle e Taiwan Semiconductor lideraram os contributos positivos, sustentados pelos contratos multimilionários de cloud da Oracle e pela posição dominante da TSMC na cadeia de fornecimento de IA. Do lado negativo, Apple, MercadoLibre e Marvell Technology penalizaram o desempenho relativo — a gestora saiu de Marvell por falta de visibilidade de resultados e manteve MercadoLibre. A equipa termina o trimestre optimista, apoiada na aceleração da procura de IA e na transição para a camada aplicacional.
Janus Henderson Global Sustainable Equity Fund 1480 palavras
O Janus Henderson Global Sustainable Equity Fund (Class I) avançou 2,95% no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém do MSCI World Index (+7,27%) num trimestre marcado por política monetária acomodatícia e momentum continuado em IA. A selecção de acções — sobretudo em financeiras e serviços de comunicação — foi o principal factor de detracção relativa, com Spotify, Intact Financial e Saint-Gobain a penalizarem o desempenho, enquanto Prysmian, TE Connectivity e TSMC contribuíram positivamente. Hamish Chamberlayne e Aaron Scully reafirmam a convicção no mandato sustentável, descrevendo a IA como uma nova Revolução Industrial e um catalisador de progresso sustentável. Mantêm exposição equilibrada a temas de IA e foco em qualidade perante o debate sobre uma possível bolha.
Janus Henderson Global Technology and Innovation Fund 1010 palavras
O Janus Henderson Global Technology and Innovation Fund rendeu 9,19% na Classe I no terceiro trimestre de 2025, abaixo do índice MSCI All Country World Information Technology (+12,76%) mas acima do S&P 500 (+8,12%). Os gestores Denny Fish e Jonathan Cofsky descrevem um trimestre liderado pelo complexo de semicondutores e pelo hardware, com a inteligência artificial a permear todos os segmentos. A carteira beneficiou de Alphabet, Taiwan Semiconductor e Lam Research, mas foi penalizada por Amazon, MercadoLibre e Constellation Software. Nas perspectivas, os gestores rejeitam o paralelo com a bolha dot-com de 1999, defendendo que a procura por capacidade de IA permanece robusta, as avaliações assentam em lucros futuros razoáveis e não existe excesso de capacidade instalada.
JB Global Capital 1730 palavras
JB Global Capital, gerido por Jack Beiro, registou +38,4% no terceiro trimestre de 2025, atingindo um novo máximo histórico e superando os índices de referência no trimestre, no acumulado do ano e desde a inception em Janeiro de 2023. O desempenho assenta na decisão contrária de sobreponderar acções chinesas em 2023 e 2024, quando o sentimento de mercado comprimiu as avaliações abaixo do razoável. A carta dedica-se à filosofia do fundo: uma carteira extremamente concentrada, com cerca de 60% num único título, e um ensaio contra a negociação excessiva e a favor da permanência da equity. Beiro actualiza a tese da Alibaba e abre posição na Lululemon Athletica, destacando margem bruta de 58% e retorno sobre capital de 34,6%.
Kingdom Capital Advisors, LLC 1740 palavras
O Kingdom Capital Advisors registou +20,78% líquido no terceiro trimestre de 2025 contra +12,39% do Russell 2000 TR — recuperação completa do drawdown -15% acumulado entre Novembro de 2024 e Junho de 2025. Top contributors UNFI e Genesco (GCO entrada e saída no mesmo trimestre com +50%). FG Financial (FGF) entrou e saiu em menos de uma semana com near-double gain após pivot para Ethereum. Iniciou-se posição em Apartment Investment Management (AIV) na tese de liquidação. UNTC vendido após preço atingir fair value. Bastian articula portfólio split 50/50 entre special situations e traditional holdings. WW foi top detractor em GLP-1 uncertainty.
L1 Long Short Fund Limited 1950 palavras
O L1 Long Short Fund (ASX:LSF) registou um retorno líquido de 13,3% no terceiro trimestre de 2025, contra 4,7% do índice S&P/ASX 200 Accumulation, elevando o desempenho do ano civil para 28,7%. O trimestre foi de ganhos alargados — 19 acções contribuíram individualmente mais de 0,5% — com destaque para CRH, NexGen Energy, Fraport, Imdex e Chorus, e para a exposição a ouro e cobre via Westgold e Hudbay. A gestão exalta uma inclinação de valor mais acentuada do que o habitual, com a posição longa mediana a negociar a um P/E de cerca de 11x. Considera o índice australiano relativamente caro e identifica oportunidades superiores em acções internacionais subvalorizadas.
Laughing Water Capital 3650 palavras
Laughing Water Capital regista no terceiro trimestre de 2025 retorno aproximado de -1% líquido, com YTD em -2,7%, contra +12,4% do S&P 500 TR e +8,1% do Russell 2000. Matthew Sweeney enquadra o drawdown de Setembro como o pior mês relativo aos índices em 10 anos de história do fundo, atribuindo-o a market participants short-term focused, não a deterioração fundamental. Mantém Clarus, Lifecore, NextNav, PAR, Thryv e Vistry, todos com catalisadores claros ignorados pelo mercado. Identifica tailwinds regulatórios em NextNav (FCC, comparáveis AT&T-EchoStar) e Lifecore (FDA priority review, tariffs farmacêuticas), e o programa de 39 mil milhões de libras do Reino Unido como vento de cauda da Vistry.
Liberty Park Fund 1180 palavras
A Liberty Park Capital Management reportou um trimestre de divergência: o Liberty Park Fund, o veículo long/short, subiu apenas 1,13% líquido no terceiro trimestre de 2025, muito atrás dos 12,40% do Russell 2000, enquanto o long-only Liberty Park Select Opportunities avançou 14,27%. As posições longas valorizaram 14,42%, mas o livro short — pressionado por uma bolha especulativa em acções de IA e quantum sem lucros — disparou 18,60% e detraiu 10,85%. Com a Reserva Federal a retomar os cortes de juro e a especulação a intensificar-se, os gestores compraram pela primeira vez opções no fundo, calls e puts, como cobertura, mantendo a preservação de capital como prioridade. A carta anuncia ainda o fim da divulgação de posições individuais e o lançamento das SPVs Liberty Park Co-Investment.
The London Company Income Equity Strategy 2408 palavras
A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Income Equity referente ao T3 2025, período em que a carteira subiu 5,8% líquidos (6,0% brutos) contra uma valorização de 5,3% do Russell 1000 Value. A selecção de acções foi o motor do retorno relativo, parcialmente anulada por obstáculos de exposição sectorial, e a carteira excedeu as expectativas de captura de subida de 85-90% apesar de a exposição a qualidade, rendimento e menor volatilidade ter estado fora de favor. A gestora saiu da Diageo, da Fidelity National Information Services e da Nestlé, e iniciou posições na Cummins e na UnitedHealth. Descreve mercados concentrados e caros, com pouco espaço para expansão de múltiplos, e reafirma a disciplina de qualidade a preço razoável como protecção em períodos de euforia.
The London Company Large Cap Strategy 2299 palavras
A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Large Cap referente ao T3 2025, período em que a carteira subiu 6,2% líquidos (6,3% brutos) contra uma valorização de 8,0% do Russell 1000. A carta apresenta duas formulações da atribuição: primeiro identifica a selecção de acções como obstáculo ao retorno relativo, parcialmente compensado por exposição sectorial positiva; depois afirma que o atraso foi inteiramente determinado pela exposição sectorial. Ajudaram as subponderações em Cuidados de Saúde e Imobiliário; penalizaram a subponderação em Tecnologias de Informação e a sobreponderação em Financeiras. A gestora saiu da Bruker, depois de a acção atingir o limite de perdas definido, e iniciou posição na Equitable Holdings. Descreve mercados concentrados e caros, com pouco espaço para expansão de múltiplos.
The London Company Mid Cap Strategy 1059 palavras
O The London Company publicou a carta trimestral firm-wide do T3 2025, centrada na tensão entre especulação e qualidade. As acções norte-americanas prolongaram a subida iniciada após a trégua tarifária de Abril, com o Russell 3000 a ganhar 8,2% no trimestre e 14,4% no acumulado do ano, apoiadas por um corte de 25 pontos base da Reserva Federal e pelo entusiasmo com a inteligência artificial. Os factores de qualidade ficaram para trás e as carteiras da casa não alcançaram o objectivo de captura de subida de 85-90%: Mid, SMID e Small Cap foram as que mais ficaram aquém, sendo a Income Equity a única excepção. A gestora reafirma a protecção de queda e os negócios duradouros como resposta a avaliações esticadas.
The London Company Small Cap Strategy 2165 palavras
A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Small Cap referente ao T3 2025, período em que a carteira subiu 1,6% líquidos (1,9% brutos) contra uma valorização de 12,4% do Russell 2000. A selecção de acções foi um vento contrário ao retorno relativo, parcialmente compensada pela exposição sectorial, e a estratégia ficou aquém das expectativas de captura de subida de 85-90%. O posicionamento de qualidade elevada e baixa volatilidade permaneceu fora de favor desde 8 de Abril, num trimestre marcado pela mais forte recuperação de acções de beta elevado desde o mínimo de 2009. Não houve transacções no trimestre. A casa mantém a disciplina de qualidade a preço razoável e descreve mercados concentrados e caros.
Long Cast Advisers 1480 palavras
Avi Fisher entrega a Long Cast 3Q25 com retorno trimestral líquido de 4%, abaixo do Russell 2000 em 12% e do iShares Micro-Cap ETF em 17%. Desde a inception em Novembro 2015 o fundo acumula 266% versus 132% do R2000, com CAGR de 14% versus 9%. Top-5 representa 60% da carteira e cash subiu para 10%, reflectindo cautela face a incerteza política e económica. RSSS e MAMA foram contribuidores; PDEX e CCRD detractores. Ensaio de fecho rejeita o framework de moat para small caps, propondo nichos como porto seguro estratégico em vez de fosso defensivo.
Longleaf Partners Fund 1480 palavras
O Longleaf Partners Fund recuou 0,33% no terceiro trimestre de 2025, ficando muito aquém do S&P 500 (+8,12%) e do Russell 1000 Value (+5,33%). As gestoras enquadram o atraso relativo como consequência prevista de uma disciplina de valor nas fases finais de um mercado em alta, recusando perseguir activos sobrevalorizados. A carta dedica espaço considerável aos paralelos com o ano 2000: a euforia em torno da inteligência artificial, a concentração nas Mag 7 e o elevado rácio preço-vendas do índice. No portefólio, foram iniciadas posições em Rayonier e PotlatchDeltic — que anunciaram fusão após o fecho do trimestre — e uma participação não divulgada na saúde. Saíram Angi, HF Sinclair e Hyatt. O rácio preço-valor situa-se nos 60% baixos, com 15,8% de liquidez.
Longleaf Partners Small-Cap Fund 1500 palavras
O Longleaf Partners Small-Cap Fund subiu 2,03% no T3 2025 e 6,36% no acumulado do ano, atrás do Russell 3000 (+8,18%) e do Russell 2000 (+12,39%). A carta enquadra os retornos relativos fracos como sintoma das fases finais de um bull market, com a equipa a preferir ficar atrás do índice a perseguir activos sobrevalorizados. P/V em high-60s%, 13,2% de liquidez e 18 posições. Contribuidores: Graham Holdings, TripAdvisor e Rayonier; detractores: Clearwater Paper, Mattel e Oscar Health. Duas novas posições no trimestre — Rayonier e uma holding não divulgada — e quatro saídas: Hyatt, Oscar, Park Hotels e Westrock Coffee. A Southeastern alerta para excessos de mercado: financiamento circular de fornecedores e IPOs sem receita.
Loomis Sayles Global Growth Fund 8353 palavras
O Loomis Sayles Global Growth Fund (Classe Y, LSGGX) subiu 7,59% no terceiro trimestre de 2025, contra 7,62% do MSCI ACWI Index Net — um défice líquido de 0,03%. Tesla, Alphabet e Oracle foram os três maiores contribuidores; MercadoLibre, Netflix e Adyen os três com menor contributo. A carta declara não ter havido compras novas no período: o gestor reforçou as posições existentes na Novo Nordisk e na Vertex, aproveitando fraqueza de preço de curto prazo, e aliviou a Alibaba para financiar essas compras. A selecção de acções na saúde acrescentou valor; a selecção em financeiras, industriais, serviços de comunicação e consumo discricionário retirou. Aziz Hamzaogullari mantém a abordagem próxima do private equity: rotação anualizada desde o início do fundo de cerca de 9,0% e desconto agregado da carteira face ao valor intrínseco de aproximadamente 43,0%.
Loomis Sayles Small Cap Value Fund 1656 palavras
O Loomis Sayles Small Cap Value Fund rendeu 6,21% no terceiro trimestre de 2025, contra 12,60% do Russell 2000® Value Index, num trimestre em que as acções norte-americanas prolongaram a recuperação iniciada nos mínimos de mercado do início de Abril. A gestora atribui a diferença a uma selecção de títulos em atraso em todos os sectores e descreve uma deslocação da liderança para os títulos de menor qualidade do seu universo de pequenas capitalizações, com a preferência por qualidade que a favorecera em 2024 não só ausente como invertida. A CECO Environmental, a TTM Technologies e a Bel Fuse figuram entre os contributos positivos mais significativos; a Haemonetics, a Alight e a Kyndryl entre os que mais detraíram. A carta reitera o compromisso com a procura de ineficiências nas pequenas capitalizações.
LRT Global Opportunities 10076 palavras
A LRT Global Opportunities, estratégia sistemática long/short gerida por Lukasz Tomicki, recuou 8,00% líquidos em Setembro de 2025 e acumula -0,17% no ano. O gestor descreve um mês difícil: os índices amplos subiram impulsionados por um punhado de megacapitalizações altamente sobrevalorizadas, enquanto o resto do mercado estagnou. A carteira mantém-se longa num cabaz diversificado de 82 empresas de elevada qualidade — com StoneX, Simpson Manufacturing e Asbury Automotive no topo — e curta em índices de mercado amplos, com exposição líquida de 80,1% e beta de 0,32. Tomicki considera o recuo uma aberração temporária, sublinha valorizações de mercado em níveis extremos e defende a disciplina avessa ao risco.
LVS Advisory 2640 palavras
A LVS Advisory, gerida por Luis V. Sanchez, reafirma na carta do 3T de 2025 a sua tese central de electricidade: a procura de energia cresce mais depressa do que a oferta, impulsionada por IA, veículos eléctricos e pela classe média global. O Growth Portfolio acumula 15,7% líquidos nos primeiros nove meses do ano, à frente dos 14,8% do S&P 500, enquanto o Event-Driven soma 10,4%. O basket de geração de energia, que reúne Talen Energy, Curtiss-Wright e Golar LNG, representa mais de 20% do Growth. Sanchez dedica a carta a uma análise aprofundada de Golar, operador de plataformas flutuantes de LNG que avalia em 95 dólares por acção até 2030, mais do dobro da cotação actual.
Macquarie Large Cap Growth Fund 1404 palavras
O Macquarie Large Cap Growth Fund registou retornos positivos no terceiro trimestre de 2025, mas ficou aquém do seu índice de referência, o Russell 1000 Growth, que avançou 10,5% num trimestre dominado por acções ligadas à inteligência artificial. A equipa de gestão atribui o desempenho inferior a um ambiente de mercado desfavorável e a alguns erros — nomeadamente manter posições de menor convicção tempo a mais — recusando participar no que descreve como um mercado de extremos. Não deter a Tesla e as posições na Intercontinental Exchange e na Intuit foram os principais detractores. No trimestre, o fundo iniciou posições na Vulcan Materials e na AMD e eliminou a Equinix. A leitura final compara o ciclo da IA à bolha das dotcom e alerta para riscos subvalorizados.
Madison Large Cap Fund 1130 palavras
O Madison Large Cap Fund (Class I) recuou 2,20% no terceiro trimestre de 2025 contra os 8,12% do S&P 500 — um trimestre uniquely challenging para qualidade, com o mercado a favorecer o curto prazo, a promessa e o momentum. Top contributors foram Alphabet, Lowe's, TJX, Brookfield Corporation e Parker-Hannifin; bottom detractors foram Gartner, Fiserv, Texas Instruments, Liberty Broadband e Accenture. A gestora iniciou posição em MSCI Inc. e vendeu Elevance Health e Liberty Broadband. Argumenta que o risco de disrupção por IA em Gartner e Accenture é controlável, e recusa abandonar uma filosofia de negócios duráveis a preços razoáveis que funcionou durante décadas.
Madison Mid Cap Fund 838 palavras
O Madison Mid Cap Fund (Class I) subiu 1,93% no terceiro trimestre de 2025, contra 5,33% do Russell Midcap Index. Os cinco maiores contributos vieram da Medpace, Amphenol, Arista Networks, MKS e Ross Stores, e os cinco maiores travões foram Gartner, Liberty Broadband, Brown & Brown, Carlisle e CDW. A gestora reduziu a Arista Networks e a MKS para um peso menor, dadas as valorizações mais altas destas acções, e vendeu a GCI Liberty pouco depois de a receber na cisão da Liberty Broadband. Na Gartner, o mercado atribuiu o abrandamento à disrupção por inteligência artificial e a gestora responde que esse risco é comportável. A gestora reafirma a filosofia perante um mercado que tem favorecido o curto prazo sobre o longo prazo.
Madison Small Cap Fund 2399 palavras
O Madison Small Cap Fund (Class Y) cedeu 1,58% no terceiro trimestre de 2025, contra 12,39% do Russell 2000 e 9,00% do Russell 2500, e recua 6,63% no ano. Faraz Farzam e Aaron Garcia atribuem o atraso à selecção de títulos, agravada por um mercado muito especulativo em que lideraram empresas sem lucros e por vezes ainda sem receitas, títulos meme, mineiras apoiadas no ouro e na prata e nomes ligados a criptomoedas. Todos os sectores da carteira ficaram atrás do Russell 2000. A gestora rejeita como muito exagerado o receio de que a inteligência artificial ameace o software incumbente e reavaliou todas as posições da carteira. Entraram a Hexcel, a Eagle Materials e a Charles River Laboratories; saíram a GMS, adquirida pela Home Depot, e a Saia.
Magallanes Value Investors, S.A. SGIIC 1900 palavras
Magallanes encerra os primeiros nove meses de 2025 com retornos de +17,2% no European, +34,6% no Iberian e +20,1% nos Microcaps (acumulados desde início de +152,1%, +161,6% e +68,9%). Iván Martín explora o paradoxo entre tensão geopolítica e máximos históricos, sublinhando o desconto de cerca de 35% da Europa face aos EUA (P/E 14,5x vs 22,5x) com bloco americano em 65% do MSCI ACWI para apenas 26% do PIB global. Reforma fiscal alemã (€500 mil milhões de infraestrutura e carve-out de defesa) e visita às industriais nórdicas SKF, Sandvik e Husqvarna sustentam a tese. Caso Zegona ilustra realização de valor por simplificação de capital. Reforço em Noble Corp, Bouygues, Volkswagen e Brenntag; redução continuada de banca europeia.
Magellan Global Fund (Open Class — Active ETF MGOC) 1800 palavras
O Magellan Global Fund (Open Class, MGOC, AUD) registou 0,0% no trimestre de Setembro, contra 6,1% do MSCI World NTR Index (AUD), num excesso negativo de 6,1 pontos percentuais. Num ambiente risk-on, os investidores rodaram para empresas mais especulativas e usaram sectores defensivos como fonte de financiamento para os beneficiários percepcionados de IA. Alphabet, TSMC e ASML lideraram a contribuição trimestral; Chipotle, Intuit e SAP foram os maiores detractores. Os gestores assumem o nível máximo permitido de risco no portfólio, 20% abaixo do mercado, e mantêm perspectiva construtiva apoiada em tailwinds duplos de política fiscal expansionista e monetária acomodatícia, vigilantes face a múltiplos elevados e sentimento optimista.
Mairs & Power Balanced Fund 1680 palavras
O Mairs & Power Balanced Fund subdesempenhou nos primeiros nove meses de 2025, com retorno de 6,47% face a 11,35% do índice composto (60% S&P 500 TR / 40% Bloomberg US Gov/Credit) e 10,73% do grupo de pares Morningstar Moderate Allocation. A sobreponderação em acções foi favorável, mas a selecção de títulos no segmento accionista pesou: a Tecnologia foi o maior detractor relativo, com o fundo sem exposição às mega-cap de IA. UnitedHealth e Fiserv, ambas posições grandes, sofreram contratempos operacionais e foram mantidas. A componente obrigacionista superou o respectivo benchmark via selecção de crédito e maturidades curtas. Foram iniciadas posições em Amazon e WEC Energy, e reduzidas Alphabet e US Bancorp.
Mairs & Power Growth Fund 1450 palavras
O Mairs & Power Growth Fund ganhou 7,99% no terceiro trimestre de 2025, praticamente em linha com o S&P 500 Total Return (8,12%) e à frente do peer group Morningstar Large Blend (6,93%). No acumulado do ano o fundo soma 10,12%, continuando a ficar atrás do S&P 500 TR (14,83%). UnitedHealth e Fiserv permanecem os principais detractores relativos de 2025, enquanto JPMorgan Chase e Microsoft lideram os contribuintes. Durante o trimestre foram adicionadas Cognex e Palo Alto Networks, exposições a visão por máquina potenciada por IA e a cibersegurança. A gestora reitera disciplina de valorização perante a concentração extrema do mercado em mega-caps de IA, privilegiando vantagens competitivas duráveis e diversificação por sectores e capitalizações.
Mairs & Power Small Cap Fund 1170 palavras
O Mairs & Power Small Cap Fund acumulava +2,06% em 2025 até ao fim do terceiro trimestre, subdesempenhando o Russell 2000 Total Return (+10,39%), o S&P Small Cap 600 TR (+4,24%) e o peer group Morningstar US Small Blend (+6,15%). A selecção de acções foi o principal vento contrário, com fraqueza relativa concentrada nos sectores Materiais e Tecnologia de Informação. Inspire Medical, MGP Ingredients e Knife River lideraram os detractores; Medpace, AAR e nVent Electric foram os principais contributors. No trimestre foram iniciadas Patrick Industries e Trex Company, além de James Hardie após a aquisição da posição de longo prazo AZEK Company. A gestora mantém disciplina de valorização e foco em compounders small-cap, vendo o desconto da classe como oportunidade de longo prazo.
Maple Tree Capital 2700 palavras
A Maple Tree Capital, projecto de investimento pessoal de retalho gerido por Henry Invests, apresenta um terceiro trimestre de 2025 nitidamente dividido entre as suas duas carteiras. A Jonagold, concentrada e de beta elevado, recuou 13,12%, penalizada por uma queda de quase 30% da Upstart nos dez últimos dias de negociação, enquanto o Nasdaq subiu 11,41%. Em contraste, a Heartwood entregou o melhor trimestre de sempre, com 40,02%, impulsionada por Nebius, CoreWeave e Uranium Energy. O gestor enquadra a divergência como prova da volatilidade inerente a uma estratégia de alta convicção e descreve a correcção de rumo da Heartwood — venda de posições perdedoras e rotação para infraestrutura de inteligência artificial — como o regresso da carteira à superação dos índices de referência.
Mar Vista U.S. Quality Strategy 3137 palavras
Mar Vista U.S. Quality registou +3,29% net-of-fees no terceiro trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 (+8,00%) e do S&P 500 (+8,12%) num trimestre dominado pelo pivot dovish da Fed em Setembro e pelo boom contínuo em IA. Selecção de acções em tecnologia da informação, industriais e financeiras detraiu do desempenho. Top contributors foram Oracle, Apple e Amphenol; top detractors Intuit, Salesforce e SAP. Não iniciaram novas posições; reforçaram NVIDIA, Apple e Alphabet; saíram de Adobe; reduziram Broadcom e Equifax. Perspectiva T4 2025: equilíbrio delicado entre fundamentais resilientes e risco crescente de overheating, com valuations esticadas em large-cap growth e concentração elevada nos Magnificent Seven.
Mar Vista U.S. Quality Premier Strategy 2400 palavras
Mar Vista U.S. Quality Premier registou +6,41% net-of-fees no terceiro trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 (+8,00%) e do S&P 500 (+8,12%), num trimestre marcado pelo dovish pivot da Fed, primeiro corte de taxas de Setembro e boom de IA. Selecção de acções em financeiras, tecnologia e consumo discricionário detraiu. Top contributors foram Apple (+24,25%), Alphabet (+37,42%) e NVIDIA (+18,10%); top detractors Intuit (−13,18%), SAP (−12,13%) e Moody's (−4,83%), os três pressionados pelo receio de que agentic AI perturbe SaaS incumbente. Não iniciaram posições; saíram de Adobe por erosão da tese de IA generativa. Perspectiva: equilíbrio entre fundamentais resilientes e risco de sobreaquecimento, com concentração recorde nos Magnificent Seven.
Matrix Asset Advisors 3224 palavras
A Matrix Asset Advisors emitiu o seu comentário de mercado relativo ao terceiro trimestre de 2025, marcado pela recuperação do S&P 500 (+8,12% no trimestre, +14,83% no acumulado do ano) liderada pelos sectores Tecnologia e Comunicações. A casa adopta tom cauteloso: com o índice a transaccionar a 22,8x lucros futuros — mais de um desvio-padrão acima da média de trinta anos — e as dez maiores acções a representarem 40,4% do índice, antecipa ganhos mais modestos e rotação para sectores defensivos como Bens de Consumo de Base e Saúde. As estratégias Large Cap Value e Dividend Income tiveram trimestre sólido. A casa reduziu o sobrepeso accionista e iniciou três posições de qualidade a preços deprimidos: Accenture, Constellation Brands e Lockheed Martin.
Meridian Contrarian Fund 1320 palavras
O Meridian Contrarian Fund encerrou o terceiro trimestre de 2025 com retorno de 6,72% (Legacy class, net), aquém dos 9,00% do Russell 2500 Index e dos 8,18% do Russell 2500 Value Index. The Honest Company, Perrigo e Kornit Digital foram os principais detractores; Planet Labs, nLight e Penguin Solutions os principais contribuidores. O processo contrarian — screening de empresas com múltiplos trimestres de declínio de resultados e identificação de catalisadores de turnaround — manteve disciplina, com carteira concentrada em 50-75 melhores ideias. As dez maiores posições representam aproximadamente 24% da carteira, lideradas por First Citizens Bancshares (2,72%), Penguin Solutions (2,63%) e Texas Capital Bancshares (2,49%). A equipa destaca inteligência artificial, electrificação e defesa como temas centrais que ganham reconhecimento de mercado.
Meridian Growth Fund 1500 palavras
O Meridian Growth Fund encerrou o terceiro trimestre de 2025 com retorno de -1,78% (Legacy class, net), face a 10,73% do Russell 2500 Growth Index — subperformance de 1.251 pontos-base num trimestre de baixa volatilidade descendente, sem qualquer sessão de queda superior a 2%. A equipa atribui o resultado ao que escolheu não deter: o posicionamento sectorial em saúde, indústria e tecnologia detraiu valor relativo, com subexposição a bens de capital (+26%) e a semicondutores especulativos (+50%). Quase todos os factores de mercado se moveram contra o estilo orientado a qualidade. Madrigal Pharmaceuticals, Halozyme Therapeutics e Ziff Davis foram os principais contribuidores; Alight, Sprout Social e Align Technology os principais detractores. Perspectiva cautelosa face à exuberância especulativa no ecossistema de infraestrutura de IA.
Meridian Hedged Equity Fund 1700 palavras
O Meridian Hedged Equity Fund avancou 1,67% (Legacy class, net) no terceiro trimestre de 2025, aquem dos 8,13% do S&P 500 Index e dos 3,53% do benchmark secundario CBOE S&P 500 BuyWrite Index. Figure Technology Solutions, D.R. Horton e Johnson & Johnson foram os principais contribuidores; Liberty Broadband, Kenvue e Intercontinental Exchange os principais detractores. No final do trimestre cerca de 38% da carteira estava sem cobertura, com o restante investido em empresas com opcoes call cobertas, abordagem que procura equilibrar potencial de crescimento de capital com proteccao de queda via premio de opcoes. A perspectiva centra-se num ambiente sustentado pela politica monetaria acomodaticia, embora com riscos de inflacao persistente e valuations elevadas em tecnologia ligada a IA.
Meridian Small Cap Growth Fund 1180 palavras
O Meridian Small Cap Growth Fund registou no terceiro trimestre de 2025 retorno de 4,20% (Legacy class, net), face a 12,19% do Russell 2000 Growth Index, com subperformance significativa de cerca de 800 pontos- base. O posicionamento sectorial em industriais, saúde e tecnologia foi o principal detractor, num trimestre em que small caps lideraram com 12,4% e bens de capital avançaram cerca de 25% com a euforia em torno de data centers de IA. Top contributors: Turning Point Brands, Zenas BioPharma e Consensus Cloud Solutions. Top detractors: Alight, Sprout Social e Kirby. A equipa identifica sinais de exuberância especulativa em IA, com várias empresas a transaccionar a 40-50x lucros, e mantém disciplina de qualidade face a Fed mais dovish.
Merion Road Small Cap Fund, LP 1050 palavras
Carta de Outubro de 2025 (T3 2025) da Merion Road Capital Management, gerida por Aaron Sallen, que reporta lado a lado duas estratégias. O portfólio Long Only Large Cap ganhou 10% no trimestre, impulsionado por Kratos (KTOS), que quase duplicou após o anúncio de Pete Hegseth sobre expansão da produção de drones e resultados do Q2 acima do consenso. O Merion Road Small Cap Fund subiu 5%, contra 12,4% do Russell 2000. Sallen iniciou posições em American Woodmark, após a fusão anunciada com Masterbrand e protecção tarifária sobre armários importados, e numa arbitragem de estrutura de capital na Bel Fuse, antecipando o colapso da estrutura dual-class catalisado pela Gabelli. Reestabeleceu ainda Victory Capital após a aquisição do negócio Amundi US.
Middle Coast Investing 3300 palavras
Middle Coast Investing fechou o Q3 2025 com +9,6% nos portefólios US (vs +7,8% do S&P 500) e +5,5% nos europeus (vs +4,3% do Euro Stoxx 50), com YTD a +13,9% e +24,4% respectivamente. O trimestre foi impulsionado por quatro buyouts simultâneos (Dallas News, WideOpenWest, Vimeo e Steelcase). A carta dedica grande parte à temática de IA com o gestor a defender uma postura de "natural caution" — cepticismo construtivo, sem perseguir tendências mas atento a oportunidades nas margens. Iniciaram sete novas posições (Corpay, Gogo, Hillenbrand, Brighthouse, TFS Financial, Air Lease e FILA) e encerraram ATKR e LICT. P/E TTM 22,5; cash 14,6%. Primeiro corte de taxas em 2025 referido como tailwind para TFSL e contrapeso a Charles Schwab.
Miller Value Partners — Deep Value Strategy 2469 palavras
O Miller Deep Value Select gerou +26,50% no terceiro trimestre, batendo o S&P 1500 Value Index (+6,29%) e o S&P 600 Value Index (+11,71%) por margem substancial. Ano-a-data, a estratégia rende +9,20% líquido vs +9,28% e +3,17% nos benchmarks. Dez de doze holdings entregaram retornos positivos de dois dígitos. Nabors Industries (NBR) +46% liderou os contribuidores, suportada pela venda do segmento Quail Tools por 600 milhões. Bread Financial (BFH) -2% foi o único detractor. Dan Lysik articula uma tese central de ciclo plurianual de desempenho superior para baixa avaliação e small caps, com o sector Tecnologia próximo do peso recorde de 34,9% atingido no pico Dot Com de Março de 2000.
Minot Light Capital Partners 5050 palavras
A Minot Light Capital Partners regista um retorno líquido de 7,6% no terceiro trimestre de 2025, abaixo do índice de micro-caps, que subiu 17,1%. Tom Wetherald atribui o atraso relativo a três decepções específicas de empresas, com um custo agregado de cerca de 300 pontos-base, e a um posicionamento fortemente fora de favor, sobretudo no sector da saúde, num mercado dominado por momentum e beta elevado. O gestor descreve um processo de beta-sliding que rota capital para retardatários descontados. Os maiores contribuidores foram The RealReal, ClearPoint Neuro e Arq; os maiores detractores, Torrid, Lucid Diagnostics e Legacy Education. Desde a constituição, o retorno bruto acumulado é de 24,7%. A carta destaca Stran & Company como ilustração do processo em micro-caps.
Night Watch Investment Management 1950 palavras
O Night Watch Investment Management, sob direcção de Roderick van Zuylen, valorizou 4,28% líquidos no terceiro trimestre de 2025, elevando o retorno acumulado do ano para 25,88% e o desde o início para 38,84% (TCAC de 20,63%). Haypp, Western Digital, Distribution Solutions Group e AAR lideraram as contribuições; Gogo, Marex e Endava foram os principais detractores. Van Zuylen articula uma postura crescentemente negativa sobre a economia americana — citando a nacionalização parcial da Intel, o imposto sobre as vendas da Nvidia à China e o proteccionismo — e desloca a investigação para fora dos EUA. O trimestre marcou a primeira posição japonesa do fundo (Integral KK), a reentrada em Brookdale e a saída integral das posições de energia offshore.
NZS Growth Equity Strategy 1750 palavras
A NZS Growth Equity avançou +4,09% (gross) e +3,93% (net) no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém dos +7,60% do Morningstar Global Target Market Exposure Index. Tecnologia de Informação, Serviços de Comunicação e Industriais lideraram os contributos — com a Alphabet a destacar-se após decisão favorável no processo antitrust federal e o reconhecimento da sua posição em IA. Financeiras e Saúde detraíram, penalizadas por Constellation Software e Fiserv. A rotação do portefólio foi elevada: a gestora reforçou software cuja narrativa de disrupção considera sobrevalorizada, saiu da NVIDIA detida desde o início, e iniciou a SailPoint como posição de optionality, apostando na expansão do mercado de governação de identidades pela IA agêntica.
Oakmark Equity and Income Fund 950 palavras
O Oakmark Equity and Income Fund (Investor Class) avançou +2,91% no terceiro trimestre de 2025, abaixo de +5,66% do benchmark 60% S&P 500 / 40% Bloomberg U.S. Aggregate Bond. Equity portfolio +3,64% vs +8,12% do S&P 500; fixed income +2,40% vs +2,03% do Bloomberg Aggregate. Mantida superação desde inception (9,58% anualizados desde 1995). Alocação fim de trimestre: 59,6% acções, 39,3% rendimento fixo, 1,1% liquidez. A nível sectorial em acções, comunicação e energia foram contributors; consumo de base e saúde foram detractors. Alphabet foi top contributor por sentença favorável no antitrust de Google Search e Cloud a acelerar com AI workloads; Charter foi top detractor com Q2 fraco. Salesforce foi a única adição — re-entrada após saída em Dezembro de 2024. Centene saiu integralmente.
Oakmark Global Select Fund 700 palavras
O Oakmark Global Select Fund subiu 3,38% no T3 2025 (Investor Class), abaixo do MSCI World Index (7,27%) e ligeiramente atrás no acumulado anual (17,30% vs 17,43%). A nível sectorial, consumo discricionário e bens essenciais foram os maiores contribuidores; industriais e financeiras, os únicos detractores. Geograficamente, 56,8% EUA, 28,4% Europa ex-Reino Unido e 10,1% Reino Unido; mercados emergentes pesavam 4,6%. Top contributors: Alibaba (Cloud e AI a acelerar), Alphabet Cl A e Prosus. Top detractors: Charter Communications (perda de subscritores de banda larga), Molina Healthcare e CNH Industrial. As gestoras lideradas por David Herro iniciaram Dassault Systèmes — software industrial premium com desconto cíclico ~40% face ao pico — e saíram totalmente de Centene.
Oakmark Select Fund 1481 palavras
O Oakmark Select Fund (Investor Class) registou +2,34% no terceiro trimestre de 2025, abaixo dos +8,12% do S&P 500 e dos +5,33% do Russell 1000 Value. Fundo articula que a relativa fraca prestação reflecte underweight em information technology e exposição elevada a mid-caps. Sectorialmente, comunicações e energia foram contribuidores; consumer staples e consumer discretionary, detractores. Warner Bros Discovery destacou-se como top contributor após salto de 29% num único dia em Setembro perante reportes de aquisição pela Paramount-Skydance. Keurig Dr Pepper foi top detractor após anúncio de aquisição da JDE Peet's e plano de cisão em duas entidades (café e refrigerantes); gestoras consideram sell-off excessivo dada solidez fundamental, histórico de desalavancagem e desconto sum-of-the-parts a ser exposto pela cisão.
O'Keefe Stevens Advisory 2050 palavras
A O'Keefe Stevens Advisory dedica o terceiro trimestre de 2025 a um aviso sobre a especulação em activos ligados à inteligência artificial e às criptomoedas, enquadrando-a com paralelos da Corning entre 1998-2000. Dominick D'Angelo exemplifica disciplina de avaliação: saiu de Donnelley Financial (DFIN), Lazard (LAZ) e Capstone Copper (CSCCF) e iniciou uma posição em Topgolf Callaway Brands (MODG) na fraqueza, vendo valor após o desempenho fraco da divisão de venues. A gestora descreve a Corning como uma beneficiária pick-and-shovel da capex de IA, embora ainda a 36x lucros, e alerta para os 600 mil milhões de dólares de capex hyperscaler previsto para 2026 como sinal de potencial excesso.
Optimist Fund 2105 palavras
O Optimist Fund subiu +9,1% no terceiro trimestre de 2025, contra +7,9% do benchmark composto (50% MSCI World Growth, 50% Russell Midcap Growth ajustado a USDCAD); year-to-date a +44,5% vs +11,1%. Wayfair, ThredUp, Carvana e Medpace foram os principais contribuidores (+14,2% combinados); Monday.com e Fiverr detractaram −4,4%. Jordan McNamee sinaliza primeiros sinais de normalização em cíclicos (Wayfair, First Advantage, Latham Group). Medpace, iniciada em Abril e líder em CROs focados em biotech, recebe deep dive como compounder em inflexão com fundador-CEO alinhado. ThredUp confirma estatuto de maior posição do fundo. Exits totais de HelloFresh (mudança de CFO e activist) e Revolve (IRR esperado abaixo do limiar de 20%). Top 10 representa cerca de 85% do portfolio.
Palm Valley Capital Fund 6200 palavras
O Palm Valley Capital Fund subiu +2,35% no terceiro trimestre de 2025, abaixo dos +9,11% do S&P SmallCap 600 e dos +7,99% do Morningstar Small Cap. As acções do fundo (excluindo caixa e despesas) renderam +6,46%. Cash equivalents subiram de 73,5% para 74,1% — primeira inversão de tendência após dois trimestres de declínio. Cinnamond e Wiggins iniciaram quatro posições — Teleflex, Robert Half e LKQ como novos nomes, com Avista a regressar ao fundo. Saída disciplinada da Seaboard após o rally aproximar a cotação da avaliação interna. Top contributors Sprott Physical Silver Trust, Seaboard e Sprott Physical Gold Trust; detractores acima de 10 pontos base foram Flowers Foods e Amdocs. A carta enquadra a tese 'Rise of the Machines' — o bull market mais duradouro de sempre, top 10 do S&P 500 a 80% do GDP e Mag 7 a 35x lucros agregados.
Parnassus Core Equity Fund 1350 palavras
O Parnassus Core Equity Fund registou um retorno líquido de 2,57% no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém dos 8,12% do S&P 500 num trimestre marcado por sentimento pró-risco e estreitamento da amplitude de mercado. As posições em Financeiras, Industriais e Tecnologias de Informação travaram o desempenho relativo, enquanto Serviços de Comunicação e o subponderamento em Bens de Consumo Básico contribuíram positivamente. A casa mantém uma carteira em barra: sobreponderação defensiva em negócios de elevada qualidade combinada com posições ofensivas em beneficiários da infraestrutura de Inteligência Artificial — semicondutores, software e hyperscalers. No trimestre iniciou Boston Scientific e W.W. Grainger e vendeu a Intuit. A gestão mantém-se construtivamente positiva sobre as acções norte-americanas, vigilante quanto à inflação e à monetização da IA.
Parnassus Mid Cap Fund 1300 palavras
O Parnassus Mid Cap Fund (Investor Shares PARMX) registou +5,49% no terceiro trimestre de 2025, face a +5,33% do Russell Midcap. A megatendencia de IA dominou os contribuidores - Sandisk, Lam Research, Western Digital e KLA, fabricantes de semicondutores, encabecaram o desempenho, com o Bank of New York Mellon a beneficiar de resultados solidos. Fidelity National, Brown & Brown, Alcon, Atlassian e Republic Services detractaram. Lori Keith e Ian Sexsmith refinaram a carteira com seis entradas (NXP, Verisk, Edwards Lifesciences, Insulet, BILL Holdings, StandardAero) e tres saidas (Copart, The Trade Desk, J.B. Hunt). Os gestores mantem-se optimistas, posicionando a carteira para qualquer cenario face a concentracao de retornos.
Parnassus Value Equity Fund 1450 palavras
O Parnassus Value Equity Fund (Investor Shares) registou +7,46% líquido no terceiro trimestre de 2025, superando o +5,33% do Russell 1000 Value Index. A gestão, liderada por Krishna Chintalapalli, atribui o desempenho relativo superior às posições em Information Technology, impulsionadas pela megatendência de IA, parcialmente compensado por Materials e Health Care. Western Digital, Cummins e Oracle lideraram contribuições; Deere, S&P Global e Novo Nordisk detraíram. No trimestre, a equipa reduziu modestamente o peso em IT para reforçar o sobrepeso em Health Care, iniciando posições em dispositivos médicos com Abbott e Stryker, e trocou D.R. Horton por Home Depot. A leitura é construtiva mas disciplinada: com crescimento estável, juros em queda e avaliações elevadas, a equipa considera o ambiente favorável às acções de valor.
Pelican Bay Capital Management — Concentrated Value 2071 palavras
A Pelican Bay Capital Management — Concentrated Value, gerida por Tyler Hardt, subiu 7,8% líquidos no terceiro trimestre de 2025 contra 5,3% do Russell 1000 Value, recuperando o desempenho inferior acumulado em Março e fechando quase a par do índice no ano. O alfa veio sobretudo dos mineiros de ouro — a Barrick somou 60% com a cotação ainda a descontar ouro a 3.000-3.400 dólares face a um spot de 4.300 — e da Micron, +36% no ciclo de memória HBM. Hardt vendeu a Kinsale por receio de litígios não provisionados, substituindo-a pela Old Dominion Freight, e iniciou a Elevance Health após a queda do sector segurador de saúde. A Alphabet foi reduzida ao atingir o topo do intervalo de valor intrínseco.
Penn Davis McFarland, Inc. 1256 palavras
A Penn Davis McFarland abre a carta de Julho de 2025 com um paralelo com o início dos anos 70, entre o Irão nas primeiras páginas, os receios de inflação, um presidente a pressionar a Fed para baixar juros e défices que parecem insustentáveis. Desde a carta anterior o mercado caiu muito e recuperou muito, mas pouco parece ter mudado em riscos e oportunidades. Para a gestora, o verdadeiro desafio orçamental são o Medicare e a Segurança Social, 73 biliões de dólares de responsabilidades fora do balanço, e a Fed parece fazer bem em esperar: cortar as taxas demasiado para financiar o défice arriscaria reacender a inflação. Na carteira, reforçou a UnitedHealth Group, penalizada pelos primeiros resultados abaixo do esperado em quase uma década.
Platinum International Brands Fund 1924 palavras
O Platinum International Brands Fund rendeu 1% no terceiro trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões e custos em dólares australianos, contra 6% do MSCI All Country World Net Index. Nik Dvornak atribui o atraso a duas causas: a subida do mercado ter sido conduzida pelas acções ligadas à construção de centros de dados de inteligência artificial, que ficam fora do universo de marcas do fundo, e a revisão de 911 mil postos de trabalho anunciada a 9 de Setembro, que penalizou os títulos expostos ao consumo. Aponta a Alphabet, a Wolverine Worldwide e a Tencent como maiores contributos, e os títulos ligados à habitação, a Pandora, a Amer Sport e a Birkenstock entre os travões. Dedica análise própria a três participadas com gestões novas.
Platinum International Technology Fund 2028 palavras
O Platinum International Technology Fund subiu 6% no terceiro trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões e custos em dólares australianos, contra 12% do MSCI All Country World IT Index. Jimmy Su descreve uma bifurcação dentro da tecnologia: as acções de infra-estrutura de inteligência artificial, cerca de um quarto da carteira no início do trimestre, geraram a maior parte do retorno, com a Broadcom, a Nvidia, a Vertiv e a TSMC a subirem cerca de 20% e a Amphenol e a TE Connectivity perto de 30%, enquanto o título tecnológico médio estagnou. O trimestre trouxe seis saídas ligadas aos semicondutores e, sobretudo, a venda da Alphabet e da Meta, detidas desde 2011 e 2018, por o gestor concluir que defender a pesquisa do avanço do ChatGPT exige capital crescente e comprime os múltiplos.
Polen Capital Focus Growth Strategy 2350 palavras
O Polen Capital Focus Growth registou +3,14% líquido no T3 2025, contra +10,51% do Russell 1000 Growth, num trimestre marcado por entusiasmo persistente em torno da IA generativa e concentração de retornos em semicondutores. Dan Davidowitz e Damon Ficklin reverteram a postura prévia face a hardware de IA e iniciaram NVIDIA e Broadcom após dois anos e meio sem detenção, juntamente com Boston Scientific, Intuit, Synopsys e Uber. Saíram de Gartner e Thermo Fisher. Reforçaram Starbucks, ServiceNow, CoStar e Adobe; reduziram Netflix, Alphabet, Visa, Workday, Amazon, Airbnb, Abbott, Shopify e Oracle. Oracle foi o principal contribuidor absoluto e relativo após subida de ~29% e contrato cloud de $30bn anuais. Mantêm convicção em crescimento de resultados mid-teens no longo prazo.
Polen Capital International Growth 1500 palavras
O Polen Capital International Growth recuou -4,53% líquido no terceiro trimestre de 2025, contra +6,89% do MSCI ACWI ex-USA, penalizado por um mercado que favoreceu acções de beta elevado e ligadas à IA. A abordagem concentrada de crescimento de qualidade — trinta posições — manteve-se fiel ao processo apesar do atraso relativo. Shopify, ASML e ICON plc lideraram os contributos; Sage, Monday.com e SAP penalizaram. Todd Morris e Daniel Fields iniciaram posições na Disco Corp, ASM International e Tencent, financiadas pela saída da Dassault Systèmes. A equipa reafirma o foco no crescimento dos resultados das empresas detidas e considera as oportunidades fora dos EUA particularmente atractivas.
Polen U.S. Small Cap Growth Strategy 1150 palavras
A estratégia Polen U.S. Small Cap Growth registou +21,1% líquido de comissões no terceiro trimestre de 2025, contra +12,2% do Russell 2000 Growth. Andrew Cupps atribui o desempenho relativo aos contributos de Bloom Energy, Joby Aviation e Powell Industries, parcialmente compensados por Oddity Tech, Carpenter Technology e TransMedics Group. A carteira mantém exposição significativa ao sector Industrials, ancorada nos temas de Electrificação — procura de energia eléctrica impulsionada por veículos eléctricos, data centers e a revolução da IA — e Aeroespacial. Cupps desvaloriza a narrativa táctica de liderança das small caps assente em cortes de taxas, defendendo que o desempenho da estratégia é sustentado pelo ritmo acelerado de inovação no universo de pequena capitalização norte-americano.
Polen U.S. SMID Cap Growth 1180 palavras
A estratégia Polen U.S. SMID Cap Growth, gerida por Andrew Cupps, valorizou 14,8% no terceiro trimestre de 2025 (14,4% líquida de comissões), superando claramente os 10,7% do índice de referência Russell 2500 Growth. O trimestre prolongou a liderança da IA e da construção da respectiva infraestrutura: Bloom Energy, SoFi Technologies e Talen Energy lideraram os contributos positivos, enquanto Grupo Financiero Galicia, Monday.com e a não detida Astera Labs penalizaram o desempenho relativo. O gestor sublinha a exposição significativa aos industriais através dos temas de Electrificação e Aeroespacial e, na sua leitura prospectiva, relativiza o trade táctico de cortes de juro, defendendo que o ritmo acelerado de inovação nas small e mid caps oferece a oportunidade estrutural mais duradoura.
Praetorian Capital Fund LLC 2350 palavras
A Praetorian Capital Fund LLC encerrou o T3 2025 com retorno líquido de 5,70% (bruto 6,11%), elevando o YTD para 12,16% líquido. Harris Kupperman reforça a tese bearish sobre quase todas as equities — actividade económica em desaceleração estrutural, AI bubble como o mais perigoso da sua carreira e PE/Private Credit/VC condenados a blow up. O posicionamento mantém-se defensivo, com exposição reduzida e ampla liquidez à espera do rout. Top 5 por peso: Sprott, St. Joe, B3, XP, Allfunds — todos com crescimento de receitas YoY e retorno de capital. Estratégia croupier no nexus das bolhas (intermediação, exchanges, refugiados fiscais 0,1%, metais preciosos). Posição grande em US Treasury futures como hedge Event-Driven para o crash esperado, gerida com stops apertados.
Prosper Stars & Stripes 6923 palavras
O Prosper Stars & Stripes obteve um retorno líquido de 9,8% no terceiro trimestre de 2025, contra 3,8% do índice HFRX Equity Hedge e 12,4% do Russell 2000. O livro longo do Composite rendeu 15,39% com exposição média diária de 94,58%; o livro curto travou o resultado, ainda que com contributo activo positivo. A TAT Technologies foi o maior contributo do livro longo e a Accelerant Holdings o maior travão; no livro curto, a BellRing Brands foi o maior contributo e a WK Kellogg o maior travão. A gestora sai do trimestre construtiva: aponta o corte de juros de Setembro, o fim antecipado do aperto quantitativo e a recuperação de lucros esperada para 2026 entre os apoios ao quadro, e mantém a preferência por small caps.
Pzena Focused Value 2262 palavras
O Pzena Focused Value subiu 1,1% bruto (0,9% líquido) no terceiro trimestre de 2025, contra 5,3% do Russell 1000 Value; no acumulado do ano, 5,5% contra 11,7%. Os índices amplos norte-americanos subiram com o optimismo em torno da inteligência artificial e a perspectiva de política monetária mais acomodatícia, culminada no corte de juros de Setembro; a tecnologia liderou e o crescimento superou materialmente o valor. Telecomunicações, materiais básicos e industriais detraíram, com a Baxter penalizada por uma recolha voluntária e pela recuperação lenta dos soros. A equipa saiu da Charter Communications após nova diligência, reforçou a Baxter, iniciou PPG Industries e Solventum, e reduziu TE Connectivity, CVS Health e Citigroup — esta última o maior contribuidor individual.
Qualivian Investment Partners — Qualivian Focus Fund 3100 palavras
A Qualivian Investment Partners, gerida por Aamer Khan e Cyril Malak, registou 5,9% líquido no terceiro trimestre de 2025, contra 8,1% do S&P 500 Total Return e 6,4% do ETF de qualidade QUAL. Desde a constituição (Dezembro de 2017), o Qualivian Focus Fund supera o S&P 500 em 9,8 pontos percentuais líquidos. Durante o trimestre, a gestora vendeu a Copart e iniciou uma posição na Brookfield Corporation. Os principais contribuintes foram Alphabet, O'Reilly Automotive e TJX; os principais detractores foram Brown & Brown, Watsco e Moody's. A carta dedica um ensaio às ineficiências dos mercados de apostas hípicas para reforçar a tese de que os compounders de qualidade superam o mercado, e apresenta a Amphenol como candidata da watchlist.
Recurve Capital Partners LP 3893 palavras
A Recurve Capital Partners avançou 3% líquido (4% bruto) no terceiro trimestre de 2025, abaixo dos 8% do S&P 500 e dos 11% do Nasdaq. Aaron Chan dedica a carta à filosofia de horizonte de longo prazo do fundo: manter os vencedores através de períodos de sobredesempenho e de subdesempenho, evitando a negociação hiperactiva. Distingue posições núcleo já consolidadas — Carvana e Royal Caribbean — de apostas ainda debatidas como Cogent e Paymentus. O grosso da carta é uma actualização sobre a Cogent (CCOI), que caiu 59% em Novembro: Chan vendeu 80% da posição para capturar prejuízo fiscal que compensa ganhos realizados em Carvana, mantendo a intenção de reconstruir após o período de wash sale.
Renaissance Investment Management International Small Cap Equity Strategy 1050 palavras
A estrategia International Small Cap Equity da Renaissance Investment Management teve retorno positivo em termos absolutos e superou o indice de referencia no terceiro trimestre de 2025, num rali amplo em que todos os sectores do indice fecharam em terreno positivo. O sobrepeso em Tecnologias de Informacao e a boa seleccao de titulos em Comunicacoes e Industria ajudaram o desempenho relativo, enquanto o subpeso em Materiais penalizou. Tower Semiconductor, Celestica e Millicom lideraram os contributos; Nomad Foods, Marex e Coca-Cola FEMSA penalizaram. A carteira comprou Minth Group, vendeu Fidelis Insurance e reduziu a exposicao a accoes francesas. A gestora mantem uma leitura construtiva, vendo as accoes internacionais a transaccionar com um desconto de avaliacao de 35% face aos Estados Unidos.
Renaissance Investment Management Large Cap Growth Strategy 1490 palavras
A Renaissance Investment Management ficou abaixo do Russell 1000 Growth e do S&P 500 no terceiro trimestre de 2025, num mercado que renovou máximos com ganhos concentrados em tecnologia, comunicações e utilities. O índice de referência subiu 10,5% e o S&P 500 8,1%. AppLovin, Comfort Systems e Alphabet lideraram os contributos, sustentados por procura ligada a IA e à construção de data centers; Gartner, Fiserv e Tradeweb penalizaram. A carteira iniciou Tapestry no consumo discricionário e saiu de Cintas após a tese se concretizar. A leitura macro acomoda o corte da Fed para 4,0–4,25%, a recuperação do PIB e a tese de que carteiras mais equiponderadas oferecem melhor valor face à concentração extrema do índice.
Rewey Asset Management LLC 1750 palavras
A Rewey Asset Management registou +10,70% no T3 2025 (composto SMID líquido) contra +8,17% do Russell 2500 Value Total Return. YTD, ambos a +9,29%. Chip Rewey lê o outperformance progressivo dos índices de menor capitalização como sinal precoce de rotação para fora dos large-caps. Articula que a revisão de 911 mil empregos pelo BLS expõe um mercado de trabalho mais fraco e força a Fed a cortar para suportar o mandato dual. Tese estrutural reforçada por adopção agressiva de IA como driver de cortes de mão-de-obra. Aprofunda Ultra Clean Holdings (UCTT) com preço-alvo de 45,32 dólares (+66% acima do fecho do T3).
RGA Investment Advisors 2400 palavras
A RGA Investment Advisors dedica o comentário do terceiro trimestre de 2025 à concentração extrema do mercado norte-americano — em que as dez maiores empresas do S&P 500 representam mais de 40% do índice — e às tensões criadas pela especulação retalhista e pela omnipresença da inteligência artificial. Elliot Turner e Jason Gilbert defendem que estas forças criam oportunidade, sobretudo na saúde, sector que consideram dos mais subvalorizados. O destaque vai para a Alphabet, maior posição da carteira: a resolução do processo antitrust em Setembro libertou a empresa para competir como líder verticalmente integrado de IA. Os gestores apresentam ainda a Capital One, posição nova após a aquisição da Discover, como uma metamorfose estratégica no sector de pagamentos.
RiverPark Large Growth Fund 1700 palavras
O RiverPark Large Growth Fund avançou 4,73% no terceiro trimestre de 2025 (classe institucional), ficando aquém do Russell 1000 Growth (10,51%) e do S&P 500 (8,12%) num trimestre de ganhos amplos para a bolsa norte-americana. No ano, o fundo rendeu 11,76% contra 17,24% do índice de referência. O gestor Conrad van Tienhoven destaca Alphabet, Apple e NVIDIA como principais contributos, sustentados pela exuberância em torno da inteligência artificial, enquanto Intuitive Surgical, Netflix e nomes de software como Intuit e ServiceNow detraíram perante a rotação dos investidores para hardware de IA. A leitura macro acomoda crescimento resiliente, com o PIB a expandir 3,8% em termos anualizados, inflação a moderar e o primeiro corte de juros da Fed em Setembro.
Riverwater Partners Micro Opportunities Strategy 1380 palavras
A Micro Opportunities Strategy de Nathan Fredrick gerou retornos absolutos sólidos no terceiro trimestre de 2025, mas ficou aquém do índice de referência ao não acompanhar a forte subida do mercado em títulos de baixa qualidade e de beta elevado. Materiais foi o melhor sector, impulsionado pela exposição ao urânio e à energia nuclear, com a Uranium Royalty Corp como maior contribuidor e a Delcath Systems como principal detractor. A equipa iniciou posições na Avidia Bancorp, na Allot e na American Vanguard, e saiu da Aris Water Solutions após uma aquisição. O gestor mantém uma abordagem disciplinada e centrada na qualidade, antecipando que os fundamentais, e não a especulação, voltarão a comandar os retornos do mercado em 2026.
Riverwater Partners Small Cap Strategy 2893 palavras
A Small Cap Strategy de Nathan Fredrick entregou retornos absolutos sólidos no terceiro trimestre de 2025, mas ficou aquém do índice de referência, penalizada pelo apetite do mercado por empresas de baixa qualidade, com lucros limitados ou negativos, posições curtas elevadas e beta alto. A Uranium Energy e a Modine lideraram os contributos, sustentadas pelo renascimento nuclear e pelo arrefecimento de centros de dados; a Palomar e a Haemonetics foram as maiores detractoras. O gestor iniciou cinco posições — Worthington, Provident Financial, Digi International, Belden e Preformed Line Products — e saiu da Crocs, da Iridium, da Vestis e da Haemonetics. Aponta o início do ciclo de cortes da Reserva Federal e a dispersão de avaliações como suportes da carteira.
LongRun Equity Fund 3857 palavras
A estratégia LongRun Equity valorizou 3,9% no terceiro trimestre de 2025 (EUR, sem cobertura, líquido de comissões), aquém dos 7,5% do MSCI AC World NR. O gestor atribui a divergência ao estilo: a preferência por empresas de elevada qualidade e rentabilidade não foi recompensada por um mercado focado em títulos de crescimento e frequentemente não rentáveis. O contributo idiossincrático foi positivo, com destaque para a Alphabet, beneficiada por um desfecho favorável do processo antitrust nos Estados Unidos. No trimestre foram iniciadas posições em Amazon e Synopsys, financiadas pela saída integral da Accenture e pela redução da Alphabet. O estudo de caso aprofunda a Cadence, líder do duopólio de software de desenho de chips.
Rowan Street Capital 3500 palavras
No 3.º trimestre de 2025 a Rowan Street avançou apenas +0,22%, mas acumulou +20,4% líquidos no ano face a +14,8% do S&P 500. O triénio cumulativo atingiu +266% líquidos com composição anual de +54,2%. A carta articula a reafectação de Spotify para Tesla — única nova posição iniciada em 2025, construída em Março-Abril com cerca de 8% do capital e já a representar aproximadamente 12% da carteira após apreciação de cerca de 76%. O gestor reduziu Spotify de mais de 20% para 7,8% do portefólio e Trade Desk recuou para cerca de 4,5% após uma desvalorização superior a 50% no ano, enquadrada como teste de carácter da liderança.
RS Large Cap Value Strategy 1500 palavras
O RS Large Cap Value Strategy (Victory Capital Management) registou +4,60% bruto (+4,47% líquido) no terceiro trimestre de 2025, abaixo do +5,33% do Russell 1000 Value Index. A equipa atribui o desempenho relativo negativo a selecção adversa em Consumer Discretionary e Consumer Staples. Alphabet, Citigroup, Teva, AbbVie e Valero lideraram contribuições; Cigna, Keurig Dr Pepper, LKQ, Salesforce e Corpay detraíram. LKQ foi liquidada perante deterioração estrutural do mercado de reparação automóvel. A Fed reactivou o ciclo de cortes em Setembro com 25bp, growth voltou a superar value, e small-cap value disparou +12,6%. A equipa mantém disciplina ROIC e antecipa protecção de downside como prioridade no T4 e em 2026.
Sequoia Strategy Composite 240 palavras
A Sequoia Fund, gerida pelo Comité de Investimento da Ruane Cunniff, divulgou uma carta trimestral invulgarmente breve relativa ao terceiro trimestre de 2025. O fundo rendeu apenas 1,63% líquido de comissões no trimestre, muito aquém dos 8,12% do S&P 500, ainda que mantenha vantagem acumulada no ano, com 21,59% contra 14,83% do índice. A única actividade divulgada foi de natureza operacional: o Comité reduziu as posições em Meta Platforms, Jacobs Engineering, Charles Schwab e, em menor grau, Taiwan Semiconductor, canalizando os proventos para um reforço modesto da Elevance Health e dois novos investimentos ainda não revelados. A carteira mantém-se concentrada, com a Rolls-Royce a pesar 17,3% do activo total.
Sands Capital Global Growth 2050 palavras
A Global Growth da Sands Capital recuou 2,0% (net) no terceiro trimestre de 2025, contra um avanço de 7,6% do MSCI ACWI, penalizada sobretudo pela compressão de múltiplos: a posição mediana sofreu uma queda de 7% no múltiplo de resultados futuros. NVIDIA, Alphabet e Taiwan Semiconductor lideraram os contributos; Axon Enterprise, Netflix e Intuitive Surgical foram os principais detractores, em reversões desligadas dos fundamentais. As gestoras completaram as compras de 3i Group, Carvana e Galderma e venderam IMCD, Repligen e Sika, reforçando a estabilidade e visibilidade do crescimento. O portfólio terminou o trimestre no prémio de resultados futuros mais baixo face ao índice desde 2016.
Sands Capital Select Growth 3248 palavras
A Sands Capital Select Growth rendeu +6,3% líquidos no terceiro trimestre de 2025, contra +10,5% do Russell 1000 Growth, com o acumulado do ano em +22,1% face a +17,2% do índice. O posicionamento nos Sete Magníficos é apontado como o principal motor da má selecção de títulos e do desempenho relativo inferior, depois de a liderança do grupo se ter invertido no trimestre. Os principais contribuidores absolutos foram AppLovin, NVIDIA, Taiwan Semiconductor, Roblox e Broadcom; os principais detractores, Dexcom, ServiceNow, Netflix, Atlassian e Intercontinental Exchange. Em Setembro a gestora comprou Oracle e Alphabet para fechar um subpeso em IA, financiando-as com cortes em negócios de software e de internet de consumo expostos a IA; a rubrica de vendas não regista transacções no período.
Sands Capital Technology Innovators 9821 palavras
O relatório do terceiro trimestre de 2025 da Sands Capital Technology Innovators regista um trimestre positivo em termos absolutos mas atrás do índice: +8,4% líquidos contra +12,5% do índice MSCI ACWI de tecnologia e serviços de comunicação. A selecção de títulos pesou nos quatro sectores da estratégia, com o software a ser o principal travão perante receios de disrupção pela inteligência artificial que a equipa considera exagerados. AppLovin, NVIDIA e Taiwan Semiconductor lideraram os contributos; monday.com foi o maior detractor. No trimestre foram iniciadas posições em Duolingo e Figma e alienadas CrowdStrike e Okta, com a carteira a fechar com 29 negócios e 1,8% de liquidez.
Schafer Cullen Enhanced Equity Income 2400 palavras
A estratégia Enhanced Equity Income da Schafer Cullen rendeu 0,9% líquidos no terceiro trimestre de 2025 e 5,4% no ano, ficando atrás do S&P 500 Buy/Write Index (3,5% e 2,2%). O recuo de factores de dividendo elevado e baixa volatilidade, somado à compressão dos prémios de calls, penalizou o desempenho. Os gestores reforçam uma tese contrária: concentração recorde do S&P 500, capex de IA circular e insustentável e um prémio de valorização do crescimento de 110% criam um enquadramento favorável a acções de dividendo e value. No trimestre compraram Becton Dickinson e Smurfit WestRock, e venderam Baxter, Conagra e Rio Tinto. O rendimento total da estratégia manteve-se em 7,4% anualizados, suportado por uma contribuição de dividendos de 4,2%.
Schafer Cullen Small Cap Value Equity 1820 palavras
A estratégia Small Cap Value Equity da Schafer Cullen rendeu 14,4% brutos e 14,2% líquidos no T3 2025, superando o Russell 2000 Value (12,6%) e o Russell 2000 (12,4%). A selecção de acções em Financeiras, com LoanDepot, LendingTree e PennyMac, e em Imobiliário foi o principal motor da superação relativa; o sector de Consumer Discretionary, penalizado por Under Armour e Crocs, foi o maior detrator. Os gestores compraram Avient e Quaker Houghton, e venderam Ecovyst, Sitio Royalties e Unisys. Vêem as pequenas capitalizações em mínimos de várias décadas face às grandes, com os cortes do Fed e o alargamento da amplitude de mercado como ventos favoráveis. O P/E da carteira é de 11,8x lucros futuros, contra 13,0x do índice.
Schafer Cullen Value Equity 3700 palavras
A estratégia Value Equity da Schafer Cullen rendeu 6,9% brutos (6,8% líquidos) no T3 2025, superando o Russell 1000 Value (5,3%), mas ficando aquém do S&P 500 (8,1%); no acumulado do ano subiu 16,4% brutos, batendo ambos os índices. A selecção de acções em Financeiras — com Citigroup e Morgan Stanley — e em Tecnologia, via Oracle e Micron, foi o principal motor da superação; Communication Services, Consumer Staples e Saúde detraíram. Os gestores compraram UnitedHealth, Becton Dickinson, Mercedes-Benz e NextEra, e venderam Kenvue e Sempra. Alertam para a concentração extrema do mercado e a euforia em torno da IA, vendo as acções value e de dividendo, com um P/E de 14,5x, bem posicionadas para uma rotação.
SGA Emerging Markets Growth Strategy 3315 palavras
A SGA apresenta a carteira Emerging Markets Growth como uma janela estratégica para alocadores de longo prazo, com o dólar a enfraquecer e os fluxos de capital a começarem a afastar-se dos Estados Unidos. Argumenta que as valorizações dos mercados emergentes permanecem atractivas face aos múltiplos historicamente elevados norte-americanos. Reconhece que o processo, centrado em negócios com receitas previsíveis, poder de fixação de preços e geração de fluxo de caixa livre, sofreu durante a recuperação estimulada de 2021 e o surto de inteligência artificial de 2023/24, e sustenta que a carteira começou a recuperar em 2025. Destaca quatro empresas detidas — Grab Holdings, Tencent Music, MercadoLibre e HDFC Bank — e defende uma oportunidade de três a cinco anos, com a valorização da carteira ainda perto do nível mais atractivo de sempre.
SGA U.S. Large Cap Growth Strategy 4200 palavras
A SGA U.S. Large Cap Growth registou −1,3% (Gross) e −1,4% (Net) no terceiro trimestre de 2025, contra +10,5% do Russell 1000 Growth e +8,1% do S&P 500. Acumulado nos primeiros nove meses, o portfólio rendeu +3,4% Gross face a +17,2% do Russell 1000 Growth — período marcado por liderança em cíclicos especulativos, momentum trades e beneficiários imediatos do capex em IA. Nvidia, Alphabet e Apple foram os principais contributores; Gartner, Chipotle e Intuit foram os principais detractores. Iniciaram posições em Grainger e Nike; liquidaram Novo Nordisk e Workday. As gestoras articulam que as acções de qualidade estão em mínimo de dez anos relativo ao mercado amplo e mantêm disciplina face a regime extremo de momentum-chasing e FOMO.
Silver Beech Capital, LP 2150 palavras
A Silver Beech Capital recuou para 3,5% líquido no acumulado dos primeiros nove meses de 2025, contra 14,8% do S&P 500 e 10,4% do Russell 2000, ficando pela primeira vez atrás do índice no seu historial. James Hollier enquadra o desvio como característica da disciplina, não defeito do processo, e descreve valorizações desancoradas dos fundamentais e um ressurgimento de comportamento especulativo, sobretudo num Russell 2000 dominado por empresas sem lucros. A carta detalha duas posições: WillScot, mantida e re-subscrita como caso cíclico e não estrutural após uma queda de ~40%, com valor intrínseco estimado acima de 45 dólares; e Dentalcorp, realizada via aquisição pela GTCR a 11 dólares, encerrando dois anos de detenção com TIR bruta de 44%.
Singular Asset Management, S.G.I.I.C., S.A. — Sigma Internacional 2059 palavras
Sigma Internacional valorizou +9,6% no terceiro trimestre de 2025 (Eurostoxx TR +4,9%, S&P TR +8,2%, Índice Global TR +7,7%) e acumula +83,9% desde a constituição, em Abril de 2021. Boluda e Castro dedicam a carta a explicar por que se mantêm fora da temática de inteligência artificial: reconhecem o potencial da tecnologia e já a usam para aperfeiçoar o método, mas os preços actuais não oferecem margem de segurança e metade dos lucros extraordinários da Nvidia concentra-se em apenas quatro clientes. Invocam a bolha das empresas de internet e compram a temática apenas como opcionalidade, via Alibaba e Tencent através da Prosus. A Golar serve de exemplo de preço desalinhado do valor já contratado.
Smead International Value Strategy 1228 palavras
A carta do terceiro trimestre de 2025 da Smead International Value Strategy — intitulada "Scaling Old Industries" — defende que escalar indústrias antigas é mais previsível do que a corrida por escala em indústrias novas, com referência explícita ao caso da IA. Na banca europeia, as gestoras descrevem a plataforma operacional da Unicredit sob Andrea Orcel e a participação parcial no Alpha Bank grego como modelo de redução de custos que eleva o retorno sobre capital do conjunto. No petróleo, o leilão da MEG Energy — colocada em jogo pela Strathcona Resources e disputada pela Cenovus Energy — serve para quantificar o valor da consolidação, com 400 milhões de dólares em poupanças anuais estimadas. Bawag e Frontline completam a lista de alocadores de capital identificados.
Sound Shore Fund 1410 palavras
O Sound Shore Fund (Investor SSHFX) recuou 1,93% no primeiro trimestre de 2025, atrás do Russell 1000 Value (+2,14%) mas à frente do S&P 500 (-4,27%). Mudança de política nos EUA e no estrangeiro adicionou-se ao debate sobre inflação, crescimento económico e incerteza regulatória. Saúde foi penalizada — Teva, top contributor de 2024, recuou por preocupações regulatórias, mas a gestora adicionou à posição. PayPal e Disney também foram detractores apesar de balanços sólidos. Check Point Software foi o melhor contributor após bookings melhorados e perspectivas positivas de receitas para 2025. Barrick Gold beneficiou de preços de ouro mais altos e expansão de cobre. Vistra Corp vendida durante o trimestre após atingir price target. Carteira a 11,0x lucros futuros versus 20,1x do S&P 500 e 16,1x do Russell Value.
SouthernSun Asset Management Small Cap Strategy 4101 palavras
A SouthernSun Asset Management dedica o comentário do terceiro trimestre de 2025 a uma reflexão sobre disciplina e percepção, defendendo que o maior risco do investidor é a distracção e não a volatilidade. A casa examina a concentração da propriedade accionista em torno de um punhado de gestores passivos, a continuidade entre mercados privados e públicos e o regresso das ofertas públicas iniciais fora da tecnologia. Reafirma o caso para a gestão activa num ambiente de divergência sectorial. A Small Cap Strategy avançou 11,73 por cento em base bruta no trimestre, contra 12,39 por cento do Russell 2000. A Brink's e a Modine lideraram os contributos; a Darling Ingredients foi o maior detractor. No trimestre, a casa iniciou posição na Crane NXT.
SouthernSun Asset Management SMID Cap Strategy 4047 palavras
A SouthernSun dedica o comentário do terceiro trimestre de 2025 a uma defesa da gestão activa, da paciência e da disciplina perante o ruído dos mercados. Alerta para a concentração crescente da propriedade accionista num punhado de grandes gestores de activos e para a monocultura de investimento que o capital passivo gera, contrapondo a transparência dos mercados públicos à opacidade do universo privado. A estratégia SMID Cap rendeu 8,15 por cento em base bruta no trimestre, contra 9,00 por cento do Russell 2500. A Modine, beneficiada pela procura de arrefecimento para data centers de IA, e a Brink's lideraram os contributos; a Darling Ingredients foi o principal detractor. No trimestre, a casa iniciou uma posição na Crane NXT.
Stewart Asset Management Flagship Portfolio 631 palavras
A Stewart Asset Management, equipa liderada por Thomas M. Valenzuela na Ingalls & Snyder, reconhece um trimestre de subdesempenho: a carteira Flagship avançou 4,30% líquidos no terceiro trimestre de 2025, contra 8,12% do S&P 500, e 4,27% no acumulado do ano face a 14,83% do índice. Cerca de metade do atraso anual é atribuído à UnitedHealth, liquidada depois de a empresa ser acusada de sobrefacturação ao Estado federal; duas posições menores, com lucros em desaceleração, foram igualmente vendidas. O gestor mantém uma leitura construtiva, defendendo que o poder de lucros look-through da carteira — quinze líderes globais como Nvidia, Broadcom, Alphabet, Parker-Hannifin e Amazon — deverá crescer cerca do dobro do S&P 500 nos próximos cinco anos.
Summers Value Fund LP 1050 palavras
O Summers Value Fund LP avançou 20,4% líquido no terceiro trimestre de 2025, superando o Russell 2000 (12,4%) e o Russell 2000 Value (12,5%), embora acumule apenas 4,9% no ano, abaixo dos índices. Andrew Summers dirige uma carteira concentrada de doze posições longas em small caps, com forte enviesamento para a saúde — quase 40% em farmacêuticas e biotecnologia. A ZimVie, a Liquidia e a Consensus lideraram os contributos; a ADMA, a Inspire Medical e a UFP Technologies penalizaram. O gestor iniciou a uniQure e encerrou a Inspire e o short na ARS Pharma. A tese central enquadra a saída de capital de small caps de saúde como uma oportunidade para investidores disciplinados, com a fusão e aquisição como catalisador recorrente.
TCW Concentrated Large Cap Growth Fund 2400 palavras
O TCW Concentrated Large Cap Growth Fund gerou um retorno líquido de +4,11% no terceiro trimestre de 2025 (I Share), ficando aquém do Russell 1000 Growth, que avançou +10,51%. A selecção em tecnologia de informação penalizou o desempenho relativo — a ServiceNow recuou apesar de resultados sólidos — enquanto comunicação contribuiu positivamente via Alphabet e Shopify. Os gestores Brandon Bond, Bo Fifer e Brian McNamara reforçaram a tese de exposição ao capex em inteligência artificial, comprando Arista Networks, Eaton e Spotify, e saíram de Adobe e Gartner por receio de disrupção dos respectivos modelos de negócio pela IA generativa. A leitura macro pondera a magnitude do investimento em IA, a independência da Reserva Federal e a resiliência do consumidor de topo.
TCW Global Real Estate Fund 1500 palavras
O TCW Global Real Estate Fund (I Share Class) rendeu +2,37% líquido de comissões no terceiro trimestre de 2025, ficando aquém do S&P Global REIT Index, que ganhou +4,50%. O sobrepeso em Diversified Real Estate Activities contribuiu positivamente, enquanto o sobrepeso em Telecom Tower REITs penalizou o desempenho relativo. Travel + Leisure Co. e Merlin Properties foram os melhores contribuidores; SBA Communications e American Tower os principais detractores. Os gestores Iman Brivanlou e Nehal Patel iniciaram posições em Iron Mountain e Kimco Realty e venderam VICI Properties, PotlatchDeltic e Simon Property Group. Mantêm uma leitura construtiva sobre o imobiliário, sublinhando a disparidade de avaliação entre REITs e acções globais e a melhoria das expectativas de cortes de juros.
The Brown Capital Management International All Company Fund 2501 palavras
O International All Company Fund da Brown Capital recuou 4,46% no terceiro trimestre de 2025 (classe Investor), ficando aquém do retorno de 2,84% do índice MSCI World ex-US Growth-Net. No acumulado do ano, o fundo rendeu 6,67%, bem abaixo dos 19,32% do índice. A gestora atribui o atraso à exposição a software — cerca de 20% a 25% da carteira — e à ausência dos sectores cíclicos e das apostas em cortes de taxas que lideraram o trimestre. As acções de software detidas, embora em queda, superaram os pares do índice em 710 pontos base. Shopify e CyberArk foram os principais contribuidores; Monday.com e MonotaRO, os detractores. Não houve adições nem alienações no trimestre.
Third Avenue Small-Cap Value Fund 2069 palavras
O Third Avenue Small-Cap Value Fund rendeu 7,18% no T3 de 2025, abaixo do índice MSCI USA Small Cap Value (+8,97%). A carta desenvolve a metáfora central da gestão — comprar empresas em metamorfose, num estado de transição entre um passado pouco entusiasmante e um futuro mais favorável — e classifica a actividade em três tipos de oportunidade: pressão sectorial, potencial de auto-ajuda e situações especiais orientadas por catalisadores. O caso em destaque é a Ambac, cuja venda do negócio legado de garantia financeira à Oaktree e a aquisição da ArmadaCare aceleram a transformação. No trimestre, o fundo iniciou posições na Boise Cascade e na Rogers Corporation, reforçou a UniFirst e alienou a Hamilton Beach Brands.
13D Activist Fund 3850 palavras
O 13D Activist Fund encerrou 2025Q3 com retorno líquido de 8,88% face a 12,39% do Russell 2000, mantendo divergência relativa num mercado dominado por large caps que penaliza mandatos SMID. Ken Squire articula tese estrutural para activismo accionista, citando 295 campanhas nos três anos anteriores ao Universal Proxy Card contra 370 nos três posteriores, com taxa de sucesso a subir de 73% para 88%. A carteira rodou doze posições, saindo de Air Products, Middleby, PENN, Vestis, YETI, RIOT e Kenvue, e entrando em BILL Holdings, PFG, Tripadvisor, Viasat e Workiva, com Starboard, Sachem Head, Carronade Capital e Irenic Capital como protagonistas das novas teses.
TimesSquare U.S. Focus Growth Strategy 1540 palavras
A TimesSquare U.S. Focus Growth, carteira concentrada de mid cap growth, superou o Russell Midcap Growth no terceiro trimestre, embora o comentário não divulgue valores numéricos. O período foi marcado por um viés de baixa qualidade no mercado — acções sem lucros foram recompensadas — e por dúvidas crescentes sobre o ritmo do investimento em infraestrutura de inteligência artificial, com sinais de despesa circular entre os maiores intervenientes. As gestoras iniciaram posições na Interactive Brokers e na Carpenter Technology e saíram da RenaissanceRe, da Gartner e da CrowdStrike. Monolithic Power, Amphenol e EMCOR destacaram-se pela positiva; Verisk Analytics, Gartner e HubSpot penalizaram. Mantêm o foco nos fundamentais e em equipas de gestão sólidas, num contexto de flexibilização monetária da Reserva Federal.
TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy 1993 palavras
A TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy ficou atrás do Russell 2000 Growth Index no terceiro trimestre de 2025, com um retorno composto bruto de 2,26% face a 12,19% do índice. O trimestre premiou o risco e a baixa qualidade: acções sem resultados positivos lideraram, penalizando o foco da gestora em fundamentais e em software de aplicação. Kratos Defense (+95%), Merus (+79%) e NewAmsterdam Pharma (+57%) destacaram-se entre os contributors; PAR Technology (-43%), ACV Auctions (-39%) e Inspire Medical (-38%) entre os detractors. A equipa aponta fissuras na narrativa de investimento em IA e mantém a disciplina fundamental perante um mercado em busca da próxima novidade.
Tourlite Capital Management 1400 palavras
A Tourlite Capital Management, gerida por Jeffrey Cherkin, recuou 2,0% no terceiro trimestre de 2025, abaixo do S&P 500 (+8,1%) e do Russell 2000 (+12,4%). No acumulado do ano soma +2,7%, contra +14,8% do S&P 500. O livro short detractou −7,7% no trimestre, num mercado onde activos especulativos e empresas de baixa qualidade superaram. A gestão diagnostica uma bolha renovada em temas especulativos — quantum computing, energia nuclear, eVTOLs e drones — e antecipa uma oportunidade geracional para short sellers quando o momentum quebrar. Iniciou a TIC Solutions no livro long e mantém FTAI Aviation e FTAI Infrastructure como posições centrais, ambas com catalisadores relevantes no horizonte.
Turtle Creek Equity Fund 2650 palavras
A Turtle Creek Asset Management dedica o comentário do terceiro trimestre de 2025 a três temas interligados: a valorização extrema dos índices americanos, a constante melhoria da sua carteira e o desempenho recente aquém do mercado. O gestor sublinha que o S&P 500, a 22 vezes lucros, sugere retornos anuais de -1% a +2% na próxima década, ao passo que a sua carteira concentrada negoceia a apenas 10,4 vezes lucros com crescimento de resultados previsto acima de 20% ao ano. O atraso recente é atribuído à própria disciplina de comprar empresas após quedas de cotação e vender as que se valorizaram. O fundo principal subiu 0,4% no trimestre, terminando com 31 posições.
Upslope Capital Management, LLC 1500 palavras
A Upslope Capital fechou o T3 2025 com +8,8% líquido e +12,5% YTD, contra +5,5%/+5,5% do S&P Midcap 400 ETF (MDY) e +3,8%/+8,3% do HFRX Equity Hedge Index. George Livadas dedicou a carta a um diagnóstico de market conditions — white flags: valuations very extended, AI investment boom very circular, shorting near impossible. Três fontes equitativas de retorno no long side: AI hedges (GOOGL, INTC), Intermex take-out (Western Union 60% premium) e core defensive longs. Adicionou healthcare basket (STERIS, West Pharmaceutical, Bio-Rad) e Korea Defense Industry ETF (KDEF) como full position. Saiu de Evercore por full valuation. Average net long T3 em 46%; gross/net exposure em 151%/31% no fim do trimestre.
Vision Capital Fund 4200 palavras
O Vision Capital Fund encerra o primeiro ano com retorno líquido cumulativo de 27,8% versus 17,6% do S&P 500 Total Return desde a inauguração (Outubro 2024). No acumulado de 2025, o fundo soma 15,6% líquido, ligeiramente acima dos 14,8% do índice. Eugene Ng mantém rotatividade zero — vendeu zero acções no trimestre — e adicionou capital a dez posições existentes (Adyen, Meta, MercadoLibre, Nu, Palantir, Pro Medicus, ServiceNow, Shopify, TSMC, The Trade Desk), incluindo Cloudflare como vigésima sétima posição. Comenta longamente os três maiores detractores (Meituan, The Trade Desk, Lululemon) e o maior contribuidor (Palantir), aproveitando o relatório short da Citron para reforçar. Tese central: pagar pelo crescimento durável de qualidade, com horizonte de décadas.
Vltava Fund SICAV plc 3721 palavras
Daniel Gladiš dedicou a carta do terceiro trimestre de 2025 a um framework dual sobre value traps e growth traps, defendendo que valor e crescimento não são opostos mas componentes inseparáveis do valor intrínseco. O fundo iniciou três posições novas: Novo Nordisk, adquirida maioritariamente entre 287 e 312 coroas dinamarquesas após a maior queda diária da história da empresa; Fiserv, comprada cerca de 40% abaixo do início do ano e a treze vezes os lucros esperados; e Marex, plataforma global de serviços financeiros listada em 2024 e ainda pouco coberta. Todas surgiram de ineficiências de mercado — duas growth traps colapsadas e a obscuridade relativa de Marex — com forte margem de segurança entre preço e valor.
Voss Capital 3900 palavras
A Voss Capital regista +5,0% líquido no terceiro trimestre de 2025 (Voss Value Fund, LP), bem atrás do Russell 2000 (+12,4%), do Russell 2000 Value (+12,6%) e do S&P 500 (+8,3%). Travis Cocke enquadra 2025 como um mercado de extremos — exuberância especulativa em acções sem receitas a par de deep value ignorado — onde os preços seguem revisões de receita e relegam a avaliação para segundo plano. A carta é uma defesa de seis posições longas penalizadas pela desaceleração: Five9, Euronet, Xponential Fitness, United Parks, Flywire e Cellebrite. Cocke recorda que metade da carteira transacciona perto de mínimos históricos de avaliação e, recorrendo à imagem do purgatório de Dante, recusa mudar de rumo após semanas de fraco desempenho relativo.
Voya MI Dynamic Small Cap Fund 640 palavras
O Voya MI Dynamic Small Cap Fund, renomeado de Voya Small Company Fund a 30 de Setembro de 2025, ficou aquém do Russell 2000 no terceiro trimestre, penalizado por selecção de títulos adversa em industriais, tecnologia e communication services. Os mercados accionistas norte-americanos subiram, com o S&P 500 a ganhar 8,12% e o Nasdaq Composite 11,24%, suportados por resultados empresariais fortes e pelo corte de juros da Fed em Setembro. A gestão aponta a não detenção de Bloom Energy, a sobreponderação a AvePoint e a Grindr como principais detractors; Primoris Services, Uranium Energy e Cleveland-Cliffs surgem como contributors. A perspectiva sublinha cautela perante tensões geopolíticas, incerteza de política e riscos de inflação.
Vulcan Value Partners 2500 palavras
Vulcan reporta T3 2025 positivo em todas as estratégias (Large Cap +4,7%, Small Cap +4,3%, Focus +3,8%, Focus Plus +3,8% e All Cap +5,7% bruto), com retorno relativo abaixo dos índices mas progresso fundamental agregado. Em Large Cap reentrou Fiserv e saiu CBRE (reciclagem de capital após investimento desde 2022); em All Cap reentrou Fiserv e venderam Sealed Air e Jones Lang LaSalle parcialmente. Contribuidores materiais: Medpace e Alphabet transversalmente; UnitedHealth em Focus Plus após anúncios positivos de Setembro. Detractores: CarMax (procura antecipada por tarifas) e Salesforce (narrativa adversa de IA). Fitzpatrick reafirma melhoria de price-to-value em todas as estratégias apesar de retornos positivos YTD: Focus/Focus Plus na low-to-mid 60s, Small Cap mid 50s.
Wasatch Micro Cap Fund 1190 palavras
O Wasatch Micro Cap Fund subiu 9,52% (Investor Class) no T3 2025, mas ficou muito aquém do Russell Microcap Growth Index (+19,93%), num trimestre de forte apetite pelo risco. O atraso face ao índice deveu-se sobretudo à reduzida exposição a empresas de biotecnologia e farmacêuticas micro-cap — segmento especulativo, ainda pré-lucros, que liderou os ganhos do índice. Ken Korngiebel e Natalie Pesqué mantêm disciplina de qualidade e crescimento, recusando perseguir os títulos especulativos que dominaram o trimestre. Willdan, Impinj e Vital Farms contribuíram; Limbach, PAR Technology e Pennant Group detractaram. As gestoras sublinham que a qualidade agregada da carteira está num máximo histórico face ao benchmark e antecipam recompensa quando o mercado regressar a valorizar os fundamentais.
Wasatch Small Cap Growth Fund 1400 palavras
O Wasatch Small Cap Growth Fund recuou -3,71% (Investor Class) no terceiro trimestre de 2025, num dos piores trimestres relativos em mais de duas décadas, face ao Russell 2000 Growth Index, que avançou 12,19%. Ryan Snow, Ken Korngiebel e Natalie Pesqué atribuem a dispersão a duas causas: um punhado de detractores específicos e um rali persistente de títulos de baixa qualidade, ligados a temas especulativos como IA, computação quântica e criptomoedas. BellRing, Inspire Medical — vendida — e Shake Shack penalizaram; Medpace, Fabrinet e Nova contribuíram. As gestoras mantêm a disciplina de qualidade, sublinhando o diferencial de ROA mais largo numa década e crescimento de lucros de dois dígitos.
Wedgewood Partners — Large Cap Focused Growth Composite 5400 palavras
O Wedgewood Composite Net registou 5,9% no terceiro trimestre de 2025 e 6,2% no acumulado do ano, contra 10,5% e 17,2% do Russell 1000 Growth. A carta — intitulada If You Build It, Will They Come? — articula cepticismo sobre a sustentabilidade do capex de IA: a Bain estima défice global de 800 mil milhões em receitas de IA até 2030, com hyperscalers em 60% de capex sobre cash flow operacional no segundo trimestre e mais de 157 mil milhões de nova dívida tecnológica levantada em 2025. Os principais contribuintes foram Alphabet, Taiwan Semiconductor, Apple, United Rentals e O'Reilly; detractores PayPal, CDW, Booking, Copart e Old Dominion. A equipa cortou TSM duas vezes após exceder o limite interno de 10%.
White Brook Capital, LLC 2018 palavras
O White Brook Capital articula no T3 2025 um quadro misto: economia americana resiliente sustentada por capex de inteligência artificial e consumo high-end, mas com mercado de trabalho a suavizar e espaço para cortes da Reserva Federal. Basil F. Alsikafi identifica bolha em segmentos de IA — Rigetti Computing com $3M de vendas trimestrais a $18 mil milhões de capitalização — e cautela face a transacções Nvidia/OpenAI/AMD com warrants problemáticos. Mantém Rapid Micro ($RPID, +300% YTD), CareCloud Preferred ($CCLDO) e Infusystems ($INFU) no Small Cap Absolute Growth. Vende Tile Shop ($TTSH) após proposta de exclusão de cotação abaixo do valor intrínseco. No All-Cap, Alphabet, Nvidia e TSMC lideram desempenho enquanto Portillo's, Builders FirstSource e Floor & Decor pesam.
Temas mais articulados
- Capex de IA e infraestrutura de data centers bullish 82 bearish 20 misto 31 neutral 1134
- Alocação de capital e compounders bullish 9090
- Trajectória de política monetária do Fed bullish 42 bearish 3 misto 26 neutral 1687
- Tarifas e política comercial bullish 8 bearish 17 misto 46 neutral 576
- Concentração extrema do mercado norte-americano bullish 1 bearish 49 misto 16 neutral 167
Macro events ativos
- Surto de capex em IA — datacenters Capital markets 143 letters
- Política tarifária Trump 2025 Fiscal industrial policy 142 letters
- Aceleração da camada aplicacional IA (2025) Technology disruption 101 letters
- Fed pause 2025 Monetary policy 93 letters
- Concentração das Magnificent Seven Capital markets 61 letters
- Mudança de administração EUA (Janeiro 2025) Political cycle 39 letters
- Lançamento de ChatGPT e IA generativa (Nov 2022) Technology disruption 16 letters
- Surto de gastos em defesa Fiscal industrial policy 15 letters
- GLP-1 e fármacos para obesidade Health demographics 10 letters
- Renascimento nuclear — Small Modular Reactors Energy resources 9 letters
- Fed pivot — primeiros cortes 2024 Monetary policy 8 letters
- Ciclo Nvidia Blackwell Technology disruption 8 letters
- Vaga de redemptions em crédito privado Capital markets 6 letters
- Guerra Rússia–Ucrânia Geopolitics conflict 4 letters
- Implementação do CHIPS Act Fiscal industrial policy 4 letters
- Trajectória de taxas do BCE Monetary policy 3 letters
- Crise dos bancos regionais 2023 Capital markets 2 letters
- Banco do Japão — alteração do yield curve control Monetary policy 2 letters
- Congelamento do mercado de IPOs Capital markets 2 letters
- Conflito Irão–EUA–Israel (Março 2026) Geopolitics conflict 1 letters
- Eleições presidenciais EUA 2024 Political cycle 1 letters
- Constrangimento de oferta de petróleo Energy resources 1 letters
- Stress em imobiliário comercial Capital markets 1 letters
- Inflation Reduction Act — subsídios solar/EV Fiscal industrial policy 1 letters
- Envelhecimento demográfico — Japão e EU Health demographics 1 letters