Q4 2025
227 cartas publicadas · 399 novas posições · 347 saídas · 2627 posições totais
Cartas publicadas
Ace River Capital Partners, L.P. 1100 palavras
O Ace River Capital, fundo concentrado de small/micro caps gerido por Nicholas D'Agnillo, registou -4,55% no quarto trimestre de 2025 contra +2,7% do S&P 500 e +2,2% do Russell 2000; -21,95% no ano completo contra +18,0% e +12,8%. A carta articula que os resultados reflectem compressão de múltiplos e eventos idiossincráticos, não impairment permanente do valor subjacente. Estratégia inalterada: menos de cinco posições, negócios com activos tangíveis (real estate licenciado, marinas, royalties minerais), evitando software, finance e insurance. Vox Royalty (VOXR) é a maior posição, +160% desde Q4 2023; RCI Hospitality (RICK) sob crisis valuation após cargas judiciais ao CEO/CFO; MarineMax (HZO) reduzida via covered calls; GLFE especulativa pós-restruturação. Perspectiva: deslocação de small-caps como oportunidade de longo prazo.
Alger Small Cap Focus Fund 1050 palavras
O Alger Small Cap Focus Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +3,62% no quarto trimestre de 2025, superando o Russell 2000 Growth Index (+1,22%), num trimestre marcado por dispersão crescente abaixo da superfície dos índices e escrutínio sobre a circularidade do financiamento do ecossistema de IA. Exact Sciences (em sequência de aquisição pela Abbott por aproximadamente 21 mil milhões em equity), Guardant Health e Natera lideraram contributos via diagnósticos moleculares; Nebius, uniQure e Stevanato detraíram. A Fed avançou a postura acomodatícia e a clareza sobre política comercial — extensão da trégua EUA–China e alívio tarifário selectivo — apoiou o sentimento. A gestora mantém convicção em digitalização corporativa, cloud computing e o ponto de inflexão da IA, com business spending dos EUA a acelerar via incentivos do One Big Beautiful Bill.
Alger Spectra Fund 1400 palavras
O Alger Spectra Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou −1,23% no quarto trimestre de 2025, ficando aquém do Russell 3000 Growth Index (+1,14%), num trimestre marcado por dispersão crescente subjacente ao índice e escrutínio sobre o tema da IA. Alphabet, Natera e Cidara Therapeutics — esta última adquirida pela Merck por aproximadamente 9,2 mil milhões de dólares — contribuíram positivamente. Nebius, Microsoft e Meta detraíram apesar de fundamentais sólidos: Azure cresceu 39% homólogo mas abaixo de expectativas por capacidade limitada; Meta orientou capex de IA materialmente mais elevado para 2026. A Fed acentuou o pivot acomodatício enquanto persistia incerteza sobre dados económicos pelo shutdown. A gestora mantém convicção em IA como ponto de inflexão e na digitalização empresarial.
Alger Weatherbie Specialized Growth Fund 1100 palavras
O Alger Weatherbie Specialized Growth Fund (Class A, sem comissão de subscrição) registou +1,83% no quarto trimestre de 2025, superando o Russell 2500 Growth Index (+0,33%) num trimestre marcado por dispersão crescente abaixo da superfície dos índices e escrutínio sobre o financiamento do ecossistema de IA. Natera, ACADIA Pharmaceuticals e Glaukos lideraram contributos via diagnósticos moleculares, neurologia CNS e oftalmologia; FirstService, AAR Corp. e Kratos Defense detraíram, com headwinds em property services, transição de CFO e perspectiva prudente para margens em defesa. A Fed avançou na postura acomodatícia e a extensão da trégua EUA–China com alívio tarifário selectivo apoiou o sentimento. A gestora mantém convicção no ponto de inflexão da IA e na aceleração do business spending dos EUA via incentivos do One Big Beautiful Bill.
Alluvial Capital Management 2950 palavras
O Alluvial Fund LP, gerido por Dave Waters, registou +41,2% líquido em 2025 contra +23,0% do Russell MicroCap TR — o melhor ano dos nove de existência do fundo. Waters enquadra os retornos como provenientes de empresas defensivas e pouco glamorosas (sabão, milho enlatado, malls de gama média, cimento, ar condicionado, distribuição de widgets, telecoms espanholas), em contraste com a concentração do mercado em IA. Zegona Communications foi o destaque absoluto, distribuindo €1,4 mil milhões aos accionistas; Crawford United foi vendida à SPX Technologies por 7x o custo médio. Novas posições: Sylvamo (papel uncoated em recuperação) e Itafos (fosfatos sob-supridos). O AUM da firma atinge $180 milhões e Waters declara imunidade ao desfecho da bolha de IA: impacto limitado no portfolio mesmo se o cenário se materializar.
American Century Small Cap Value Fund 1180 palavras
O American Century Small Cap Value Fund encerrou 2025Q4 com retorno de -1,06% na Investor Class face a 3,26% do Russell 2000 Value. A equipa liderada por Jeff John e Ryan Cope atribui o atraso a alocação e selecção em saúde, materiais e a uma posição grande em Graphic Packaging Holding penalizada por volumes fracos e mudança abrupta de CEO. Tecnologia de informação foi contributo positivo via Amkor com embalagem avançada para inteligência artificial. A carteira mantém sobrepeso em financeiras, consumo discricionário e industriais, subponderação significativa em saúde e zero exposição a utilities. No trimestre, iniciou Arrow Electronics e ArcBest e saiu de Avnet e Patrick Industries.
Aoris International Fund 1885 palavras
O Aoris International Fund cedeu −0,5% no quarto trimestre de 2025 (Classe A não-coberta, AUD), 3,3 pontos percentuais aquém dos +2,7% do MSCI AC World ex-Austrália. Os principais contribuidores positivos foram Jack Henry (+22%), IHG (+16%), Amphenol e Accenture (ambas +9%). Os detractores materiais foram RELX (−16%), Microsoft (−8,6%) e Experian (−8%), atingidos por receios de mercado sobre disrupção por IA. Stephen Arnold defende que os dados proprietários da RELX e da Experian não estão acessíveis a modelos de IA de terceiros e que o capex de centros de dados da Microsoft é suportado por procura sólida. Sem alterações no portefólio durante o trimestre.
Apis Flagship Fund 1126 palavras
O Apis Flagship Fund subiu 10,0% líquido em T4 2025 e fechou o ano em 55,1%, batendo o MSCI ACWI por cerca de 7 pp no trimestre e 33 pp no ano. A maior parte do retorno trimestral veio das posições longas (+11,9% bruto), com as posições curtas a contribuírem positivamente em mercado em alta. Daniel Barker e Eric Almeraz mantêm tese estrutural de pequenas capitalizações fora dos EUA, com ênfase em defesa coreana, semicondutores de memória, mineração e materiais de construção europeus. Celcuity e Kioxia foram os destaques do trimestre. UniQure e várias posições coreanas de defesa cederam algum terreno no trimestre, embora estas últimas continuem entre os maiores contribuidores anuais. Activos da firma ultrapassaram mil milhões de dólares.
Appalaches Capital — Core LO 2937 palavras
O Appalaches Core LO ganhou 1,7% líquidos no quarto trimestre de 2025, contra 2,6% do S&P 500, 1,2% do equiponderado e 1,0% do índice SOFR, fechando o ano com 16,5% e uma taxa anualizada de 12,5% desde o início. Com um beta realizado de 0,46, Jake Keys atribui cerca de 6,1 pontos do retorno anual a alfa. O trimestre não trouxe alterações relevantes: doze empresas em carteira, caixa abundante à espera de preços aceitáveis e uma defesa da concentração até cerca de quinze posições. Keys argumenta que as grandes capitalizações também se desviam do valor intrínseco — Alphabet e ASML foram os maiores contribuidores — e define qualidade pela duração da rendibilidade económica.
Ariel Appreciation Fund 1300 palavras
O Ariel Appreciation Fund avançou 3,04% no T4 2025, superando o Russell Midcap Value (1,42%) e o Russell Midcap (0,16%), encerrando o terceiro ano consecutivo de retornos de dois dígitos. As acções norte-americanas navegaram volatilidade significativa, incluindo a queda de Abril após Liberation Day, o shutdown governamental mais longo de sempre e surto de cortes de emprego. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Charles River Laboratories (CRL) e Madison Square Garden Entertainment (MSGE). Top detractors: Fiserv (FISV), Generac (GNRC) e Gentex (GNTX). Iniciada FactSet Research Systems (FDS); Interpublic Group adquirido por Omnicom (OMC), mantida exposição via entidade combinada. Postura medida e cautelosa para 2026 com selectividade face a liderança estreita.
Ariel Focus Fund 1100 palavras
O Ariel Focus Fund recuou −0,50% no quarto trimestre de 2025, ficando atrás do Russell 1000 Value (+3,81%) e do S&P 500 (+2,66%). No ano completo, contudo, avançou +20,97%, superando ambos os referenciais (+15,91% e +17,88%). Barrick Mining liderou contributos com produção mais alta de ouro, custos mais baixos e cash flow recorde. Affiliated Managers Group e Johnson & Johnson também contribuíram positivamente. Mosaic, Fiserv e Oracle detraíram do desempenho do trimestre. ADT entrou como única posição nova, defendida pela marca, recorrência de receita e parcerias com Google e State Farm. Não houve saídas. Os gestores entram em 2026 cautelosos perante volatilidade elevada, concentração de índices em mega-caps e dúvidas sobre a durabilidade do crescimento.
Ariel Fund 1430 palavras
O Ariel Fund avançou 3,22% no T4 2025, em linha com o Russell 2500 Value (3,15%) e o Russell 2000 Value (3,26%). Em termos anuais, o fundo superou ambos os índices: 14,15% vs 12,73% e 12,59%. Top contributors: Sphere Entertainment (SPHR), Core Laboratories (CLB) e Madison Square Garden Entertainment (MSGE), via procura de entretenimento ao vivo, retoma do petróleo e poder de marca. Top detractors: Adtalem (ATGE), Mohawk Industries (MHK) e Gentex (GNTX), com pressão de execução, habitação e tarifas automóveis. Iniciada Dentsply Sirona (XRAY); zero saídas no trimestre. Postura de entrada em 2026 é cautelosa, com selectividade reforçada face à concentração estreita do índice.
Ariel Global Fund 1850 palavras
Ariel Global Fund subiu 2,88% no T4 2025, abaixo do MSCI ACWI (3,29%) e do MSCI ACWI Value (3,66%); em 1 ano, +23,30% bate ambos os índices (22,34% e 21,98%). Selecção em Financials e IT contribuiu; Consumer Discretionary e Health Care detraíram. Top contributors: First Solar, Lasertec e SK Hynix, alavancados pela vaga de IA. Detractors: Bandai Namco, Fresenius e Sega Sammy (saída). Iniciadas 16 posições — entre elas Daikin (4,6%), Bristol-Myers, BMPS, Wacker, Webster, Fortum, HPE, TDK e Lojas Renner. Saídas: Verizon, Roche, Siemens, Intesa, Allstate, JD.com e outros. Tese central: dispersão internacional oferece runway, com risco maior em underweight estrutural fora dos EUA.
Ariel International Fund 1820 palavras
Ariel International Fund subiu 2,25% no T4 2025, abaixo do MSCI EAFE (4,86%) e do MSCI ACWI ex-US (5,05%); em 1 ano, +31,48% bate o EAFE (31,22%) mas fica aquém do ACWI ex-US (32,39%). Selecção em Industrials e Financials contribuiu; Consumer Discretionary e Health Care detraíram. Top contributors: Lasertec, Barclays, BAWAG. Detractors: Bandai Namco, Fresenius, SUMCO. Iniciadas 11 posições — Daikin (4,9%), Santander, Bank of Ireland, BMPS, TDK, CyberAgent, Horiba, Wacker, Fortum, Kuaishou, Lojas Renner. Saídas em valuation: AXA, Aptiv, BNP, Deutsche Boerse, Ebara, Emaar, JD.com, SEMCO; mais Sega Sammy. Tese central: maior risco hoje é underweight estrutural internacional, não aumento de exposição.
Aristotle Value Equity WM Composite 2400 palavras
O Value Equity WM Composite da Aristotle Capital registou +1,45% pure gross (+0,95% net) no quarto trimestre de 2025, ficando aquém dos +3,81% do Russell 1000® Value e dos +2,66% do S&P 500. A underperformance teve origem na selecção de títulos em Information Technology, Consumer Discretionary e Materials, parcialmente compensada por contributos positivos em Financials, Health Care e Energy. Parker Hannifin e Capital One Financial lideraram contributos relativos; Sony e Uber pesaram negativamente. A equipa alienou Commerce Bancshares, Constellation Brands e Sony Financial, reorientando capital para Wells Fargo. Tese ancora-se em fundamentais individuais e disciplina face a ruído macro.
Aristotle Core Equity Fund 1480 palavras
O Aristotle Core Equity Fund (Class I-2) registou +3,15% no quarto trimestre de 2025, superando o S&P 500 (+2,66%) por security selection em healthcare e consumer discretionary. Guardant Health e General Motors lideraram contribuintes, enquanto Oracle (concentração de backlog OpenAI e dívida para datacenters) e O'Reilly Automotive (fraqueza do segmento DIY por inflação tarifária) detraíram. A gestora iniciou três novas posições (APi Group, Coinbase Global e PFGC) e liquidou Alexandria Real Estate Equities (oferta excessiva em laboratórios) e Chart Industries (aquisição pela Baker Hughes). A Fed cortou taxas duas vezes para 3,50%-3,75%; trégua tarifária EUA-China e escrutínio crescente sobre circularidade de receitas em IA marcaram o trimestre. Foco mantém-se em compounders com tailwinds seculares.
Aristotle Growth Equity Fund 1480 palavras
O Aristotle Growth Equity Fund registou +0,95% no quarto trimestre de 2025 (Class I-2), ficando aquém do Russell 1000 Growth Index (+1,12%) por security selection adversa em information technology e consumer discretionary; healthcare e industrials contribuíram para o desempenho relativo. Guardant Health e KLA Corporation lideraram contributos; Oracle (concentração ~55% do backlog em OpenAI) e Advanced Micro Devices (compressão de múltiplo por escrutínio sobre capex em IA) detraíram. A gestora iniciou seis novas posições (AMD, Comfort Systems USA, DexCom, Howmet Aerospace, Revolution Medicines, Snowflake) e liquidou cinco (Alexandria Real Estate, Chart Industries por aquisição Baker Hughes, Linde, Synopsys, UnitedHealth Group). A Fed cortou taxas duas vezes para 3,50%-3,75%; trégua tarifária EUA-China pós-APEC e questionamento sobre circularidade de receitas em IA marcaram o trimestre.
Aristotle Small Cap Equity Fund 1620 palavras
O Aristotle Small Cap Equity Fund registou +1,96% no quarto trimestre de 2025 (Class I-2), abaixo do Russell 2000 Index (+2,19%). Security selection contribuiu mas allocation effects detraíram, com healthcare (subponderação e selecção), energia e consumer discretionary a pesar no relativo; industrials, information technology (sem quantum computing nem SaaS não-rentáveis) e consumer staples compensaram. MACOM Technology, Haemonetics e Advanced Energy lideraram contributos; Itron, Acadia Healthcare e Cross Country Healthcare detraíram. A gestora iniciou oito novas posições (AptarGroup, Atlantic Union Bankshares, Cohen & Steers, IDACORP, LKQ, Perella Weinberg, Primo Brands, WesBanco) e liquidou nove (incluindo Chart Industries por aquisição Baker Hughes e Westinghouse Air Brake graduada para large-cap). A Fed cortou 25 pb em Dezembro; valuations relativas small-cap permanecem em mínimos multidecadais.
Arquitos Capital Management 1650 palavras
O Arquitos Capital, gerido por Steven Kiel, registou o melhor ano da sua história em 2025: +82,1% líquido contra +12,8% do Russell 2000. Kiel articula que a carteira pode estar tão subvalorizada hoje quanto há um ano, mantendo concentração nas três posições principais. Liquidia (LQDA) foi o maior contribuidor com o launch outstanding do Yutrepia, já com 25% de quota de mercado capturada. ENDI compõe via crescimento de AUM (+21%) e exercício antecipado dos warrants. Finch aguarda há vários meses a decisão do juiz no caso Ferring, com juros a acumular à taxa do Fed +5%. Estratégia de bottom-up em situações especiais com upside multi-bagger e downside protegido.
Artisan Global Discovery Fund 1700 palavras
O Artisan Global Discovery Fund (Class I USD) registou +1,89% no T4 2025, ficando aquém dos +2,08% do MSCI ACWI Small Mid Index; em 2025 acumulou +12,26% face a +19,29% do índice. Coherent, Insmed e JFrog foram os principais contribuidores trimestrais — fotónica para centros de dados de IA, lançamento de Brinsupri em biotech pulmonar e expansão em segurança de software. Sea Limited, Spotify e Babcock detraíram, com os gestores Jason White e Jim Hamel a reforçar Sea, Spotify, Baker Hughes e ServiceTitan na fraqueza. Iniciaram Texas Roadhouse, TopBuild e SailPoint; saíram de Nemetschek e Samsara. Convicção alargada em ciclos de lucro biotech, capex de IA e indústria.
Artisan Mid Cap Fund 5030 palavras
O Artisan Mid Cap Fund (ARTMX) registou retorno absoluto modestamente negativo no Q4 2025 (-0,44%), mas superou o Russell Midcap Growth (-3,70%) por vários pontos percentuais. No ano completo, ARTMX entregou 14,75% face a 8,66% do índice, ranking top quartile entre peers activos. IT (Coherent, MACOM, MongoDB) e saúde (Argenx, Insmed, Ascendis) foram drivers; consumer Internet (ROBLOX, Spotify, DoorDash) cedeu parte de ganhos prévios. Iniciaram L3Harris, Astera Labs e Carvana; reforçaram ServiceTitan, MongoDB e Waters; encerraram Veeva, Snowflake e Ferguson; trimmed Coherent, iRhythm e MACOM. Top 10 representou 31,5% — concentração em biotech, medtech e Internet/media.
Artisan Mid Cap Value Fund 3034 palavras
O Artisan Mid Cap Value Fund (ARTQX) subiu 1,53% no quarto trimestre de 2025, ligeiramente acima do Russell Midcap Value Index (1,42%), mas fechou o ano a 1,72% contra 11,05% do índice — o segundo ano consecutivo de selecção de acções negativa. A Expedia foi o principal contribuidor do trimestre, acompanhada da NOV e da First Citizens; Vontier, CDW e Pinterest penalizaram. A equipa acrescentou quatro títulos, com destaque para a Prosperity BancShares e a Revvity, e vendeu WaFd, LKQ e Bio-Rad. A carteira transacciona a 15 vezes os lucros previstos, contra 17 vezes do índice de referência, com rendibilidade dos capitais próprios superior.
Artisan Select Equity Strategy 2900 palavras
O Artisan Select Equity Strategy registou +8,42% no quarto trimestre de 2025 (composite net), batendo o S&P 500® em 5,76 pontos percentuais (2,66%); para o ano completo, o retorno líquido foi de +29,63% contra +17,88% do índice. Daniel O'Keefe e Michael McKinnon abrem a carta com reflexão sobre erros — admitem ter exagerado o impacto das tarifas Liberation Day no segundo trimestre — e usam o discurso de Roger Federer em Dartmouth para enquadrar a disciplina de investimento. Top contributors no trimestre: Samsung, Alphabet e Lam Research, beneficiárias do ciclo de IA. Detractors: Meta, Progressive e Universal Music. PayPal foi a pior posição do ano (−31%); Southwest Airlines foi liquidada após recuperação parcial.
Artisan Small Cap Fund 1750 palavras
O Artisan Small Cap Fund registou retorno absoluto sólido no Q4 2025, superando tanto o Russell 2000 Growth (1,22%) como o Russell 2000 (2,19%) com ARTSX em 3,42% no trimestre. No ano, o fundo trailou ambos os índices small cap (8,57% vs 13,01% e 12,81%), com fraqueza em saúde, sobrepeso em IT e software a pesarem. Tecnologia foi o maior contribuidor relativo no Q4, liderada por MACOM. Top contributors do Q4: MACOM, Insmed e Vita Coco; detractors: Stevanato, Parsons e Guidewire. Iniciaram novas posições em nLIGHT, Guardant Health e Cellebrite; reforçaram Bruker, Hexcel e Penumbra; encerraram Insmed, Integer e SharkNinja. Q4 registou rotação para profit cycles duráveis, ambiente favorável ao processo da equipa.
Artisan Value Fund 2400 palavras
O Artisan Value Fund (ARTLX) registou +4,60% no T4 2025, batendo o Russell 1000 Value Index (+3,81%) em 79 pontos base, mas terminou o ano em 14,28%, abaixo do índice (15,91%). Lam Research, Alphabet e Merck (todos +20% no trimestre) lideraram contribuições; Fiserv e PayPal foram os principais detractores. A equipa adquiriu Lam em Abril 2025 perto dos mínimos pós-Liberation Day a 17x PE. No T4 entraram Airbnb e Union Pacific; saiu Fiserv. Tese geral: portfólio de qualidade elevada (ROE 19,2% vs 11,8% do benchmark) a 16,9x lucros FY1, beneficiando do potencial broadening da participação além das mega-cap tech.
Ashva Capital Management LLC 4879 palavras
A Ashva Capital Management, gerida por Ankur Shah, registou +2,26% líquido (+4,91% bruto) em 2025, abaixo dos índices dominados por uma cohort estreita de mega-caps. Em três anos a estratégia compõe a 14,5% anualizado líquido, com Micron, AMD e Disney como top holdings. Shah refuta a tese de bolha de IA — argumenta que COST e WMT cotam acima de NVDA em forward P/E — e enquadra a underperformance como custo de disciplina em mercado de concentração extrema. Filosofia central: sobreviver às correcções, privilegiar duração sobre obscuridade, evitar perda permanente de capital via opções e disciplina de valuation.
Ave Maria Rising Dividend Fund 620 palavras
O comentário do 4.º trimestre de 2025 do Ave Maria Rising Dividend Fund (AVEDX) reporta um retorno de -3,43% no trimestre, abaixo do S&P 500 Dividend Aristocrats (1,72%) e do S&P 500 (2,66%). O desempenho relativo inferior decorre da subponderação e da selecção em Tecnologia, Serviços de Comunicação e Cuidados de Saúde — com Accenture, CDW e Texas Instruments a caírem mais de 20% no ano. No sentido inverso, Consumo Discricionário, Industriais e Bens de Consumo Básico foram os principais contribuidores, liderados por TJX (+29%), HEICO (+36%), L3Harris (+42%) e Coca-Cola Europacific Partners (+21%). A estratégia mantém o foco em empresas com balanços sólidos e crescimento consistente de dividendos, compradas quando impopulares e subvalorizadas.
Baird Chautauqua International and Global Growth Funds 2800 palavras
O Baird Chautauqua International Growth Fund cedeu +0,11% em Q4 2025, ficando 4,9 pp aquém do MSCI ACWI ex-U.S. (+5,05%); o Global Growth Fund subiu +4,18%, batendo o MSCI ACWI (+3,29%). Os parceiros da Chautauqua atribuem a fraqueza internacional a selecção em saúde, sobrepeso em consumer discretionary e ausência de exposição a value e cíclicos europeus. Mantêm convicção em quality growth concentrado, sobrepeso em Greater China (~15% Intl, ~11% Global) e iniciaram Galderma. Reforçaram Atlassian, KE Holdings, Lululemon e Recruit Holdings. Perspectiva 2026 cauteloso optimista perante divergência Fed/ECB/BOJ, tarifas EUA elevadas (17% efectivos) e transição estrutural chinesa.
Baron Asset Fund 4180 palavras
O Baron Asset Fund avançou 7,89% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, batendo o Russell Midcap Growth Index (-3,70%) em 11,59 pontos percentuais. As posições privadas SpaceX (+6,27% de contribuição) e X.AI Holdings (+3,95%) — fundadas por Elon Musk — foram os motores dominantes via capital raises a valuations significativamente superiores. Amphenol, Mettler-Toledo, IDEXX e Arch Capital reforçaram o resultado em IT, Health Care e Financials. CoStar, Guidewire, Veeva, Verisk e Spotify detraíram em meio a receios de IA como risco existencial em software e serviços. Com 53 posições, top 10 a 52,8% do NAV e expectativa de IPO da SpaceX em 2026, o gestor mantém postura construtiva.
Baron Discovery Fund 3500 palavras
O Baron Discovery Fund avançou apenas 0,19% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, atrás do Russell 2000 Growth Index (+1,22%), e fechou o ano em 10,96% vs 13,01% do Index. Exact Sciences foi o principal contribuidor após oferta da Abbott por US$23 mil milhões (>50% prémio); Establishment Labs e Clearwater Analytics seguiram-se, esta última também com bid de private equity. Varonis, Liberty Live, Primo Brands, Trex e GitLab detraíram. A gestora reitera disciplina anti-momentum e high-quality, defende resiliência do enterprise software face a receios de IA generativa, e mostra-se construtiva para 2026 com apoio de Fed em ciclo de cortes, capex de IA, GDP forte e desregulação federal.
Baron Durable Advantage Fund 4900 palavras
O Baron Durable Advantage Fund avançou 2,65% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, em linha com o S&P 500 (+2,66%). No ano completo registou 16,56%, ligeiramente abaixo do índice (+17,88%) mas à frente do peer group Morningstar Large Growth (+16,10%). Alex Umansky destaca a dispersão concentrada nos Mag7 — apenas Alphabet e NVIDIA superaram o índice. NVIDIA, Broadcom, TSMC e Alphabet contribuíram cada um mais de 100bps absolutos no ano. Iniciou Quanta Services no T4 e reforçou MSCI, Danaher, CME, Welltower e TransDigm. Saiu de UnitedHealth no T2 após queda de 48%. Mais de 100% do desempenho de 2025 foi conduzido por crescimento de fundamentais, com compressão de múltiplos de 3,3% no ano.
Baron Emerging Markets Fund 4250 palavras
O Baron Emerging Markets Fund recuou 1,26% (Institutional Shares) no T4 2025 vs +4,73% do MSCI Emerging Markets Index e +2,99% do MSCI EM IMI Growth Index, revertendo desempenho relativo positivo acumulado nos três primeiros trimestres. Para o ano completo de 2025, o Fundo subiu 30,14% vs 33,57% do benchmark e 32,03% do proxy. Subdesempenho relativo concentrou-se em selecção de acções no Consumer Discretionary (Swiggy, Trent, BYD, Coupang) e na Índia, mercado lateral em 2025. TSMC, SK hynix e Samsung — beneficiários do ciclo AI/HBM — foram os maiores contribuidores. A gestora vê 2025 como início de período sustentável de superior desempenho de EM vs US/global e mantém convicção em Índia, China tech e Coreia.
Baron Fifth Avenue Growth Fund 6800 palavras
O Baron Fifth Avenue Growth Fund avançou 3,32% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, batendo o Russell 1000 Growth Index (+1,12%) e o S&P 500 (+2,66%). No ano completo, o fundo subiu 18,15%, em linha com o R1KG (+18,56%) e o SPX (+17,88%) e cerca de 200bps acima do peer group da Morningstar. A gestora destaca uma dispersão notável: 26 contribuidores contra 11 detractores no ano, com NVIDIA a adicionar 409bps em isolado. Iniciou Broadcom e Monolithic Power Systems no trimestre, ambos como apostas no buildout de infraestrutura de IA, e participou na Série E da xAI. Trade Desk e Veeva foram totalmente alienadas. Todo o desempenho de 2025 foi conduzido por crescimento de fundamentais, com compressão de múltiplos de 2,9% no ano.
Baron Financials ETF 2980 palavras
O Baron Financials ETF — antiga Baron FinTech Fund, convertida em ETF a 15 de Dezembro de 2025 — recuou 2,22% (NAV) no quarto trimestre, com o novo benchmark MSCI USA Financials Index a avançar 2,07% e o anterior FactSet Global FinTech a perder 7,19%. A subexposição a bancos (38% do índice e sector mais forte do trimestre) e o sobre-peso em Challengers face a Leaders explicaram o subdesempenho. Robinhood, MercadoLibre, Guidewire, Houlihan Lokey e Fiserv detraíram via receios de IA em software e arrefecimento em crypto. A gestora iniciou posição em Morgan Stanley e participou no IPO da Neptune Insurance Holdings, mantendo postura construtiva: desregulação, mercados de capitais abertos e Fed em easing alimentam o perspectivas para 2026.
Baron FinTech Fund (renomeado Baron Financials ETF a 12/12/2025) 1750 palavras
O Baron FinTech Fund — convertido em Baron Financials ETF a 15/12/2025 e realinhado contra o MSCI USA Financials Index — cedeu 2,22% (NAV) no quarto trimestre de 2025, batendo o FactSet Global FinTech Index (-7,19%) mas ficando atrás do novo benchmark Financials (+2,07%) e do S&P 500 (+2,66%). Selecção em Information Services e overweight em Tech-Enabled Financials adicionaram valor versus FinTech; underweight estrutural em bancos (38% do Financials Index) custou ~2pp relativos. Fair Isaac, S&P Global, Jack Henry, Apollo e Clearwater lideraram os contributors; Robinhood, MercadoLibre, Guidewire, Houlihan Lokey e Fiserv detraíram. O gestor abriu posição em Morgan Stanley e participou no IPO da Neptune Insurance, e saiu de CoStar, Fiserv (residual) e BILL Holdings.
Baron Focused Growth Fund 4180 palavras
O Baron Focused Growth Fund avançou 12,34% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, batendo significativamente o Russell 2500 Growth Index (+0,33%) e elevando o ganho anual para 22,26% vs 10,31% do benchmark. As capital raises da SpaceX e da X.AI Holdings Corp. a múltiplos significativamente superiores foram os principais motores, complementadas por força em consumo (FIGS, Hyatt, On Holding). Spotify, CoStar, Duolingo (saída) e Guidewire detraíram via receios de IA como risco existencial em software e serviços. A gestora mantém postura construtiva: balanços bem posicionados, valuations a múltiplos atractivos, aceleração de insider buying, e expectativa de retoma de transacções public-to-private com queda de taxas a suportar valuations futuros.
Baron Global Opportunity Fund 4250 palavras
O Baron Global Opportunity Fund (renomeado em Outubro de 2025 do Baron Global Advantage Fund) avançou 6,5% (Institutional Shares) no quarto trimestre, batendo o MSCI ACWI Index (+3,3%) e elevando o ganho anual para 27,5% vs 22,3% do benchmark — terceiro ano consecutivo de retornos acima dos 25%. SpaceX dominou a contribuição (+1.026bps) via revaluação após capital raise; Shopify, argenx, Illumina e TSMC complementaram. Coupang, MercadoLibre, Wix, Zscaler e Eternal detraíram. Posições novas: Amazon (re-entrada) e BillionToOne (IPO). A gestora reforça TSMC, CrowdStrike, Netskope e indianas Bajaj/Eternal; saídas em Endava e BILL Holdings. Stance construtivo: AI buildout, easing global e outperformance non-US suportam o caso para growth global.
Baron Global Opportunity Fund 4250 palavras
O Baron Global Opportunity Fund (renomeado em Outubro de 2025 do Baron Global Advantage Fund) avançou 6,5% (Institutional Shares) no quarto trimestre, batendo o MSCI ACWI Index (+3,3%) e elevando o ganho anual para 27,5% vs 22,3% do benchmark — terceiro ano consecutivo de retornos acima dos 25%. SpaceX dominou a contribuição (+1.026bps) via revaluação após capital raise; Shopify, argenx, Illumina e TSMC complementaram. Coupang, MercadoLibre, Wix, Zscaler e Eternal detraíram. Posições novas: Amazon (re-entrada) e BillionToOne (IPO). A gestora reforça TSMC, CrowdStrike, Netskope e indianas Bajaj/Eternal; saídas em Endava e BILL Holdings. Stance construtivo: AI buildout, easing global e outperformance non-US suportam o caso para growth global.
Baron Growth Fund 2150 palavras
O Baron Growth Fund recuou 2,69% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, ficando atrás do Russell 2000 Growth Index (+1,22%) e fechando 2025 com -14,18% vs +13,01% do benchmark. Neal Rosenberg e Ron Baron atribuem ~60% do underperformance relativo a posições onde a leitura de risco de IA do mercado divergiu da deles (Gartner, CoStar, Clearwater, FactSet, MSCI, Guidewire — 42% do portefólio), e o restante à preferência por líderes de qualidade num ano em que o factor de qualidade de lucros (MSCI Barra) esteve no 100º percentil inverso desde 1975. A buyout de Clearwater por consortium de PE a prémio de 47% é citada como refutação convicta da narrativa AI-loser. Postura construtiva no portefólio (19 holdings, holding period 18,6 anos).
Baron Health Care Fund 5400 palavras
O Baron Health Care Fund avançou 13,10% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, batendo o Russell 3000 Health Care Index (+11,92%) em 118 pontos base num período em que a saúde liderou a recuperação sectorial. Selecção forte em biotecnologia (Cidara, Abivax) e em equipamento (Penumbra, alvo de aquisição pela Boston Scientific por ~$14,5 mil milhões) compensou o drag do cash. Top contributors: Eli Lilly, Cidara, argenx, Insmed e Teva. Top detractors: Arcellx, Doximity, Encompass, RadNet e Stryker. O gestor Neal Kaufman saiu de Cidara, Doximity e Masimo, reduziu Stryker, Boston Scientific e Arcellx, e abriu posições novas em Arcutis, Welltower, Elanco e Repligen.
Baron India Fund 4070 palavras
O Baron India Fund valorizou 0,42% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, contra uma subida de 4,78% do MSCI AC Asia ex Japan/India Linked Index. No ano recuou 0,34%, face aos 2,62% do índice. A gestora atribui o atraso à exposição a pequenas e médias capitalizações e ao viés de crescimento, num trimestre em que o valor superou o crescimento e as maiores capitalizações lideraram, e à ausência de serviços maduros de tecnologias de informação. Sustenta que o pior do ciclo de revisão em baixa de lucros ficou para trás e que a Índia entra num ciclo de revisão em alta, com o acordo comercial bilateral como catalisador. No trimestre abriu posição na Le Travenues Technology e saiu de quatro empresas.
Baron International Growth Fund 4229 palavras
O Baron International Growth Fund recuou 2,96% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, contra uma subida de 5,05% do MSCI ACWI ex USA Index e de 2,44% do índice de crescimento all-cap usado como referência secundária. No ano avançou 21,16%, abaixo dos 32,39% do índice principal. A gestora atribui o trimestre a uma correcção abrupta em franquias de crescimento de qualidade que o mercado passou a ver como vulneráveis à disrupção pela inteligência artificial, com compressão de múltiplos em software, dados, comércio electrónico e viagens. Considera a fraqueza excessiva e provável de reverter, e sustenta que 2025 marcou o início de um ciclo sustentável de superioridade das acções internacionais e emergentes. No trimestre abriu posições na Euronext, Samsung Electronics, Brunello Cucinelli e Mitsui Fudosan.
Baron Opportunity Fund 3850 palavras
O Baron Opportunity Fund avançou 4,63% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, batendo o Russell 3000 Growth (+1,14%) e o S&P 500 (+2,66%), e fechou o ano com ganho de 19,73% vs 18,15% e 17,88% dos benchmarks. As capital raises de SpaceX (+442bps) e X.AI Holdings (+148bps) a valuations significativamente superiores foram o motor dominante, complementadas por Eli Lilly (+105bps) e Exact Sciences (+90bps, exited após aquisição Abbott). Spotify, Microsoft, Oracle (exited), CoStar e Meta detraíram via receios sobre IA e concentração OpenAI/Oracle. A gestora reafirma postura construtiva em secular growth, com 46 holdings, top 10 = 61,6% do NAV e $1,8B de AUM.
Baron Partners Fund 3500 palavras
O Baron Partners Fund avançou 19,07% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, batendo significativamente o Russell Midcap Growth Index (-3,70%) e elevando o ganho anual para 24,86% vs 8,66% do benchmark. Os capital raises da SpaceX e da X.AI Holdings a valuations significativamente superiores foram os motores dominantes, complementados por Hyatt, Tesla e IDEXX. CoStar, Spotify, Guidewire e Gartner detraíram via receios de IA como risco existencial em software e business services. A gestora reduziu Tesla em 30,5% no ano por gestão de concentração e redemption in-kind — não por redução de convicção. Mantém postura construtiva: as posições deprimidas devem contribuir nos anos seguintes quando capex penalizante for realizado.
Baron Real Estate Fund 6500 palavras
O Baron Real Estate Fund subiu 5,19% em 2025 (Institutional Shares), superando o MSCI US REIT Index (+1,68%) e marginalmente o MSCI USA IMI Extended Real Estate Index (+4,88%). No T4 2025 recuou 1,32%, ainda batendo ambos os benchmarks. Jeffrey Kolitch articula tese de inflexão positiva no real estate: oferta nova colapsou mais de 50% desde pico de 2022, valuations resetaram para custo de capital superior, balanços sólidos, public real estate descontado vs private. Portefólio em split 73,4% non-REITs / 25,1% REITs sobre seis temas de alta convicção (REITs, residencial, viagens, serviços CRE, asset managers alternativos, proptech). Adições novas T4: Champion Homes, Fortune Brands, Ventas. Saídas: Vornado, Iron Mountain. Perspectiva: retornos double-digit anuais sustentáveis nos próximos anos.
Baron Real Estate Income Fund 6800 palavras
O Baron Real Estate Income Fund subiu 3,74% em 2025 (Institutional Shares), superando o MSCI US REIT Index (+1,68%); no T4 recuou modestos 0,40% vs -1,99% do índice. Jeff Kolitch articula tese de inflexão positiva no real estate público: oferta nova colapsou mais de 50% desde pico de 2022, valuations resetaram para custo de capital superior, balanços sólidos, public real estate descontado vs private. Portefólio em REITs (71,2%), non-REIT real estate (25,0%) e cash (3,8%) sobre 13 sub-categorias REIT. Adições T4: Ventas, Extra Space, Weyerhaeuser, Sunstone, Fortune Brands. Saídas: Iron Mountain (short report + bookings miss) e Vornado. Perspectiva: retornos double-digit anuais sustentáveis nos próximos anos.
Baron Small Cap Fund 2500 palavras
O Baron Small Cap Fund recuou 1,56% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, ficando atrás do Russell 2000 Growth Index (+1,22%) por 2,78pp e fechando 2025 em -0,66% vs +13,01% do Index. Cliff Greenberg destaca falta de exposição a biotecnologia e farmacêutica como responsável por ~300bps de underperformance relativo. Vertiv Holdings, Clearwater Analytics (após bid de PE a US$24,55, prémio de 55% sobre lows de Novembro), JFrog, Legence e RBC Bearings lideraram contributors; ODDITY Tech, Guidewire, Cognex, Houlihan Lokey e Kinsale detraíram. Andersen Group foi a única nova posição. Perspectiva construtiva para 2026: GDP acelerado por estímulo fiscal, Fed em ciclo de cortes, capex de IA, e expectativa de rotação para Quality e small caps.
Baron Technology Fund (renomeado Baron Technology ETF a 12/12/2025) 2350 palavras
O Baron Technology Fund — convertido em Baron Technology ETF a 15/12/2025 — cedeu 0,77% (NAV) no quarto trimestre, atrás do MSCI ACWI Information Technology Index (+2,88%), do Invesco QQQ (+2,42%) e do S&P 500 (+2,66%). Em 2025, o fundo acumulou 17,34% versus 26,37% do benchmark. Lumentum e Coherent (ópticas para AI data centers) lideraram contribuições; Spotify, Oracle e Zscaler detraíram. Lippert e Mehra reforçaram Broadcom, Amazon e TSMC, abriram posição em Meta Platforms e Axon, e saíram de Oracle, The Trade Desk, Duolingo, Eternal, HPSP e Gartner. Top 10 holdings concentram 61,9% NAV em 39 nomes únicos. Tese de "stacked S-curves" em IA permanece central: infrastructure capturada; rotação selectiva para application layer e physical AI.
Baron WealthBuilder Fund 1700 palavras
O Baron WealthBuilder Fund valorizou 4,95% (Institutional Shares) no quarto trimestre de 2025, acima do S&P 500 Index (+2,66%), do MSCI ACWI Index (+3,29%) e da categoria Morningstar Aggressive Allocation (+2,02%). No conjunto do ano subiu 10,20%, abaixo dos dois índices e do grupo de pares. A gestora atribui o trimestre aos fundos Baron com posições materiais na SpaceX — Partners, Focused Growth, Asset, Global Opportunity e Opportunity — e o atraso anual à exposição elevada a acções de crescimento de pequena e média capitalização, 59,3% da carteira contra 19,2% do índice, num quinto ano consecutivo de atraso das pequenas face às grandes capitalizações. O fundo de fundos reúne dezoito estratégias Baron; a SMID Cap ETF e a Technology ETF entraram a 29 de Dezembro de 2025.
BBH Select Mid Cap ETF 3815 palavras
O BBH Select Mid Cap ETF caiu 3,9% no quarto trimestre de 2025 em base de retorno total NAV, enquanto o Russell Midcap subiu 0,2%; para 2025, o fundo registou 5,6% negativos contra 10,6% positivos do Índice. A gestora descreve um trimestre dominado pelo prolongamento do rally de baixa qualidade desde o mínimo de Abril, com empresas não-lucrativas a subirem 42,9% no ano e o quintil de maior beta a subir 31,9%. Darling Ingredients e Keysight Technologies foram os principais contribuidores positivos; Shift4 Payments e Guidewire Software detraíram apesar de fundamentos sólidos. A equipa iniciou Tradeweb Markets e saiu de NVR. No fecho, 27 posições com top 10 a 47,8% do portefólio e price-to-intrinsic value a 82%.
Black Bear Value Fund 2839 palavras
O Black Bear Value Fund encerrou 2025 com retorno de -12,6% face a +17,9% do S&P 500 e +17,1% do HFRI, completando o segundo ano consecutivo de divergência. Adam Schwartz mantém posicionamento contrarian assente em habitação estruturalmente subabastecida via Builders FirstSource, recursos naturais subinvestidos via Tidewater, PrairieSky e Warrior Met Coal, turnaround do Flagstar Financial liderado por Joseph Otting, e cesto de shorts em crédito privado, neo-clouds, buy-now-pay-later, bancos com balanços opacos e bridge lenders. Lanxess foi a maior baixa do ano e foi saída por dúvidas sobre a tese. O gestor descreve a carteira como mola comprimida pronta a destrancar quando os ciclos de capex terminarem em 2026/2027.
BlackRock Technology and Private Equity Term Trust 1750 palavras
O BlackRock Technology and Private Equity Term Trust (BTX) registou +0,7% em market price e +1,5% em NAV no quarto trimestre de 2025, batendo o MSCI ACWI SMID Growth IT Index (-0,1%). Lumentum, Deepgram e Tower Semiconductor lideraram a contribuição relativa, suportadas por optimismo em produtos ópticos ligados a IA, momentum de negócio antes de funding round em 2026 e procura de data centers. Dragos, Via Transportation e Ciena detraíram. A 31/12/2025 a alocação a private equity manteve-se em 32% (291 milhões de USD em 21 empresas, com nova alocação a uma empresa de autonomous trucking). A gestora reposiciona para hardware, software, internet e semicondutores e antecipa que o capex de IA continue suportado por GPUs Blackwell e iniciativas soberanas, com margem e cash conversion a tornarem-se diferenciadores.
Blue Tower Asset Management, LLC 950 palavras
O Blue Tower Asset Management, gerido por Andrew Oskoui, registou +13,15% líquido no Q4 2025 e +53,11% líquido no ano, o melhor exercício de sempre da estratégia Global Value. Enova (ENVA) e Georgia Capital (CGEO) responderam pela maioria dos ganhos — +64% e +178% respectivamente — com a aquisição transformacional do Grasshopper Bank pela Enova e a expansão de NAV por acção de 41% (em GEL) na Georgia Capital. Oskoui mantém ambas as posições, argumentando que Enova negoceia a 9x lucros consenso de 2027 e Georgia Capital continua com desconto material face ao NAV (£31,15 vs £40,93). O gestor articula tese estrutural de desempenho inferior dos títulos americanos caros face a internacionais baratos.
Bretton Fund 1900 palavras
O Bretton Fund subiu 1,44% no quarto trimestre e 11,58% em 2025 face a 17,88% do S&P 500. Stephen Dodson e Raphael de Balmann descrevem mercado fairly elevated, não em bolha, com euforia e apreensão alternadas em torno da IA e o fundo a abdicar das pontas mais especulativas. Alphabet foi a estrela do ano com retorno de 65%, duplicando do mínimo de Abril após narrativa de substituição por ChatGPT. UnitedHealth foi o detractor principal com erro actuarial na Medicare Advantage e troca de CEO. Os construtores residenciais NVR e Dream Finders sofreram com congelamento do mercado habitacional. Saíram Revvity (-5,9% IRR) e Union Pacific (+13%). Carteira de 18 posições e 2,6% em cash.
Bristlemoon Global Fund 3120 palavras
O Bristlemoon Global Fund registou −6,2% no trimestre de Dezembro de 2025, com Dezembro a contribuir +0,3% líquido de fees e o cumulativo desde inception (18 meses) em +11,9%. Em Dezembro, os principais contributors foram AppLovin, Synopsys e PAR Technology; os detractors foram Timee, Fair Isaac e Uber, com os shorts de National Vision, Nike e Starbucks também a somar positivamente. George Hadjia descreve 2025 como amplificação da bifurcação entre AI winners e AI losers, defende Hemnet e PAR após declínios peak-to-trough superiores a 50%, e detalha quatro novas posições — Adobe, Baltic Classifieds Group, Timee e Floor & Decor — num conjunto de oportunidades que classifica como o mais entusiasmante recente, com tese aprofundada em Floor & Decor.
Bristol Gate Capital Partners US Equity Strategy 1350 palavras
Bristol Gate apresenta na carta T4 2025 a tese de uma rotação benigna: o investidor começou a olhar para além do grupo concentrado de líderes de IA, com o S&P 500 Equal Weight, Dividend Growers e Dividend Aristocrats a superarem o índice amplo nos últimos dois meses. As gestoras destacam o portefólio de 22 nomes que cresceu dividendos 14,3% nos últimos doze meses, contra 5,6% do S&P 500. Iniciaram Interactive Brokers e saíram de Zoetis após mais de seis anos por deterioração do crescimento de dividendos. Argumentam que acções de dividendos negoceiam ao maior desconto face ao índice desde a era dot-com, recordando o desempenho superior de 2000-2009. Perspectiva construtiva apoiada em moderação da inflação, OBBBA e potencial recuperação de capex industrial.
Brown Advisory Mid-Cap Growth Strategy 1900 palavras
A Brown Advisory Mid-Cap Growth Strategy registou −4,69% no quarto trimestre de 2025 (composite gross), aquém do Russell Midcap Growth Index (−3,70%), num trimestre marcado por dispersão favorável a value e biotech. No cômputo anual, ficou em 5,11% face a 8,66% do índice — um gap explicado integralmente pela Palantir (PLTR), que a gestora não detém por exceder o seu universo de mid-caps e contribuiu 430 pontos base para o benchmark. Cardinal Health, Bruker, Hilton e Ross Stores lideraram contribuições; Roblox, Coupang, Veeva, CoStar e Cheniere detraíram. A gestora iniciou sete posições — incluindo Amer Sports, Axon, Medline e Samsara — e exitou seis (Autodesk, Bio-Techne, Cintas, Copart, Netskope, Vertiv) numa rotação de turnover elevada mas disciplinada.
Broyhill Asset Management 6312 palavras
A Broyhill Asset Management apresentou retorno de -1,4% em 2025, líquido das classes de comissões mais elevadas, contra +22,9% do MSCI ACWI. Christopher Pavese atribui o desempenho à exposição deliberada fora dos epicentros especulativos do mercado — particularmente o complexo de IA, que captou 75% dos retornos do S&P 500, 80% do crescimento de lucros e 90% do crescimento de capex desde o ChatGPT. A carta detalha seis principais detractores (AVTR, FI, FUN, BAX, NICE, VVV), formaliza três disciplinas adicionais para acrescentar a posições em queda, e enquadra a carteira em defensivas globais, pequenas e médias capitalizações, e Europa ocidental — onde a dispersão e as valorizações criam o ponto de partida mais promissor em anos.
Burke Wealth Management Focused Growth Composite 3900 palavras
A Burke Wealth Management Focused Growth Composite ganhou +2,0% no quarto trimestre de 2025, atrás dos +2,7% do S&P 500 Total Return, fechando o ano com +7,4% face a +17,9% do índice. A carta centra-se na pergunta dominante para 2026 — estaremos numa bolha de IA? — e responde com a história: o problema em 2000 foi a bolha das telecom e, ao contrário de então, hoje não existe capacidade de computação suficiente para a procura actual. Actividade do trimestre: regresso da Alphabet após a resolução antitrust, saída de Adobe e Comcast, reforços em ServiceNow, Snowflake e TransDigm e cortes em ASML e BWX Technologies. Intuitive Surgical (+27%) liderou; Meta (-10%) penalizou.
Carillon Eagle Growth & Income Fund 1820 palavras
O Carillon Eagle Growth & Income Fund encerra 2025 num enquadramento de S&P 500 a +2,7% no trimestre e +17,9% no ano, com a equipa (Brad Erwin, Jeffrey Bilsky, Michael Rich) a destacar resultados a impulsionar o avanço. AstraZeneca, Lam Research, Goldman Sachs, RTX e Analog Devices lideraram contribuições, enquanto Oracle, Eaton, Microsoft, T-Mobile e Home Depot detraíram. A gestora projecta EPS do S&P 500 a subir 16% em 2026, vê tarifas a aliviar após nove meses desde o Liberation Day, expectativa de Fed gradualmente mais acomodatícia e estímulo fiscal do One Big Beautiful Bill Act. Mantém convicção em provedores de infraestrutura ligados ao super-ciclo de IA e em qualidade dividend-paying.
Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund 2540 palavras
O Carillon Eagle Mid Cap Growth Fund encerra 2025 num enquadramento em que o Russell Midcap Growth caiu 3,70% no trimestre e subiu 8,66% no ano, ficando aquém do Russell Midcap Value (+11,04%). A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Natera, Teradyne, Carpenter Technology, Ross Stores e MongoDB como top contributors, enquanto Roblox, Axon Enterprise, Royal Caribbean, Vistra e Veeva Systems detraíram. Para 2026, a gestora vê enquadramento favorável: ciclo de capex de IA prolongado, estímulo fiscal, política monetária acomodatícia, aerospace OE a inflectir e reshoring industrial. Riscos: arrefecimento do mercado de trabalho, yields longas e novo Fed chair. Healthcare com valuation atractiva mas pendente de clareza regulatória.
Carillon Eagle Small Cap Growth Fund 2820 palavras
O Carillon Eagle Small Cap Growth Fund encerra 2025 num enquadramento em que o Russell 2000 Growth subiu apenas 1,22% no trimestre e 13,01% no ano, modestamente acima do Russell 2000 Value (+3,25% T4, +12,58% ano). A equipa (Eric Mintz, Christopher Sassouni, David Cavanaugh) destaca Coherent, Guardant Health, Establishment Labs, BrightSpring Health Services e Woodward como top contributors, enquanto Varonis Systems, Hims & Hers, United Parks & Resorts, Itron e Bloom Energy detraíram. Para 2026, a gestora vê enquadramento favorável: ciclo de capex de IA prolongado, estímulo fiscal, política monetária acomodatícia, aerospace OE a inflectir e reshoring industrial. Riscos: arrefecimento do mercado de trabalho, yields longas e novo Fed chair. Healthcare com valuation atractiva mas pendente de clareza regulatória.
Carillon Scout Mid Cap Fund 3100 palavras
O Carillon Scout Mid Cap Fund encerra 2025 num enquadramento em que o Russell Midcap Index ficou aquém dos grandes índices, embora nominalmente positivo, com dispersion sectorial elevada e liderança de healthcare, materiais e tecnologia. A equipa (Derek Smashey, John Indellicate, Jason Votruba, Eric Chenoweth) destaca ATI, Ciena, MongoDB, Clearwater Analytics e Teradyne como top contributors; Coupang, The Mosaic Company, Encompass Health, CoreWeave e United Rentals detraíram. Olhando para 2026, a gestora vê midcaps com potencial de subida na primeira metade, suportadas por broader participation cíclica, capex de IA prolongado e estímulo fiscal/monetário. Temas adicionais: infraestrutura doméstica de energia, aerospace OE em early innings, consumer tariff-immune, commodities e life sciences emergente.
Causeway International Value Equity 1500 palavras
A Causeway International Value Equity subiu 8,27% líquido no quarto trimestre de 2025, contra 4,91% do MSCI EAFE e 7,90% do MSCI EAFE Value, fechando o ano com 39,67% líquido. Samsung Electronics liderou os contributos com 1,07 pontos percentuais, seguida por AstraZeneca, FANUC, Roche e Barclays. Os detractores concentraram-se em RELX, SAP e Lanxess. Os gestores reforçaram KDDI, Smurfit WestRock, Novo Nordisk e RELX, e reduziram GSK, Murata e Rolls-Royce. A perspectiva para 2026 destaca o desconto persistente das acções internacionais face aos EUA, a concentração extrema do índice norte-americano e o início potencial de um novo ciclo plurianual descendente para o dólar.
Cedar Creek Partners, LLC 2450 palavras
O Cedar Creek Partners encerrou 2025 com retorno líquido de 29,6%, batendo todos os índices de referência (S&P 500 17,8%, Nasdaq 20,4%, Russell 2000 12,8% e Russell Microcap 23,0%). No quarto trimestre, o fundo subiu 2,4% versus 2,7% do S&P 500 (SPY). Tim Eriksen sublinha que as posições do fundo transaccionavam a 7,1x resultados estimados para o ano seguinte e a 5,2x líquidos de caixa, com book value ponderado de 0,9 e ROE esperado de 13,0%. Caixa caiu de 17% para 13% no trimestre. A exposição a expert market diminuiu para 36% do fundo. Saídas materializadas em Propel Media (Vitruvian Partners) com retorno superior a 500% e First IC (fusão MetroCity Bankshares). Iniciada nova posição em Exco Resources, oito por cento em PHI Group.
ClearBridge Dividend Strategy 1340 palavras
A ClearBridge Dividend Strategy subiu cerca de metade do S&P 500 no T4 2025 (índice +2,7%), penalizada por subponderações em Alphabet e Apple e por exposição a Oracle. Os gestores John Baldi e Michael Clarfeld articulam cautela face a uma concentração de mercado sem precedentes — Magnificent Seven em 24,9% no ano, sector tech+IT em 46% do S&P 500 — e questionam se a IA representa uma bolha. Reduzem significativamente Oracle face à elevada intensidade de capital do negócio de data centers IA, mas mantêm Broadcom. Adicionam ADP (T4), PG&E e Roche; saem de Edison International e Merck; reforçam Air Products, Exxon Mobil e Union Pacific. Diversificação como disciplina anti-bolha.
ClearBridge Growth Strategy 1856 palavras
A ClearBridge Growth Strategy superou o Russell Midcap Growth Index no quarto trimestre de 2025, marcando o terceiro trimestre consecutivo de outperformance. Os gestores Evan Bauman, Aram Green e Amanda Leithe articulam abordagem balanceada de high active share, capturando momentum inicial em IA enquanto preservavam protecção em queda à medida que a volatilidade aumentou. Top contributors: Vertex Pharmaceuticals, Broadcom, Freeport-McMoRan, TE Connectivity e underweight a Roblox. Detractors: e.l.f. Beauty, Doximity, Robinhood, e ausência em Rocket Lab e Expedia. Iniciações: Vistra, Alnylam, Hilton, XPO; saídas: UnitedHealth, Dolby, Old Dominion. Outperformance gross-of-fees de aproximadamente 600 bps em 2025.
ClearBridge Large Cap Growth Strategy 1900 palavras
O ClearBridge Large Cap Growth Strategy fechou 2025 com underperformance material face ao Russell 1000 Growth: cerca de 170 bps no T4 (gross of fees) e aproximadamente 900 bps no ano. As gestoras Erica Furfaro e Margaret Vitrano atribuem o headwind aos underweights a mega cap AI beneficiaries (Alphabet, Broadcom) e à selecção em saúde, com UnitedHealth e exit prematuro de Eli Lilly em destaque. Pós-Liberation Day repositionaram via Broadcom, Marvell, Datadog e Oracle, com saídas de Accenture, Workday e Adobe. No T4, iniciaram Arista Networks, concentraram exposição em restauração via Chipotle e usaram pullbacks em Palo Alto e Netflix. Perspectiva 2026 prefere broadening além das mega caps.
ClearBridge Mid Cap Strategy 1616 palavras
A ClearBridge Mid Cap Strategy ficou aquém do seu benchmark Russell Midcap no quarto trimestre de 2025, com headwinds de mercado largos e reacções desiguais a resultados a sobrepujarem a robustez em consumer discretionary. Os gestores Brian Angerame e Matthew Lilling articulam realocação para negócios com fundamentos duráveis e recorrência de receitas, com cinco novas iniciações — Casella Waste Systems, Tyler Technologies, XPO, CompoSecure e Doximity — e sete saídas, incluindo Alexandria Real Estate, Corpay, DraftKings, PTC, Pinterest, BJ's e Everest. Top contributors: Light & Wonder, Expedia, APi Group, Churchill Downs e não deter Roblox. Top detractors: Alexandria, Resideo, Chewy, Teledyne e PFGC.
ClearBridge Select Strategy 1180 palavras
A ClearBridge Select Strategy ficou aquém do Russell 3000 Index no quarto trimestre de 2025 com fraqueza em saúde e tecnologia como headwinds principais, num período em que growth perdeu para value e a flight to quality favoreceu large caps. Aram Green articula upgrade do portefólio para ambiente volátil — seis iniciações (Wingstop, CompoSecure, BETA Technologies, Wix, XPO, Premium Brand Holdings) e doze saídas (Monday.com, Datadog, Klaviyo, Saia, UnitedHealth, Crocs, Colgate-Palmolive, Chime, Firefly entre outras). Sleeve privado expandido com OpenAI e Yellowstone Midco. Top contributors: Coherent, Expedia, Charles River, Lam Research e não deter Meta. Detractors: MercadoLibre, ServiceNow, PFGC, Doximity e não deter Alphabet.
ClearBridge Small Cap Growth Strategy 1480 palavras
A ClearBridge Small Cap Growth Strategy, gerida por Jeffrey Bailin e Aram Green, ficou aquém do Russell 2000 Growth Index no quarto trimestre de 2025, apesar de o índice ter acompanhado o Russell 1000 Growth (1,2% vs 1,1%). A maior parte do desvio veio de biotecnologia (rali do Russell 2000 Growth Biotech a 28,1%) e de resultados decepcionantes em software (Wix.com, Varonis). Indústrias e saúde individual compensaram parcialmente via Penumbra, Insmed, Bloom Energy e RBC Bearings. Os gestores iniciaram quatro novas posições — Protagonist Therapeutics, Simpson Manufacturing, BETA Technologies e Dyne Therapeutics — e saíram de seis. Para 2026, antecipam alargamento da liderança de mercado para além da infraestrutura de IA, com pequenas capitalizações a apresentarem crescimento de resultados superior.
Columbia Global Technology Growth Fund 1850 palavras
O Columbia Global Technology Growth Fund (Classe Institucional) registou +1,97% no quarto trimestre de 2025, aquém do S&P Global 1200 Information Technology Index (+3,21%) num trimestre marcado por desempenho divergente entre leading AI stocks. Memory-chip suppliers como Micron e equipamento de semicondutores Lam Research surgiram com validação de procura insaciável por IA; Oracle (−30%), Netflix (−20%), Meta (−10%) e ServiceNow detraíram por preocupações de execução em infraestrutura de IA, integração de Warner Bros, capex elevado e capital allocation. Alphabet contribuiu decisivamente com o Gemini 3 a reposicionar Google como líder em IA, e Taiwan Semiconductor confirmou início de produção em dois nanómetros. A gestora descreve transição de pilotos experimentais para implementações enterprise escaláveis e mantém convicção em early innings de tendências seculares de IA.
Conestoga Capital Advisors — Small Cap Growth Composite 3850 palavras
O Conestoga Small Cap Composite (carteira-bandeira do gestor, 4,8 mil milhões de USD em activos) registou −1,89% líquido no quarto trimestre de 2025 face a +1,22% do Russell 2000 Growth, encerrando o ano em −10,13% versus +13,01% do índice. A subperformance anual concentrou-se no rali estreito de Abril a Outubro, em que acções não rentáveis bateram as rentáveis em mais de 58%. No quarto trimestre, biotecnologia e farmacêutica representaram 132% dos ganhos do índice, penalizando o subpeso histórico em Saúde. Iniciaram Badger Meter e Karman Holdings; saíram de Mesa Laboratories. Anunciam o encerramento da estratégia Mid Cap Growth a 31 de Janeiro de 2026. Mantêm leitura optimista para small caps em 2026.
Conestoga Capital Advisors — Micro Cap Growth Composite 3700 palavras
O Conestoga Micro Cap Composite recuou -1,91% líquido no quarto trimestre de 2025, contra +2,14% do Russell Microcap Growth, e fechou o ano em +16,24% face a +21,84% do índice. A casa descreve 2025 como um ano de montanha-russa para as micro caps, com um rali de 81% a partir do mínimo de Abril. No trimestre, a alocação sectorial em Saúde e Industriais penalizou, com a biotecnologia — onde a carteira está subponderada — a ser o maior obstáculo. Alpha Teknova e Phreesia lideraram os travões; Planet Labs, IRadimed, Mama's Creations e Vita Coco lideraram os contribuidores. Compraram Electrovaya e Oddity Tech e não venderam nenhuma posição.
Conestoga Capital Advisors — Mid Cap Growth Composite 3364 palavras
O Mid Cap Composite da Conestoga recuou 5,75% líquido no 4T 2025, contra uma queda de 3,70% do Russell Midcap Growth, e fecha o ano em -4,73% face a uma subida de 8,66% do índice. A selecção na Tecnologia e nas Industriais concentrou as perdas relativas: a Bentley Systems e a Tyler Technologies cederam com a rotação para fora do software, a Generac caiu depois de rever em baixa as projecções anuais e a AAON sofreu com dificuldades operacionais. Os Serviços Públicos e a Saúde compensaram, com a Repligen e a IDEXX como maiores contribuidores. Não houve compras, vendas nem movimentos parciais. A firma anunciou o encerramento da estratégia, com data-alvo a 31 de Janeiro de 2026.
Conestoga Capital Advisors — SMid Cap Growth Composite 3850 palavras
O Conestoga SMid Cap Composite recuou -2,71% líquido no quarto trimestre de 2025, contra +0,33% do Russell 2500 Growth, e fechou o ano em -4,71% face a +10,31% do índice. Quase todo o atraso anual se concentrou entre 8 de Abril e 27 de Outubro, período em que o índice subiu 46% sob liderança estreita concentrada em temas de inteligência artificial, hardware e defesa. No trimestre, a selecção em Industriais e Imobiliário pesou, com Trex e Construction Partners entre os travões, enquanto Repligen, RBC Bearings, Jack Henry, CSW Industrials e Clearwater Analytics lideraram os contribuidores. A ausência de biotecnologia, que subiu 21% no trimestre, foi o maior obstáculo em Saúde. Compraram AAON e Karman Holdings; venderam Generac e Trex.
Cooper Investors Global Equities Fund (Unhedged) 1850 palavras
A Cooper Investors Global Equities (Unhedged) registou −3,3% no quarto trimestre de 2025 e 2,6% no ano civil, contra 2,7% e 13,6% do MSCI AC World em dólares australianos. As gestoras alertam para a concentração extrema do índice — as dez maiores empresas explicam 40% do desempenho trienal — e moderam expectativas de retornos persistentes na casa dos mid-teens. TKO Holdings e Taiwan Semiconductor foram os principais contribuidores; Ryan Specialty e freee K.K. os maiores detractores, em ambos os casos com reforço de posição face à fraqueza das cotações. Mais de metade do portefólio foi renovado no último ano. A leitura é defensiva: valorizações esticadas, mas elevada convicção nas posições individuais detidas.
Crossroads Capital Investment Partners, LP 8878 palavras
A Crossroads Capital, fundo concentrado em small-cap value e situações especiais, encerrou 2025 com +37,7% líquido contra +12,4% do Russell 2000 Value, levando o retorno desde inception (Abril 2016) para 17,1% anualizado líquido. No T4 isolado o fundo subiu 2,7% líquido. A carta articula quatro teses centrais: Nintendo (maior posição) sob deslocação após pânico de curto prazo em margens de hardware quando 90% do lucro operacional vem de software; AST SpaceMobile, com BlueBird 6 desdobrado em órbita e contrato SHIELD do Golden Dome a abrir vertical de defesa; Nebius, infraestrutura de IA com 2,5 GW contratados até final de 2026; e FTAI Aviation, plataforma MRO vertical com adjacência inesperada em turbinas para data centers.
Curreen Capital Partners LP 720 palavras
O Curreen Capital Partners registou +10,50% no quarto trimestre de 2025 e +30,97% no ano completo, contra +2,66% e +17,89% do S&P 500. Christian Ryther destaca três posições que dominaram o desempenho anual — Fortrea, Siemens Energy e GetBusy —, todas spinoffs adquiridos a preços com rácios upside-to-downside atractivos. No trimestre vendeu Havas por retorno sobre capital insuficiente, reforçou Fortrea (3 p.p. a 9,44 USD/acção) e iniciou pequenas posições em Dye & Durham, Truecaller, GetBusy e VF Corp. O fundo composto a 11,7% líquidos anualizados desde a inception em Junho de 2013. As seis posições maiores que 5% — AAP, FTRE, FTDR, GETB, ENR, VFC — mantêm a filosofia de spinoffs e turnarounds com rácios upside-to-downside atractivos.
Deep Sail Capital Partners LP 2974 palavras
O Deep Sail Capital Partners (gestor Sean) registou +14,2% líquidos no quarto trimestre de 2025 e +34,8% em todo o ano, superando os dois benchmarks (Russell 2000 e Russell 2000 Mid Cap Growth) em mais de 10%. A carta articula uma tese macro de "RUN IT HOT" — Trump deverá nomear um Fed Chair dovish, libertando estímulo de curto prazo (inflação, dólar mais fraco) antes de uma aterragem dura. O gestor mantém disciplina e protecção de capital. O foco da carta é Sanuwave Health (SNWV), tese de longo prazo em wound care com vantagem regulatória CMS 2026. Posições novas: Credo Technology e NameSilo.
Diamond Hill Large Cap Fund 1085 palavras
A Diamond Hill Large Cap Fund subiu 1,41% no T4 2025 (Class I) contra 3,81% do Russell 1000 Value. A selecção em cuidados de saúde, tecnologia de informação, bens de consumo básico e serviços de comunicação detraiu do desempenho relativo; a selecção em financeiras e consumo discricionário contribuiu, a par da sub-ponderação em utilities. Austin Hawley e Brian Fontanella mantêm-se cautelosos face à euforia de mercado impulsionada pela IA e continuam a encontrar oportunidades mais atractivas em negócios de qualidade elevada, geradores de caixa e com características mais defensivas. A ausência de exposição às beneficiárias do capex de IA respondeu por cerca de três quartos do desempenho inferior do trimestre. Cinco novas posições — Cooper Companies, Dover, Wix.com, Solventum e EQT — e quatro saídas por preço atingido.
Diamond Hill Mid Cap Strategy 1648 palavras
A Diamond Hill Mid Cap Strategy gerou 3,65% líquido no T4 2025 contra 0,16% do Russell Midcap, com selecção em industriais e materiais como primary drivers e consumer staples como maior detractor relativo. Os gestores Chris Welch e Anthony Philipp posicionam-se incrementalmente mais defensivos face a valuations elevadas e exuberância em torno do capex de IA, privilegiando saúde e industriais. Top contributors individuais: Ciena, WESCO International, Huntington Ingalls. Detractors: Post Holdings, VeriSign, CubeSmart. Quatro novas posições iniciadas — Wix.com, Westlake, General Mills e Zoetis. Saídas completadas em Civitas Resources, Lear Corp, Check Point Software e Marzetti, em parte por preços próximos do valor intrínseco estimado.
Diamond Hill Small Cap Strategy 1100 palavras
A Diamond Hill Small Cap Strategy gerou 4,88% líquido no T4 2025 contra 2,19% do Russell 2000, com selecção em industriais e consumer discretionary como primary drivers e selecção em health care como maior detractor relativo. O gestor Aaron Monroe mantém foco em resilient businesses face a heightened volatility e increased headline risk. Top contributors: Allegiant Travel, Triumph Financial e Taseko Mines. Top detractors: Oil-Dri, Rocket Companies e Bank OZK. Quatro novas posições iniciadas — Centerspace, Transcat, Alexandria Real Estate Equities e MVB Financial. Saídas completadas em Civitas Resources, Rocket Companies (mandato), Post Holdings e WESCO International, em parte por preços próximos do valor intrínseco estimado.
Emerald Focused Equity Strategy 3400 palavras
Emerald Focused Equity registou +13,8% bruto e +13,2% líquido em 2025 e +2,2% no Q4, ficando aquém do Bloomberg World (+22,6% em 2025). Applied Materials, ASML e Microsoft foram top contributors; Diageo e ServiceNow os principais detractores. Iniciaram Broadcom, Constellation Software, DSM-Firmenich, Sika e Straumann; reforçaram Oracle; saíram de Alphabet, BlackRock, Deere e Tokyo Electron; reduziram ASML e Applied Materials. Tese transversal: comprar compounders de qualidade a desconto do fair value, particularmente fora do núcleo AI sobreavaliado. Stance neutral com leitura de FOMO extremo, concentração das Magnificent 7 em 36% do índice e dinâmicas frothy a sinalizar risco elevado e retornos futuros mais baixos.
Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy 2100 palavras
A Emerald Wealth Partners Growth Equity Strategy registou +3,1% gross e +3,0% net no T4 2025, contra +1,9% do índice Bloomberg World Growth, levando o YTD para +16,7% gross (+16,0% net) face a +18,6% do benchmark. O comentário articula uma tese central de "balancear" a oportunidade AI com a subida dos riscos de bolha: contributores Q4 foram semicondutores de equipamento (Applied Materials, ASML, Tokyo Electron), Alphabet e Thermo Fisher; detractores foram Oracle, ServiceNow e Uber. Movimentos estratégicos materiais: iniciações em Tencent, Alibaba, TSMC e Nvidia, reforços em Fortinet, Oracle e Meta, e saídas em MSCI, Revvity e Agilent. O regresso selectivo à China (after field trip de três semanas) e o reforço da tese de custom silicon (Broadcom, ASICs) são as duas apostas mais articuladas.
Fairlight Alpha Fund LP 3319 palavras
O Fairlight Alpha Fund registou +9,9% líquidos no quarto trimestre de 2025, contra +2,7% do S&P 500 Total Return. No ano completo, o fundo retornou +66,2% versus +17,2% do benchmark, levando o retorno composto desde o lançamento (Março 2019) a 904,9% líquidos, ou 40,1% anualizados. Andrew Martin atribui o desempenho ao subsector dos mineiros juniores de ouro (Monument Mining e Serabi Gold), reforçado por contributos de Logic Instrument, Shelly Group e BranchOut Food. Articula a tese da recessão escondida: o desvio de capex para IA estaria a comprimir o crescimento nas restantes áreas da economia global, criando deslocações de preço em micro e small-caps que o fundo procura explorar.
FAM Funds (Fenimore Asset Management) 3100 palavras
A Fenimore Asset Management publicou comentário trimestral cobrindo três estratégias no encerramento de 2025: FAM Value (-1,17%), FAM Dividend Focus (-4,41%) e FAM Small Cap (-4,12%), todas a ficar aquém dos benchmarks. Os gestores articulam que o entusiasmo com IA continuou a desviar capital de empresas de qualidade, com nomes especulativos e de baixa qualidade a beneficiar do apetite risk-on. Saúde e tecnologia lideraram sectores; financeiras e industriais penalizaram o FAM Value via Brown & Brown e Fastenal. Casa adicionou a posições existentes em vários nomes a transaccionar a múltiplos comprimidos e iniciou Verisk, Houlihan Lokey e Microchip no FAM Dividend Focus. Saídas totais: Cass Information Systems e Pinnacle Financial Partners no FAM Small Cap, num enquadramento de paralelismo com a bolha tecnológica do final dos anos 1990.
Fidelity Growth Strategies Fund 1483 palavras
O Fidelity Growth Strategies Fund (Retail Class) registou −3,44% no quarto trimestre de 2025, ligeiramente acima do Russell Midcap Growth Index (−3,70%). Mid-caps de crescimento foram dos segmentos mais fracos do mercado. Selecção de acções em tecnologia liderou o desempenho relativo: posições não-benchmark em Coherent (+71%) e ATI (+41%) e overweight em Lumentum Holdings (+127%) contribuíram via exposição directa ao buildout de IA. Axon Enterprise (−21%) foi o maior detractor relativo após resultados decepcionantes em Novembro. A gestora Shilpa Mehra mantém convicção em mid-caps industriais picks-and-shovels a habilitar o buildout de capacidades de IA, com Fed em ciclo dovish após três cortes consecutivos de 25 bp no segundo semestre.
FMI Funds — Carta a Accionistas 1850 palavras
A FMI publica a sua perspectiva estratégica de investimento do quarto trimestre de 2025 enquadrando o ano como dominado por um rally de baixa qualidade e por exuberância em torno da inteligência artificial. A gestora destaca capex tecnológica em níveis sem precedentes (1,9% do PIB), a concentração das 42 acções AI no desempenho do S&P 500 e a aritmética insustentável dos planos de investimento da OpenAI. Mantém disciplina contrarian — qualidade, robustez de balanços e valorização — descrevendo o ambiente como anomalia histórica. Apresenta três casos onde encontra valor face ao pano de fundo adverso: Hayward Holdings (equipamento de piscinas), Accenture (consultoria IT pressionada por receios de IA exagerados) e Smiths Group (transformação industrial via desinvestimentos).
FPA Crescent Fund 2700 palavras
O FPA Crescent registou +3,09% no quarto trimestre de 2025 e +17,65% nos doze meses, contra +3,29% e +22,34% para o MSCI ACWI, com exposição líquida ao risco de 65,8%. As gestoras articulam reciclagem activa de capital — Alphabet e Comcast foram reduzidas, IMCD, Liberty Broadband, Magnum Ice Cream e Sodexo entraram como compras novas, Azelis e Becton Dickinson foram reforçadas. Microsoft é dissecada como exemplo do que deixaram passar: vendida em 2020, valorizou substancialmente; agora a 30x resultados, requer crescimento incremental equivalente à soma de Oracle, SAP, Salesforce, ServiceNow, Nintendo, Workday e Snowflake combinados para justificar o múltiplo. Os gestores antecipam volatilidade de mercado mas recusam-se a apostar no momento exacto.
FPA Queens Road Small Cap Value Fund 4220 palavras
O FPA Queens Road Small Cap Value cedeu 0,36% no quarto trimestre de 2025, contra uma subida de 3,26% do Russell 2000 Value, mas fechou o ano em 13,36% face a 12,59% do índice. A equipa atribui o atraso a um mercado que premiou o momentum e a especulação e diz estar a reequilibrar a carteira para o que considera serem participações de maior qualidade. Abriu posição na ePlus, reforçou de forma significativa a Sprouts Farmers Market e a New Jersey Resources e reduziu significativamente a Fabrinet, por receio de uma bolha de despesa de investimento em inteligência artificial. O grosso da carta defende que as pequenas capitalizações de qualidade estão esquecidas, desdenhadas e relativamente baratas face às grandes. O numerário ficou em 10,1%.
Fundsmith Equity Fund 4322 palavras
O Fundsmith Equity Fund subiu 0,8% em 2025 (Classe T Accumulation), face a 12,8% do MSCI World em libras, ficando 12 pontos percentuais aquém do índice. Terry Smith dedica a décima sexta carta anual a três diagnósticos da subperformance: concentração extrema do índice nas Magnificent Seven, distorção dos fluxos passivos articulada pelo paper da NBER sobre mercados inelásticos (multiplicador médio de 5,5x), e queda do dólar de 1,25 para 1,35 face à libra. Recusa-se a comprar índices ou a perseguir momentum. Vendeu Brown-Forman e PepsiCo, comprou Zoetis, EssilorLuxottica, Intuit e Wolters Kluwer, e recebeu Magnum Ice Cream do spin-off da Unilever. O ROCE ponderado da carteira manteve-se em 31%, com FCF yield de 3,7%.
Gator Capital Management — Financial Partners Funds 3828 palavras
O Gator Financial Partners subiu 4,14% no quarto trimestre de 2025 e 31,94% no acumulado anual, contra 2,65% e 17,88% do S&P 500 e 1,95% e 14,34% do S&P 1500 Financials. Derek Pilecki articula a sobreperformance estrutural dos pequenos e médios bancos face às grandes instituições e dedica o trimestre à tese sobre a TFS Financial, holding da Third Federal: uma mutual holding company onde a alavancagem implícita sobre a minoria pública, retomada do programa de recompras em finais de 2025 e normalização da net interest margin após o ciclo adverso de taxas oferecem perfil assimétrico. O fundo encerrou com exposição bruta de 198,08% e líquida de 47,91%, mantendo posições em SocGen, First Citizens, BNP Paribas e UMB Financial.
Generation IM Global Equity Strategy 6500 palavras
A carta anual de 2025 da Generation IM Global Equity (USD 21,0 mil milhões de AUM em 31 de Dezembro) reconhece um período de underperformance: na última dúzia de meses mais nomes da Focus List ficaram aquém do que à frente do índice, com a UBS HOLT a documentar uma das mais fracas performances relativas de qualidade em 15 anos. Os co-PMs Miguel Nogales e Nick Kukrika argumentam que as dinâmicas que penalizam hoje estão a semear a outperformance de amanhã — o crescimento de resultados do portefólio é cerca do dobro do benchmark desde 2023 e o múltiplo desratou-se. Cerca de um terço do portefólio (Legrand, Schneider, Microsoft, TSMC, ASML) está envolvido no buildout de IA. Profilam MercadoLibre e Adyen, saíram de Gartner, removeram Twilio e JLL.
Giverny Capital Asset Management 5400 palavras
A Giverny Capital Asset Management, gerida por David Poppe, registou 12,58% líquido em 2025 contra 17,88% do S&P 500 TR. O atraso reflecte exposição material a empresas de média e pequena capitalização de qualidade (45% dos activos em nomes abaixo de $54 mil milhões) numa altura em que o índice está dominado por oito gigantes tecnológicos. Poppe articula cepticismo quanto ao retorno do massivo capex em IA, lembrando que os caminhos-de-ferro no século XIX e a infraestrutura de comunicações no fim do século XX enriqueceram os utilizadores, não os construtores. No T4 saiu de Align, CarMax, Credit Acceptance e Fiserv, iniciou posições em Watsco e Hawkins, e reforçou Kinsale e TWFG.
GMO Equity Dislocation Strategy 1820 palavras
A GMO Equity Dislocation Strategy registou +15,8% bruto (+13,4% líquido) em 2025, na celebração do quinto aniversário desde inception em Outubro de 2020. A estratégia market-neutral — longa nos 20% mais baratos e curta nos 20% mais caros globalmente — acumulou +69,3% bruto (+50,6% líquido) cumulativo desde o lançamento, sem qualquer estreitamento material do spread de avaliação entre value e growth. Ben Inker e George Sakoulis articulam que o spread permanece no 4º percentil histórico nos EUA; para regressar à mediana, value precisa de superar growth em 70%. Portfolio short concentrado em mega-cap tech: Palantir (maior detractor absoluto, +135% no ano, P/S superior a 100) e HubSpot (top contributor do book short, acção -40%+).
Greenhaven Road Capital 4068 palavras
A Greenhaven Road Capital de Scott Miller recuou -2% no quarto trimestre de 2025, fechando o ano em -10%, líquido de comissões, após ganhos de 51% em 2023 e 27% em 2024. Miller estrutura a carta em torno de dois 'setups': as 'Bamboo Trees' — Lifecore e Vistry, empresas em transformação radical sem reflexo no preço — e o 'outro sapato que não cai' — PAR, Cellebrite, KKR e Burford, cujas cotações comprimiram por receios que considera improváveis de se materializar. A tese transversal é de retornos adiados, não perdidos. Hagerty, segunda maior posição, valorizou 36% e executa em pleno. No lado curto, mantêm dois processos de litigância, dois índices e nomes de consumo sobrevalorizados.
Greenlight Capital 3311 palavras
A Greenlight Capital de David Einhorn fechou 2025 com +9,0% líquidos, abaixo dos +17,9% do S&P 500. O quarto trimestre rendeu +8,5% contra +2,7% do índice. A totalidade do retorno e do alpha veio do livro macro: ouro +64%, cobre +40% via opções e futuros de taxa correctos sobre cortes da Fed. O livro long-short perdeu dinheiro com sectores cíclicos (homebuilding, química, embalagens, carvão, agricultura) a falharem expectativas. Iniciaram seis longs novos no trimestre — AR, DECK, GPN, HSIC, SPB e WBD — e saíram de HPQ e SDRL. BHF, FLR/SMR stub, VSCO e TEVA foram os destaques no livro long. Anunciaram fecho dos Partnerships a 1 de Julho de 2026.
Greystone Capital Management 6077 palavras
A Greystone Capital, gerida por Adam Wilk em estratégia concentrada de microcaps e small-caps, gerou +0,3% líquido no T4 2025 e +2,8% no exercício, aquém do Russell 2000 (+2,2% e +13,5%). Desde a inception em Q4 2019, o desempenho anualizado é de +21,9% face a +9,7% do Russell 2000. Wilk articula a tese de evitar exposição directa a IA — obstáculo reconhecido em 2025 — mantendo posições profundamente integradas em sistemas críticos (royalties de carvão NRP, ótica em e-commerce KITS, segurança contra incêndios APG, hospitais cirúrgicos MFC). No trimestre iniciou nova posição central em Shift4 Payments (FOUR), com tese centrada em arbitragem de complexidade na infraestrutura de pagamentos.
Harbor Mid Cap Value Fund 6865 palavras
O Harbor Mid Cap Value Fund (HAMVX) retornou 4,07% no Q4 2025, outperformando largamente o Russell Midcap Value (1,42%); no ano completo, 15,95% vs 11,05%. Stock selection liderou contribuições, particularmente em Industrials, Consumer Discretionary e Financials. Sandisk top contributor (+111,57%) por procura AI em storage; General Motors e Expedia drivers em Consumer Discretionary; Jazz Pharmaceuticals (+30%) em Saúde. Detractors incluíram HP, PulteGroup, Newmarket e Harley-Davidson — todos mantidos. Iniciaram Garrett Motion e EnerSys; saíram Electronic Arts (aquisição PIF) e trimmed Amkor. Mid e small caps permanecem atractivamente valorizados face a large caps.
Harding Loevner Global Equity Strategy 3100 palavras
O Harding Loevner Global Equity Strategy fechou 2025 com +13,21% gross e +12,73% net, contra +22,87% do MSCI ACWI — um ano marcado pelo underperformance estrutural do estilo qualidade-crescimento face à concentração extrema do índice em mega-caps US ligadas a IA. No trimestre, o composite avançou +2,0% gross vs +3,4% do benchmark. A carta articula a tese central da gestão: AI é um regime de capex com dois grupos distintos — hyperscalers US dominantes e o ecossistema internacional de fornecedores. Alphabet, Fabrinet, Vertex Pharma, Chugai e Roche lideraram contributors no trimestre; Netflix, Tencent, Sony, Mindray e CoStar foram os principais detractors. Adobe e Alphabet são desenvolvidos como casos-estudo de incumbentes a defender moats face a disrupção IA via Christensen e Porter.
Hardman Johnston Global Equity 2480 palavras
A Hardman Johnston Global Equity registou +2,91% (net) no T4 2025, contra +3,29% do MSCI AC World Net Index — modesto underperformance num ano de resultados muito fortes em termos absolutos. A nível sectorial, Financials e Consumer Staples lideraram o contributo, com Standard Chartered, Citigroup e Estée Lauder em destaque; Industrials e Consumer Discretionary detractaram, sobretudo via Rheinmetall e Uber. O fundo iniciou cinco posições — Cameco, Citigroup, Elanco, HDFC Bank e Vertiv — e liquidou Corteva, T-Mobile e Vertex Pharmaceuticals. A perspectiva articula cautela sobre concentração disfarçada em torno do tema IA e convicção estrutural na trajectória de despesa em defesa NATO.
Hayden Capital 5200 palavras
Fred Liu fecha 2025 com +22,3% líquido contra +17,9% do S&P 500 e +22,4% do MSCI World, apesar do recuo de -12,9% no quarto trimestre. A carta articula uma tese central de rotação do mercado de IA — da infraestrutura para a camada de aplicação — e identifica oportunidade em software e internet companies indiscriminadamente vendidos no AI Scare Trade. Liu defende Sea Limited a 7x EV/EBITDA 2028, contestando a narrativa de pressão competitiva do TikTok Shop com dados alternativos e decomposição de volume da J&T. Saiu integralmente do New Oriental Education após apreciação de +126% sobre custo médio de aquisição de $24. Posicionamento geográfico ~42% Ásia, ~41% Norte-América, ~16% América Latina.
Heartland Mid Cap Value Fund 1500 palavras
O Heartland Mid Cap Value Fund recuou 1,92% no quarto trimestre de 2025 (Investor Class), abaixo do Russell Midcap Value (+1,42%). A gestão atribui o sobredesempenho negativo a selecção de títulos em Cuidados de Saúde, Tecnologias de Informação e Consumo Discricionário, agravada pelo posicionamento perto do limite superior do sobrepeso histórico em Quality Value — segmento que ficou para trás face aos pares mais especulativos. Colin McWey, Will Nasgovitz e Troy McGlone reiteram a abordagem dual Quality Value + Deep Value e o framework multi-cenário de quatro price targets. J.B. Hunt foi top contributor; iniciaram MarketAxess Holdings (Quality Value); reduziram Kimberly-Clark após aquisição de 48,7 mil milhões de dólares de Kenvue. Insider buying foi registado em mais de vinte empresas em carteira.
Heartland Opportunistic Value Equity Strategy 1520 palavras
A estratégia Opportunistic Value Equity da Heartland retornou 0,79% no T4 2025, abaixo do Russell 3000® Value Index (+3,78%). Troy McGlone e Colin McWey reiteram a abordagem dos 10 Princípios de Value Investing e o framework de cenários (base, blue sky, downside e max downside) para enquadrar a volatilidade da narrativa AI. Saída de posição AI arms dealer em Agosto antes de queda de 500 mil milhões de capitalização; Alphabet duplicou desde Maio com margem de segurança disciplinada. Nova posição Prestige Consumer Healthcare a 13x lucros após sell-off de supply chain; reforço de Watsco em fraqueza recente; Old Republic International exemplifica capital allocation compounding.
Heartland Value Fund 1450 palavras
O Heartland Value Fund encerrou T4 2025 com +2,61%, ligeiramente abaixo dos +3,26% do Russell 2000® Value, mas bateu o índice em 1, 3, 5 e 10 anos e desde a constituição em 1984. Will e Bill Nasgovitz mantêm a tese de rotação estrutural para small value face a mega-caps tecnológicas, com topo 10% das empresas a concentrarem 75% do mercado. Catorze posições alvo de aquisição privada nos últimos doze meses validam o argumento de valuação. Reforço de Integer Holdings e Columbus McKinnon após sell-offs pontuais; Alexander & Baldwin acordada para take-private a prémio de 40%.
Hinde Group (1578 Partners, LP) 1120 palavras
O Hinde Group, gerido por Marc Werres, registou -4,02% líquido no quarto trimestre de 2025 contra +2,66% do S&P 500, fechando o ano com +29,49% líquido (+31,45% bruto) versus +17,88% do índice. As posições em Uber e Interactive Brokers responderam pela quase totalidade do underperformance trimestral, com Alphabet e Becton Dickinson a compensar parcialmente. Werres reitera a tese estrutural em IBKR — EPS ajustado +24,4% em 2025 apesar do ciclo de cortes do Fed, accounts +32% e customer equity +37% — e enquadra o capex em IA da Big Tech (US$660 mil milhões em 2026, +80%) como motor macroeconómico dominante. Carteira mantida concentrada em oito posições longas com 2,7% de caixa.
Horos Asset Management 11803 palavras
Carta de fecho de 2025, publicada em Janeiro de 2026 e assinada por Javier Ruiz. Em 2025 o Horos Value Internacional rendeu 28,5% e o Horos Value Iberia 42,9%; a casa passou os 400 milhões de euros sob gestão e os 16 000 investidores, e lançou o Horos Patrimonio. Ruiz argumenta que a concentração e a avaliação da bolsa norte-americana — CAPE perto de 41 vezes, Magnificent Seven em 36% da capitalização — deixam margem de segurança quase nula, e atribui a dinâmica ao crescimento do investimento passivo e às expectativas em torno da inteligência artificial. No trimestre entraram a Zigup e a DIA no fundo internacional, saíram a Petershill e a Spartan Delta, e a Vidrala regressou ao ibérico.
Hosking Partners Global Equity Strategy 1598 palavras
O Hosking Partners registou +7,2% líquidos no quarto trimestre de 2025 contra +3,3% do MSCI ACWI, e em ano completo entregou +33,5% líquidos versus +22,3% do índice — desempenho superior de 1114 pontos base. A estratégia beneficiou do sub-ponderar significativo aos EUA (35% vs 64%) e à tecnologia (8% vs 27%), e do sobreponderar a metais e mineração (12% vs 2%), a financeiras (26% vs 18%), a Japão (14% vs 5%), a mercados emergentes e ao Reino Unido. Selecção de acções em Micron, Seagate, Sibanye Stillwater, Impala Platinum, SK hynix e Citigroup somou contributos significativos. Hosking articula tese de inflexão valor versus crescimento via lente de capital cycle, sustentada por spreads de valorização extremos e pelo capex agressivo dos hyperscalers de IA (USD 5,2 biliões estimados pela McKinsey).
Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1450 palavras
O Hotchkis & Wiley Global Value Fund (I Shares) entregou +3,80% no quarto trimestre de 2025, à frente do MSCI World Value Index (+3,34%) e do MSCI World Index (+3,12%), encerrando o ano com +23,77%. A equipa expressa cautela com a avaliação global do mercado — P/E forward próximo de 23x, no percentil 89 desde 1995 — mas sublinha que o fundo negoceia a 13x lucros forward e menos de 10x lucros normalizados. Sobreposição em software (incluindo F5), saúde e em internacionais; exposição a financeiras reduzida pelo segundo ano consecutivo. Alphabet, Warner Bros. Discovery e Ericsson contribuíram; F5, Workday e Fiserv detraíram.
Hotchkis & Wiley Large Cap Fundamental Value Fund 1450 palavras
O Hotchkis & Wiley Large Cap Disciplined Value Fund (I Shares) entregou +4,50% no quarto trimestre de 2025 e +17,08% no ano completo, batendo o Russell 1000 Value (+3,81% e +15,91%) em ambos os horizontes. A selecção em financeiras (bancos do portefólio +13% vs +6% do índice), discricionário (GM) e industriais (FedEx) liderou o contributo positivo; tecnologia, saúde e materiais detraíram, com F5 a recuar após divulgação de intrusão por hackers respaldados pela China e Workday penalizada por orientação conservadora. A equipa mantém postura cautelosa face ao S&P 500 a 26x lucros forward (97º percentil desde 1990), reforçando posições em software (Workday, Salesforce), saúde e energia onde valuations e qualidade de negócio se mantêm atractivas.
iMGP Small Company Fund 3039 palavras
O iMGP Small Company Fund subiu 1,33% no quarto trimestre de 2025, abaixo dos 3,26% do Russell 2000, e fechou o ano praticamente inalterado, com 0,01% contra 12,81% do índice. A DF Dent atribui o atraso do ano à subexposição a momento e a títulos de beta elevado e, no trimestre, à subida superior a 25% da biotecnologia, um sector que geralmente evita pela natureza binária. A Segall Bryant & Hamill registou selecção de títulos positiva em cerca de 80 pontos base, contra mais de 100 pontos base negativos na alocação. A Antimony Corporation foi vendida depois de valorização rápida e a Advance Auto Parts foi o maior travão individual. Ambas as gestoras mantêm o foco em qualidade, disciplina de avaliação e inflexão do retorno do capital investido.
Immersion Investment Partners, LP 3400 palavras
Immersion Investment Partners, gerida por David Polansky e Tim Delaney, articula o T4 2025 como janela aberta pela rotação adversa do mercado contra tecnologia legacy. Polansky enquadra o desinvestimento induzido pela narrativa AI em small-caps tecnológicas como mispricing estrutural — quando uma empresa com 90% gross margin negoceia a múltiplo inferior a um cyclical industrial, é tempo de adicionar com ambas as mãos. As cinco maiores posições representam 86% do NAV: Bel Fuse, Celsius, Dutch Bros (recém-divulgada), Mama’s Creations e Red Violet. Par Technology, com queda de 50% em 2025, mantém-se em carteira apesar do reset de múltiplos. Xponential Fitness foi vendida no trimestre por estagnação da economia unitária da Club Pilates. Dutch Bros recebe análise aprofundada — 50-60x EV/EBITDA fair value contra ~25x actual.
Impax US Sustainable Economy Fund 1150 palavras
O Impax US Sustainable Economy Fund obteve 4,23% (Institutional Class) no quarto trimestre de 2025 face a 2,41% do Russell 1000, com contribuição relativa total de 1,95pp. O desempenho relativo foi impulsionado pela Sustainability Lens proprietária e pela análise de Corporate Resilience, com tilts sectoriais favoráveis em saúde e tecnologia da informação. Eli Lilly destacou-se após acordo com a administração Trump sobre cobertura GLP-1; Advanced Micro Devices beneficiou de demanda forte em chips de IA; Oracle e Zoetis detraíram. Scott LaBreche e Christine Cappabianca articulam optimismo cauteloso para 2026, suportado por taxas descendentes e gastos públicos crescentes, mas alertam para drivers de crescimento estreitos.
Invesco Small Cap Value Fund 4192 palavras
O Invesco Small Cap Value Fund rendeu 6,79% no quarto trimestre de 2025, na classe A ao valor patrimonial líquido, contra 3,26% do Russell 2000 Value, e fechou o ano com 17,64% contra 12,59% do índice. A gestora atribui o desempenho superior à selecção de títulos em tecnologia de informação, com a selecção e o sobrepeso em materiais também a somar; a selecção em saúde e em financeiras foi o maior travão. Aproveitando o regresso da volatilidade em Novembro, comprou várias posições novas e eliminou outras tantas, com a Charles River Laboratories, a Globus Medical e a ArcBest entre as adições e a Chart Industries e a MasTec entre as vendas. No fecho do trimestre a carteira mantinha-se sobreponderada em títulos sensíveis ao ciclo económico.
Ironvine Capital Partners — Concentrated Equity Composite 5200 palavras
A Ironvine fecha 2025 com a composta Concentrated em 11,27 por cento líquidos face a 17,88 do S&P 500, atribuindo o gap entre crescimento de lucros e retornos realizados a sentimento de investidor e momento de buys e sells. As empresas em portfolio cresceram lucros entre 12 e 16 por cento durante o ano, modestamente acima dos retornos realizados. A carta percorre catorze posições- chave: Amazon, HEICO, Amphenol, Moody's, S&P Global, Visa, Mastercard, TSMC, ASML, Applied Materials, Analog Devices, Microsoft, Aon e Berkshire Hathaway. Para 2026 a gestora projecta crescimento weighted-average de mid-teens em lucros, vendo path navegável para retornos anuais de duplo dígito mesmo com compressão de múltiplos forward de 20 a 30 por cento.
Jackson Peak Capital 1320 palavras
Jackson Peak Capital fechou o T4 de 2025 em +14,0% líquido, contra +3,3% do MSCI ACWI e +1,6% do HFRX Equity Hedge Index, levando o ano completo a +82,9%. Patrick O’Brien reduziu a exposição líquida de 55% para 25%, com a redução concentrada em tecnologia após o rali especulativo do Q2-Q3. A contribuição veio de uma tese event-driven sobre Confluent, validada pela aquisição anunciada pela IBM em Dezembro, e da iniciação de uma posição em EchoStar como proxy de SpaceX em desconto face ao NAV. O gestor mantém postura defensiva sobre a direcção do mercado mas optimista quanto ao conjunto de oportunidades para a estratégia long/short em 2026.
Jacob Funds 792 palavras
O comentário de gestão de Janeiro de 2026 dos Jacob Funds descreve um trimestre de início encorajador interrompido por uma correcção ligeira em Novembro, atribuída sobretudo à conjugação de um encerramento da administração federal com incerteza crescente quanto às taxas de juro. Ryan Jacob e Darren Chervitz descrevem um padrão previsível em que a maioria dos indicadores baseados em inquéritos surge fraca enquanto os dados que medem os dólares efectivamente em circulação no sistema se mantêm bastante sólidos, com a força a vir dos segmentos mais saudáveis da economia. Mantêm a convicção de que o novo ciclo de produtividade é real e, quanto à estratégia dos fundos, parte do arrefecimento recente das acções tecnológicas ligadas à inteligência artificial parece-lhes saudável. O Internet Fund iniciou posição na Snowflake, o Discovery Fund na Cabaletta Bio e na Prime Medicine, e o Small Cap Growth Fund na Omeros.
Janus Henderson Forty Fund 1825 palavras
O Janus Henderson Forty Fund (Class I) registou +0,27% no quarto trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 Growth Index (+1,12%) e do S&P 500 (+2,66%), num trimestre marcado pela volatilidade em torno de acções ligadas à inteligência artificial e por mais dois cortes de 25 pb da Fed em Outubro e Dezembro. Oracle e Eaton detraíram materialmente — apesar de mantida convicção em ambas como beneficiárias estruturais do buildout de data centers — enquanto exposições à saúde, sobretudo Eli Lilly e Madrigal Pharmaceuticals, contribuíram positivamente via momentum dos GLP-1 e da aprovação de Rezdiffra para MASH. A gestora termina o ano optimista quanto a 2026, suportada por crescimento económico estável, ciclo de IA em transição para a camada aplicacional e potencial desregulação.
Janus Henderson Global Sustainable Equity Fund 1720 palavras
O Janus Henderson Global Sustainable Equity Fund (Class I) recuou 1,72% no quarto trimestre de 2025, ficando aquém do MSCI World Index (+3,12%) num trimestre marcado por novo corte da Fed e momentum continuado em IA. A selecção de acções foi o principal factor de detracção — Spotify, Arthur J. Gallagher e Uber penalizaram o desempenho relativo — enquanto TSMC, Keysight e Knorr-Bremse contribuíram positivamente. Hamish Chamberlayne e Aaron Scully reafirmam a tese de longo prazo em Wolters Kluwer e Experian apesar do cepticismo do mercado quanto a riscos de disrupção por IA, e mantêm foco em empresas de qualidade expostas a IA, electrificação e saúde. Olham 2026 como possível quarto ano de expansão sustentado por liquidez acomodatícia e economia do clean-tech em paridade de custo.
JB Global Capital 1820 palavras
Jack Beiro apresenta a Q4 2025 da JB Global Capital com perda de 8,9% no trimestre, dominada pela queda de aproximadamente 25% da Alibaba, contraposta por um retorno anual de 67,5% — mais do que triplo do S&P 500. O gestor reafirma a tese contrária à exposição directa à infraestrutura de IA nos EUA, optando por aceder ao tema através de Alibaba a 18x lucros e com 41 mil milhões de dólares em caixa líquida. Inicia posição em Clorox a aproximadamente 104 dólares, mínimo de uma década numa franquia com mais de 35% de retorno sobre capital investido, apostando na recuperação pós-falha do SAP S/4HANA. A concentração da carteira nas três principais posições, 82% do total, é apresentada como traço deliberado de convicção.
Jensen Quality Growth Equity Composite 1900 palavras
O Jensen Quality Growth Equity Composite subperformou o S&P 500 no T4 2025 (-0,41% gross vs +2,66% do índice), penalizado pela liderança de low-quality stocks e por selecção em industriais (Equifax, ADP). Microsoft e Marsh & McLennan foram os principais detractores individuais; Eli Lilly e Alphabet lideraram contributors. A equipa iniciou Amazon, Broadcom e Motorola Solutions e liquidou Accenture, Amphenol e Zoetis, reposicionando-se para enablers fundamentais da inteligência artificial enquanto preserva disciplina de qualidade. A narrativa de perspectivas combina pragmatismo sobre concentração mega-cap, reconhecimento de que vários beneficiários de IA atingiram qualidade Jensen, e ênfase em durabilidade de cash flow face a volatilidade de ciclo.
Kingdom Capital Advisors, LLC 1820 palavras
O Kingdom Capital Advisors registou +8,88% líquido no quarto trimestre de 2025, contra +2,19% do Russell 2000 TR, fechando o ano civil com +17,45% net (+4,64 pp vs Russell 2000). Apesar da bankruptcy da Corsa Coal em Janeiro, da perda de key customers da Superior Industries em Maio e do cyber-attack na UNFI em Junho, David Bastian considera 2025 "Volatility as Validation". Top contributors do trimestre foram Enviri (NVRI, $3B sale do Clean Earth) e Magnera. Detractors foram UNFI (pullback pós-investor day) e TSSI (Texas ramp delay). NLOP declarou $12,30 de dividends per share em 2025 com mais $10/share esperados em 2026. Para 2026 portfólio em 40/60 split entre special situations e discounted businesses.
Lakehouse Global Growth Fund 1180 palavras
O Lakehouse Global Growth Fund recuou 7,5% líquido em Novembro de 2025 face a -0,2% do MSCI All Country World Index (AUD), penalizado por um regime de mercado em que o universo qualidade-crescimento permanece fora de favor face a sectores risk-on impulsionados pela IA generativa, em particular semicondutores. A gestora — concentrada em 17 negócios qualidade-globais com top 10 a 67,0% do NAV e 7,2% em cash — sublinha que receita e resultados das companhias subjacentes continuam a crescer ~20% e que a compressão de múltiplos deixa várias posições em mínimos históricos de valuation. Workiva passou a ser top 5; Pinterest, Kinaxis, Wix e Workiva foram os deep-dives do mês.
Latitude Investment Management 6322 palavras
A Latitude entregou 21% em libras em 2025 (vs. 15% de crescimento fundamental de resultados da carteira), consolidando 12,3% de CAGR de NAV desde inception em Novembro de 2016. Freddie Lait articula tese estrutural em volta da analogia do "cão na trela" de Ralph Wanger: valor fundamental cresce muito menos voluntariamente do que o preço, criando oportunidades para o investidor paciente. Trade-offs centrais do ano: três swaps — Royalty Pharma por Heineken, ICE por Interactive Brokers, Assa Abloy por BP — explorando discrepâncias de valor relativo. Healthcare (McKesson, Cencora, Royalty Pharma) destaca-se como sector deep-value pós sell-off político. Exposição AI quase nula, apenas Alphabet.
Laughing Water Capital 6465 palavras
Laughing Water Capital encerra 2025 com retorno aproximado de 6,8% líquido no quarto trimestre e 3,9% no ano completo, abaixo do S&P 500 TR (+17,9%) e do Russell 2000 (+12,8%). Matthew Sweeney enquadra o ano como evidência da dominância dos factores tamanho, crescimento e momentum, contrastando com a sua filosofia bottom-up. Reitera convicção em Lifecore Biomedical, Liquidia, Nextnav, SECURE Waste Infrastructure e Vistry Group. PAR Technology é detractor material e Thryv foi liquidada por erosão da credibilidade da gestão. Sweeney identifica catalisadores regulatórios iminentes em Nextnav e Liquidia e o vento de cauda do tariff onshoring para Lifecore. Anuncia três novos investimentos pequenos não divulgados.
Legacy Ridge Capital Management 3520 palavras
A Legacy Ridge Capital, gerida por Kris e Nate, registou 7% líquido em 2025 contra 17,9% do S&P 500, num ano de desempenho aquém assumido como subpar pelos próprios gestores. O fundo encerra o exercício com 30% de cash — máximo histórico — e apenas 10 posições, com dividend yield agregado próximo de 6%. A tese central é defensiva: Magnificent 7 com FCF yield de 1,9% e Palantir como posterchild da exuberância justificam disciplina compradora. Três posições materiais estruturam a carta — Kimbell Royalty Partners (KRP) e Mach Natural Resources (MNR) como proxies de propriedade integral via política agressiva de distribuição, e Polaris (PII), adquirida em meados de 2025 com 7% de dividend yield à entrada.
The London Company Income Equity Strategy 2356 palavras
A The London Company publicou o comentário trimestral da estratégia Income Equity referente ao T4 2025, período em que a carteira recuou 1,6% líquidos (1,4% brutos) contra uma subida de 3,8% do Russell 1000 Value. A selecção de acções foi o principal obstáculo ao retorno relativo, parcialmente compensada por exposição sectorial favorável, e a ausência de exposição directa a bancos penalizou o trimestre e o ano. Não houve transacções no período. Cummins, Cisco e Corning lideraram os contributos relativos; Nintendo, Fastenal e BlackRock foram os detractores. No conjunto do ano, a estratégia ficou em linha com as expectativas de captura de subida de 85-90%, e a casa entra em 2026 com cautela perante liderança estreita e risco de valorização concentrado.
The London Company Large Cap Strategy 2637 palavras
O The London Company fechou 2025 com a estratégia Large Cap a render 0,4% brutos (0,2% líquidos) no quarto trimestre, contra 2,4% do Russell 1000, com a selecção de títulos e a exposição sectorial ambas a penalizar o resultado relativo. A casa atribui o atraso à liderança estreita do mercado e ao facto de os factores de qualidade, para os quais a carteira pende, terem sido vento contrário enquanto volatilidade e valor lideravam. Saiu de Fiserv depois de accionar o stop-loss, reforçou Norfolk Southern, Chubb e Republic Services, e aliviou Alphabet para respeitar o limite de 10% por posição. Olhando para 2026, sinaliza dinâmicas de fim de ciclo e defende protecção de queda através de retornos sobre capital estáveis e balanços conservadores.
The London Company Mid Cap Strategy 2444 palavras
O The London Company fechou 2025 com a estratégia Mid Cap a render 3,2% brutos (3,0% líquidos) no quarto trimestre, contra 0,2% do Russell Midcap, com a selecção de títulos e a exposição sectorial ambas a favorecer o resultado relativo. A casa lê o trimestre como o momento em que o movimento de beta elevado que impulsionou o índice em 2025 se esgotou, permitindo à carteira recuperar terreno depois de um ano difícil. Iniciou posição na Cooper Companies, atraída pelo oligopólio das lentes de contacto e pela margem por recuperar, e alienou a Crown Castle para reafectar capital a ideias de maior convicção. Para 2026 sinaliza dinâmicas de fim de ciclo e defende prudência.
Longleaf Partners Fund 2150 palavras
O Longleaf Partners Fund subiu 3,35% no T4 mas registou apenas +2,93% em 2025, aquém do S&P 500 (+17,88%) e do Russell 1000 Value (+15,91%). A carta — comentário anual no 50.º aniversário da Southeastern — articula paralelo com 1999: crescedores defensivos e timberland combinados com liquidez somam cerca de 45% do portefólio. As gestoras citam financiamento circular em empresas de IA e o efeito-riqueza concentrado no S&P 500 como sinais de fim de ciclo. Atualizam as 3 Regras, movendo o limite máximo por posição de 6,5% para 8%. Contribuidores do ano: HF Sinclair, Mattel, Regeneron e o grupo IAC/MGM/Angi. Detractores: Kraft Heinz, PayPal, PVH e Exor. Fecham o ano com P/V em meados dos 60% e 9,5% de liquidez.
Longleaf Partners Global Fund 1750 palavras
O Longleaf Partners Global Fund subiu 5,27% no T4 e 16,72% em 2025, ficando aquém do MSCI World (+21,09%) e do MSCI World Value (+20,79%). A carta — comentário anual no 50.º aniversário da Southeastern e no 25.º da estratégia Global — articula paralelo com 1999: defensivos (consumer staples, timberland) e cash agregam cerca de 45% do portefólio. Concluíram a fusão da International Fund na Global Fund antes do fecho do ano e movem o limite máximo por posição de 6,5% para 8%. Contribuidores: Canal+, Glanbia, Millicom (saída no T3) e grupo IAC/MGM/Angi. Detractores: Bio-Rad e Avantor (saída ao fim do ano), Exor e Kraft Heinz. P/V em meados dos 60% e 4,4% de liquidez no fecho do ano.
Longleaf Partners Small-Cap Fund 2050 palavras
O Longleaf Partners Small-Cap Fund subiu 1,13% no T4 e 7,56% em 2025, abaixo do Russell 2000 (+12,81%) e do Russell 2000 Value (+12,59%). A carta — comentário anual no 50.º aniversário da Southeastern — articula paralelo com 1999: 17 posições com P/V em meados dos 60% e 15,8% de liquidez. Apenas 15% do portefólio teve ganhos superiores a 20% (vs. 35% do Russell 2000), mas 75% das posições retornaram entre -20% e +20%. Contribuidores: Becle, GCI Liberty, Graham Holdings, Mattel e Oscar Health (saída). Detractores: Boston Beer, Clearwater Paper, Empire State Realty/Alexander's e Park Hotels (saída). Sete novas posições no ano (Shenandoah, TripAdvisor, Becle, Alexander's, Clearwater, GCI, Rayonier); oito saídas. Regra de overweight movida de 6,5% para 8%.
Loomis Sayles Small Cap Growth Fund 820 palavras
O Loomis Sayles Small Cap Growth Fund (Classe I, LSSIX) registou retorno de 0,51% no T4 2025 e 3,65% no ano, ficando aquém do Russell 2000 Growth Index (1,22% T4; 13,01% YTD). 2025 foi um ano historicamente difícil para qualidade — o S&P SmallCap 600 Quality Index teve o seu pior ano relativo de sempre vs Russell 2000, com menos de 20% dos gestores activos a superar. Underperformance via selecção em healthcare e consumer discretionary. Top contributors: Establishment Labs, Wave Life Sciences e MACOM Technology Solutions. Top detractors: Varonis Systems (exit por stop loss), Stride e Commvault Systems. Perspectiva optimista para 2026 com cortes fiscais, capex AI e descida de taxas a suportar broadening cíclico e potencial outperformance de small caps.
Loomis Sayles Global Growth Fund 8695 palavras
O Loomis Sayles Global Growth Fund (Classe Y, LSGGX) caiu 3,05% no quarto trimestre de 2025, contra uma subida de 3,29% do MSCI ACWI Index Net — um défice líquido de 6,34%. Alphabet, Shopify e Fanuc foram os três maiores contribuidores; Oracle, Netflix e MercadoLibre os três maiores detractores. O gestor iniciou posições na Ferrari e na Nike, reforçou a Novo Nordisk depois de fraqueza de preço, aliviou Alibaba, Fanuc e Qualcomm para financiar as compras e vendeu a Under Armour e a pequena posição na Magnum Ice Cream recebida por cisão da Unilever. A Netflix anunciou acordo para adquirir a Warner Bros. por 82,7 mil milhões de USD. Aziz Hamzaogullari mantém a abordagem próxima do private equity: rotação anualizada desde o início do fundo de cerca de 8,9% e desconto agregado da carteira face ao valor intrínseco de aproximadamente 45,8%.
LVS Advisory 1565 palavras
A LVS Advisory, gerida por Luis V. Sanchez, encerra 2025 com o portefólio Event-Driven a render 9,1% líquido (vs 8,8% do índice de high-yield bonds) e o portefólio Growth a render 6,2% líquido (vs 17,9% do S&P 500). Sanchez anuncia o lançamento de uma versão alavancada do Event-Driven, suportada por um family office e operacional desde Outubro de 2025. No Growth, o trimestre perdeu 8,2%, arrastado por Netflix (-4,04 p.p.), Power Basket (-1,60 p.p.), Software Basket (-1,50 p.p.) e Fintech Basket (-1,17 p.p.). Sanchez liquidou integralmente a exposição a software por receio de disrupção via IA e reafirma convicção em plataformas tecnológicas, que considera estruturalmente imunes ao mesmo risco.
Madison Large Cap Fund 1284 palavras
O Madison Large Cap Fund (Class I) subiu 3,43% no quarto trimestre de 2025 contra os 2,66% do S&P 500. Foi um trimestre activo: iniciaram posições em Workday e Honeywell, e venderam Fiserv (perda de convicção no perfil de crescimento durável) e Nike (acção rebotou para perto do valor intrínseco). Top contributors foram Alphabet, Parker-Hannifin, Keysight, Danaher e PACCAR; bottom detractors foram Fiserv, CDW, Copart, Progressive e Texas Instruments. A gestora reconhece 2025 como uniquely challenging para qualidade — high beta e momentum lideraram, com negócios durables considerados aborrecidos. Mantém filosofia: o provado sobre a promessa, o longo prazo sobre o curto prazo, durabilidade sobre momentum.
Madison Mid Cap Fund 1425 palavras
O Madison Mid Cap Fund recuou 1,2% no quarto trimestre de 2025, contra a subida de 0,2% do Russell Midcap Index. Os cinco maiores contributos vieram da Ross Stores, MKS, Waters, PACCAR e Amphenol, e os cinco maiores travões foram Trex, Brown & Brown, CDW, Floor & Décor e Liberty Broadband. A gestora acrescentou quatro investimentos novos — Bio-Techne, ServiceTitan, A.O. Smith e MSA Safety —, vendeu a Trex e a Microchip Technology e reduziu a Amphenol por valorização. No conjunto do ano, a liderança do mercado favoreceu empresas mais voláteis e especulativas, ambiente que a gestora descreve como vento contrário para uma carteira de negócios de elevada qualidade e duradouros, comprados a preços que considera razoáveis.
Madison Small Cap Fund 4013 palavras
O Madison Small Cap Fund (Class I) cedeu 0,42% no quarto trimestre de 2025, contra 2,19% do Russell 2000 e 2,22% do Russell 2500, e fecha o ano a recuar 6,92% contra 12,81% do índice. Faraz Farzam e Aaron Garcia atribuem o atraso do trimestre muito mais à alocação sectorial do que à selecção de títulos, ao contrário dos trimestres anteriores, com o consumo de base no epicentro do atraso do ano e o software penalizado pelo receio de deslocação pela inteligência artificial, tese que a gestora rejeita. As tecnologias de informação foram o melhor sector, com a Ciena e a proposta da IBM sobre a Confluent. Venderam-se quatro títulos, a Western Alliance, a Confluent, a Cogent e a Ciena, e entraram seis, a Mirion, a Vericel, a Amplitude, a Viavi, a GitLab e a AAON.
Magallanes Value Investors, S.A. SGIIC 3200 palavras
Magallanes encerrou 2025 com retornos extraordinários — +29,02% no European Equity, +45,25% no Iberian e +23,34% nos Microcaps Europe — e acumulados desde início de +177,46%, +182,25% e +73,39% respectivamente. Iván Martín dedica a carta à reafirmação do processo de investimento perante o entusiasmo concentrado em IA, alertando para risco de bolha ao estilo dotcom. Concretizou rotação massiva: saída quase total do sector bancário europeu (CaixaBank, Sabadell, UniCredit, ING, Eurobank; redução em Commerzbank e Bankinter) com mais-valias significativas, reciclando capital para automóveis (Volkswagen, Renault, Porsche AG, Stellantis), químicas (Syensqo, Evonik, Brenntag) e adições no Reino Unido (RS Group, Persimmon). Iniciou EBRO EV Motors e Befesa no ibérico. Potencial implícito: +60% European, +45% Iberian.
Magellan Global Fund (Open Class — Active ETF MGOC) 3700 palavras
O Magellan Global Fund (Open Class, MGOC, AUD) registou 0,1% no trimestre, contra 2,5% do MSCI World NTR Index (AUD), com excesso negativo de 2,4 pontos percentuais. Os gestores assumem o nível máximo permitido de risco no portfólio (20% abaixo do mercado), mantendo exposição aos players de qualidade mais alta na cadeia de valor da IA, financials seleccionados e franchises de consumo. Alphabet, Amazon e TSMC lideraram contribuição trimestral; Microsoft, Netflix e Meta foram os maiores detractores. Perspectiva construtiva apoiada pelo tailwind triplo de política fiscal (OBBB), monetária acomodatícia e desregulamentação, com expectativas consensuais de crescimento de lucros de 13-14% em 2026.
Mairs & Power Growth Fund 1500 palavras
O Mairs & Power Growth Fund encerrou 2025 com retorno de 10,54%, ficando aquém do S&P 500 Total Return (17,88%) e do peer group Morningstar Large Blend (15,55%). Fiserv e UnitedHealth foram os principais detractores relativos, com a gestora a reconhecer que devia ter reduzido com maior decisão face à incerteza de liderança; JPMorgan Chase e Roche destacaram-se entre os contribuintes positivos. Durante o quarto trimestre, foram adicionadas Zoetis e Intuitive Surgical — duas histórias de aplicação de IA em saúde animal e cirurgia robótica. A gestora mantém disciplina de valorização perante prémios das mega-cap de IA, privilegiando vantagens competitivas duráveis e exposição diversificada por sectores e capitalizações.
Mairs & Power Small Cap Fund 1450 palavras
O Mairs & Power Small Cap Fund encerrou 2025 com retorno de 3,98%, subdesempenhando significativamente o Russell 2000 Total Return (12,81%), o S&P Small Cap 600 TR (6,02%) e o peer group Morningstar US Small Blend (7,68%). Selecção de acções foi o principal vento contrário, com Inspire Medical, CVRx e MGP Ingredients a destacarem-se entre os detractores relativos; Exact Sciences (adquirida pela Abbott), Medpace e nVent Electric lideraram os contributors. Durante o quarto trimestre foi iniciada Bentley Systems, ligada à tese de despesas multi-biliões em infraestrutura. A gestora mantém disciplina de valorização e foco em compounders small-cap com vantagens competitivas duráveis, antecipando uma normalização da fase de risco elevado em IA e recuperação de resultados em small caps em 2026.
Mar Vista U.S. Quality Strategy 3623 palavras
Mar Vista U.S. Quality registou +0,20% net-of-fees no quarto trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 (+2,41%) e do S&P 500 (+2,65%) num trimestre marcado pelo corte de taxas da Fed em Setembro, narrativa de IA a maturar e shutdown do governo federal. Selecção de acções em comunicação, consumo discricionário e financeiras suportou; tecnologia, materiais e saúde detraíram. Top contributors foram Alphabet, Johnson & Johnson e Danaher; top detractors Oracle, Microsoft e Linde. Iniciaram Taiwan Semiconductor e Netflix; saíram de Equifax, Roper e Magnum Ice Cream. Reforçaram Amazon, Linde e Visa; reduziram Amphenol, Oracle, SAP e Salesforce. Perspectiva 2026: equilíbrio entre fundamentais sólidos e riscos elevados de concentração mega-cap e reversão de sentimento.
Mar Vista U.S. Quality Premier Strategy 3700 palavras
Mar Vista U.S. Quality Premier registou +1,80% net-of-fees no quarto trimestre de 2025, abaixo do Russell 1000 (+2,41%) e do S&P 500 (+2,65%) num trimestre marcado pelo corte de taxas da Fed em Setembro, narrativa de IA a maturar e shutdown do governo federal. Selecção de acções em financeiras, consumo discricionário e comunicação suportou; tecnologia, indústria e materiais detraíram. Top contributors foram Alphabet, Mettler-Toledo e Apple; top detractors Oracle, Meta e Microsoft. Iniciaram Taiwan Semiconductor e Netflix; saíram de Equifax e Roper por fundamental issues; rebalance de Tier 3 com saída de Berkshire, American Tower e Veralto. Perspectiva 2026: equilíbrio entre fundamentais sólidos e risco de concentração mega-cap.
Marram Investment Management 2369 palavras
Marram Investment Management, gerida por Vivian Y. Chen, CFA, registou +4,0% líquido em 2025 contra +17,9% do S&P 500. Desde a inception em 2011, a estratégia entregou +14,0% anualizado, em linha com o índice (+14,1%). Chen articula tese de divergência entre preços de mercado e fundamentos: Payment Technology penalizou a carteira em cerca de 4 pp apesar do crescimento contínuo de lucros por acção das participadas. A alocação mantém 35% em liquidez, 24% em MLPs (energia/infraestrutura), 17% em large-cap financials (após realização de mais-valias na sequência da crise bancária de 2023), 15% em Payment Technology (PayPal, Shift4, Paymentus) e 9% em biopharma cíclico. Iniciada nova posição em Oneok e reforçada em Plains All American.
Matrix Asset Advisors — Capital Markets Commentary 2820 palavras
O comentário trimestral da Matrix Asset Advisors sobre o quarto trimestre de 2025 sintetiza um ano em que o mercado fechou em máximos históricos, com o S&P 500 a subir +17,88%, suportado por três cortes consecutivos da Fed em Setembro, Outubro e Dezembro, resultados corporativos sólidos e o ímpeto da inteligência artificial. As carteiras de acções da gestora geraram retornos de duplo dígito: Large Cap Value acima de 20% e Dividend Income em mid-to-high teens. Para 2026, a gestora antecipa volatilidade acima da média e rotação de Large Cap Growth para Value e Dividend Income, com Consumer Staples e Consumer Discretionary a recuperarem. Em fixed income, posicionamento defensivo em maturidades inferiores a cinco anos.
Meridian Contrarian Fund 1450 palavras
O Meridian Contrarian Fund encerrou o quarto trimestre de 2025 com retorno de 2,18% (Legacy class, net), aquém dos 2,22% do Russell 2500 Index e dos 2,40% do Russell 2500 Value Index. Penguin Solutions, American Superconductor e The Honest Company foram os principais detractores; Dollar Tree, Aritzia e Advanced Micro Devices os principais contribuidores. O processo contrarian — screening de empresas com múltiplos trimestres de declínio de resultados e identificação de catalisadores de turnaround — manteve disciplina. Top 10 holdings representam aproximadamente 25% da carteira, lideradas por First Citizens Bancshares (3,38%), Dollar Tree (2,81%) e Texas Capital Bancshares (2,76%). Perspectiva 2026 ancorada em inteligência artificial, electrificação e defesa, com cautela face a trajectória de taxas e capex de hyperscalers.
Meridian Growth Fund 1020 palavras
O Meridian Growth Fund encerrou o quarto trimestre de 2025 com retorno de -0,39% (Legacy class, net), face a 0,33% do Russell 2500 Growth Index, registando subperformance modesta de 72 pontos-base. O sobrepeso a saúde — maior alocação da carteira e melhor sector do trimestre — foi o principal contribuidor positivo, parcialmente compensado por selecção negativa em tecnologia da informação e financeiros. Certara, Doximity e Remitly Global foram os principais detractores; Globus Medical, Tandem Diabetes Care e Exact Sciences os principais contribuidores. Disciplina de protecção em mercados em queda materializou-se: a estratégia superou o benchmark em quatro dos cinco dias em que o índice caiu mais de 2%. Perspectiva 2026 centrada na trajectória de política monetária, nomeação de novo Chair da Fed e sustentabilidade do capex em IA.
Meridian Hedged Equity Fund 720 palavras
O Meridian Hedged Equity Fund encerrou o quarto trimestre de 2025 com retorno de 0,08% (Legacy class, net), aquém dos 2,66% do S&P 500 Index e dos 6,53% do benchmark secundário CBOE S&P 500 BuyWrite Index. MGM Resorts International, Danaher Corp. e Clear Secure foram os principais contribuidores; Lamb Weston Holdings, DraftKings e Vistra Corp. os principais detractores. No final do período aproximadamente 36% da carteira estava sem cobertura, com o restante investido em empresas com opções call cobertas — abordagem que procura equilibrar potencial de crescimento de capital com protecção de queda via prémio de opções. Perspectiva 2026 centra-se na trajectória da política monetária, sustentabilidade do capex em IA e amplitude da participação de mercado.
Meridian Small Cap Growth Fund 1080 palavras
O Meridian Small Cap Growth Fund encerrou o quarto trimestre de 2025 com retorno de 0,90% (Legacy class, net), face a 1,22% do Russell 2000 Growth Index, registando subperformance modesta de 32 pontos-base. O sobrepeso a saúde — sector de maior alocação e melhor desempenho do trimestre — foi o principal contribuidor, parcialmente compensado por selecção negativa em tecnologia da informação. Consensus Cloud Solutions, Certara e Remitly Global foram os principais detractores; Structure Therapeutics, Axogen e Zenas BioPharma os principais contribuidores. Disciplina de protecção materializou-se: o fundo superou o benchmark em cinco dos seis dias em que o índice caiu mais de 2%. Perspectiva 2026 centrada em política monetária, sustentabilidade do capex em IA e qualidade.
Moon Capital Management 1834 palavras
O Moon Capital Management dedica a carta de fim de ano 2025 a uma reflexão sobre psicologia de mercado, contrapondo a torrente de headlines negativos (tarifas em Abril, agravamento de conflitos, riscos macro) com o facto de o S&P 500 ter subido 17,4% no ano, suportado por crescimento de lucros de aproximadamente 13%. O gestor sublinha que fundamentos prevalecem sobre narrativas e adverte contra a extrapolação perpétua do capex das Magnificent Seven. A nova posição de convicção é Molina Healthcare (MOH), iniciada a ~$160 em finais de Dezembro, com cenário-base de $520-675/acção por 2028 — implicando 2-4x — assente em normalização das margens de Medicaid.
Mott Capital Management, LLC — Thematic Growth Strategy 1217 palavras
A Mott Capital Management registou +11,98% líquido em 2025 com a estratégia Thematic Growth, contra +17,88% do S&P 500 Total Return — uma diferença que Michael Kramer atribui à postura cautelosa perante o que descreve como excesso especulativo no sector da inteligência artificial. Kramer cortou Microsoft em metade durante o ano, rodou parte da exposição mega-cap tecnológica para med-tech (entrada em Grail, swap de Zoetis por Boston Scientific) e abriu posição em Occidental Petroleum no início de 2026 como aposta contrária no sector energético. Sublinha preocupações com o aumento estrutural da dívida e dos CAPEX em Microsoft, Oracle, Meta, Apple, Amazon e Alphabet, antecipando reversão à média histórica.
Munro Global Growth Fund 1300 palavras
O Munro Global Growth Fund cedeu −0,7% líquido em T4 2025 (MAET.ASX igualmente −0,7%), com long positions a contribuir positivamente, compensadas por shorts, hedging e divisa. Alphabet (+96bps), Ciena (+88bps) e TSMC (+70bps) lideraram contribuições, materializando teses de IA generativa após o lançamento do Gemini 3 e da aceleração do scaling-across das hyperscalers. Oracle (−62bps), Rheinmetall (−48bps) e Coreweave (−43bps) foram principais detractores. Nick Griffin defende Rheinmetall face ao consenso sobre fim do conflito Rússia-Ucrânia, considerando o sentimento de curto prazo dissociado dos programas estruturais de defesa europeia. A perspectiva para 2026 assenta em alargamento e aceleração dos resultados, cortes adicionais do Fed e continuação do capex de IA em data centres.
NewBridge Large Cap Growth Equity 2100 palavras
A NewBridge Large Cap Growth Equity registou no trimestre 6,87% bruto de comissões (6,69% líquido), ficando ligeiramente abaixo dos 7,07% do Russell 1000 Growth Index. O trimestre foi marcado pelo regresso de Donald Trump, pela viragem ‘hawkish’ da Fed em Dezembro e pela divergência entre Uber e Tesla, esta última pesando no relativo por o fundo não a deter. Broadcom, NVIDIA e Amazon lideraram contribuições positivas; Adobe, Zoetis, Eli Lilly, Monolithic Power e Uber detraíram. A gestora iniciou Tradeweb Markets e Reddit e saiu de Celsius Holdings, mantendo o mandato de elevada qualidade e crescimento com foco em líderes sectoriais e cash flow consistente.
Night Watch Investment Management 1850 palavras
O Night Watch Investment Management, sob direcção de Roderick van Zuylen, encerrou o quarto trimestre de 2025 praticamente neutro, com regulação a obrigar à omissão do retorno quantificado. Top contributors disclosed: Haypp (+7,78%), Allfunds (+4,69%) e Marex (+3,15%); top detractors: Endava (-3,48%) e Distribution Solutions Group (-1,51%). Marex tornou-se a maior posição (13,1%) após a equipa reforçar durante a correcção do trimestre. O portfólio compreende 32 posições com viés defensivo (23%), exposição internacional crescente em Hong Kong, Japão e Brasil, e shorts de financiamento em -13,4%. Van Zuylen sinaliza paciência face a uma eventual retoma do consumidor americano e mantém alocação relevante a aerospace aftermarket e habitação.
Oakmark Equity and Income Fund 1450 palavras
O Oakmark Equity and Income Fund (Investor Class) avançou +3,28% no quarto trimestre de 2025, contra +2,03% do índice 60% S&P 500 / 40% Bloomberg U.S. Aggregate Bond, batendo o benchmark e mantendo outperformance desde inception (9,61% anualizados desde 1995). Alocação no fim do trimestre: 60,0% acções, 38,5% rendimento fixo, 1,5% liquidez. Sectorialmente em acções, comunicação e saúde foram contributors; industriais foi o único detractor. Alphabet foi top contributor por crescimento de Search e Cloud com aceleração de procura por AI compute; Fiserv foi top detractor após reset dos targets de médio prazo pelo novo CEO, mas defendida como concorrente formidável a múltiplo de um dígito sobre EPS actual. Iniciaram três posições (Amrize, Gartner, Mondelēz) e saíram de duas (BlackRock, Charter Communications).
Oakmark Global Select Fund 720 palavras
O Oakmark Global Select Fund subiu 2,91% no T4 2025 (Investor Class), abaixo do MSCI World Index (3,12%) mas com retorno YTD de 20,71% praticamente alinhado com o benchmark (21,09%). A nível sectorial, saúde e financeiras foram os maiores contribuidores; consumo discricionário e bens essenciais foram os principais detractores. Geograficamente, 55,6% EUA, 31,4% Europa ex-Reino Unido e 9,5% Reino Unido. Top contributors: Bayer (readout positivo do Asundexian e recomendação do Solicitor General em Durnell v. Monsanto), IQVIA Holdings e Alphabet Cl A. Top detractors: Alibaba Group, CNH Industrial e Charter Communications. As gestoras lideradas por David Herro iniciaram Sanofi — apostando na recuperação do mercado de vacinas e em pipeline subvalorizado — e saíram totalmente de Mercedes-Benz Group e Roche Holding.
Oakmark International Fund 1620 palavras
O Oakmark International Fund (Investor Class) registou +4,83% no T4 2025, contra +5,20% do MSCI World ex USA, ficando ligeiramente aquém no trimestre — embora supere o benchmark no ano civil (+32,37% vs +31,85%) e desde 1992 (+8,84% vs +6,62%). Sectorialmente, saúde e financeiras lideraram contributos; consumer staples foi o único detractor. Geograficamente, Alemanha, Suíça e França contribuíram; China, EUA e Irlanda detractaram. Bayer (top contributor) beneficiou de readout positivo do Asundexian e da recomendação do US Solicitor General no caso Roundup. Alibaba (top detractor) sofreu com gastos elevados em Quick Commerce. Iniciaram cinco posições — AstraZeneca ADR, IMCD, Sanofi, Symrise, Unilever — e saíram de oito. David Herro lidera o team.
Oakmark Select Fund 1582 palavras
O Oakmark Select Fund (Investor Class) registou +8,42% no quarto trimestre de 2025, materialmente acima dos +2,66% do S&P 500 e dos +3,81% do Russell 1000 Value. Comunicações e financeiras foram contribuidores; industrials, único detractor sectorial. Warner Bros Discovery destacou-se novamente como top contributor por bidding war — Netflix anunciou aquisição dos segmentos Streaming e Studios e Global Networks vai ser spun-off para accionistas; Paramount-Skydance fez oferta directa de 30 USD por acção pela totalidade. Paycom Software foi top detractor por underperformance do sector application software, com gestoras a defenderem que sistemas de record não serão substituídos por IA. Iniciada Targa Resources, midstream NGL com 90% de receita fee-based, em desconto face a pares por incerteza sobre Permian. Saídas integrais em Charter, GCI Liberty, Liberty Broadband e Netflix.
O'Keefe Stevens Advisory 2050 palavras
A O'Keefe Stevens Advisory encerra 2025 com a caixa como maior posição da carteira, num posicionamento que Dominick D'Angelo enquadra como disciplina de avaliação após três anos de forte desempenho. No quarto trimestre, a gestora vendeu as acções ordinárias da Fannie Mae — o melhor contributo de 2025, com 235,4% — mantendo as preferenciais, e reforçou a Callaway na fraqueza após a venda de 60% da Topgolf. Sphere e Fannie Mae lideraram os ganhos do ano; GreenFirst e Perrigo foram os principais detractores. A carta dedica espaço à inteligência artificial: 2025 como ano de exploração, 2026 como ano de implementação, com o gestor a alertar para a diluição de alfa e a ilusão de competência.
Optimist Fund 2914 palavras
O Optimist Fund cedeu −8,5% no quarto trimestre de 2025, encerrando o ano a +32,2% face a +8,9% do benchmark composto (50% MSCI World Growth, 50% Russell Midcap Growth ajustado a USDCAD). Jordan McNamee dedica a carta a justificar por que a outperformance dos últimos quatro anos é repetível: foco em compounders disfarçados e em inflexão, disciplina de horizonte de cinco anos e aceitação de erros. Wayfair e Carvana lideraram contributos positivos; ThredUp, Monday.com e Latham foram principais detractors. Sai integralmente de Monday.com e Fiverr; abre Root e Affirm; reduz Latham de 6% para 3% após mudança de CEO; eleva DiscoverIE a top 10. ThredUp passa a maior posição do fundo.
Orbis International Equity Fund 1477 palavras
A carta trimestral de Graeme Forster (Orbis International Equity, T4 2025) defende que o ambiente normalizou após o ciclo pós-COVID e que o "water" estrutural — fluxo mercantilista de dólares para activos americanos — começa a inverter. Argumenta que a dívida pública global crescente torna acções essenciais e que o equity não-US negoceia com desconto material. No portefólio, sublinha o bust em biotech, derivado da fuga de capital para IA, como rara janela de compra, exemplificando com Genmab (maior posição, comprada abaixo do valor dos fármacos comercializados) e Icon (acções cortadas a metade, a dez vezes os lucros normalizados). IMAX surge como keystone asset com bookings até 2029. Nebius, bancos irlandeses, Prudential e Jardine Matheson nomeados como contribuidores de 2025.
Palm Valley Capital Fund 5800 palavras
O Palm Valley Capital Fund avançou +0,66% no quarto trimestre de 2025 e +4,46% em todo o ano, abaixo dos +6,02% do S&P SmallCap 600 e dos +12,20% do Morningstar Small Cap. Cash equivalents subiram de 74,1% para 76,3% — confirmando a inversão de tendência iniciada no T3. A carta articula 'The Visine Effect' — o reflexo dos gestores que expulsam underperformers no fim do ano, criando oportunidade para contrarian buyers. Cinnamond e Wiggins iniciaram três novas posições defensivas (Domino's Pizza UK, Utz Brands, Ingredion) e venderam seis (AVA, FORR, LAS, NWN, RES, PSLV — incluindo a maior posição em precious metals após years de carry). PHYS reduzido significativamente perto do fim do trimestre. Top contributors T4: HTLD, PSLV, PHYS; top detractors: KELYA, FORR, FLO. Annual top decliners: CRI, KELYA, MAN.
Parnassus Mid Cap Fund 1100 palavras
O Parnassus Mid Cap Fund (Investor Shares PARMX) registou +1,17% no quarto trimestre de 2025, face a +0,16% do Russell Midcap, marcando quatro trimestres consecutivos de superação. A megatendência de IA continuou a dominar — Sandisk, Lam Research, Western Digital e KLA encabeçaram contribuidores, com a parceria de US$80 mil milhões entre Westinghouse e o Departamento de Comércio a impulsionar Brookfield Renewable. A fraqueza do mercado imobiliário pesou em D.R. Horton e CoStar. Lori Keith e Ian Sexsmith reposicionaram a carteira para o alargamento da liderança: três entradas (Chipotle, CMS Energy, Ingersoll Rand) e seis saídas (Atlassian, Brown & Brown, CoStar, FIS, Guidewire, Pool Corp).
Patient Opportunity Equity Strategy 1878 palavras
O Patient Opportunity Equity Strategy registou +5,99% líquido no quarto trimestre de 2025, contra +2,65% do S&P 500, fechando o ano com +26,0% — terceiro ano consecutivo a bater o índice. A gestora Christina Siegel Malbon destacou Saúde como o sector com maior contributo positivo apesar de ter sido o pior em 2024, validando a tese contrarian iniciada em 2024. Top contribuidores: Alphabet, Precigen, Illumina, Citigroup e General Motors. Top detractores: Coinbase, Fiserv, Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund, Meta e Alibaba. Iniciaram-se três posições — opções de compra Biogen 2028 strike 150 dólares, Chime Financial e Fiserv — e saiu Angi. Carteira com 38 títulos, top 10 a 54,9% e active share aproximadamente 91,7%.
Pelican Bay Capital Management — Concentrated Value 3122 palavras
A Pelican Bay Capital Management — Concentrated Value, gerida por Tyler Hardt, subiu 8,5% líquidos no quarto trimestre de 2025 contra 3,8% do Russell 1000 Value e fechou o ano em 20,6% face a 15,9% do índice. O alfa veio sobretudo da Micron Technology, +95% via ciclo de memória DRAM puxado por IA, e da Barrick Mining. Hardt aproveitou a euforia para sair de Alphabet — mantida desde Março de 2023 — quando a cotação ultrapassou o topo do intervalo de valor intrínseco. Saídas em CME e ON Semiconductor abriram espaço para três novas posições — AECOM, FactSet Research e Zoetis — adquiridas com desconto material a fair value, e foram reforçadas Builders FirstSource e Toll Brothers na tese de défice estrutural de habitação.
Penn Davis McFarland, Inc. 1174 palavras
A Penn Davis McFarland dedica a carta de Outubro de 2025 ao contraste entre um mercado em máximos históricos e uma Reserva Federal que retoma os cortes de juros. A gestora de Dallas lê o corte de Setembro como política acomodatícia imposta pela dependência de Washington de crédito barato e recorda Johnson e Nixon como precedentes da inflação dos anos setenta. Enumera sinais de sobreaquecimento — empresas de tesouraria em criptomoeda, computação quântica, SPAC, aquisições alavancadas recorde e crédito privado a prosperar — e aponta o excesso de investimento em infra-estrutura de inteligência artificial como o maior risco no seu radar. Na carteira, iniciou a Evolution AB, líder mundial de jogos de casino ao vivo em linha, penalizada por uma revisão regulatória britânica.
Pernas Research 1720 palavras
A Pernas Portfolio, gerida por Deiya Pernas, encerra 2025 com +54,3% líquidos contra +17,9% do S&P 500, num ano marcado pelo susto tarifário do Liberation Day (drawdown de 22% antes do reposicionamento de cash). A carta articula menos posições do que lições filosóficas: o regime actual é não-estacionário, a reversão à média perdeu poder explicativo e a base de educação do investidor deve evoluir. Pernas reitera convicção no capex de IA persistir 12-16 meses, no barbell entre vencedores e vencidos da IA, e em smaller-caps como zona privilegiada de multi-baggers. Paysafe mantém-se em portfólio como tese de multi-bagger para 2026 apesar do drawdown de ~60%.
Platinum Asia Fund 1091 palavras
O Platinum Asia Fund rendeu 4,6% no quarto trimestre de 2025, na classe C e líquido de comissões em dólares australianos, contra 3,6% do MSCI All Country Asia ex Japan Net Index, e fechou o ano civil em 24,2% contra 22,8% do índice. Só em Dezembro subiu 1,6%, com o índice em 1,0%. A gestora atribui o mês ao regresso das acções de tecnologia depois da correcção do mês anterior: a Samsung Electronics, a SK Hynix e a TSMC valorizaram 125%, 275% e 44% em 2025, em moeda local. Descreve exportações recordes na Coreia do Sul apesar das tarifas norte-americanas e a indústria transformadora de Taiwan em recuperação. As posições em imobiliário chinês devolveram parte dos ganhos do mês anterior. Vê mercados bifurcados e muitas oportunidades a preços atractivos na região.
Platinum International Fund 3217 palavras
O Platinum International Fund rendeu 3,0% no quarto trimestre de 2025 e 13,1% no ano civil, na classe C e líquido de comissões em dólares australianos, contra 2,5% e 12,4% do MSCI World Net Index. David Steinthal, da L1 Capital International, assumiu a gestão da carteira durante o trimestre. A gestora atribui os bons resultados do período à AerCap, à Alphabet, à Danaher e à TSMC, com a Jacobs Solutions, a Microsoft e a Uber a travarem entre 0,5 e 0,8 pontos percentuais cada. Descreve uma economia em forma de K, com crescimento a abrandar sem recessão, e mantém a carteira quase totalmente investida, com 2% de liquidez. Para 2026 espera um ambiente próximo do de 2025, com a atenção do mercado na inteligência artificial a persistir.
Plural Partners Fund 1714 palavras
O Plural Partners Fund, gerido por Chris Waller (Plural Investing LLC), registou +5,7% líquido no quarto trimestre de 2025, encerrando o ano em -0,2% líquido contra +21,1% do MSCI World e +12,8% do Russell 2000. Desde a inception em Abril de 2020 mantém +10,3% anualizado líquido. Waller estima que a carteira, concentrada em seis a oito convicções, negoceia a 7,7x FCF a três anos com crescimento low double-digit e retorno pós-impostos sobre capital de 22%. As duas posições destacadas são Watches of Switzerland (retalhista Rolex com tese de aquisições acretivas e tarifas dos EUA reduzidas de 39% para 15%) e ContextLogic, shell de NOLs adquirente da US Salt da qual Waller saiu com lucro de 40% em 14 meses.
Polen 5Perspectives Small Growth Strategy 1050 palavras
O Polen 5Perspectives Small Growth Composite Portfolio registou −1,3% gross e −1,5% net no quarto trimestre de 2025, abaixo dos +1,2% do Russell 2000 Growth Index. Bloom Energy, GeneDx e Argan lideraram contributos via fuel cells para data centers AI, diagnósticos genéticos e construção de power plants; Stride (eliminada após falha de plataforma e perda de matrículas), Corcept Therapeutics e Ramaco Resources detraíram. A gestora descreve o trimestre como microcosmo do ano: correcção de 10% no início rapidamente revertida, rotação tactical fora de IA seguida de reafirmação após NVIDIA, e biotech a entregar o melhor trimestre em cinco anos. Mantém maior exposição absoluta e relativa a Industrials (Electrificação e Aeroespacial) e quase duplicou a exposição a Biotecnologia no trimestre.
Polen 5Perspectives Small-Mid Growth Strategy 900 palavras
A carteira do composite Polen 5Perspectives Small-Mid Growth recuou 0,05% bruta e 0,25% líquida no quarto trimestre de 2025, contra 0,33% do Russell 2500 Growth. Bloom Energy, Sandisk e First Solar figuram entre os principais contributos relativos, ancorados em energia no local para centros de dados, memória flash com poder de fixação de preços e painéis solares fabricados nos EUA; Corcept Therapeutics, Nutanix e Rocket Lab entre os detractores. A gestora descreve o trimestre como microcosmo do ano: correcção de 10% rapidamente revertida, rotação para fora da IA e posterior reafirmação do tema. Mantém a maior exposição ao sector Industrial, com os temas da Electrificação e do Aeroespacial, e rejeita a leitura táctica de apanhar o movimento das SMID caps.
Polen Capital Focus Growth Strategy 1750 palavras
O Polen Capital Focus Growth recuou 1,53% líquido no T4 2025, contra +1,12% do Russell 1000 Growth, num trimestre em que os títulos de beta elevado voltaram a superar os factores de qualidade. Dan Davidowitz e Damon Ficklin atribuem a quase totalidade da diferença relativa à Oracle, penalizada pelo cepticismo quanto à execução e ao financiamento dos contratos com a OpenAI. A Eli Lilly foi o maior contributo relativo, com subida acima de 40% e acordo com a Casa Branca sobre o preço dos GLP-1. Iniciaram a Intuitive Surgical com 2,25%, saíram da Netflix e da Workday, reforçaram a ServiceNow e reduziram Abbott e Shopify. Avisam que dez empresas acima de um bilião de dólares já valem dois terços do índice.
Polen Capital Global Growth Strategy 1944 palavras
O Polen Capital Global Growth caiu 2,5% bruto no quarto trimestre de 2025, contra uma subida de 3,29% do MSCI ACWI, num trimestre que a equipa descreve como microcosmo do ano: uma queda rápida de 5%, motivada por receios de bolha na inteligência artificial, apagada ainda dentro do trimestre. A carta atribui à Oracle quase todo o atraso relativo e aponta a preferência do mercado por crescimento de beta elevado como adversa a uma carteira orientada para qualidade. Foram iniciadas posições na Tencent Holdings e na Spotify, vendidas as participações em Sage Group, Willis Towers Watson, ICON e Workday, reforçados sete nomes e reduzidos seis.
Polen Capital International Growth Strategy 1850 palavras
O Polen Capital International Growth recuou -2,52% líquido no quarto trimestre de 2025 e fechou o ano a -0,52%, contra +32,39% do MSCI ACWI ex-USA — o pior desempenho relativo numa década. Daniel Fields atribui o atraso não a deterioração de fundamentais, mas à preferência do mercado por negócios cíclicos numa fase tardia do ciclo. Tokyo Electron e ASML lideraram os contributos; Monday.com, MercadoLibre e SAP penalizaram. No trimestre, a equipa iniciou posição na Nintendo, reforçou Tencent, Lonza e MercadoLibre, e eliminou Teleperformance e Siemens Healthineers. Fields mantém convicção em crescimento de qualidade e considera as oportunidades fora dos EUA particularmente atractivas.
Praetorian Capital Fund LLC 2400 palavras
A Praetorian Capital Fund LLC encerrou 2025 com retorno líquido de 12,39% (bruto 13,94%) — Harris Kupperman descreve a fase como uma das piores em muitos anos e reconhece-o com humildade. O T4 contribuiu apenas 0,21% líquido, com posições core moderadamente positivas compensadas pela detracção do livro Event-Driven. Após a turbulência da Liberation Day, o gestor degrossou a carteira e reposicionou para o nexus das bolhas que a política Uniparty está a alimentar: intermediação e bolsas, beneficiários de metais preciosos, refugiados fiscais do 0,1% e Mercados Emergentes catapultados por dólar fraco da MAGA. Top 5: Cesto EM, Cesto de Metais Preciosos, JOE, Refinarias e Marex (MRX). Exposição bruta longa de 101,4% no fecho de Dezembro.
Prosper Stars & Stripes 6515 palavras
O Prosper Stars & Stripes obteve um retorno líquido de 1,2% no quarto trimestre de 2025, contra 1,7% do índice HFRX Equity Hedge e 2,2% do Russell 2000. O livro longo do Composite deu 1,7% de contributo bruto e o livro curto ficou em zero, com exposição líquida média diária de 48%. A SiTime foi o maior contributo do livro longo e a ATI o segundo, ambas vendidas por valorização, e a Alpha Teknova o maior travão; no livro curto, a StubHub foi o maior contributo e a Brinker International o maior travão. A gestora entra em 2026 construtiva: conta três cortes de juros em 2025, o alívio fiscal de Julho e uma recuperação cíclica adiada há três anos entre os apoios, e mantém a preferência por small caps.
Pzena Focused Value 2327 palavras
O Pzena Focused Value subiu 2,8% bruto (2,5% líquido) no quarto trimestre de 2025, contra 3,8% do Russell 1000 Value; no conjunto do ano, 8,4% contra 15,9%. Materiais básicos, saúde e tecnologia foram os maiores travões: a FMC caiu após resultados decepcionantes e cortes de orientação e dividendo, a Baxter recuou com o adiamento da normalização dos volumes de soros, e a Skyworks cedeu apesar da aquisição anunciada da Qorvo. Consumo discricionário, financeiro e consumo de base contribuíram, com a Dollar General como maior contribuidor individual, ao lado de Cognizant e Citigroup. A equipa iniciou a Knight-Swift, reforçou Baxter, Robert Half, PPG e Amdocs, e financiou as compras com reduções em Medtronic, Dollar General, Delta e bancos.
Pzena Global Small Cap Focused Value 690 palavras
O Pzena Global Small Cap Focused Value registou -0,8% bruto (-1,0% líquido) no quarto trimestre de 2025, ficando aquém do +2,8% do MSCI World Small Cap Index. Consumo discricionário, industriais e imobiliário penalizaram o desempenho; o sector financeiro foi o mais forte, com Bank of Ireland, Unicaja Banco e Nokian Renkaat a contribuir. A Advance Auto Parts foi a posição que mais penalizou o trimestre. A equipa iniciou posições na Winnebago Industries e na Teleperformance, reforçou Sensata, Travis Perkins e Rémy Cointreau, e saiu de Steelcase, Sankyu, BPER Banca, Wonik e MRC Global por valorização. A leitura central: as small caps permanecem deprimidas face às grandes capitalizações e a carteira é das mais baratas que a Pzena gere.
Renaissance Investment Management Large Cap Growth Strategy 1240 palavras
A Renaissance Investment Management ficou abaixo do Russell 1000 Growth e do S&P 500 no quarto trimestre de 2025, num mercado estreito em que os ganhos se concentraram num punhado de mega caps tecnológicas com exposição directa a IA. A gestora sublinha que quase 60% dos constituintes do índice recuaram e que a média equiponderada caiu 1,3%. Alphabet, Cardinal Health e Applied Materials lideraram os contributos; Fiserv, Nutanix e Netflix penalizaram. A carteira iniciou Lam Research e saiu de Royal Caribbean e Fiserv. A leitura macro acomoda o terceiro corte da Fed, a subida das yields de longo prazo e a tese de que carteiras equiponderadas oferecem melhor valor relativo.
Renaissance Investment Management Small Cap Growth Strategy 1180 palavras
A Renaissance Investment Management ficou abaixo do Russell 2000 Growth Index no quarto trimestre de 2025 e fechou o periodo em terreno negativo, penalizada pela continuacao do «rali de baixa qualidade» em que as empresas sem lucros — 21,2% do indice — superaram o mercado. A seleccao de titulos em Saude e Consumo Discricionario pesou, enquanto Tecnologias de Informacao e Financeiras ajudaram. Impinj, Clearwater Analytics e ADMA Biologics lideraram os contributos; Stride, Hims & Hers e Innodata penalizaram. A carteira renovou Impinj, iniciou Nextracker e GeneDx e saiu de Jamf e Duolingo. A gestora mantem uma leitura construtiva, vendo desconto de avaliacao e crescimento de lucros favoraveis nas small caps para 2026.
Rewey Asset Management LLC 1620 palavras
A Rewey Asset Management registou +3,58% no T4 2025 (composto SMID líquido) contra +3,15% do Russell 2500 Value Total Return. Em 2025, o composto subiu 13,09% vs 12,73% do benchmark. Chip Rewey identifica o outperformance de small-caps no T4 como sinal precoce de rebalanceamento dos investidores para fora dos índices large-cap. Defende que o sector small-cap permanece negligenciado e atractivamente avaliado, com o Russell 2500 Value a 15,69x e o Russell 2000 Value a 14,11x face a 23,56x do S&P 500 e 31,16x do Mag 7. Iniciou nova posição em Donnelley Financial Solutions com preço-alvo de 66 dólares, implicando 41,4% de potencial.
RGA Investment Advisors 4270 palavras
A RGA Investment Advisors dedica o seu comentário do quarto trimestre de 2025 à integração disciplinada de IA no processo de investigação — de NotebookLM e Gems a Claude Code — e à tese central de rotação do investimento da camada de infraestrutura para a camada aplicacional. Elliot Turner e Jason Gilbert refutam os extremos da narrativa de mercado sobre IA, argumentando que a disrupção do software é real mas exagerada, o que cria oportunidade. Perante volatilidade idiossincrática elevada, reduziram a dimensão das posições e aumentaram o seu número. Abriram duas posições novas: Celsius Holdings, afastada da IA, e Lattice Semiconductor, um vencedor sub-apreciado de IA em FPGAs.
Right Tail Capital LLC 1838 palavras
Jeremy Kokemor enquadra 2025 como um ano de caminhar contra a corrente — Right Tail subiu apenas 0,34% antes de comissões face a 17,8% do S&P 500 e 11,2% do equal-weight, divergência atribuída à concentração no Magnificent 7 e a fluxos passivos. O gestor articula desconforto explícito com a circularidade de arranjos no ecossistema de IA e com a Nvidia, mantendo a filosofia de pesquisa fundamental e qualidade. O destaque do trimestre é o reforço da posição em Alphabet a ~$150 na primeira metade do ano, posteriormente acima de $300, ilustrando a tese de comprar empresas de qualidade em períodos de incerteza.
RiverPark Large Growth Fund 2100 palavras
O RiverPark Large Growth Fund avançou 1,38% no quarto trimestre de 2025 (classe institucional), superando o Russell 1000 Growth (1,12%) mas ficando aquém do S&P 500 (2,66%). No ano, o fundo rendeu 13,3% contra 18,56% do índice de referência. O gestor Conrad van Tienhoven destaca Alphabet e Eli Lilly como principais contributos, sustentados por monetização de IA e franquias GLP-1, enquanto Netflix, CoreWeave e nomes de mega capitalização tecnológica detraíram perante o escrutínio do mercado sobre a intensidade de capex em IA. A leitura macro acomoda crescimento económico resiliente, inflação a moderar e condições financeiras a aliviar, num trimestre de liderança concentrada com dispersão crescente abaixo da superfície.
Riverwater Partners Micro Opportunities Strategy 2285 palavras
A Micro Opportunities Strategy de Nathan Fredrick ficou aquém do seu índice de referência no quarto trimestre e no conjunto de 2025, com retornos absolutos positivos mas insuficientes para acompanhar a forte subida do mercado. A liderança coube a títulos de baixa qualidade ligados a biotecnologia, criptomoedas e narrativas de IA, que não cumprem os limiares de qualidade da estratégia. A IRadimed liderou os contributos, enquanto American Vanguard e Limoneira penalizaram o desempenho. A equipa adquiriu a Natural Gas Services e saiu da National CineMedia e da Centrus Energy. Para 2026, o gestor mostra-se construtivo nos micro-caps de qualidade, antecipando uma rotação de volta aos fundamentais apoiada por cortes de juros da Reserva Federal.
Riverwater Partners Small Cap Strategy 3035 palavras
A Small Cap Strategy de Nathan Fredrick ficou aquém do Russell 2000 no quarto trimestre e no conjunto de 2025, penalizada pela selecção de títulos e por um mercado que premiou factores de baixa qualidade. A CNX Resources liderou os contributos, seguida da Atmus, da Black Hills, da Palomar e da AtriCure; a Grand Canyon Education, a SunOpta, a Tecnoglass, a Integer e a Warby Parker foram as maiores detractoras. O gestor estreou a BioHarvest, a Kodiak Gas e a NPK International, reforçou a Adeia, reduziu a CNX e saiu da Centrus, da HealthStream e da Integer. Para 2026 antecipa uma rotação de regresso aos fundamentais, com os cortes da Reserva Federal a favorecerem as pequenas capitalizações e os sectores cíclicos.
Riverwater Partners Sustainable Value Strategy 1929 palavras
A Sustainable Value da Riverwater Partners ficou aquém do Russell 2500 Value Index no quarto trimestre e no ano completo, com o atraso trimestral atribuído por inteiro à selecção de títulos e a alocação sectorial a contribuir positivamente. O gestor descreve o enquadramento mais adverso para o investimento em qualidade em vinte e cinco anos de mercado e aponta a bolha da internet do final de 1999 e início de 2000 como precedente mais próximo. A Haemonetics e a Ciena lideraram os contributos; a Grand Canyon Education e a Limoneira penalizaram. Entraram a Adeia e a Synovus Financial; saíram a Cinemark e a Marex Group. Para 2026 antecipa uma rotação de regresso aos fundamentais, com as pequenas capitalizações de qualidade a superar os pares de menor qualidade e as grandes capitalizações.
Robotti & Company Advisors, LLC 2351 palavras
A carta anual de revisão de 2025 de Bob Robotti articula a tese central do fundo: invocando o teorema de Dornbusch, os mercados ignoram fundamentais em evolução durante longos períodos e depois ajustam-se de forma abrupta. Robotti procura indústrias abandonadas onde a escassez de capital já desencadeou consolidação e disciplina de custos. O ano de 2025 validou a abordagem — desempenho superior dos mercados internacionais, revalorização do Japão, bancos europeus a subir 67% e a ascensão do ouro. O gestor destaca a energia offshore como exemplo vivo: reduziu Tidewater acima de 100 dólares enquanto a empresa recomprava acções perto de 39. A carta não divulga desempenho do fundo nem atribuição por posição.
Rowan Street Capital 3200 palavras
No fecho de 2025, a Rowan Street registou uma rentabilidade líquida de 11,1% face a 17,9% do S&P 500, num triénio cumulativo de +252% versus +78%. A carta articula quatro estudos de caso — Meta, Shopify, The Trade Desk e Tesla — que cristalizam o quadro de gestão concentrada em compounders de qualidade. Tesla, posição iniciada na primeira metade de 2025, foi o principal contribuidor (+6,8%); The Trade Desk, único detractor material (-6,9%), revelou-se um teste de carácter da liderança. O gestor reafirma a definição de risco como perda permanente de capital, não volatilidade, e a tese de que o compounding de empresas excepcionais exige tolerância a quedas significativas e disciplina perante adversidade prolongada.
RS Large Cap Value Strategy 1450 palavras
O RS Large Cap Value Strategy (Victory Capital Management) registou +5,91% bruto (+5,77% líquido) no quarto trimestre de 2025, à frente do +3,81% do Russell 1000 Value Index. A equipa atribui o desempenho à selecção de títulos em Health Care e Financials. Teva, Alphabet, Citigroup, KeyCorp e Regeneron lideraram contribuições; Eaton, Zebra, PNC, Mondelez e Check Point detraíram. A leitura é construtiva mas cautelosa: ciclo de cortes da Fed reactivado em Setembro, value rally em todo o cap spectrum e potencial rotação para fora dos mega-caps de IA. A equipa mantém disciplina ROIC e procura empresas com balanços sólidos a desconto sobre valor intrínseco.
Sequoia Strategy Composite 5400 palavras
A Sequoia Strategy Composite, gerida pelo Comité de Investimento da Ruane Cunniff, encerrou 2025 com um retorno de 21,9% líquido de comissões, à frente dos 17,9% do S&P 500, ainda que o quarto trimestre tenha rendido apenas 0,9% contra 2,7% do índice. Rolls-Royce e Alphabet, com valorizações de 120% e 66%, foram os principais contribuidores; a UnitedHealth, em queda de 33%, foi a posição que mais penalizou o desempenho. O Comité reflectiu sobre a distinção entre inteligência e sabedoria na gestão de posições, manteve a carteira concentrada em 24 empresas (as dez maiores representam 64,1%) e iniciou posições na MSA Safety, Accenture e Align Technology, alienando totalmente a Jacobs Solutions. A rotação anual foi de apenas 9,3%.
Sands Capital Technology Innovators 13159 palavras
O relatório do quarto trimestre de 2025 da Sands Capital Technology Innovators regista um trimestre negativo em termos relativos: -6,3% líquidos contra +3,0% do índice MSCI ACWI de tecnologia e serviços de comunicação, e +14,7% contra +27,9% no conjunto do ano. A equipa atribui o atraso à selecção de títulos nos cinco sectores, com destaque para o posicionamento nas Magnificent Seven — sobretudo o subpeso em Alphabet e Apple — e para a abordagem selectiva em semicondutores. Taiwan Semiconductor, Carvana, Klaviyo, Shopify e Nu Holdings lideraram os contributos; Roblox, Sea, Netflix, Microsoft e Coupang detraíram. No trimestre foram iniciadas três posições ligadas a IA — Alphabet, Broadcom e Palantir — e alienada a monday.com.
Schafer Cullen Enhanced Equity Income 2150 palavras
A estratégia Enhanced Equity Income da Schafer Cullen rendeu 2,0% líquidos no quarto trimestre de 2025 e 7,5% no ano, ficando atrás do S&P 500 Buy/Write Index (6,5% e 8,9%). O trimestre penalizou factores de dividendo elevado e baixa volatilidade, num mercado de amplitude estreita onde apenas 31% das acções superaram o índice. Os gestores articulam uma tese contrária: concentração recorde do S&P 500, capex de IA insustentável e valorizações esticadas criam um enquadramento favorável para acções de dividendo e value. No trimestre compraram Qualcomm, UnitedHealth e Union Pacific, e venderam Kenvue, JPMorgan e Norfolk Southern. O rendimento total da estratégia foi de 7,2% no ano, suportado por uma contribuição de dividendos de 4,1% e prémios de calls de 3,1%.
SGA Emerging Markets Growth Strategy 2500 palavras
A SGA Emerging Markets Growth rendeu +0,8% (bruto) e +0,6% (líquido) no quarto trimestre de 2025, contra +4,7% do MSCI EM e +3,3% do MSCI EM Growth. No ano completo, o portfólio subiu +23,8% (bruto) mas ficou atrás dos +33,6% e +34,3% dos dois índices. TSMC, Infosys e Fast Retailing foram os maiores contributores; Alibaba, Grab e Tencent Music os maiores detractores. Iniciaram posição na Sea Limited e liquidaram a L'Oréal por atrição forçada. As gestoras identificam duas causas para o atraso relativo: a subponderação aos semicondutores de memória sul-coreanos e a intensidade competitiva no comércio electrónico asiático e latino-americano. Argumentam que o crescimento do capex em IA é insustentável e que a carteira negoceia no maior desconto de sempre face ao MSCI EM.
SGA U.S. Large Cap Growth Strategy 2900 palavras
A SGA U.S. Large Cap Growth registou +0,3% (gross) e +0,2% (net) no quarto trimestre de 2025, contra +1,1% do Russell 1000 Growth e +2,7% do S&P 500. Para o ano completo, o portfólio rendeu +3,7% (gross) face a +18,6% do Russell 1000 Growth — um dos anos mais difíceis desde 2003. Alphabet, Cooper e Salesforce foram os principais contributores; Arm Holdings, Microsoft e Meta foram os principais detractores. Iniciaram posição em Broadcom; nenhuma saída no trimestre. As gestoras articulam que a valorização relativa do portfólio face ao Russell 1000 Growth está no nível mais atractivo desde a fundação da firma, com cíclicos a negociar em múltiplos de pico justamente quando o crescimento de capex em IA está prestes a desacelerar.
Signia Small-Micro Cap Value 950 palavras
A estratégia Signia Small-Micro Cap Value encerrou 2025 com +35,04% líquidos, batendo os +23,83% do Russell Microcap Value e prolongando um histórico de cinco anos a 29,42% anualizados desde o arranque em Outubro de 2020. O ano foi marcado por Ramaco Resources, detida de forma intermitente, cujo estudo PEA revelou um activo oculto no Brook Mine — a acção subiu de cerca de 10 para 50 dólares e foi vendida no terceiro trimestre por disciplina de avaliação. A equipa concretizou sete novas compras no segundo semestre, com destaque para Atlas Energy Solutions, produtor de areia de fracturação de baixo custo com negócio emergente de geração de energia, e Green Dot, fintech em processo de revisão estratégica.
Signia Small Cap Value 1050 palavras
A Signia Small Cap Value encerrou 2025 com +36,53% líquido de comissões (+44,13% bruto), muito acima do Russell 2000 Value (+12,59%). A carteira concentrada de 28 posições registou várias iniciativas no quarto trimestre: novas compras em Alaska Air Group (ALK), considerada um turnaround transitório após factores pontuais, e em Green Dot (GDOT), uma situação especial em processo de venda. A gestora rodou Patterson-UTI (PTEN) para Liberty Energy (LBRT), captando alfa material. No encerramento, sublinha que a concentração extrema do S&P 500 — top 5 em 31% do índice — ampliou ineficiências estruturais no universo small e micro-cap, reforçando o seu conjunto de oportunidades.
Singular Asset Management, S.G.I.I.C., S.A. — Sigma Internacional 2408 palavras
Sigma Internacional encerrou 2025 com retorno anual de +23,12% apesar de trimestre final negativo de -3,31% (Eurostoxx TR +4,05%, S&P TR +2,30%, Global TR +2,79%). Desde constituição em Abril de 2021 acumula +79,64%, superando os três índices de referência. Boluda e Castro dedicam a carta à reafirmação do método: análise fundamental aprofundada, opções como alavanca de entrada e prémio, e catalisadores como acelerador de reconhecimento de valor. Kosmos Energy é hoje a posição principal, comprada a um dólar após sete anos de monitorização, com refinanciamento da dívida 2027 e venda de activos em Guiné Equatorial à Panoro como catalisadores recentes. Mantêm posições centrais Golar, Navios, Fairfax India e Nagacorp; expectativa de retorno composto a dois dígitos no horizonte plurianual.
Smead International Value Strategy 1142 palavras
A carta do quarto trimestre de 2025 da Smead International Value Strategy — intitulada "From Mythos to Logos: An Investor Tragedy" — aplica aos mercados a passagem grega do mito para a razão, a partir do livro de David McWilliams. As gestoras identificam três crenças em erosão: o excepcionalismo americano, sustentado pelo maior surto de capex da história dos EUA e já contestado pelo crédito que reavalia estruturas de capital mais frágeis; a Europa como caso perdido, quando os bancos do continente passaram a assumir que têm de cobrir o custo do capital, a reduzir rácios de custo sobre proveitos e a consolidar; e o "drill, baby drill", desmentido pela recusa dos produtores americanos em perfurar e pela margem de manobra reduzida da OPEP. Nenhuma posição ou retorno é divulgado.
Sound Shore Fund 1685 palavras
O Sound Shore Fund (Investor SSHFX) avançou 7,83% no quarto trimestre de 2025, substancialmente à frente do Russell 1000 Value (+3,81%) e do S&P 500 (+2,66%). Para o ano completo de 2025, SSHFX subiu 18,20% versus 17,88% do S&P 500 e 15,91% do Russell Value. Saúde foi o sector com melhor desempenho no trimestre, com Regeneron e TEVA a beneficiarem de clarificação regulatória e updates de pipeline. General Motors, Southwest Airlines e Citigroup também contribuíram positivamente. No ano, FLEX, Warner Bros. Discovery, Citigroup e Huntington Ingalls destacaram-se. Detractores foram PayPal e PVH, ambos vendidos durante o ano. Carteira a 13,5x P/E forward versus 22x do S&P 500 e 17x do Russell Value.
SouthernSun Asset Management Small Cap Strategy 3474 palavras
A SouthernSun Asset Management dedica o comentário do quarto trimestre de 2025 a uma reflexão sobre a percepção distorcida, recorrendo a 'A Rainha da Neve' de Andersen e ao paralelo com o colapso do petróleo de 2014-15 para alertar que os mercados extrapolam narrativas favoráveis em excesso — hoje, em torno da inteligência artificial. A casa sublinha as restrições físicas e energéticas da infraestrutura de IA e o risco de valorização mesmo em empresas rentáveis. A Small Cap Strategy recuou 2,45 por cento em base bruta no trimestre, contra um ganho de 2,19 por cento do Russell 2000, penalizada pela preferência do mercado pela narrativa em detrimento da amplitude. No trimestre, a casa iniciou posições em CSW Industrials e Kadant e saiu de Dycom e Timken.
SouthernSun Asset Management SMID Cap Strategy 4390 palavras
A SouthernSun dedica o comentário do quarto trimestre de 2025 a uma reflexão sobre a percepção distorcida, recorrendo a 'A Rainha da Neve' de Andersen e ao paralelo com o colapso do petróleo de 2014-15 para alertar que os mercados extrapolam em excesso a narrativa da inteligência artificial. Sublinha as restrições físicas e energéticas da infraestrutura de IA e o risco de valorização mesmo em empresas rentáveis. A SMID Cap Strategy recuou 3,72 por cento em base bruta no trimestre, contra um ganho de 2,22 por cento do Russell 2500, penalizada pela preferência do mercado pela narrativa em detrimento da amplitude. No trimestre, iniciou posições em Oshkosh, Live Oak Bancshares e Extreme Networks e saiu de Dycom, Timken e Trex.
Spheria Global Opportunities Fund 900 palavras
O Spheria Global Opportunities Fund recuou 3,0% (líquido) no quarto trimestre de 2025, ficando 5,2 pontos percentuais aquém do MSCI World Small Cap Index (+2,2%). A gestora descreve 2025 como um ano difícil para estratégias orientadas à qualidade, com o mercado a recompensar empresas deficitárias, títulos de conceito ligados à inteligência artificial e exposições a metais preciosos. Os maiores contributos vieram de Jack Henry, YETI e Expeditors; os principais detractores foram Hemnet, Paycom e Rightmove. A equipa reconhece erros próprios na selecção e dimensionamento de posições, mas reafirma a disciplina de uma abordagem consciente da avaliação centrada em negócios de alta qualidade como a via mais fiável para compor capital a longo prazo.
Tapasya Investment Fund I 3200 palavras
A carta anual de 2025 do Tapasya Investment Fund I assinala o terceiro aniversário do fundo com um retorno líquido de 23,5% para os sócios, acima dos 17,9% do S&P 500 e elevando a vantagem desde o início para 84,4% contra 68,1%. O gestor introduziu três novas posições — Interactive Brokers, Global-E Online e Adobe —, saiu por completo de Topgolf Callaway e Howard Hughes e reduziu Fannie Mae após um ganho de dez vezes. Dedica secções extensas à questão de uma eventual bolha de inteligência artificial, que considera inexistente ao nível do mercado embora reconheça excessos sectoriais, à crise de acessibilidade na habitação e à disciplina comportamental como vantagem competitiva estrutural. Alphabet, Prosus e Carvana foram os maiores contribuidores do ano.
TCW Relative Value Large Cap Fund 1650 palavras
O TCW Relative Value Large Cap Fund (TGDIX) avançou 4,29% no quarto trimestre de 2025, batendo o Russell 1000 Value (+3,81%) e fechando o ano com ganho de 19,32% face a 15,91% do índice. A selecção de títulos contribuiu +14 pontos base, com Alphabet, Intel e Merck entre os melhores e Lennar, Qnity e Xylem a detrair. A gestora reforçou a carteira com Meta, Amazon e AMETEK, todas com catalisador de novos produtos e mercados, e eliminou Alphabet, Seagate, Flex e Qnity após apreciação ou deterioração de fundamentais. Com o mercado a cotar perto de 22x resultados futuros, a equipa privilegia negócios resilientes e geradores de caixa, onde a entrega de resultados faça mais do que a expansão de múltiplos.
TCW Relative Value Mid Cap Fund 1430 palavras
O TCW Relative Value Mid Cap Fund subiu 4,54% no quarto trimestre de 2025 (I Share — TGVOX), superando largamente o Russell Midcap Value Index (+1,42%). A selecção de títulos em industriais e bens de consumo essenciais foi o principal motor do trimestre, com Dollar Tree, Teva e C.H. Robinson entre os melhores contribuidores. Os gestores Iman Brivanlou, Matthew Spahn e Mona Eraiba iniciaram três posições — ON Semiconductor, Centene e Fox Corporation — e eliminaram Flex, Seagate e Wabtec. As perspectivas mantêm-se cautelosas: avaliações próximas de máximos históricos, a cerca de 22x lucros futuros, deixam margem de erro estreita, com o foco a recair sobre empresas resilientes e geradoras de caixa com alocação de capital disciplinada.
The Brown Capital Management Small Company Fund 2300 palavras
A Brown Capital encerra 2025 com a Small Company Fund (classe Investor) a recuar 11,46% no ano, contra 13,01% do Russell 2000 Growth — resultado que a gestora qualifica como inequivocamente fraco. A leitura central: os fundamentais das participadas mantiveram-se sólidos, mas o sentimento negativo sobre o software de nicho, amplificado pela narrativa de disrupção pela IA, esmagou as cotações. A gestora rejeita essa narrativa e acredita que as suas Exceptional Growth Companies sairão reforçadas. No trimestre destacam-se Glaukos como contribuidor e Veeva como detractor, a par de quatro entradas — AvePoint, Loar, PDF Solutions e Veracyte — e duas saídas, PROS (adquirida) e Tandem (erro assumido). A concentração nas dez maiores manteve-se elevada, numa média anual de 47%.
Third Avenue Real Estate Value Fund 1700 palavras
O Third Avenue Real Estate Value Fund recuou 1,69% no T4 de 2025 (classe institucional), mas encerrou o ano com +11,61% após comissões, acima do índice MSCI ACWI IMI Core Real Estate (+9,86%). O trimestre foi um dos mais activos em conversão de recursos (privatizações, fusões, cisões e recompras), com mais de um terço da carteira envolvida nessas iniciativas: National Storage, Rayonier, Brookfield, Lennar e Fidelity National. A gestão iniciou posição na FirstService, prestadora canadiana de serviços imobiliários, e reforçou Unite Group, Fidelity National e AMH. Contribuíram a logística industrial e a privatização da National Storage; detraíram os construtores residenciais norte-americanos e o imobiliário britânico. A tese central: imobiliário cotado a desconto histórico face a acções e ao NAV.
Third Avenue Small-Cap Value Fund 2835 palavras
O Third Avenue Small-Cap Value Fund rendeu 4,62% no T4 de 2025 e fechou o ano a +14,04%, acima do índice MSCI USA Small Cap Value (+10,80%). A carta dedica-se quase inteiramente ao modelo owner-operator: a gestão avalia as equipas de controlo como operadores, investidores e financiadores, argumentando que este escrutínio é particularmente impactante nas small caps. O caso central é a UniFirst, alvo de uma OPA de 275 dólares por acção da Cintas — a gestão votou e emitiu comunicado a favor de mudanças na governação. No trimestre, o fundo iniciou posição na Flagstar, reforçou Alamo Group, Octave Specialty Group e ICF International, e alienou a Seaboard. Contribuíram Kaiser Aluminum, Collegium Pharmaceutical e Encore Capital.
Third Avenue Value Fund 4827 palavras
O Third Avenue Value Fund encerrou o T4 de 2025 com +7,47%, superando o MSCI World Index (+3,12%) e o MSCI World Value Index (+3,34%), e fechou o ano com +35,46%. As empresas mineiras lideraram a contribuição: Warrior Met Coal — impulsionada pelo arranque antecipado da mina Blue Creek — seguida de Lundin Mining e Capstone Copper, com a tese de escassez estrutural de cobre reforçada pela procura ligada a data centers. Os bancos europeus Bank of Ireland e Deutsche Bank viram reputação e avaliação melhorar, levando à redução de peso. O serviço offshore de petróleo (Tidewater, Harbour Energy) detraiu, embora a tese de capex se mantenha. A conversão de recursos manteve-se central: Harbour, CK Hutchison e a saída de Comerica via OPA da Fifth Third. Iniciada posição na transportadora de contentores T.S. Lines.
13D Activist Fund 4180 palavras
O 13D Activist Fund encerrou 2025Q4 com retorno líquido de 0,40% face a 2,19% do Russell 2000 e 3,06% no acumulado do ano contra 12,81% do índice. Ken Squire enquadra a divergência num mercado dominado por large caps e reforça que o activismo accionista atingiu máximo histórico nos EUA com 152 campanhas em 2025. A carteira rodou cinco posições no trimestre, saindo de Asbury, Janus Henderson, Match, PFG e Qorvo, e entrando em Ebara, Kansai Electric, Integer, Six Flags e WEX. Squire inaugura exposição directa ao Japão via campanhas da Third Point e Elliott e mantém viés a catalisadores activistas em mercados internacionais.
TimesSquare U.S. Focus Growth Strategy 1150 palavras
A TimesSquare U.S. Focus Growth, carteira concentrada de mid cap growth, superou ligeiramente o Russell Midcap Growth no quarto trimestre e terminou o ano bem acima do índice, embora o comentário não divulgue valores. O ambiente foi marcado por viés de baixa qualidade entre mid e small caps e por incerteza geopolítica e tarifária. Iniciaram duas posições novas — uma distribuidora de produtos alimentares e a Karman Holdings, especialista em sistemas de mísseis, aproveitando a correcção em acções de espaço e defesa. Carpenter Technology, TPG e Amphenol destacaram-se pela positiva; Veeva Systems, Cheniere Energy e O'Reilly Automotive penalizaram. As gestoras mantêm foco em equipas de gestão sólidas, antecipando aceleração da adoção de IA em 2026.
TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy 1480 palavras
A TimesSquare U.S. Small Cap Growth Strategy superou o Russell 2000 Growth Index no quarto trimestre de 2025, com um retorno composto bruto de 3,70% face a 1,22% do índice, recuperando da fraqueza do terceiro trimestre. Os sectores de tecnologia de informação e industriais lideraram a contribuição relativa. A gestora destaca um enviesamento de mercado para títulos de baixa qualidade entre small e mid caps, com empresas sem resultados a serem premiadas. JFrog, Ceribell e Abivax surgem como principais contributors; Soleno Therapeutics, Netskope e Warby Parker entre os detractors. A equipa mantém o foco em fundamentais e em equipas de gestão capazes de gerar crescimento sustentável.
Tourlite Capital Management 1820 palavras
A Tourlite Capital Management, gerida por Jeffrey Cherkin, encerrou 2025 com +0,2% no quarto trimestre e +2,8% no ano, abaixo do S&P 500 (+17,9%) e do Russell 2000 (+12,8%). O livro long, concentrado em ideias event-driven, desiludiu, mas o livro short gerou alpha (+0,9% no ano). FTAI Aviation foi o maior contribuidor; New Fortress Energy o maior detractor. A carta articula um setup favorável para activos de risco no primeiro semestre de 2026, com crescimento forte e desinflação, mas antecipa um ano bifurcado com regresso de pressões inflacionistas. Iniciou Montana Aerospace e um cesto curto de quantum computing. Mantém FTAI Aviation e FTAI Infrastructure como posições centrais.
Tsai Capital Growth Equity Strategy 6558 palavras
Na carta anual de 2025, intitulada «What the Hell is Water?», a Tsai Capital Growth Equity Strategy registou um ganho de 8,5% bruto (7,6% líquido) face a um retorno total de 17,9% do S&P 500, o segundo ano consecutivo de desempenho relativo negativo. Christopher Tsai estrutura a tese em torno de uma ideia central: os investidores ignoram as arquitecturas invisíveis (redes, ecossistemas, efeitos de rede) que sustentam os fossos competitivos das «fortalezas económicas». Argumenta que os multi-baggers nascem de domínios transformacionais, não de múltiplos baixos. A carteira concentra 17 empresas de crescimento de elevada qualidade, com as cinco maiores convicções, Amazon, Apple, Brookfield, QXO e Tesla, a representarem uma fatia desproporcionada do capital. Brookfield foi a única posição iniciada em 2025.
Upslope Capital Management, LLC 1700 palavras
A Upslope Capital fechou 2025 com +2,0% líquido no T4 e +14,8% no ano, contra +1,6% e +7,2% do S&P Midcap 400 ETF (MDY) e +1,6%/+10,1% do HFRX Equity Hedge Index. George Livadas dedicou a carta a um diagnóstico cultural — gambling e IA omnipresentes nos desktops dos buyside analysts, num mercado dominado por dollars aggressive, thematic, and very short-term-focused — argumentando que esta evolução amplia oportunidades para investidores nimble. O Fund saiu de Chemring (Ukraine winding down) e West Pharmaceutical (rotação intra-basket healthcare) e adicionou quatro novas longs: Booz Allen Hamilton, Crown Holdings, Fanuc (re-disclosed) e Henry Schein. Average net long T4 em 34%; gross em 174% por hedges em GOOGL e INTC.
Vltava Fund SICAV plc 4205 palavras
Daniel Gladiš dedicou a carta do quarto trimestre de 2025 a uma reflexão estruturada sobre uma viagem a nove países latino-americanos, com três lições centrais: a perspectiva geográfica da Europa face ao mundo, o potencial desperdiçado pela falência institucional do continente, e a inflação como fenómeno institucional e não macroeconómico. O fundo iniciou apenas uma posição no trimestre — Corpay, plataforma global de pagamentos corporativos com switching costs elevados e crescimento da rentabilidade superior a 20% ao ano desde 2009. Gladiš invoca o conceito de Memento inflationis para alertar economias avançadas sobre a erosão silenciosa do valor do dinheiro e identifica indícios de viragem ideológica no Sul da América com a ascensão de Milei na Argentina e a mudança no Chile.
Voss Capital 2450 palavras
A Voss Capital regista -2,1% líquido no quarto trimestre de 2025 (Voss Value Fund, LP), atrás do Russell 2000 (+2,2%), do Russell 2000 Value (+3,3%) e do S&P 500 (+2,7%). Travis Cocke atribui a underperformance ao sobrepeso em software, que descreve como o maior revés dos seus quinze anos de track record. A carta é uma defesa da tese: o mercado trata o software como um monólito à espera de ser engolido pela IA, mas Cocke argumenta que as plataformas verticais incumbentes vão prosperar num mundo agêntico. Detalha quatro posições longas — PAR Technology, Cellebrite, Flywire e a nova posição core Choice Hotels — e rejeita o doomerism em torno do emprego.
Voya MidCap Opportunities Fund 620 palavras
O Voya MidCap Opportunities Fund ficou aquém do Russell Mid Cap Growth Index no T4 2025, em base de NAV, devido a selecção de títulos desfavorável em consumer discretionary, industrials e saúde. Os mercados accionistas norte-americanos avançaram, com o S&P 500 a registar +2,66% e o Nasdaq Composite +2,57%, suportados pela moderação da inflação, resultados robustos e dois cortes de 25 pontos base da Reserva Federal. As gestoras Kristy Finnegan e Leigh Todd articulam Roblox (RBLX), Doximity (DOCS) e a ausência de Natera (NTRA) como principais detractors; Vera Therapeutics (VERA), Comfort Systems USA (FIX) e Dollar Tree (DLTR) como contributors. A perspectiva favorece soft landing com crescimento moderado e desinflação gradual, suportados pelo ciclo estrutural de capex em IA.
Vulcan Value Partners 4000 palavras
Vulcan fecha 2025 com retornos absolutos positivos em todas as estratégias mas relativos abaixo dos índices: Large Cap +8,5% YTD vs S&P 500 +17,9%; Focus +7,5%; Focus Plus +7,4%; All Cap +11,5%; Small Cap +10,3% (gross). Fitzpatrick desenha paralelo explícito com a era dot-com de 1999 — top 10 mega-caps acumularam >50% do retorno do S&P 500 e ~61% da subida foi de AI-related stocks. Em Large Cap iniciaram Ryan Specialty e TransUnion; saíram Skyworks, SS&C, LVMH e Pernod Ricard. Em Focus/Focus Plus iniciaram RYAN e saíram CBRE. Em Small Cap re-entrou Everest Group. Em All Cap iniciaram RYAN, CarMax e TRU; saíram Skyworks e Sodexo. Carteira rota: menos tech, mais saúde e seguros. P/V melhorou 8-9 p.p. em Large Cap/Focus/Focus Plus. Buffett retirou-se em 31 de Dezembro.
Wasatch Small Cap Growth Strategy 1350 palavras
A estratégia Wasatch Small Cap Growth ficou em terreno negativo no T4 2025, não acompanhando o Russell 2000 Growth Index (+1,22%), penalizada pela ausência de exposição a biotecnologia — segmento que disparou cerca de 27% no índice. Para o ano, foi o pior desempenho relativo da estratégia em mais de 25 anos, com o índice a subir 13,01% face a uma perda do fundo. Ryan Snow, Ken Korngiebel e Natalie Pesqué atribuem a dispersão à liderança de títulos especulativos ligados a IA, computação quântica e criptomoedas, mantendo disciplina de qualidade. Shift4, Vital Farms e Trex detractaram; JFrog, Fabrinet e RBC Bearings contribuíram. As gestoras destacam valorizações relativas no nível mais atractivo numa década.
Wasatch Global Select Strategy 1180 palavras
A estratégia Wasatch Global Select ficou em terreno negativo no T4 2025, ficando aquém do MSCI AC World Index (+3,29%). Para o ano civil, o índice subiu 22,34% face a um ganho de single digit baixo da estratégia — resultado que Mick Rasmussen, Ken Applegate, Mike Valentine e Stuart Rigby reconhecem ter ficado bem abaixo das expectativas. As gestoras atribuem a subperformance à liderança de títulos especulativos ligados a IA, computação quântica, criptomoedas, energia nuclear e defesa, e mantêm disciplina de qualidade. BayCurrent, Trex e Shift4 detractaram; ASPEED Technology, WEG SA e RBC Bearings contribuíram. ROA, ROE e crescimento de resultados permanecem acima do benchmark; valorizações relativas estão nas mais atractivas em muito tempo.
Wedgewood Partners — Large Cap Focused Growth Composite 5200 palavras
O Wedgewood Composite Net registou -1,8% no quarto trimestre de 2025 e apenas +4,3% no ano, contra +18,6% do Russell 1000 Growth e +17,9% do S&P 500. David Rolfe descreve 2025 como o pior ano relativo desde 1993 — um Annus Horribilis. A subperformance reflecte três buckets: stock selection fraca (UnitedHealth, Pool Corp, PayPal), pause de valuation em compounders de qualidade (Motorola, S&P Global, Apple, Booking, Visa, Meta) e headwind estrutural por estar underweight em mega-cap AI face ao cap interno de 10%. Apenas Alphabet e Taiwan Semiconductor bateram índices em 2025. Para 2026, a equipa identifica AI-trade overcrowding e Buffett indicator em 2,18 como riscos, mas vê risk-reward atractivo no portfólio: fundamentais superiores ao S&P, valuation 7-8 turns mais barata que Russell 1000 Growth.
White Falcon Capital Management 3200 palavras
A White Falcon, gerida por Balkar Sivia em Toronto, encerrou 2025 com +28,4% líquido contra +12,2% do S&P 500 TR (CAD), e +25,9% anualizados a três anos. Sivia articula as cinco maiores posições — basket de royalties em metais preciosos, AMD, NFI Group, EPAM e Nu Holdings — e detalha o oportunismo pós-tariff tantrum com Wayfair e Aritzia, ambas saídas antes do final do ano. A carta apresenta tese de housing recovery via basket pequeno e thesis completa de Huntsman Corp em apêndice. Sivia rejeita o enquadramento de bolha em IA, exigindo build-up de leverage e IPOs sobre-subscritos de Anthropic ou OpenAI como condições necessárias para chamar topo.
Temas mais articulados
- Capex de IA e infraestrutura de data centers bullish 77 bearish 20 misto 42 neutral 1140
- Alocação de capital e compounders bullish 101 misto 3104
- Trajectória de política monetária do Fed bullish 33 bearish 3 misto 22 neutral 1977
- Concentração extrema do mercado norte-americano bullish 3 bearish 51 misto 1973
- Disciplina perante drawdown bullish 70 misto 171
Macro events ativos
- Surto de capex em IA — datacenters Capital markets 157 letters
- Aceleração da camada aplicacional IA (2025) Technology disruption 136 letters
- Política tarifária Trump 2025 Fiscal industrial policy 130 letters
- Concentração das Magnificent Seven Capital markets 82 letters
- Fed pause 2025 Monetary policy 72 letters
- Mudança de administração EUA (Janeiro 2025) Political cycle 44 letters
- Surto de gastos em defesa Fiscal industrial policy 24 letters
- GLP-1 e fármacos para obesidade Health demographics 18 letters
- Lançamento de ChatGPT e IA generativa (Nov 2022) Technology disruption 13 letters
- Guerra Rússia–Ucrânia Geopolitics conflict 12 letters
- Fed pivot — primeiros cortes 2024 Monetary policy 11 letters
- Renascimento nuclear — Small Modular Reactors Energy resources 7 letters
- Constrangimento de oferta de petróleo Energy resources 5 letters
- Ciclo Nvidia Blackwell Technology disruption 5 letters
- Crise dos bancos regionais 2023 Capital markets 5 letters
- Subida das yields obrigacionistas (2026Q1) Monetary policy 4 letters
- Conflito Irão–EUA–Israel (Março 2026) Geopolitics conflict 2 letters
- Eleições presidenciais EUA 2024 Political cycle 2 letters
- Trajectória de taxas do BCE Monetary policy 2 letters
- Tensão China–Taiwan Geopolitics conflict 2 letters
- Vaga de redemptions em crédito privado Capital markets 1 letters
- Stress em imobiliário comercial Capital markets 1 letters
- Congelamento do mercado de IPOs Capital markets 1 letters
- Implementação do CHIPS Act Fiscal industrial policy 1 letters
- Envelhecimento demográfico — Japão e EU Health demographics 1 letters